História The Golden Princess - Simbar - Capítulo 2


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Sharon, Simón
Tags Âmbar, Conto De Fadas, Disney, Rapunzel, Simbar
Visualizações 62
Palavras 1.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei! Eu disse que ia voltar logo.
Hey, pessoal. Não sei se eu avisei mas essa fic terá apenas quatro/cinco capitulos e nem tudo será como no filme, que é minha base de inspiração.
Vamos a esse capítulo..meio curtinho mas vai :)
Boa leitura e até as notas finais <3

Capítulo 2 - Capitulo Um: Quando é que a minha vida vai começar?


Fanfic / Fanfiction The Golden Princess - Simbar - Capítulo 2 - Capitulo Um: Quando é que a minha vida vai começar?

— Ah, poxa! Acho que o Pascal não tá escondido aqui fora.. – A loira disse, colocando as mãos para trás da costa e se virando para fechar a janela. O camaleão foi saindo devagar de trás dos vasos quando uma mecha dourada enroscou no rabo dele e o puxou para cima, deixando-o de cabeça pra baixo. – Te achei! 

Lá estava Ámbar, com o cabelo enganchado, pendurada pelo mesmo e segurando o pequeno animal de cabeça para baixo. A loira riu e tirou a mão do cabelo. Àmbar pousou no chão devagar e tirou o cabelo do gancho. O camaleão, chamado Pascal, ficou no parapeito e Àmbar jogou a – grande – mecha loira para o lado e se sentou no parapeito ao lado de Pascal.

— Agora é 22 pra mim. Quem chega ao quarenta e cinco ganha! – O camaleão continuava parado, olhando para baixo, e Àmbar suspirou. – Tá bom. Qual é a sua sugestão, Pascal?

Com o próprio rabo, Pascal fez menção de apontar para baixo. Ámbar estendeu a mão e Pascal subiu nela, ficando na palma da loira.

— Ai não tem jeito! Eu não saio daqui e nem o senhor! – Pode parecer até mentira, mas o Camaleão mostrou a língua para ela como se estivesse "nem aí". Como se parecesse um humano. – Para com isso, Pascal. Aqui não é tão horrível assim. 

Dito isso, a loira pulou do parapeito diretamente para dentro da torre.

— O dia está começando! Hoje, o dia vai ser ótimo! Eu vou falar com ela. De novo.. É ela!

Pascal saltou da mão de Àmbar e caiu dentro de uma vasilha, para se esconder. Ámbar correu na direção da janela, a única da torre.

— Vamos, minha flor. Estou ficando velha de tanto esperar.. – Ámbar ouviu a voz de Sharon, sua "mãe" e soltou um riso.

— Estou indo, mãe – Passou o cabelo pelo gancho e logo depois o jogou, deixando as mechas douradas em queda livre até que atingissem o chão. 

Alguns curtos minutos se passaram e Ámbar puxou os cabelos até que Sharon estivesse no parapeito da janela. A mulher pulou para dentro da torre e se aproximou da "filha".

— Bem-vinda ao lar, mamãe

— Minha querida, como consegue fazer isso todo dia sem falta? Parece exaustivo.

— É..

— Ótimo! Por que não faz mais rápido? Brincadeira, não leve tão á sério. – Sharon começou a caminhar pela torre e Àmbar ficou sem entender. A mulher deixou a cesta em cima da mesa e começou a mexer na cesta.

— Eu quero fazer um pedido, mãe.. – A loira falou e mulher, com a capa presa ao pescoço, apenas assentiu e Àmbar retomou a fala. – Amanhã..Amanhã é meu aniversário, mamãe. E eu, eu.. – Ela estava hesitando. – Eu quero ver as luzes flutuantes, mamãe. Por favor.

— Claro, minha querida. Prometa que irá fechar a janela depois de ver essas luzinhas flutuantes. – Sharon disse, tirando uma maça da cesta e mais algumas outras frutas. 

— Não, mamãe. A senhora não entendeu. Eu quero sair da torre, sabe? Quero ver mais de perto. Essas luzes sempre aparecerem no meu aniversário. Preciso vê-las de perto. Entende? – Àmbar estava de costas para Sharon enquanto dizia. A mulher se virou, bruscamente, e Àmbar sentiu um forte puxão no cabelo que a derrubou no chão, fazendo-a bater as costas no piso. – Ai.

— Àmb, você é frágil demais para esse mundo, minha querida. – Sharon caminhou até a loira e a ajudou a levantar. – Você não vai conseguir se virar sozinha. 

— Confia em mim, mamãe.

— Sua mãe sabe mais, Ámbar. Vou pegar a escova, minha querida.

Sharon saiu, deixando Ámbar sozinha e logo voltou com a escova amarela, com pontas finas em branco.

— Sente-se! 

A menina pegou a banqueta e se posicionou a frente do estofado vermelho, assim que se sentou, a mãe se sentou atrás e colocou algumas mechas sobre o colo.

— Cante para mamãe, meu amor. – Sussurando, ela alisou a cabeça da menina de forma lenta. 

Ámbar respirou fundo, entreabrindo os lábios e deixando que sua bela voz ecoasse por toda a torre. Ela tinha os olhos fechados e os cabelo estava brilhando em cor dourada. A velha mulher agarrou uma parte do cabelo e respirou fundo, sentindo que estava rejuvenescendo novamente – e estava.

 A canção foi cessando aos poucos, o cabelo foi perdendo o brilho e voltou a cor natural. Ela abriu os olhos e respirou fundo, iria tentar pedir de novo.

— Mãe..

— Sim, minha querida..

— Sobre as luzes flutuantes.

— Ámbar.. 

— Por favor, mamãe. Apenas uma vez..– Ela suplicou, juntando as mãos.

— Não é não. Não sairá dessa torre! – A mulher disse, impaciente.

— Mas mãe, eu..

— VOCÊ NUNCA SAIRÁ DESSA TORRE! – Sharon gritou e Ámbar se encolheu no canto em que estava. – Desculpe, minha flor. Mas me prometa que não vai mais tocar nesse assunto e não vai sair da torre. Aqui você está protegida, Ámbar.

— Tudo bem, mamãe. Eu entendo. Só que eu queria apenas um presente, entende? – Ámbar sussurou e Sharon se aproximou dela.

— Diga algo, minha querida. Eu trarei para você.

— Aquela tinta branca que a senhora trazia pra mim..

— São três dias de viagem, minha filha. – A mulher disse e Ámbar virou a cabeça para o lado.

— Eu só achei.. – Ámbar hesitou antes de continuar a fala – Eu só achei que era melhor que as lanternas flutuantes.

— Tudo bem, minha querida. – Sharon se afastou da garota e foi pegar a cesta e a capa que sempre usará. – Vou me adiantar, seu aniversário é manhã.

Ámbar apenas assentiu e se levantou, indo até a janela da torre e enroscou o cabelo em uma parte do gancho, deixando que sua mãe segurasse parte do seu cabelo longo, a mulher abraçou a filha e em seguida deslizou pelas mechas da garota.

— Não se esqueça, Ámbar! – Ela avisou e Ámbar assentiu, começando a puxar o cabelo para dentro da torre. Ela fechou a janela e pegou a vasilha que estava em cima da mesinha. – Pascal!

O camaleão subiu pelas mãos de Ámbar e parou em seu ombro. Pascal, o amiguinho camaleão se escondeu entre os cabelos loiros da garota e ela caminhou até a escada, subindo os degraus enquanto se perguntava quando é que a vida dela iria começar. 

— É sempre assim, Pascal. Não entendo porque ela não quer me levar para ver as luzes flutuantes. É importante para mim.

Ao chegar no topo da escada, Ámbar respirou fundo e seguiu pelo pequeno corredor.


Notas Finais


Ai, ai. Vocês não sabem o quão feliz eu estou com os favoritos e comentários do capítulo anterior! Obrigado por tudo, meus douradinhos. (Kkkk, eu sou muito ridicula. Me desculpem!).
Desculpe por qualquer erro ortográfico. Escrever pelo celular é um ó!

Tchau, amores, e até o próximo!


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