História The Golden Throne - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Barbara Palvin, Game Of Thrones, Justin Bieber
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Capítulo 9


Katherine Wright 

Minhas pernas doíam a cada passo que eu dava, eu não aguentava mais ter que me esconder entre as árvores quando Gregory ouvia algum barulho suspeito, estávamos realmente passando por uma situação desagradável. A mansão dos Tudor ficava um pouco longe, ela era conhecida como um refúgio inabalável do que um lugar feliz para se morar, talvez aquele lugar esteja em ruínas, mas é nossa única saída.  

Isabelle tropeçou no galho indo direto para o chão, Gregory foi o primeiro a correr em sua direção mesmo sabendo que eu estava bem ao lado dela, segurei Isabelle primeiro, sem tirar os olhos dele.

O que Gregory Butler está fazendo? Por acaso ele quer começar uma discursão comigo? Ele deve achar mesmo que eu nasci ontem? 

Respire fundo para não afastar a única pessoa que está nos ajudando, preciso atura-lo mais um pouco. 

— Está anoitecendo – sussurrou olhando para o céu — Precisamos parar 

— Nós vamos continuar, eu quero chegar na casa de minha mãe antes do amanhecer. 

— Não acha que está pedindo de mais? Andamos muito Katherine, estamos exaustos. 

— Descansaremos lá. Não podemos parar no meio do nada, aqui não tem água, comida, pessoas. Vamos morrer. 

— Vamos morrer se não pararmos – revirei meus olhos, peguei a mão de Isabelle e continuei andando, deixei Gregory falando sozinho sobre os perigos que enfrentaríamos se ele não descansasse.  

Até que sua voz se calou, uma grande casa surgiu dentre as árvores me deixando sem fôlego. Os muros eram revestidos em pedra, parecia ter sido tirado de alguma mina antiga, a mansão Tudor era protegida pelas árvores enormes, não é à toa que minha mãe sempre dizia o quanto queria sair daquele lugar quando era mais jovem. Os grandes portões feitos de ferro pareciam muito resistente, era uma verdadeira fortaleza. 

— Esse lugar é incrível – Gregory sussurrou, só consegui concordar. Meu pai nunca ligou para a mansão dos Tudor e minha mãe não parecia se importar com essa decisão, havia algo nesse lugar que mexia com ela, nunca soube o motivo. Corri para os portões sentindo uma grande esperança e medo, talvez esteja vazio lá dentro, ou alguém tenha invadido. Bati com força no portão esperando que alguém o abrisse de braços abertos, mas a única coisa que aconteceu foi uma pedra ter caído quase na minha cabeça, olhei para cima vendo um homem barbudo com um olhar desconfiado. 

— Fora daqui – sua voz era alta e grossa, se Gregory não estivesse ao meu lado com certeza eu sairia de lá as pressas junto com Isabelle.  

— Sou a princesa Katherine Wright Tudor, filha do rei Charles Wright e Margaret Tudor. Venho aqui pedir abrigo para mim e meus amigos, por favor. Bluemine está tomada pela guerra, não temos para onde ir – o homem ficou em silêncio me encarando antes de sair do meu campo de visão, meus ombros caíram no mesmo instante, andamos muito para chegarmos aqui e nada de bom aconteceu. Minha vida não pode terminar em uma masmorra. 

— Para onde vamos agora? — Isabelle perguntou, sua voz estava fraca por causa do cansaço. Gregory olhou para ela por um tempo, antes de bufar. 

— Podemos ir atrás de Arthur, mas estamos longe das montanhas de Bloodaxe. 

— Eles nunca permitiriam a entrada de uma Wright que leva ao seu lado uma fada – resmunguei, Gregory me olhou confuso. 

— Como assim? 

— Eles são primitivos, não gostam de magia, menos ainda de Bluemine. Pensei que soubesse – ele negou com a cabeça parecendo interessando, antes que eu pudesse continuar o barulho da porta se abrindo atrás de mim fez com que eu me calasse, me virei esperando alguma espada sendo posta no meu pescoço, mas para a minha surpresa uma senhora estava parada. 

— Você é mesmo filha de Margaret Tudor? — me perguntou com uma voz calma e serena. 

— Sou Katherine Wright, a mais velha. Essa é Isabelle e Gregory Butler, meus amigos – apresentei sem saber ao certo o que fazer, nunca estive em uma situação dessas. Sem dizer mais nenhuma palavra, ela abriu espaço para que pudéssemos passar, de início eu estranhei, mas qualquer coisa é melhor do que ficar aqui fora. Isabelle segurou minha mão fortemente. 

Ao entrar eu notei que na verdade a Mansão dos Tudor era um literalmente um refúgio, havia um pequeno vilarejo composto de casas simples, o chão era feito de pedra assim como os muros altos, a verdadeira casa dos Tudor parecia ser logo a frente, notei as portas duplas de madeira bem fechadas, todo esse tempo eles estavam esperando um Tudor aparecer? Minha mãe se esqueceu das suas origens quando lhe deram uma coroa. Que tipo de rainha ela era? Ninguém ali parecia ser perigoso, seus olhares estavam direcionados a mim, eles estavam com medo de mim? 

— O que aconteceu aqui? — perguntei olhando para os lados confusa, eles pareciam famintos. Não vi cavalos em momento algum, nem mesmo comida, só um poço que parecia velho. O que aconteceu com essas pessoas? 

— Isso é para você minha senhora – uma mulher disse gentilmente me entregando uma carta, agradeci balançando a cabeça. Abri a carta com cuidado, não acredito que isso está acontecendo, talvez essa carta tenha sido escrita pelo meu pai anos atrás, essa pode ser a minha chance de recuperar a coroa que deveria ser minha por direito. Mas para a minha decepção, a caligrafia não era do meu pai e sim do meu avô.  

"Querida Katherine, se essa carta chegar até você, é porque infelizmente eu parti. Saiba que você sempre esteve em meus pensamentos. Sua avó faleceu deixando um grande vazio em meu peito, vivo sozinho nessa casa aguardando ansiosamente a chegada de sua mãe Margaret com você. A última vez que lhe vi você era bem pequenina, sua avó tinha dito imediatamente que você seria tão bela que conquistaria o coração de todos os rapazes, mas apenas um conquistaria o seu, ela sabia das coisas. Sei que não sou afortunado como seu pai e que não posso lhe dar safiras e diamantes, mas peço de todo o coração que cuide dessas pessoas. Eu construir a mansão Tudor para proteger sua avó da família Nicolai, mas acabei fazendo muito mais do que isso. O amor muda a gente Katherine. Essas pessoas não têm ninguém para ajuda-las, elas confiam em você, assim como confiavam em mim. Eu te amo muito, minha querida neta. Com amor, vovô" 

Segurei meu choro para não transparecer fraqueza, guardei a carta sentindo minha garganta doer. O que minha mãe fez?

Todos esperavam alguma resposta minha, eu queria dizer algo bonito que desse a essas pessoas esperanças, mas eu não sabia o que fazer. Minha mãe se afastou da sua própria família por causa da ganancia, eu me sentia um lixo por nunca ter perguntando sobre meus avós. Gregory me cutucou fazendo um sinal para que eu dissesse alguma coisa.  

— Eu vou cuidar da Mansão Tudor – sussurrei sentindo meus olhos se encherem de lágrimas — Eu sinto muito por ter abandonado tudo isso, eu fui egoísta sem perceber. Farei o possível para melhorar a situação de vocês — alguns sorriram, outros só me olharam com gratidão, talvez o meu verdadeiro destino seja seguir os passos dos meus avós, ajudar pessoas que vivem entre as sombras, irei proteger cada um como se fosse do meu sangue. Gregory me cutucou de novo ficando bem próximo de mim. 

— Quero que me conte tudo que sabe sobre Bloodaxe – murmurou, assenti.

Arthur Normandia.  

Abri meus olhos ao sentir o sol queimando o meu rosto, Snowy me encarava da mesma forma, como se eu fosse adivinhar qual o seu mais novo pedido. Me levantei um pouco tonto, sai da cabana vendo meus soldados guardando tudo com agilidade. Teríamos que subir as montanhas para chegarmos em Bloodaxe, o lugar é uma verdadeira fortaleza. Coloquei a roupa mais confortável que eu pude encontrar, enquanto eu me arrumava usei os olhos de Thunder para saber onde e o que ele estava fazendo, para a minha surpresa ele estava subindo a montanha na direção de Bloodaxe, não acredito. Tão independente.  

Começamos nossa longa jornada, eu estava ficando entediado de novo, minha visão alternava entre ficar olhando para o mapa e usar os olhos de Thunder para irmos pelo melhor caminho.

 Bloodaxe ficavam entre as montanhas que separavam Bluemine de Mountain, algumas pessoas diziam que era um grande buraco esquecido, mas na verdade é uma estratégia. Ninguém atacaria Bluemine, por ser um reino pacifico, Mountain nunca se importou com seus vizinhos, então Bloodaxe estava parcialmente segura. Mas diante desses últimos acontecimentos não acho que ela continua desse jeito. O acesso era complicado, isso fazia com que as pessoas desistissem. Eu mesmo nunca pisei nesse lugar, vai ser minha primeira vez visitando o reino conhecido por travar guerras lendárias durante os milênios que esteve de pé.  

Os reinos de fogo nunca se importaram muito com o que vivia além do oceano, somos muito egocêntricos, criamos nossa própria sociedade como uma forma de defesa. Quando a família Nicolai esteve viva governando Daargen, o reino Bloodaxe foi visto como desqualificados para os planos de Rei George, ele achava repugnante um rei viver nas fronteiras de dois reinos, houve planos de atacar Bloodaxe e acabar completamente com seus moradores, mas Bluemine foi o primeiro a intervir com um grande não, Charles era honesto demais para concordar com os planos de George. 

Quando finalmente chegamos o sol já estava se ponto, era uma bela visão. Fomos recebidos pelo rei Alexander e sua filha Genevive, diferente de Bluemine não houve uma multidão animada com a minha chegada, eu estava no meio de guerreiros treinados desde de pequeno. No passado eu gostaria muito de ficar aqui, mas eu não sou mais como antes. A enorme ponte que separava Bloodaxe de uma grande queda e um rio repleto de jacarés fez meu estomago embrulhar, quantas pessoas eles jogaram nessa ponte? Thunder balançou sua cabeça ficando bem perto da ponta da ponte, ele me encarou como se pedisse minha permissão para olhar mais de perto, neguei com a cabeça o fazendo recuar. 

— É uma honra para nós receber não só um rei, mas um guerreiro – Alexander disse, diferente dos outros ele não se ajoelhou ou me dirigiu a palavra adequadamente, me senti um pouco ofendido, mas então eu notei que estou no meio de soldados e para eles, não existe grande Rei Arthur e sim Guerreiro Arthur, isso é ruim. 

— Agradeço a hospitalidade – Snowy passou por mim fazendo com que seu rabo fizesse cocegas na minha perna, ela olhou diretamente para Genevive, eu senti um sentimento forte surgindo nela, mas não soube dizer se era bom ou ruim.  

Alexander me mostrou seu castelo parecendo realmente honrado por eu estar lá, ele não era tão luxuoso como o de Bluemine e dos reinos de fogo, nas paredes havia muitos objetos vistos como troféus, os moveis eram feitos de uma madeira escura, a engenharia antiga feita pelos Norton não era das piores como todos diziam, o lugar em si me agradava, foi como se eu me sentisse estranhamente em casa. O trono de Bloodaxe era feito de madeira com detalhes de metal, bem diferente de Bluemine que era conhecido por ser repleto de safiras azuis, nada ali era luxuoso. Genevive não cresceu como Antonieta. Alexander não só me mostrou os lugares básicos do castelo, mas também onde eles torturavam seus inimigos. Os Norton eram os únicos que mantinham sua política severa em relação aos crimes, aqui não era como os outros reinos que trabalhavam para melhorar o ambiente onde seu povo vivia, não é à toa que os crimes so aumentavam. Bloodaxe era um lugar de guerreiros, os fracos eram completamente excluídos. Será que quero o meu filho crescendo como eu? Pois será isso que acontecerá se ele tiver o sangue dos Norton. 

Meu quarto era particularmente pequeno, a janela que tinha dava visão para o lugar onde os jovens eram treinados, pensei em mudar de quarto, mas achei melhor lidar com os fatos. Nem todos os reinos de Lesirih são como Wolf White. A visão daquelas pessoas presas me assombraria para sempre, preciso fazer alguma coisa antes que isso atrapalhe minha vida.  

Na hora do jantar eu recusei educadamente o convite de Alexander, conheço muito bem as festas que esses homens dão, não posso correr o risco de ser tocado por alguém, mesmo sendo sem más intenções. Nenhum desses homens devem conhecer minha verdadeira história, sempre fui um bom guerreiro, mas uma péssima pessoa, em alguns casos eu era convidado a me retirar de alguns reinos. O falecido rei de Mountain me expulsou alegando que sua esposa estava constrangida com os meus atos, era fato que aquela mulher era uma louca, mas isso fez com que todas as pessoas se sentissem confortáveis em fazer isso comigo sem pensar nas consequências. Para a sorte delas, hoje eu me esqueci completamente das amarguras do passado. 

Pela manhã eu resolvi caminhar um pouco pelo lugar, minha roupa era a única clara, me senti um pouco deslocado dos demais. Dois dos meus soldados andavam ao meu lado com cautela esperando qualquer investida, Bloodaxe vive no meio de dois reinos desenvolvidos, como ele ainda vive assim? Avistei Genevive de longe, ela tinha cabelos longos e negros como a noite, seus olhos verdes dava uma luz ao seu rosto, era uma mulher muito bonita, não precisava de muito esforço para notar que ali vivia uma guerreira. Eu nunca tinha visto uma princesa usar amadura com vestido. Quantos anos será que ela tem? 

— Vossa graça, está feliz com a hospedagem? — Alexander me perguntou afastando meus pensamentos. Pensei em perguntar para Alexander sobre sua filha, mas achei melhor continuar em silêncio, não quero que ele se iluda achando que ela será a escolhida, isso causaria um alvoroço sem necessidade. 

— Sim, obrigado.  

Existia outro porem sobre o povo de Bloodaxe que me deixava preocupado, eles não são fiéis. Raramente casamento entre eles significava alguma coisa, não existia diferença entre os sexos por aqui, era um reino muito livre, por essa razão, uma mulher poderia ser a rainha da mesma forma que ela poderia ter três maridos. Não posso levar alguém assim para Wolf White, se eu me casasse com Genevive eu teria que mudar suas vestimentas, seus costumes, até mesmo ensina-la a andar como uma rainha. Todos os olhares estariam direcionados a mim quando eu escolher minha esposa, se as pessoas pensarem que não existe mais regras, uma guerra de verdade pode começar. Mulheres são fatais. 

— Se me permite Vossa Graça, seria uma honra se essa noite o senhor se juntasse a nós e nos contasse uma de suas histórias — olhei para ele surpreso com a proposta, será que ele está mesmo disposto a me tratar como um simples guerreiro? Essa pode ser minha oportunidade de ensinar a essas pessoas que a guerra não ajuda ninguém, só nos corrompem. 

— Claro, será uma honra – ele abriu um pequeno sorriso. 

River 

Thomas observou os navios de Passing Fire se aproximando lentamente, ele fez um sinal com uma das mãos para que os arqueiros se preparassem, o fogo nas flechas iluminou parcialmente a noite, houve um toque de recolher para que ninguém se machucasse ou fosse capturado. Thomas Lencastre estava disposto a tudo pela mulher que amava, ele atacaria a própria família se isso significasse conseguir o que tanto desejava. Ser um Lencastre era muito mais do que saber estratégias de guerra, e sim conseguir tudo que seus inimigos almejavam. 

River era o reino mais bem qualificado para ataques na água, Thomas Lencastre tinha derrotado milhares de piratas que ousavam tentar invadir os reinos de fogo, mas hoje era ele que atacaria seus amados vizinhos. Um silêncio ensurdecedor tomou conta do ambiente antes que as flechas atingissem os navios, aquele era o sinal para começar a verdadeira guerra entre famílias.  

Mais uma vez Thomas Lencastre viu homens se jogando na água com medo da morte, ele se lembrou do que seu pai tinha lhe dito quando era apenas um menino e via de perto o sangue de estranhos sendo derramado "Em breve você se tornará não só um rei, mas um deus. Quem decidirá quem viverá ou morrerá será você" Aquele menino assustado com os gritos dos homens que morriam injustamente, hoje sorri abertamente. Ele era mais que um rei, era um deus. Naquele momento, ninguém seria capaz de destruir aquele sentimento que consumia ainda mais Thomas. 

River não protegeria mais os reinos de fogo, Ariana Lencastre tinha começado uma guerra com Bluemine, mas foi tão fatal que atingiu seu único irmão de uma forma que nem ele imaginaria sentir tanta raiva. Os soldados de Bluemine não conseguiu matar nem a metade do exército de Passing Fire, mas Thomas aniquilou todos, até mesmo aqueles que pediam clemencia.  

— Eu sou um deus – Thomas sussurrou olhando os navios pegar fogo, sua mão foi levantada para cessar o ataque, não sobrou nada daqueles que foram instruídos a aniquilar sua felicidade. 

Os principais reinos de Lesirih tinham colocado a vida de milhares em jogo por causa do seu orgulho, uma das famílias mais importantes e fatais estavam em guerra, a morte era apenas uma pequena consequência.  

 

 


Notas Finais




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