História The Guardian - Capítulo 5


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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Confronto, Criaturas Mágicas, Feitiço, Justin Bieber, Luta, Magia, Romance, Roubo, Vampiros, Violencia
Visualizações 40
Palavras 2.068
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente tô aqui de novo... espero que esteja do gosto de vcs, já tenho alguns capítulo prontos e toda história na cabeça...beijos é comentem...😘😘

Capítulo 5 - Ravenna.....


      Justin Bieber P.O.V 

Assim que chegamos à mansão Chaz mais uma vez me ajudou com a garota para tira-la do carro. Nós todos estávamos muito molhados e os meninos logo foram para seus quartos; enquanto eu fui deixá-la em nossa " enfermaria " onde Robert já se encontrava.

Robert Grey é o médico que contratei para cuidar de mim e demais membros da equipe quando necessário; ele também é de confiança por isso o chamei para o serviço e também recebe uma fortuna com o contrato de sigilo; por isso tem de atender prontamente quando eu mando.

_ O que temos pra hoje Bieber?_ pergunta.
_ Quero que dê uma olhada nela _ Falo largando a garota sobre a maca _ Eu a atropelei no caminho pra cá; a cabeça dela tá sangrando bastante.
_ Pode deixar, eu cuido disso_ ele diz me olhando interrogativo, talvez querendo saber o por que de eu traze-la para cá.
Dou as costas para ele e suas interrogações e sai dali trancado a porta logo subindo as escadas e indo para meu quarto.

...... ..... ......

Depois de uma ducha rápida com água morna, o que era ótimo devido o clima frio que se fazia presente, coloquei uma roupa leve para dormir. Ou pelo menos tentar já que todas as noites travo verdadeiras batalhas com meus pesadelos .

Jogo-me em minha cama mas que confortável, que foi providenciada para me garantir noites bem dormidas mas mesmo assim nada, era sempre a mesma coisa ; já até havia me acostumado eram tantos anos sofrendo de insônia que já nem fazia lá grande diferença.

Eram exatamente 5:37 da madrugada; eu ja havia chegado à uma meia hora aqui na mansão. Em seguida me tranquei em meu quarto não querendo mais nenhum incômodo a essa altura do campeonato.

...... ..... .... ......

Rolo de um lado pra outro na cama sem conseguir permanecer de olhos fechados por mais se sete segundos. A sensação sempre é terrível, não é como se os pesadelos esperassem eu ao menos conseguir pegar no sono de verdade para começarem a me atormenta. Eu sou acostumado a ir pra cama sem expectativas de dormir de verdade; apenas repouso o corpo.

Levanto-me frustrado olhando no relógio vendo que já eram quase sete da manhã, apenas coloco uma calça jeans preta e uma camisa também da mesma cor e saio do quarto rumo ao meu escritório. Onde começo a me servir com algumas doses de bebidas caras como sempre.

Havia chovido durante toda a madrugada mas agora ela parecia querer parar. Volto minha cadeira de couro escuro em direção a grande janela de vidro atrás de minha mesa; observando a vista do lado de fora. A grama molhada, alguns pingos de água escorrendo pelo vidro e o sol que já havia começado a nascer. Solto a fumaça do cigarro por entre meus lábios.

Lembro-me da " encomenda " que havia deixado lá embaixo, deveria ao menos saber se ela sobreviveu. Saio do meu escritório indo em direção ao andar de baixo; onde havia a nossa " enfermaria ". A sim que chego ao final da escada dou de cara com Martha, a empregada da casa que como sempre era a primeira a acordar .

_ Senhor Bieber, o doutor Grey saiu faz algum tempo mas pediu para informa-lo de que a garota, está bem apenas bateu com a cabeça e fraturou a perna esquerda. _ fala ela me dando uma série de informações sem eu ao menos perguntar.

_ Ela já acordou?_ pergunto
_ Não senhor _ Responde simples.
_ Tudo bem continui com seus afazeres _ Falo e recebo um aceno rápido de cabeça.

Martha é a funcionária mais antiga da casa e também de total confiança, está comigo praticamente desde o início; quando eu comecei a subir na vida; gostaria de poder completar a frase com um " honestamente " mas me engasgar com a mentira.

Passo pela sala de estar, indo para o corredor a minha esquerda, abrindo a porta de madeira no final do mesmo. Era onde funcionava a enfermaria; apenas para mim é os meninos os outros se tratavam em uma área afastada da mansão, porque é lógico que eu não deixaria esse povo todo entrando na minha casa.

O lugar era bem amplo e em cores claras, havia três macas ali e vários utensílios médicos.
Me aproximo da garota ainda desacordada; metade de seu corpo estava encoberto com um cobertor fino, deixando propósitalmente apenas a sua perna esquerda engessada do lado de fora; também tinha um curativo do lado da testa.
Me aproximei mais, para ver o seu estado; seus cabelos estavam embaixo de seu corpo mas eu já havia percebido que eram demasiadamente longos e ainda estavam um pouco bagunçados, seu lábios que antes estavam roxos agora tinham ganhando um tom naturalmente rosado assim como suas bochechas. Sua pele era bem clara embora tivesse algumas marcas , imagino que por causa da queda.
Ela também trajava um vestido longo, era diferente dos que costumava ver mas era bonito; o tecido era branco e parecia muito delicado; o mesmo ainda estava úmido tornando-se colado ao busto da garota o que me fazia ver a marca de seus seios através do agradável decote.
Levo minha mão esquerda até seu rosto
, retirando dali alguns fios de cabelo. Era difícil vê-la e não falar o quando era bonita.

Observo minha mão e percebo que o anel que usava estava diferente. Recolho a mesma e retiro o anel de meu dedo. A peça tinha a base em metal e uma única pedra central em tom vermelho escuro; ou pelo menos era já que agora estava em um tom vermelho claro. Era como se uma luz tivesse entrado na escuridão ; como se tivesse ganhado vida. Eu conhecia demais aquele anel e perceberia qualquer diferença nele de imediato . Minha mente por alguns instantes viajou até o fatídico dia em que ganhei essa peça de forma antecipada , quando tinha apenas onze anos .

Saio de meus devaneios quando ouço um resmungo vindo de de trás de mim; mas especificamente da garota. Ela estava acordando; guardo o anel no bolso de minha calça.

_ Quem é você?......

         Ravenna Marvins P.O.V 

Sentia como se tivesse acordado de um longo e profundo sono; meu corpo estava deitado sobre algo suficientemente confortável, mas sempre que tentava mexer qualquer parte de meu corpo, tudo doía. A minha cabeça latejava o que me fazia fechar os olhos com força, também sentia um peso em minha perna esquerda o que me fez resmungar baixo.

Assim que abro meus olhos nem consigo analisar o ambiente; pós eles vão direto para um corpo parado de costas para mim, ao lado da cama. E quando o dono de tal corpo vira-se para mim, dou de cara com órbitas douradas a me encarar de maneira pouco explícita.

_ Quem é você?..._ pergunto baixo, um pouco assustada e no mesmo momento por reflexo, tento levantar-me, mas não consigo e apenas sinto muita dor na perna o que me faz levar a mão até a mesma.

_ Cuidado menina, sua perna está quebrada é melhor não força-lá. _ Diz o homem desconhecido com voz extremamente rouca.
_ Quem é você? Onde eu estou? E o que fez comigo?_ digo pegando em minha perna machucada e com um objeto desconhecido sobre ela, e a cada pergunta me afastava um pouco para trás naquela estranha cama.
_ Não fiz nada demais com você _ Diz ele _ Eu apenas te atropelei e depois prestei socorro.
Ele diz calmo mas eu não entendi muita coisa.

_ E onde eu estou?_ pergunto nervosa, estava com medo o que era normal naquela situação. Um homem desconhecido me encarando estranhamente em um lugar que não conheço.
_ Em minha casa_ diz se aproximando, e eu me afasto mais na cama . Queria perguntar muitas coisas mas não sabia como . Eu não conseguia mais abrir a boca , só a minha respiração descontrolada podia ser ouvida , estava sentindo vontade de chorar; até já sentia meus olhos marejados.
_ Qual é o seu nome ? _ pergunta ele ainda me encarando, eu apenas abaixo minha cabeça e o respondo.
_ Ravenna _ digo baixo.
_ Você não precisa ficar nervosa..... Ravenna _ Diz meu nome em voz baixa. Não sabia onde estava , nem como fui parar ali e não estou falando só da casa; mas sim de tudo que aconteceu nas últimas horas; ainda não conseguia lembrar de tudo com clareza, mas sabia que estava bem longe de casa .....e sozinha .

_ Você não vai chorar?........ Ou vai ?_ diz o homem próximo a mim e uma lágrima já descia sobre meu rosto.
_ Se quiser eu posso leva-la para casa agora mesmo_ sua voz se fez presente mais uma vez.

           Justin Bieber P.O.V 

_ Se quiser eu posso leva-la para casa agora mesmo _ digo .
A garota estava ali na minha frente, aparentemente tentando segurar o choro, então apenas queria fazer com que ela parasse.
Não tinha necessidade daquilo, eu não iria lhe assustar ou ameaça-lá, pra poder deixá-la ir embora . Não dessa vez.
_ É só você me falar onde fica, e eu à levou para casa_ tento mais uma vez.
_ Eu não sei _ ela soluça_ Eu não sei como vim parar aqui _ levanta seu rosto molhado por lágrimas e completa _ Eu não sei como voltar pra casa.

A essa altura eu já me perguntava se ela havia perdido a memória por causa do acidente, ou era apenas uma louca. Mas decidir acreditar que ela estava apenas confusa.

_ Acho melhor você descansar, creio que será o suficiente para você organizar seus pensamentos _ digo já dando as costas para sair dali _ Quando se sentir melhor e lembrar de algo é só me chamar _ Falo antes de fechar a porta e ela ainda olhava para o chão.
Eu é que não ia ficar ali, dando consolo pra uma coisa tão sem sentido; sei que deve está fragilizada mas é só dá um tempo.

Quando passei pela sala principal, olhei pelas janelas de vidro onde algumas gotas de chuva já se prendiam.

_ Chuva de novo _ digo e logo em seguida ouço a algazarra dos meninos descendo as escadas.
_ Cara não acredito, esse clima de velório de novo _ reclama Ryan do clima aparentemente chuvoso.
_ Ta sofrendo de insônia Justin, maior cara de quem não dormiu _ Chris observa enquanto seguia para cozinha.
_ Martha prepara algo e leva pra garota _ digo sério recebendo um " sim senhor " como resposta.
_ Ela já acordou?_ pergunta Chris e eu apenas murmuro em resposta.
_ É você tava lá com ela ?_ diz Ryan e eu tomo um gole de minha cerveja " de café da manhã " .
_ Porque?_ pergunto.
_ Oque tava fazendo lá? Foi por isso que não dormiu no seu quarto? Safado_ diz Chaz malicioso.
_ Há! Chaz para _ digo levantando _ Não é nada disso.
_ Eu não disse nada_ fala em rendimento enquanto sorria.
_ Mas pensou, aliás pensaram _ digo me referindo a todos eles .
_ É que a gente sabe seu ponto fraco_ fala Ryan e o olho furioso _ Foi mau_ completa.
_ Mas então? O que pretende fazer com ela?_ pergunta Chaz.
_ Leva-la pra casa _ figo simples _ Assim que dé.
_ Como assim " Assim que dé"_ Ryan repete minha frase.
_ É que aparentemente ela não lembra onde mora; ou apenas não sabe como chegar lá _ digo_ Ela noite foi muito explícita.
_ Como ela não lembra?_ diz Chaz.
_ Eu não sei._ falo óbvio e impaciente.
_ Já pensou na possibilidade de que ela tenha batido a cabeça com muita força e perdeu a memória _ observa Chris.

_ Isso é coisa de filme_ fala Ryan_ O que devemos fazer é deixá-la no meio da rua e ela se vira, pelo menos não vamos mata-la _ Diz como se fosse a pessoa mais piedosa do mundo.
_ Ela tá com a perna fraturada_ digo.
_ É,mas ela não pode ficar aqui_ lembra Chris.
_ Esperamos ela se recuperar _ Falo a melhor solução pra agora _ É depois vemos o que fazer.

Saio da cozinha mas antes digo:
_ Chris, leva aquele livro pro meu escritório.



Notas Finais


Atualizando de novo....
Me falem o que estão achando....
Isso é importante pra mim.


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