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História The Guardian - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Pra quem não sabe: Extras são capítulos que não vão influenciar diretamente o rumo da fic e geralmente vão focar mais na Amy. Por isso, quem quiser ler, leia, quem não quiser é só passar adiante.

Mas eu sugiro que leia.

Capítulo 8 - Extra I - Talvez seja amor


17 de maio de 2019

Ainda era o início da madrugada quando Amy escutou um barulho. Ergueu os olhos da tela do notebook e tentou escutar melhor. Passou alguns segundos e um novo barulho, vozes abafadas e palavras incompreensíveis. Abandonou o notebook sobre a cama e abriu a porta, olhando para o corredor com desconfiança.

O barulho vinha do corredor à direita, onde ficava o quarto do Castiel. Lembrou-se que Dean tinha entrado no quarto algumas horas antes e revirou os olhos. Ótimo.

Comprimiu os lábios, ignorando-os, e seguiu caminho para o lado oposto. Foi silenciosamente até a cozinha, pegou o pote enorme de cookies que tinha preparado para noites insones como aquela e voltou para o quarto. Dessa vez encontrou Jack no caminho.

― Hey... uou, você tem músculos.

Jack franziu o cenho diante da reação inesperada da garota antes de responder.

― Sim, eu treino.

― Você... treina? Tipo, musculação?

― Isso, Sam me ensinou. Me ajuda a passar o tempo quando não estou fazendo nada ou não consigo dormir.

Amy inclinou a cabeça observando o garoto. Os cabelos estavam bagunçados e ele estava usando apenas uma calça escura como pijama. Ela não teve a intenção de ficar encarando, mas estava surpresa por não encontrar um corpo tão magro quanto imaginava.

― Algo errado? ― ele questionou olhando para o próprio corpo, procurando a razão da atenção exagerada.

― O quê? Não, nada ― Amy se apressou em negar ― Bem, você não parece ser daqueles que anda sem camisa por aí. Suponho que tenha ouvido o barulho, certo?

― Sim, parecia vir do quarto do Castiel, ele está bem?

― Er... acho que ele tá muito bem, na verdade. Sabe... o Dean ainda tá com ele, os dois devem estar se acertando... entende?

Jack inclinou a cabeça, exatamente como o anjo mais velho fazia quando não entendia algo. Seus olhos azuis a encararam confusos por alguns segundos antes de se arregalarem e a boca de abrir com a compreensão do que estava acontecendo.

― Oh... entendo, perfeitamente.

Amy o olhou e sorriu com a imagem. Tão fofo. Então olhou para o seu pote de biscoitos e teve uma ideia.

― Você foi acordado ou está sem sono? ― perguntou passando seu peso de um pé para o outro.

― Sem sono, não durmo muito ― ele respondeu dando de ombros.

― Se importa de ir até o meu quarto? Preciso de sua opinião.

Jack concordou e, mesmo sem entender muito bem o proposito, deixou-se ser levado até o quarto. Assim que chegaram Amy o deixou fechar a porta, colocou a comida sobre a escrivaninha, sentou-se na cama com as pernas cruzadas e puxou o notebook para mais perto. Notando que Jack permanecia parado no meio do quarto apenas sorriu e o chamou.

― Senta aqui, prometo não te atacar.

― Sei que não vai me atacar, é uma boa pessoa ― Jack retorquiu enquanto a obedecia ― Eu li que usar o notebook nessa posição pode prejudicar a coluna.

 ― É, bem, não me importo. Acho mais confortável assim e sua coluna ficará bem se fizer isso só essa noite. Agora senta direito, fique confortável. Isso pode demorar.

Amy se remexeu em seu lugar. Não ficava exatamente confortável estando tão perto de alguém – quase estranho - sem camisa, mas ignorou e ajeitou a tela do notebook para que ele pudesse ver mais claramente.

― Então, quero que você me dê sua opinião sobre essa imagem.

Ela apontou para a tela e o deixou observar. Era uma pequena animação sobre o Universo, não muito proporcional ou próxima da realidade. Havia o Sol e todos os planetas gravitando ao seu redor com o fundo escuro, pequenos pontos claros espalhados pelo plano representavam as estrelas mais distantes. Mesmo que o trabalho não exigisse precisão ou proporção, ainda exigia representações reais, então Amy precisou de um bom tempo de pesquisa para saber as cores majoritárias de cada planeta, quais tinham anéis, quais tinham luas, a quantidade de luas, a translação e a rotação. Não teve problema com as cores, houve alguma dificuldade em deixar os astros girando ao redor do Sol e em torno do próprio eixo, mas ela realmente cansou na parte das luas – Marte tem duas luas conhecidas, mas Júpiter tinha mais de 70!

Luas... satélites... enfim, ela realmente não estava com tanta vontade de se aprofundar no assunto, então apenas falou com seu cliente e perguntou se podia esquecer alguns detalhes como aquele. Fica esteticamente melhor, foi o que argumentou. O cliente não viu problema, o material era para a divulgação de cursos e apostilas, mas Amy havia gostado do assunto e do trabalho, então precisava saber se ao menos estava tão bom quanto pensava.

― O que é isso? ― Jack perguntou.

Amy deixou os ombros caírem, um pouco tentada a desistir daquilo ao notar que o garoto sequer sabia para o que estava olhando, mas então encontrou os olhos dele presos à imagem como os de um bebê encarando algo novo, barulhento e colorido. Seus olhos brilhavam de um jeito estranho, como se estivessem fascinados pelo o que via.

― Posso tentar explicar. Quer um cookie?

Precisou cutuca-lo no ombro para que ele piscasse e saísse do transe.

― Sim, obrigado ― ele aceitou com um sorriso.

― Tem com recheio de creme de avelã e outro com chocolate, qual prefere?

Jack pensou no assunto, de verdade, como se a dúvida fosse grande e a resposta muito mais importante.

― Chocolate.

Amy balançou a cabeça de um lado para o outro, achando graça. Colocou o pote entre eles, indicou os de chocolate e o deixou livre para pegar. Então, preparando-se mentalmente, começou a falar. Contou sobre as informações que havia descoberto durante sua pesquisa e tentou explicar da melhor forma que conseguiu, sempre tendo cuidado para não falar demais e confundir tudo. Infelizmente teve que partir da dupla Big Bang e Criação, sentindo-se de volta à escola, trabalhando o assunto com delicadeza e objetividade.

Algum tempo depois, horas que não foram notadas, ambos já estavam mais à vontade um com o outro, apoiando as costas da cabeceira da cama. Jack estava quase deitado, havia embrulhado as pernas com o cobertor e estava agarrado ao pote de biscoito como se fosse seu. Amy estava um pouco mais desperta, sentada com as pernas esticadas sobre o colchão, gesticulava durante a narração e vez ou outra coloca uma mexa do cabelo atrás da orelha, tentando mantê-lo ali. O notebook estava quase esquecido entre eles, era lembrado apenas quando uma imagem precisava ser mostrada.

Amy apreciava os olhos atentos de Jack sobre si e apostava que ele não teria dificuldades em lembrar de tudo depois, o que a fez ressaltar que podia estar errando alguma informação sem querer.

― Estou te cansando, não é? ― perguntou ao vê-lo se aconchegar no travesseiro.

Ele rapidamente negou, balançando a cabeça.

― Não, de jeito nenhum. Gosto de ouvir você falando, gosto da sua voz.

Amy sentiu suas bochechas esquentarem, mas só um pouco. Jack não tinha tanta experiência em socialização e quase nenhum filtro nisso. Ele falava o que pensava, o que sentia, de forma bem direta na maioria das vezes. Isso podia deixa-la sem fala algumas vezes.

― Obrigado ― Jack disse antes que ela pudesse dizer algo.

― Pelo o quê? ― Amy quis saber.

― Por se importar. Não sei muito sobre as pessoas, mas sei que pouquíssimas perderiam tempo me explicando tudo isso com tanta paciência. Você não só fez isso como também se preocupou em não me confundir com tantas informações. Por tudo isso... eu agradeço.

Amy engoliu em seco. O que tinha dito sobre deixa-la sem fala?

― Por nada, Jack. Não é exatamente um sacrifício fazer isso. Eu gosto de falar e você é legal.

― Eu sou? Já me disseram que sou chato... entediante.

― Dizem isso porque não te conhecem. Você é metade anjo, como isso pode ser entediante? E como podem te achar chato se não te conhecem?

― Mas elas não podem me conhecer, não me entenderiam. E eu aprendi que humanos podem ser cruéis com aquilo que não entendem.

Amy suspirou, notando o tom de tristeza na voz do outro, e se virou para ficar de frente para ele.

― Humanos podem ser cruéis com qualquer coisa, mas sim, você tem um ponto. No entanto, eu tenho certeza que um dia você vai encontrar alguém que te entende, que te aceite do jeitinho que é.

― Você fala de uma... namorada? ―  ele perguntou em dúvida, um vinco se formando entre suas sobrancelhas.

― Ou namorado. Mas também pode ser um amigo, melhor amigo. Qualquer um em que confie plenamente, que não seja da família, claro. Que fique claro, Jack, isso pode demorar. Qualquer tipo de relação humana verdadeira é feita de processos, erros e acertos. Acho que já teve um pouco disso com os Winchester, certo?

― Acho... acho que sim.

― Não se preocupe em entender sentimentos, anjo. Eles não são conceitos que a gente decora, são complicados demais e alguns podem se tornar um grande problema.

― Eu não sou um anjo.

― É só uma forma de falar ― Amy esclareceu sorrindo ― Uma forma carinhosa.

Jack maneou a cabeça e se sentou na cama, tomando cuidado para não derrubar nenhum biscoito na cama. Parecia verdadeiramente interessado no assunto e Amy imaginou se ele tinha algum momento assim, para esclarecer suas dúvidas sobre a própria vida.

― Imagino que o amor seja tão complicado quanto parece. Mas o que é amor? Como é amar?

Sério? Por que ele não aproveitava o momento e perguntava sobre os números da loteria. Provavelmente ela responderia com mais certeza.

― O amor é... intenso. Acho que posso resumir assim ― Amy respirou fundo antes de continuar, não conseguindo evitar mexer nos anéis de sua mão esquerda ― Há infinitas formas de amar, o que não facilita nada, infelizmente. Pra mim o amor é estranho, ele te faz duvidar das próprias decisões, quebrar suas próprias promessas e ultrapassar todos os seus limites. Ele causa preocupação e ansiedade até mesmo nas situações mais simples, nas menores coisas. É um talvez, quando tudo o que precisa ouvir é um sim ou não. Ele pode ser tudo o que você precisa, mas você só descobre isso quando o conhece. É um sentimento capaz de te fazer entrar numa casa em chamas ou te fazer ficar de cama por dias, sofrendo.

― Sempre li que o amor nunca faz alguém sofrer.

― Bom, eu discordo, mas você pode ter sua própria opinião assim como todo mundo. Quando meu marido morreu, sim, eu sofri pela perda, mas a perda só me causou dor porque eu o amava. Mas também não vamos esquecer do amor não correspondido ― ela forçou uma risada ― Espero que você não tenha tanta experiência com esses sentimentos.

― Uma garota me beijou uma vez ― Jack revelou repentinamente, não tendo certeza se deveria falar ― Ela era uma bruxa e enfeitiçou o namorado morto para continuar com ela. Ele ia sair da cidade. Isso é amor?

― Eu queria dizer que não, mas infelizmente acho que pode ser. Viu? Nem eu tenho certeza sobre o assunto. Pode ser um tipo de amor nada saudável e completamente obsessivo, mas também pode ser uma loucura dessa garota. Mas eu não quero te confundir, então vamos fazer assim: considere amor apenas aquilo que almeja o bem do outro. Enfeitiçar pra ficar com você? Não. Deixar a pessoa ir se é isso que ela realmente quer? Sim.

― Isso ajudou um pouco.

― É confuso, eu avisei ― Amy comentou antes de dar uma mordida no biscoito.

― Eu me preocupo com Sam, Dean e Castiel, até com a Mary. Me sinto bem quando se importam comigo, mas não gosto quando se preocupam, isso os faz sofrer. Não gosto quando ficam interferindo no que eu faço e me impedem de sair, mesmo sabendo que é para a minha proteção. Odeio quando brigam e quando passam muito tempo sem entrar em contato. Me sinto bem quando me abraçam, é... quente e confortável, me dá vontade de sorrir. E com certeza gosto de vê-los sorrindo, sinto... paz. Isso é amor?

― Com certeza. E apesar de tudo, é maravilhoso né?

Jack sorriu como se tivesse as melhores lembranças em mente, mas logo sua expressão era de dúvida.

― Mas Castiel e Dean se olham de um jeito...

― Intenso?

― Eu ia dizer diferente.

― Ah, sim, também ― Amy concordou ― É um amor diferente. Eles estão apaixonados há tempo demais, pelo menos é o que acho. Não vou nem tentar explicar, porque cada um tem sua experiência, mas esse amor é... diferente, é mais. Você quer estar com aquela pessoa o tempo todo e então nada é suficiente, você precisa abraçar, beijar.

― Entendo... eu acho.

Amy riu suavemente. Duvidava que Jack realmente tivesse entendido, mas não insistiu. Cada um tinha o seu tempo.

― É lindo.

Ela o olhou sem entender.

― O seu trabalho, é lindo ― Jack esclareceu apontando para a tela ― Acho que você pode colocar mais estrelas e deixa-las um pouco mais brilhantes, mas eu poderia ficar olhando isso a noite toda. Fascinante.

Amy murmurou um agradecimento, meio sem jeito, e começou a fazer os ajustes necessários. Sempre sob o olhar interessado do outro. Quando finalizou estava tão feliz com o resultado que o abraçou, dando um rápido beijo em sua bochecha. Como agradecimento lhe ofereceu, além dos cookies, sua vasta galeria de filmes no notebook. Depois de uma pequena discussão sobre o que assistir, acabaram concordando em escolher o primeiro que surgisse como sugestão no Google.

Primeiro filme da noite: Legião.

x-x-x

― Isso não faz sentido! Miguel jamais defenderia a humanidade daquele jeito.

Amy riu balançando o pote vazio em sua mão. Caminhavam pelo corredor enquanto comentavam o filme, ela estava quase se arrependendo de ter aceitado assistir aquilo. Já tinham assistido outro, o primeiro Sherlock Holmes com Robert Downer Jr., mas nada tinha distraído Jack do apocalipse do primeiro filme. Amy devia saber que seria demais para ele.

― Concordo, mas não esqueça que estamos falando de um filme.

― Eu sei, mas é tão fora da realidade ―  Jack continuou, realmente indignado com a situação ― E aquele bebê? Por que seria tão importante?

― Uma nova esperança pra humanidade? Um novo recomeço? Lembre-se: filme!

― Como conseguem pensar em coisas assim?

― Chama-se imaginação, vai descobrir a sua um dia ― ela alfinetou com um sorriso de lado. 

― Estou ofendido.

― Não, não está.

Alguém limpou a garganta, chamando a atenção e os fazendo parar de sorrir. Estavam na porta da cozinha, Castiel, Sam e Dean os encaravam com olhos inquisidores.

― Hum... tudo certo? ― Amy questionou, confusa.

― Passaram a noite juntos? ― Dean perguntou com o cenho franzido.

― Sim ― Jack respondeu antes que ela pudesse impedir.

A reação foi imediata. Sam deixou a boca abrir, atônito, Dean quase deixou o copo com café cair e Castiel se aquiesceu tanto que Amy pensou que ele fosse se levantar.

― Como é? ― Dean se pronunciou sério.

― Vocês se protegeram? ― Sam questionou no mesmo tom.

― Ok, vamos com calma ― Amy interviu antes que a conversa tomasse proporções maiores. Respirou fundo e colocou o pote vazio sobre a mesa entre eles antes de continuar ― Um: não posso ter filhos, então sem esse risco comigo e não sou estupida, homens são idiotas então eu sempre ando com camisinhas. Dois: posso saber o motivo dessa reação? Por acaso o Winchester mirim é proibido de se relacionar ou vocês só não querem nos ver juntos? E três: nós não passamos a noite juntos do jeito que vocês passaram, ok? O mais perto de indecente no meu quarto era Jack sem camisa e convenhamos que isso nem se compara ao que estava acontecendo no seu quarto, Dean. E se não ficou claro o suficiente: sim, o bunker inteiro podia ouvir.

Amy esboçou um largo sorriso ao ver Dean e Castiel corarem com intensidade, até cogitou se iam desmaiar ou ter algum colapso, pois era o que parecia. Jack acompanhou o sentimento, mas Sam se limitou a balançar a cabeça e segurar a risada para não os constranger ainda mais.

Oportunidade perdida, era o que ela achava.

Dean limpou a garganta, preparando-se para responder.

― Não tem nenhum problema vocês se... relacionarem, nós só gostaríamos de ser avisados caso acontecesse.

É claro que ele vai ignorar a melhor parte.

― É, Jack pode ficar com quem quiser ― Sam complementou ainda tentando não rir ― Mas se eu puder dar minha opinião, Jack: Amy é a pessoa certa pra essa família.

― Só não ultrapasse os limites, Amy, mantenha suas mãos quietas ― Castiel repreendeu recuperando a compostura.

― Hey! Você me faz parecer uma tarada! ― Amy protestou fingindo uma careta ofendida.

― Mas você é e sua mente é surpreendentemente indecente.

― Indecente? Que absurdo, só tenho mãos bobas por você, querido. Você é tão fofo que dá vontade de apertar todos os lugares. Lembra quando eu peguei o seu-

― Amelie! ― Castiel a interrompeu com os olhos arregalados.

― Eu ia dizer seu sobretudo, ia narrar aquela lembrança maravilhosa de quando o escondi e só devolvi quando prometeu que ia assistir filme comigo, então eu te abracei o filme todo como se você fosse um urso gigante. Mas não pensou nisso, não é? Quem tem a mente “indecente” agora, Castiel? ― Amy rebateu com um sorriso cínico.

― Você consegue ser mais inconveniente?

― Quer apostar?

― Tudo bem, crianças, vamos parar por aqui ― Dean interviu erguendo as mãos.

Amy sorriu e pulou para o lado, ficando atrás de Dean e Castiel. Então beijou rapidamente a testa de cada um e apertou suas bochechas, sem se importar com os resmungos.

― Oh... mas eu tô tão feliz que vocês finalmente estão juntos! E eu nem precisei ameaçar ou trancá-los em um quarto.

 ― Gostaria de ver isso ― Jack murmurou.

Quatros pares de olhos o encararam.

― O quê?

― Só estamos observando como uma noite com Amy corrompe alguém ― Dean implicou antes de começar a rir.

Amy cerrou os olhos para o caçador e abruptamente roubou o copo de suas mãos, causando uma série de protestos sobre a importância do café pela manhã e seguidas lamentações de Castiel e Sam.

Jack sorriu observando a cena. Definitivamente amava aquelas pessoas. Cada uma delas.


Notas Finais


O que vocês estão achando? Comentem pra eu saber como to indo rsrs se tá muito ruim ou não


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