História The Guardian (Michaeng) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, TWICE
Personagens Chaeyoung, Mina, Sehun
Tags Chaeyoung, Michaeng, Mina, Twice, Yuri
Visualizações 64
Palavras 1.737
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Sobrenatural, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Recomendo que vocês leiam esse capítulo escutando "PENTAGON - Like This" (escrevi o capítulo escutando essa música).
Tenham uma boa leitura!

Capítulo 4 - Um Anti na minha frente


Fanfic / Fanfiction The Guardian (Michaeng) - Capítulo 4 - Um Anti na minha frente

“Passo uma de minhas mãos sobre seu rosto e em meu simples gesto faz com que ela feche seus olhos, enquanto ela está de olhos fechados, desapareço do seu quarto como fumaça.”

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(Visão da Chaeyoung)

Abro meus olhos e não há mais ninguém na minha frente, estaria eu delirando? Olho para todos os cantos e chego à certeza de que realmente não há ninguém aqui comigo, mas eu tenho certeza de que vi um anjo.

Se isso for verdade mesmo, com certeza ela voltará. Resolvo descansar minha mente e ir dormir um pouco, pode parecer estranho, mas me sinto bem melhor depois de que essa suposta anjo apareceu por aqui, fecho os meus olhos e entro em um sono profundo.

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(Visão da Mina)

Estou feliz, apesar de ela ter ficado bem surpresa a me ver, querendo ou não, foi uma boa "apresentação" de mim mesma para minha protegida, tenho certeza de que ela acreditou em mim, estou em frente sua casa e solto um sorriso ao pensar nisso. Apesar de não me sentir bem com isso, resolvo deixar ela um pouco sozinha e ir andar pela cidade, preciso ir ver como está minha casa, ou melhor, minha antiga casa.

Estou andando pelas ruas, até que chego à minha casa, por incrível que pareça, a casa de Chaeyoung é muito perto da minha antiga casa, mas eu nunca a vi por essas redondezas quando eu ainda era humana. Entro em minha casa, ou melhor, passo pelas paredes. Em sua entrada há uma placa indicando que a casa está à venda, isso me chateia um pouco. 

Passo por todos os cômodos da casa e finalmente chego a meu quarto, minha cama ainda está desarrumada, olho para minhas medalhas de ballet e por um instante me sinto orgulhosa de tudo que já consegui conquistar. Mas, logo a minha fixa cai e lembro de que nunca mais poderei participar de tal coisa, olho para minhas roupas, como eu queria poder usá-las agora, mas infelizmente acredito que só irei poder usar quando eu puder ser visto por qualquer humano aqui na Terra.

Quando cheguei aqui eu estava me sentindo muito bem, mas agora tudo aqui me lembra de minha antiga vida e de minhas atuais restrições, decido sair desse lugar e voltar apenas depois de muito tempo. Dou meia volta e em poucos minutos já estou novamente em frente à casa da minha protegida, mas agora percebo que ela já não está mais em sua casa, não consigo senti-la.

Resolvo esperar até que ela chegue, não posso arriscar sair por ai enquanto somente ela pode me ver.

*Quebra de tempo*

Estou sentada em sua cama, Chaeyoung é muito organizada... Apenas com seus livros, porque com todas suas outras coisas, ela é um desastre, simplesmente tudo bagunçado. Já se passaram exatamente três horas desde que ela saiu daqui e finalmente já posso sentir sua áurea. 

Ela abre a porta de seu quarto lentamente e posso escutar alguns suspiros, ela abre a porta, estou sentada em sua cama. Quando ela olha para frente, novamente se assusta e deixa as sacolas que estavam em suas mãos caírem. 

-- O que você faz aqui? -- Ela diz isso muito assustada.

-- Eu disse que voltaria. - Dou um grande sorriso para ela.

-- Quem é você? O que você faz aqui?

-- Vai parecer estranho...

Levanto-me e vou em direção a ela, quanto mais vou me aproximando dela, mais ela vai se afastando, continuo dizendo:

--... Mas eu sou sua guardiã.

-- Oi?

Dou uma leve risada, ela fica muito linda quando está confusa.

-- Isso mesmo.

-- Você é meu anjo?

-- Pode se dizer que sim.

-- Uau, eu tenho que parar de beber, isso já está ficando sério.

Ela simplesmente me ignora e vai para outro canto de seu quarto para guardar o que havia comprado, não acredito que quando eu acabara de dizer o que sou para ela, minha protegida simplesmente ignora. 

Fico a observando para ver se ela realmente estava me ignorando, olho fixamente para Chaeyoung, ela continua de costas para mim. Faço um simples gesto com minha mão e de repente tudo para, assim como o Homem havia me paralisado, faço o mesmo com ela. Em questão de segundos fico atrás dela, praticamente a enconchando, ela está assustada ao perceber que está paralisada, coloco minha boca perto de seu ouvido direito e digo:

-- Eu sou real, Chaeyoung.

Ela não me responde, ainda paralisada, coloco uma de minhas mãos em sua mão direita e continuo dizendo:

-- Você pode me sentir? Eu posso sentir você.

-- Sim. - Ela responde com seus olhos arregalados.

Afasto-me um pouco dela, porém nossos corpos ainda estão próximos, com o mesmo gesto, faço com que seu corpo seja livre novamente. Ela percebe que está livre novamente, se vira para mim, posso ver o espanto em seus olhos, consigo ouvir seu coração batendo forte e sua respiração ofegante.

Mas o que me surpreende é quando ela se aproxima ainda mais de mim e sela seus lábios nos meus.

Sinto que meu coração vai sair pela minha boca, ainda estou com meus olhos abertos, me espanto ao ver que é exatamente igual a quando eu era humana, meu corpo fica quente e não sinto nenhum efeito como o Homem havia dito.

Ela se afasta de mim e posso ver seu espanto, mas na verdade quem está mais espantada sou eu, pois percebo que ainda tenho os mesmos sentimentos e as mesmas vontades de quando eu ainda era humana, isso está certo?

-- Você realmente é real. - Ela diz com seus olhos vidrados em mim.

Não respondo nada, fico paralisada. Quando eu ainda era humana, isso seria uma situação incomum para mim, afinal, eu nunca beijei uma garota. Eu já fiquei com vários garotos, tive alguns namorados, ou seja, meu primeiro beijo foi a anos, mas nesse momento é como se fosse minha primeira vez. Não consigo respondê-la e por isso me sinto patética.

Ainda estamos nos encarando, quando de repente sinto um aperto no meu coração, é como se fosse uma dor, é um sentimento estranho, minha pele começa a arder e me sinto sufocada, com certeza aquilo era o efeito colateral de um beijo humano. É uma dor intensa e eu não consigo ficar de pé, fico de joelhos, minha visão fica embaçada e tudo ao meu redor começa girar, é como se eu estivesse bêbada, em questão de segundos, eu apago.

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A garota sem entender o que estava acontecendo logo fica mais desesperada do que já estava, se ajoelha e começa a sacudir sua guardiã com esperança de que ela acorde assim Chaeyoung possa entender o que realmente estava acontecendo.

Seus olhos brilhavam ao olhar para aquele ser que ela ainda não sabia ao certo descrever com certeza o que era. Ela tinha as características fiéis a de um humano, ela era linda. Enquanto tentava reanimá-la Chaeyoung logo ficara surpresa ao ver que as asas dela já não estavam mais em suas costas, ela tinha certeza de que antes, havia visto asas negras lindas naquele ser.

Mina estava muito gelada e ela não sabia o que fazer. Simplesmente a pega no colo, com muito esforço consegue colocá-la em sua cama. Deitada em sua cama, ela começa a observá-la e tocá-la para ter certeza de que ela não estava sonhando. Pegou seu celular e tirou uma foto dela, o curioso é que quando ela tirou a foto, o celular apenas capturou a cama e nada mais aparecia, nesse momento ela percebeu que o que estava em sua frente realmente era algo sobrenatural. 

Chaeyoung estava curiosa para saber o nome dela e também saber o porquê dela ter entrado em sua vida, mas naquele momento ela não sabia se ele iria voltar à vida ou qualquer coisa do tipo, afinal, ela estava desmaiada.

Ela pega um travesseiro e coloca em baixo da cabeça dela, começa a observa-la de mais perto. 

Aproximando seu rosto novamente do rosto da guardiã, Chaeyoung está prestes a lhe dar outro beijo, quando finalmente a guardiã abre seus olhos, ela se assusta e um pouco envergonhada se afasta. Mina ainda não entende bem o que estava acontecendo, se levanta da cama e se depara com Chaeyoung sentada no chão, envergonhada do que acabara de fazer ela consegue apenas dizer um "Desculpe".

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(Visão da Chaeyoung)

-- Como você veio parar aqui?

-- Minha missão é lhe fazer feliz, assim poderei partir em paz.

Não entendo o motivo de me fazer feliz, por que eu? Eu não sou famosa nem nada, qual o motivo para eu ser especial o suficiente para uma guardiã querer me fazer feliz? Tenho que pensar sobre isso, mas com ela por aqui não vou conseguir me concentrar, tudo na minha vida está acontecendo muito rápido.

-- Preciso ficar sozinha um pouco...

-- Tudo bem. - Ela desaparece como fumaça e eu acho isso incrível.

Ao perceber que realmente estou sozinha, resolvo ir tomar um banho.

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(Visão da Mina)

Eu não acredito no que acabara de acontecer, com certeza ela iria me beijar de novo. A dor que eu senti foi passageira e quando eu desmaiei tenho certeza de que foi porque ainda não me acostumei com essa dor, dizendo isso parece que eu vou beijá-la mais vezes, eu mentiria se dissesse que não gostei, sinceramente, não estou nem um pouco arrependida do que acabara de acontecer.

Estou andando por uma rua qualquer perto da casa de Chaeyoung, sinto algo estranho se passar por mim, uma sensação ruim me vem nesse momento. Olho para frente e vejo um homem, com roupas escuras e uma áurea muito esquisita. Posso ver em seu pulso uma marca vermelha, era a primeira vez que eu via um Anti.

-- Beijar protegidas não é permitido. - Ele diz isso com algumas risadas.

Como ele sabia disso? Entro em estado de choque.

-- Você deve estar se perguntando como eu sei disso, apenas percebi isso de você. - Ele continua.

-- Como? - Digo.

-- Sua marca está brilhando, isso significa que você quebrou alguma regra.

-- E o que você tem a ver com isso?

-- O que eu tenho a ver? Prazer, meu nome é Sehun e quando eu era um guardião... foi assim o começo do meu fim.

Fico paralisada sem saber o que responder a ele, em questão de segundos Sehun desaparece da minha frente.

                                                                           Continua.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do Sehun na fic!
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