História The Hard Rock Heroes - Capítulo 21


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Categorias Frances Bean Cobain, Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Frances Bean Cobain, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Tags Axl Rose, Duff Mckagan, Guns, Guns N' Roses, Hard Rock, Hard Rock Heroes, Hollywood Rose, Izzy Stradlin, Los Angeles, Rock N' Roll, Roses, Saul Hudson, Slash, Steven Adler
Visualizações 136
Palavras 1.108
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente eu tava ouvindo "So Fine" e eu tô na bad e aí eu comecei a escrever e desculpa se tudo soar meio triste demais e se tiver coisas demais apesar de ser somente 1000 palavras ( deus eu odeio isso ). Sério já tô pedindo desculpas adiantado e quando eu tiver mais sóbria, talvez eu apague esse capítulo
Boa leitura

Capítulo 21 - Terceiro mês: An leaves a broken man


Fanfic / Fanfiction The Hard Rock Heroes - Capítulo 21 - Terceiro mês: An leaves a broken man

Eu estava aflita, absorta e presa nas minhas possibilidades absurdas. Aquela deve ter sido a noite mais turbulenta desde que os conheci pessoalmente, no Viper Room há alguns meses atrás. O show em Nova York havia sido um sucesso, claro - mas todo o fervor realmente começou, quando eles entraram no camarim.

Os garotos estavam animados, queriam sair, beber e aproveitar para visitar o CBGB - um lugar sagrado para o punk loiro. Ah, e Erin estava lá também, toda gloriosa em seu jeito contido de modelo.

E lá estava eu, claro. Sentada, sozinha, em uma cadeira acolchoada enquanto eu observava as brincadeiras inúteis do Slash e do Duff. Poderia focar a minha atenção no Izzy solitário ou na ladainha romântica do Axl com a Erin. Mas, não. Algo mais como um cara alto e loiro trazia a atenção dos meus olhos, e ele parecia estressado mas ao mesmo tempo bonito enquanto bagunçava as madeixas quando queria tirá-las do rosto. Slash ria de algo que ele dizia, mas o baixista continuava com uma áurea meio reflexiva quase imperceptível. Então eu me imaginei, ali ao seu lado, tentando tirar um sorriso do seu rosto que provavelmente o faria me beijar e então, eu confirmaria e repetiria com teimosia o meu amor por ele na minha cabeça. 

- Você anda olhando demais para o Duff

Ste apareceu ao meu lado, com uma garrafa de cerveja gelada. Eu ri, imediatamente desviando o meu olhar - quanto mais sóbrio ele fica, mais esperto também. E engraçadinho, pois ele tem plena noção de como eu ando próxima do Duff.

- Senta aqui - eu chamo e dou espaço para que ele se acomode na mesma cadeira que a minha.

Adler faz o que eu peço e acho a situação um tanto cômica, mas especial: nos dois, sentados de costas um para o outro e com as cabeças encostadas. Então, eu começo:

- Eu estou com medo, Ste

Era fácil falar quando não estava olhando para nenhum rosto em específico. Popcorn dá uma risada nervosa, mas mesmo assim me sinto a vontade.

- Bom, eu também estou com medo - confessa - Sabe, acho que sem você me ajudando o tempo todo, sempre que eu preciso e quando eu não preciso…

Não conseguiu terminar. E nem precisava, porque eu entendi. Me virei e ele me olhou com os olhos azuis brilhantes que reluziam a preciosidade que ele é. Acho que esses eram um daqueles momentos em que você não precisa dizer nada, sabe? Então eu só o abracei, e deixei que ele ficasse nos meus braços por muito tempo. Caralho eu realmente seria capaz de sequestrar o Steven só para protegê-lo de todo o mal que ele sofreu - mas, agora, em uma realidade quase improvável, aqui estava eu,abraçando Steven Adler como se eu pudesse tirar todas as inseguranças dele. Era surreal, toda essa loucura em que me meti. Mas eu gostava, apesar das partes ruins. Eu gosto muito de estar aqui, por eles e para eles, no modo mais puro que possa existir.

Depois de um tempo, ele se afastou e jurei que vi algumas lágrimas em seu rosto, mas não tive certeza. Com a desculpa de que ia buscar outra cerveja, ele foi até o frigobar que havia ali. Mordi os lábios, me levantando com as mãos dentro dos bolsos do meu jeans sabendo que, mesmo não tendo uma conversa muito grande com o baterista, eu soube quase imediatamente o que eu tinha que fazer.

- Duff, posso conversar com você?

Ele levanta seu olhar e Slash fica em silêncio, dando suporte para aquela tensão idiota. Olhei para baixo, tentando não enfraquecer agora.

- A gente vai pro CBGB agora, acho…

- Duff - continuo, sendo firme - Eu preciso. Agora.

A frieza relaxando em seu rosto, como se fizesse parte dele, não me conforta. McKagan se levanta, ajusta a calça e com passos descontraídos, sai do camarim e eu vou atrás. Percebo que somos acompanhados por olhares curiosos, inclusive do Stradlin, que estava em um canto concentrado nas palavras do seu caderno.

O caminho até lá fora foi um silêncio total por nossa parte, mas ainda pudemos ouvir a exaltação dos fãs se esvaindo, pouco a pouco. Estamos em um canto escondido para evitar encontrar alguém, mas o vento frio enche meus pulmões e me faz estremecer, mas não por causa da temperatura baixa.

Ele encosta na parede úmida e saca um cigarro do maço que ficava na sua jaqueta, mas antes que o punk consiga acender, me aproximo e seguro seu rosto delicadamente. Duff semicerra os olhos para que consiga me alcançar com o olhar, porque eu era bem mais baixa que ele. Então, aperto as laterais do das suas bochechas e o puxo para um beijo.

O baixista não corresponde de imediato, mas então suas mãos migram para o meu quadril e me aperta, suspirando entre meus lábios em busca de ar. Ele ainda me queria, ele ainda sentia alguma coisa - era só isso que eu precisava saber. Queria gritar que o amava, mas eu tinha que fazer outra coisa antes: o afastei devagar e deixei que uma mão minha ficasse em seu ombro, acariciando o local.

- Isso. Nós - digo, apontando para nós dois e vice-versa - Não acabou, não é?

Os olhos do Duff, escuros por causa da iluminação ruim, estavam fixos em mim. Não sabia como interpretar aquilo.

- A gente não vai durar para sempre - começou, se afastando um pouco mais e não seria nenhuma dificuldade confessar que estava me sentido sufocada - Você mesma escreveu isso. Você mesma me disse isso, mesmo que não diretamente. Eu tenho que superar você, Margot, eu…

- Não… - murmuro sem força alguma. Me sentia fraca, murcha. E quero chorar, mas já percebo que estou chorando.

Merda, eu tinha que parar de ser uma chorona fodida na frente dele.

- Eu quero viver isso, Duff. Com você. - insisto esperando que, de uma forma ou de outra, ele fosse entender o meu apelo.

- Relaxa, eu não vou contar para os rapazes. Mas eu realmente não posso, Margot - há uma melancolia em seus olhos que não ouso acreditar. Havia um gosto amargo na minha boca e, por Deus, estava doendo! Como ele podia...? - Não queria fazer isso agora. Mas você insistiu

- A culpa é minha, então? - sibilei, encarando-o com toda a insatisfação que encontrei

- Eu não pedi isso - balançou a cabeça, acendendo seu maldito cigarro com o isqueiro - Você não pertence a 1987. Seu lugar não é comigo. Só… Aceite isso.

Então ele sai, provavelmente buscando em outros cantos alguma satisfação que eu, supostamente, não posso dar. De repente, tudo estava mais frio, estático e sem sentido. Não conseguia mais chorar. Não conseguia mais nada.


Notas Finais


Aí gente por favor me ajudem e me falem o que acharam.
Eu tô bem tristezinha por causa dessa tpm maldita que me faz lembrar de coisas que eu não deveria
Ah antes que eu me esqueça, é o último capítulo do terceiro mês. O próximo já vai ser o quarto.
Beijos,
Little Vicky


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