História The Heart Wants What It Wants - Capítulo 5


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Categorias Eldarya
Personagens Ewelein, Ezarel, Jamon, Keroshane, Leiftan, Mery, Miiko, Nevra, Personagens Originais, Valkyon
Tags Eldarya
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Palavras 2.857
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OIIIIIIII, tudo bem meus amoretes? Então, eu vou começar a postar toda sexta, ou sábado! Tudo isso porque eu comecei a escrever uma fanfic de amor doce, cm o Nathaniel *risos* Já to no 4 capítulo ksksks, eu escrevi mtoooo rápido, e eu tenho que ter foco nas duas né, logo menos começo a publicar a nova fic.

Capítulo 5 - First Kiss


Fanfic / Fanfiction The Heart Wants What It Wants - Capítulo 5 - First Kiss

Procurei minha subordinada por praticamente toda fortaleza, até que pensei no lugar mais óbvio, o tipo de estábulo que se encontrava atrás do QG, já que ela foi buscar minha mascote para banhá-la. Fui para o local às pressas, tinha que mandá-la fazer alguns serviços a mais afinal, com ela em ação me economiza muito tempo para poder fazer atividades mais sérias. No meio do caminho me esbarrei com Alajéa. Aff, não podia ser outra pessoa não? O peixinho do mar é muito distraído. 

-Algum problema Peixe? -Pronunciei com a impaciência gritante estampada em meu rosto. A sereia ficou quieta por alguns segundos, apenas me observando com a face hesitante -Desembucha logo garota! 

-E-eu encontrei uma Galorze em u-uma caverna perto d-do mar. -Se embolou um pouco mas foi fácil compreender. Dei de ombros e continuei meu caminho. Por algum motivo, sinto que o mascote é de Maia. 

Encontrei os fiéis mascote de alguns amigos no meio do caminho até chegar aonde a minha pequena Alfeli se encontrava. Abri a porta sem mais delongas. E ali estava ela, dormindo que nem um bebê, seu cabelo castanho escuro caía sobre seu rosto fazendo uma pequena demarcação. Cheguei um pouco perto observando-a, até que decidi tirar uma mecha de frente do seu pequeno rosto e colocá-la atrás de sua orelha, e logo me arrependi por tal ato. A suposta Humana acordou em um piscar de olhos preparando-se para pegar sua espada. 

-Atena.. -Sussurrou baixo, mas consegui ouvir. Porque citaria o nome de uma Deusa do nada?  Sem mais delongas, saiu correndo da pequena sala, e afinal, fui atrás dela, tinha que dar a ela mais serviços. 

A vi correr em direção a praia, mas um local que eu não havia ido antes, ou visto mesmo. Sumiu. A garota tinha simplesmente sumido. Procurei, até escutar um som esquisito vir de um lugar não muito longe. Segui o som a fim de descobrir o que era. No meio de algumas rochas entrei em uma caverna, avistei Maia apreciando uma espécie de unicórnio, mais conhecida como Galorze. A que a Alajéa comentou, só pode ser, esses animais são extremamente raros. 

-Uau, ela é muito mais bonita do que eu pensava, nos livros parecem um pedaço de estrela. -Disse com humor mas a garota a minha frente me olhou de forma irritada. -O que ela faz aqui, como a achou? 

-Ela é minha, a adotei faz uns cinco anos. Preciso tirá-la daqui, não está acostumada com a maresia ou com lugares muito escuros. -Dando de ombros para mim, continuou a acariciar sua crina rosa. 

-A Alajéa disse que a encontrou. -Ela me olhou com espanto. -Calma, ela não vai pega-lá pra si, é que os Galorzes estavam extintos até o nosso conhecimento, e como seu avô chegou com um macho a alguns dias, ela deve pensar em procriar, já que são muito poderosos, apesar de não se darem bem com todo mundo, são bastante úteis. 

-Você sabe muito sobre eles, nem eu sabia disso. -Agora foi a vez dela rir. -Obrigada por me avisar, vou tirá-la daqui. -Desamarrou a fêmea 

-Você pode deixar no estábulo, junto a minha mascote. -Mas que diabos eu estou pensando em fazer? Desde quando eu divido minhas coisas? Elfo idiota. Pense melhor antes de agir. 

-Sério? -Ela disse surpresa e sorriu em seguida como forma de agradecimento. Esse sorriso, tão lindo. Ezarel! Você a conheceu ontem, controle-se, pensei comigo mesmo. -Muito obrigada! Você não precisava fazer isso. -Nem eu sei por que fiz, pensei novamente.

-Não tem de que, aliás acho que os direitos trabalhistas na Terra dão direito a isso, não é mesmo. -Seu sorriso foi em vão com minha piada, mas meu sorriso aumentava cada vez mais que a irritava. Como resposta por sua cara emburrada, pisquei para Maia. -Você ainda tem algumas tarefas para fazer e quero que termine o mais rápido possível, quando guardar sua  mascote, te darei as ordens. -Sai da caverna ouvindo a anjinha bufar e ri da reação da mesma. Não foi tão ruim assim ceder o espaço. 

Rumei ao QG, sei que tinha que ir ao Laboratório, mas fui à enfermaria encontrar minha amante. Ewelein. Apesar de não amá-la, o sexo que ela faz na cama é excelente, não dos melhores, mas me satisfazia como jamais fui satisfeito. Adentrei ao recinto e de relance a vi cuidando de um paciente, o caso não parecia grave, mas esperei que ela acabasse com isso para podermos nos divertir um pouco antes de voltar ao trabalho. 

Deve ter passado 2 minutos e a de pele acinzentada já tinha examinado o ferido e dado alta a ele. Após guardar seus utensílios veio até mim com seu sorriso sedutor de sempre, parecendo uma predadora.

-Olá querido. -Passou a mão em meu peito e depositou um beijo ardente em meus lábios. Segurei firme sua cintura e fui abaixando aos poucos a mão, até encostar em sua coxa e escutá-la gemer. -Ez… aqui não. -Arfou quando apertei suas nádegas. 

-Temos o seu quarto né querida, ou o meu. -Beijei seu pescoço e rocei meu nariz em seus cabelos sentindo o cheiro de seu shampoo de uva. A elfa foi abaixando sua mão até meu membro que já estava preste a ficar rígido, e dessa vez quem arfou fui eu. 

-Temos que trabalhar. -Me deu um selinho e suspirei de decepção. Queria tanto me divertir, mas pelo visto não era recíproco ao mesmo nível. -A novata lá, ela é de sua guarda certo? -Eu concordei. - Ela parece legal, você me apresenta? 

-Claro, o que eu não faria por minha elfa favorita. -Sorri de maneira cínica recebendo uma risada como resposta. -Falando nela, tenho que dar mais trabalho a minha escravinha. 

-Você não perde a oportunidade não é mesmo. -Neguei, e sai da sala me dirigindo rapidamente ao laboratório. Encontrei quem eu procurava dentro da sala, mas junto a Valkyon. -Escrava, que você colha algumas plantas desta lisa. -Chamei a atenção de ambos e balancei um pedaço de papel a frente de meu corpo, fazendo com que o papel emitisse um som irritante. 

-A-a certo. -Ela sorriu de forma meiga. -Obrigada, e Valkyon, eu aceito sim. -Respondeu ao platinado. Logo Maia já estava fora do recinto. 

-Chamou ela para um encontro foi? -Sorri de modo malicioso esperando sua resposta. O guerreiro não tirou seus olhos dela desde que chegou.  

-Não, ela não está aqui nem a um dia, qual é né, só chamei-a para treinar, ela falou que gosta de espadas. -Claro né, um mentirosa como ela tinha que gostar. Concordo com a cabeça vendo meu amigo sair da sala.  

Durante um tempo fiquei lendo livros, fazendo poções na qual a Miiko havia me pedido para pessoas do refúgio, e muitas outras coisas que incluem meu trabalho. 

 

MAIA ON

Fui em direção a florestas, mas não me aprofundei tanto já que não sei o que poderia encontrar. Pelo amor de Afrodite, que eu termine logo esse serviço para poder dormir. 

Colhei todos os elementos pedidos e até mais. Fiquei a procura delas durante três horas, haja paciência. Teve itens que são difíceis de encontrar por não ter em abundância. Se o elfo dizer que eu não fiz um trabalho bem feito ele apanha. 

Finalmente voltei ao QG andando no sentido ao meu quarto. Trancando a porta vou em direção a minha cama tirando minhas vestes. Quem se importa com um banho depois de um dia completamente exaustivo. Antes de me recolher na minha cama e dormir como se o amanhã não existisse, vejo algo azul e reluzente em minha janela. Caminho em direção ao cristal como se ele me chamasse. Ao tocá-lo sinto como se ele me penetrasse fazendo um choque e arrepios percorrerem meu corpo e logo tenho uma visão. 

 

VISÃO 

Eu estava junto a todos que conheço, desde meu pai até mesmo Ezarel. Me encontrava a frente de todos, junto a uma espada extremamente afiada na mão direita, trajava uma armadura prata, e eu possuia asas. Asas extremamente brancas. Na mão esquerda eu tinha algo, mas eu não conseguia decifrar o que era. Estava borrado, mais como uma mancha.

Olhando a minha frente, lá estava ele. A razão da extinção da minha família. 

O Ceifeiro. 

Ele tinha um exército, um exército poderoso, comparado a quem estava junto a mim, aparentava que iria ganhar, mas estava tudo muito incerto. Não enxergava com clareza. 

A minha esquerda, estava meu pai de mãos dadas com minha mãe, estavam trajados do mesmo modo que eu, mas apenas minha mãe possuía asas como a minha, menores e mais delicadas. A minha direita, Nevra, Valkyon e Ezarel. O Vampiro soltava um tipo de magia roxa em suas mãos. O Platinado estava em chamas, como se fosse seu próprio poder. E o Elfo, não conseguia decifrar o que era, parecia um borrão também. 

Todos que eu conhecia estavam lá, Ykhar e Kero também. 

Mas onde está meu avô? 

Onde está o único que eu confio? 

Procurando em todos os lados, paro meus olhos no céu. Lá estava Azrael.Trajado com uma armadura dourada e asas negras, lindas ao ver de qualquer ser. E ao seu lado, Leiftan? O que ele estava fazendo lá? 

Logo tudo fica um clarão e volto ao meu quarto

 

FIM DA VISÃO

Sem cogitar em um único momento, me vesti novamente e corri para o quarto de Ezarel, ele era o único que sabia da verdade. O único que eu poderia contar sobre. 

Ao chegar em sua porta em um piscar de olhos, nem sei como fui parar lá ao certo, fui bater na porta, mas antes de tomar decisão de qualquer atitude escutei um som estranho vindo de lá de dentro. Um gemido

Aonde eu estava com a cabeça de contar a ele? Não posso confiar nele. Morena burra que eu sou. Segui em direção a Sala do Cristal para entregar a Miiko o pedaço de cristal que eu encontrei. 

Entrei no ambiente, fui em sua direção, entreguei-a e sai sem delongas de lá. Precisava dormir. Não iria aguentar mais muito tempo em pé, Passando pelo corredor dos quartos, vejo uma elfa de cabelos brancos saindo do quarto de meu chefe com a feição muito satisfeita. Trocamos olhares, e ela sorriu enquanto apenas retribui, ignorando o que tinha escutado e voltando a meu caminho normal. 

Cheguei em frente a porta de meu quarto e abri a mesma. Até que eu pudesse ao menos suspirar lá estava ele. O Mascarado. 

-O que você quer? -Rosnei fechando a porta atrás de mim e avançando do rapaz. -Me responda! -Senti a fúria me consumir, me deixando irada. 

-Queria te ver querida. -Em milésimos minhas raiva se transformou em confusão pura. -E eu só queria te ver. -Mesmo estando com máscara senti que ele sorriu enquanto acariciava minhas bochechas. Ele aproximou seus lábios de minha orelha e sussurrou. -Não confie em ninguém, assim como fez sua vida toda. 

-Hã? -Indaguei, segurando seu pulso para que pudesse olhá-lo mesmo com um pano preto entre nós. -Não tem como eu confiar em alguém logo agora né. -Ri de minha resposta. Sempre fui eu, sozinha junto ao meu Avô, não tem como mudar de um dia para o outro. 

-Tenho que ir querida. -O homem beijou o topo de minha cabeça e saiu pela janela. 

Isso só pode ser o sono, me confundindo ou pregando peças para que eu durma logo. Me dirigi até minha cama e deitei-me, logo sendo atingida pelo sono. 

****

1 SEMANA DEPOIS 

Nesses últimos sete dias conheci a Ewelein, a suposta amante de Ezarel. Ela é a chefe da enfermaria e nos tornamos boas amigas no final das contas. Minha relação com meu chefe não foi tão difícil, ele ficou me encheu de trabalho, trabalhos inúteis inclusive, mas eu não tenho tanta opção afinal de contas. Nós também brigamos constantemente, mas nada que não se resolva com mais briga, e eu sei que os membros das guardas estão de saco cheio de nossas discussões.

Conheci Karenn, a irmã de Nevra, ela é fofoqueira, já sei que não posso contar nada a ela ou confiar nela, mas tirando essa parte, sua simpatia é admirável, sem contar seu cabelo bicolor lindo, confesso que fiquei com vontade de pintar o meu. 

Ykhar, Alajéa, Miiko, Kero, Nevra e Leiftan tem se mostrado amigos fiéis, e muito legais, tenho conversado bastante com eles durante as refeições e passado grande parte do tempo com algum deles também. Não sei expressar exatamente, mas ele formam uma família e tentam me incluir, o que achei um gesto nobre, já que para eles, eu não tenho mais ninguém. O lado positivo é que eles sempre me colocam pra cima, me deixando feliz. 

O tempo em que passo com Valkyon e Jamon é para lutar, apesar de que com o platinado eu tenho me envolvido muito mais do que com qualquer um deles, sem contar com Ezarel que é só briga e briga. Ele me ajuda, e até tinha me chamado para um suposto encontro, mas pedi que adiasse pois não me sentia preparada, mas até acho que vou aceitar hoje pois me sinto mais preparada, sem contar que ele é muito atraente mas depois de ir falar com Miiko, já que Ykhar veio correndo até mim comentando que a Kitsune queria me ver urgentemente, vou chamá-lo para sair. 

Adentrei a Sala do Cristal sem ao menos bater na porta, estava de certa forma ansiosa para ir falar com Valkyon, tentar algo novo. Mesmo que meu avô estivesse se recuperando bem e possivelmente logo voltaríamos a nossa casa, me envolver com alguém não seria algo perturbador -Espero eu. -Sem contar que o guerreiro é o que mais se empenha para me fazer feliz. 

-Finalmente! -Miiko me fitou atônita, e ao seu lado o Líder da absinto. -Bom, preciso que você vá junto a Ezarel em uma Missão, a vila Belenvia, eles foram atacados a pouco por dois Grifos, muitos estão feridos, então ambos irão levar medicamentos e cuidar das vítimas. A viagem de ida vai apenas durar dois dias e quero que saiam dentro de duas horas, vocês ficarão o tempo necessário até que todos se recuperem. -Droga, assim não vai dar tempo de conversar com Valkyon. Murmurei um “Tudo bem” ou algo parecido, nem eu mesma consegui escutar, e sai.

Fui ao meu quarto, mas por sorte encontrei o Platinado no meio do caminho. 

-Ei! -Corri em sua direção. -Oi. -O guerreiro sorriu ao me ver e eu retribuí o ato. -Podemos conversar, no meu quarto? 

-Claro que sim. -Ele me seguiu até o recinto. -Aconteceu algo? -Sua expressão feliz se transformou em preocupação. 

-Bem.. -Comecei tentando achar palavras. -Lembra quando você meio que me chamou pra sair, e eu disse para adiarmos? -O dono dos olhos dourados concordou lentamente. Enquanto pegava algumas roupas no pequeno armário continuei. -Eu iria falar com você depois de conversar com a Miiko já que ela tinha me chamado, para dizer que eu aceito. -A frustração me consome e volto a fitá-lo. -Eu tenho que ir a uma missão com o orelhudo e não sei quando vou voltar. 

-Relaxa. -Ele se aproximou e acariciou minhas bochechas de forma delicada. -Quando você voltar podemos ir a praia. -Sorriu tentando me passar confiança. -Você não vai sumir nem nada, eu espero pelo menos. -Rimos. O platinado se senta na cama e faço o mesmo. -Estarei te esperando aqui. 

Posicionou suas mãos em meu queixo e aproximou seu rosto do meu. Em um piscar de olhos senti a maciez de seus lábios atingirem os meus. Meu primeiro beijo. Aterrissei  minha mão esquerda em sua nuca tentando ter o máximo de contato possível. Sua língua pediu passagem e eu cedi. Céus, isso é um sonho do qual não quero acordar, mas infelizmente, acordo quando alguém abre a porta bruscamente. Aquele Elfo me paga. 

-Desculpa interromper o primeiro beijo da sua vida humana inútil. -Corei com suas palavras e revirei os olhos, tirando minha mão da nuca de Valkyon e colocando sobre seus ombros. -Mas temos que ir agora. -Uma onda estranha de decepção me atingiu, e o mais rápido que pude guardei minhas roupas em uma bolsa e posicionei-a em meu ombro direito. 

-Valkyon.. -Iria complementar mas o homem me cala com um selinho demorado fazendo-me esquecer do que iria dizer. 

-Tudo bem Maia, não posso te prender para sempre aqui. -Brincou e afangou meus cabelos se retirando do comodo. -Estarei te esperando. 

Deixando meu quarto ele saiu, me deixando como uma boba sorrindo, até que o azulado irritante me puxa para fora, e me leva até os estábulos. 

-Sei que provavelmente o momento estava mágico, mas tem gente que depende de nós! Não estamos em um livro de romance mentirosa! -Indagou completamente irritado indo em direção a Atena. -Monte-a e vamos! -Finalizou montando em um espécime de cavalo que jamais havia visto antes. Porque ele está bravo? Eu nem sequer fiz alguma coisa para irritá-lo. 

Montei em minha mascote com a maior facilidade do mundo, começando a guiá-la olhei para o lado vendo a expressão irritada de Ezarel, ignorei, não fiz nada para fazê-lo agir de tal forma, então não tenho com o que me preocupar.

 


Notas Finais


Valk lindo né!!! Ezarel ficou com ciumes? HSHDHHSHHSHSHSHSH adoro


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