História The HeartBeath - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jennie, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé
Tags @electriclovers, Blackpink, Bts, Chaelisa, Chaeyoung, Hoseok, Jennie, Jensoo, Jeongguk, Jeongyeon, J-hope, Jikook, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lalisa, Lisa, Lisa Very Meu Amor, Mina, Namjin, Namjoon, Nayeon, Rap Monster, Rose, Sana, Seokjin, Seulrene, Suga, Taegi, Taehyung, Tzuyu, Yoongi
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Palavras 2.095
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, FemmeSlash, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Orange, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Salve caraio! Provavelmente as pessoas q liam minha outra fanfic ficaram meio decepcionadas quando eu apaguei a história mas quem sabe eu n posto ela de novo?

Talvez ano q vem ou antes, sla

Fiquem com o capítulo 👺👺👺

Capítulo 1 - Chapter O1.


  Maioridade. Para muitos a maioridade significava liberdade para fazer as próprias escolhas, mas Kim Taehyung não fazia parte dessa maioria.


   Era o futuro rei da província de Daegu, alfa e filho de Kim Seokjin e de Kim Namjoon. Era claro que ser príncipe lhe dava certos "privilégios" como, por exemplo, poder pegar quem quissese sem nenhuma consequência. Era um garoto inconsequente e nunca sabia a hora de parar.


    Nesse 30 de dezembro completava seus 18 anos e por não ter se interessado por nenhum ômega ou beta, medidas tinham que ser tomadas. E nenhuma outra foi decidida além é claro da tão falada seleção. A seleção era um tipo de evento onde 25 ômegas - Homens e Mulheres - eram selecionados para competirem entre si pela mão do príncipe herdeiro.


    Nesse evento participavam ômegas de todas as castas - da primeira até a oitava - e conforme o tempo passava iam sendo eliminados até que sobrasse apenas um, a futura companhia do príncipe.


 ***


    Saber que uma nova seleção iria começar alegrava a todos, dentro e fora do castelo e as milhares de fichas já estavam sendo enviadas para o mesmo. Bem, todos estavam felizes exceto, ironicamente, o príncipe Taehyung, que não queria casar. Queria continuar sendo livre e por mais que ele soubesse que uma hora ou outra isso iria acontecer ele ainda se recusava a acreditar porque apesar de tudo ainda estava ferido por causa daquilo.


    - Que saco - ele murmurava baixinho sentado à mesa da sala de reuniões onde ele, com a ajuda de seus pais escolheria as fichas para a seleção.


    - Será que você poderia, por uma vez na vida parar de reclamar? - Seokjin reclamava com o filho - Não te coloquei no mundo pra isso.


    - Pra você é fácil falar - ele resmungou - Não é você que vai ser obrigado a se casar - murmurou emburrado, cruzando os braços.


    O "rainha" suspirou cansado. De fato seu filho era difícil e um pouco pirracento mas ainda sim era seu filhote e Seokjin o amava acima de tudo - apesar das idiotices que cometia.


     Algum tempo depois a porta foi aberta e alguns serviçais entraram carregando as fichas, seguidas dos ministros - que também iriam opinar.


     As fichas foram postas sobre a mesa, divididas em províncias com duas pilhas cada uma, com meninas e meninos.


     Verificaram primeiro as pilhas da província de Seul.


      - Essas - o príncipe afirmou depois de um tempo retirando da pilha quatro fichas.


      - Não - o rei ômega falou - Essa Irene tem cara de esnobe - disse tentando tomar a ficha da mão do filho.


      - Ela é bonita - afirmou sisplesmente - E é uma dois.


      Seok bufou.


       - Posso pelo menos ver as outras três? - perguntou retoricamente. Mesmo que o filho negasse ele iria ver.


       Sem falar nada Taehyung entregou as outras fichas para o mais velho. 


        De fato todas as três eram lindas. Tinha uma loira de casta cinco, Lalisa Manoban, uma morena de casta dois, Kim Jihyo, e uma três de cabelo preto Chou Tzuyu.


        - Hum - ele apenas murmurou concordando e entregando as fichas para o marido que até então se mantinha calado.


        Tiradas das pilhas de Busan, todas de casta três Mina Sharon Miyoui, Jeon Somi, Park Soyoung e apenas uma de casta quatro, Seulgi Kang.


        - Essas são bonitas - o rei alfa disse tirando duas garotas da pilha de Ilsan, Wendy e Haneyeol, duas quatro.


       - Sim.


***

       

       Depois de quase uma hora eles estavam quase acabando. Já tinham vinte e quatro selecionadas, faltando apenas um.


       - Essa é- foi cortado pelo ômega.


       - Taehyung, querido, você não poderia escolher algum ômega? - perguntou receoso.


       - Mas, Omma... - ele tentava achar argumentos, realmente não queria um esposo. Mas até que não faria mal, ele não iria ficar com fala de preconceituoso, iria agradar seu Omma e não é como se ele fosse obrigado a se casar com esse ômega, né? Poderia eliminá-lo logo - Tudo bem, Omma


       - Ótimo - sorriu para o filho - Eu escolho - e começou a bagunçar as fichas masculinas de todas as províncias com euforia.


       Alguns muitos minutos depois ele ainda não tinha achado um ômega á altura para se casar com o seu filhote. Estava quase desistindo, até que achou a ficha do ômega perfeito.


       Tinha cabelos pretos que ficavam lindos junto da pele muito branca, nariz e olhos pretos pequenos e nos lábios finos tinha um sorriso doce. Era o ômega mais fofo dali.


        - ESSE! - exclamou entusiasmado estendendo a ficha para o filho quase esfregando em sua cara.


        O príncipe precisou segurar o pulso de Jin para conseguir pegar a ficha. Se o seu Omma estava tão animado assim com certeza deveria ser mesmo um ômega perfeito.


        E realmente as habilidades do ômega eram incríveis. De acordo com o que estava escrito ele era fluente em Japonês, Inglês, Chinês, Russo e sabia um pouco de Espanhol, tocava piano e sabia cozinhar. Só a aparência dele parecia meio... sem sal, mal cuidada.


        Ele deve ser gordo - pensou ao notar o quanto as roupas que o garoto usava eram tão mais largas que ele.


        Mas logo ele descartou essa ideia ao ver de qual casta ele vinha, casta sete.


        A casta sete era a segunda pior, perdendo apenas para a oito. Geralmente, as familias de casta sete passavam fome e viviam em casas pequenas e simples apenas com o básico do básico.


       A casta oito era a pior, morte, fome e miséria por todo lado. Em casos extremos - e nem tão raros assim - os casta oito viravam rebeldes que vez ou outra invadiam o castelo e tentavam tomar o poder. Tinham dois tipos de rebeldes, os nortistas que eram sanguinários extremos que matavam todos os tipos de pessoas e os sulistas que eram, de longe os mais perigosos. Se infiltravam no castelo como serviçais para enfraquecê-lo por dentro para depois atacar. Os sulistas eram inimigos dos nortistas e isso já era motivo suficiente para acalmar o povo, mesmo que não completamente.


      "Deve ser tão magro que não deve ter nem onde pegar" - o Kim mais novo era muito safado e só via um lado bom nessa situação, iria poder se aproveitar de vinte e cinco ômegas.


      - Mas Omma - começou receoso - Ele é um sete - sussurou como se fosse um segredo.


      - E daí? - olhou para o filho indignado - Enquanto ele estiver aqui a casta não importa. Não te coloquei no mundo pra ficar julgando os outros - e cruzou os braços com um bico fofo nos lábios. Não importava a idade, Kim Seokjin seria sempre uma criança.


      - Nada. Desculpa - ele aceitou por fim. Não precisava se preocupar, ainda teriam muitas garotas bonitas. Tinham muitas dois e três, tendo apenas poucas exceções. Quase sentiu pena do garoto, ele seria o único sete da competição. Talvez o eliminasse logo para polpá-lo da vergonha. 


     Todas as casta dois que o príncipe tinha escolhido tinham cara de esnobes. A casta dois era a melhor, tirando a realeza - que era a casta um - composta apenas por lordes, condes, duques, marqueses e magnatas.


      A casta três tinha apenas pessoas que trabalhavam ou serviam ao castelo, empregadas, soldados, comandantes, cozinheiros e outros.


      A casta quatro era composta de vendedores e trabalhadores em geral. Que não ganhavam muito mas conseguiam se virar com o pouco que tinham.


     A casta cinco não passava fome mas também não tinha o que esbanjar. Tinham os serviços mais básicos como trabalho, bombeiros, enfermeiros e pequenos comerciantes ou feirantes.


     Na casta seis era onde começava a pobreza. As pessoas tinham refeições simples e geralmente viviam em pequenas vilas compostas de casinhas de madeira.


     As de pobreza extrema eram as castas sete e oito que mal tinham o que comer e vestir.


 ***


      Na casa dos Min todos estavam extremamentes eufóricos. Tinham enviado a ficha do filho do meio, Min Yoongi, para que participasse da seleção.


      Apesar de pertencerem à casta sete a família era animada, honesta e nunca sequer cogitaram a idéia de se tornarem rebeldes. Na verdade apoiavam os reis e desejavam toda felicidade e prosperidade do mundo para eles, achavam que eles realmente mereciam a coroa.


      A familia Min é composta de, atualmente, quatro pessoas depois da trágica morte de sua outra mãe - Alfa.


      Min Dahyun era a irmã mais velha e a alfa da casa, ajuda a mãe com as despesas da casa com o trabalho de cantora e costureira e é, também, responsável pela segurança dos dois ômegas e do pequeno beta.


      Atuando como mãe e trabalhando oito horas - todos os dias - em uma creche e em seu tempo livre - quase inexistente - como empregada e faxineira, temos Min Sun Hee. Uma mulher ômega esforçada que trabalha doze horas por dia para que os filhos tenham o que comer e vestir. Viúva desde que sua alfa morreu.


       E é claro os dois bebês da família. Min Yoongi de quinze e Min Kyung Hee de oito.


        Yoongi cuidava do mais novo e cozinhava para quando as mais velhas chegassem. Ele queria ajudar sua família, queria trabalhar mas a mãe o proibia e com razão. Além de ter que ficar em casa para cuidar do irmãozinho mais novo ele era um dócil e isso o tornava ainda mais frágil do que um ômega normal - mesmo que continuasse ácido e frio como nunca.


       Dahyun, Yoongi e a senhora Min comiam menos para que nada faltasse para o pequeno Kyung. E isso foi um dos motivos para que Yoongi tentasse entrar na seleção. Estava cansado. Cansado de ver a família passar fome. Cansado de ver a mãe e a irmã chegando exaustas depois de um dia de trabalho. Cansado da vida que levava. Cansado de ouvir sua irmã choramingando de fome à noite. Estava determinado a conseguir entrar na seleção para tentar fazer a família subir, pelo menos, até casta quatro.


       Em sua vida ele nunca agradeceu tanto quanto agradeceu a sua Omma alfa. Antes da morte, Min Chang Suu tinha uma amiga de casta três que era casada com uma professora de línguas estrangeiras que ensinou à Yoongi todas as línguas que sabia, e com o tempo ele acabou aprendendo a tocar piano sozinho. 


        Isso era incrivelmente útil para a seleção. 


         Apesar de um pouco ácido de vez em quando - ou sempre - o ômega era gentil na maior parte do tempo assim como a alfa tinha falado para ele, lembrava até hoje das palavras dela. 


        Você não sabe as coisas pelas quais aquela pessoa está passando e muito menos as batalhas que ela trava com a própria mente. Então, apenas seja gentil.


         Iria seguir esse conselho, por sua Omma. Nem que tivesse que se obrigar a ser gentil.


       E mesmo com medo de não ser aceito e decepcionar a família Yoongi assistiu ao noticiário. Esse que determinaria se ele era selecionado ou não.


***


         Vinte e quatro nomes já tinham sido chamados e Yoongi estava extremamente triste. Nenhuma das selecionadas tinha a casta abaixo de cinco e era óbvio que ninguém escolheria um sete.


         Por mais que ele se desvalorizase desse jeito, lá no fundo ele tinha esperanças de ser escolhido. Ele queria ser escolhido. Queria melhorar a vida da família, eram pessoas tão boas passando por coisas tão ruins.


         - Me desculpa - ele pediu com lágrimas nos olhos e de cabeça abaixada olhando para o próprio colo - Eu não consegui - ele continuava a murmurar coisas inaudíveis.


         - Oh, querido - Sun Hee dizia calma acariciando os fios negros do filho - Ainda tem uma vaga. Pense positivo!


         - É irmão - tranquilizou a irmã - Se eles não te escolherem estarão perdendo um ótimo pretendente - ela disse tentando alegrar o mais novo à beira das lágrimas.


         - O Hyung consegue! - o beta ditou animado. Ele realmente acreditava no Hyung.


         - As chances são quase inexisten- foi cortado com a volta do programa.


         Creio que estejam curiosos sobre a ultima selecionada ou melhor, o último selecionado.


          A esse ponto a familia Min já estava soando frio.


           Da casta sete, Daegu.


           Mãos suadas, corações acelerados e olhos vidrados na televisão.    


          Min Yoongi!


           A família explodiu em gritos de alegria e as lágrimas de Yoongi caíram mas agora elas eram de felicidade.


           Ele era um dos selecionados e ninguém poderia tirar isso dele. Pela primeira vez sentia que a vida estava sorrindo para ele.


           Ganharia a seleção e orgulharia sua família.



          


      


       


Notas Finais


Espero q tenham gostado. Urro


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