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História The Hidden (Fack) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Hi-yo, My Guys! Tudo bem? Espero que sim! ^^

Eu não sei o que exatamente essa fic é. Eu tava com muita raiva quando comecei a escrever e saiu esse capítulo minúsculo comparado à quantidade de coisas que eu escrevo e considerei um prólogo. Enfim, vamos aos avisos.

~> AVISOS: A FANFIC VAI TER ATOS PRECONCEITUOSOS À DOENÇAS PSICOLÓGICAS, VIOLÊNCIA, TERROR E HORROR. NÃO TENHO O INTUITO DE OFENDER RELIGIÕES OU A MORAL. A FANFIC SERÁ CURTA E COM CAPÍTULOS PEQUENOS. É MINHA PRIMEIRA VEZ ESCREVENDO ALGO SOBRENATURAL, ENTÃO PEÇO QUE TENHAM PACIÊNCIA COMIGO. FAREI O POSSÍVEL PARA QUE TUDO FIQUE NO MÍNIMO ACEITÁVEL.

~ Antes de falar algo ou criticar o tipo de enredo, lembre-se que isso aqui é uma FANFIC. Se não sabe a definição dessa palavra, direi: Fanficé um termo usado para se referir à obras literárias feitas por fãs de alguma coisa com o intuito de entreter as pessoas (geralmente outros fãs.) O fato de que abordo algo aqui, não significa que faço apologia às coisas que aqui serão escritas.

Em Finn!
Boa Leitura! ♥

Capítulo 1 - Peculiar


Desde muito pequeno, Jack sempre foi um garoto estranho. Um garoto que os outros adolescentes sempre repudiavam e tentavam manter longe. Alguns ousavam até dizer em sua cara que sentiam nojo do garoto em questão. E os idiotas do time de futebol americano cuspiam nele ás vezes chegavam à cuspir nele quando passava no corredor. Alguns professores de bom coração ás vezes se sentavam consigo e diziam coisas gentis para que Grazer não se sentisse sozinho ou sem esperanças.

Em casa, seus pais o julgavam como esquisito, assim como boa parte da cidade. Sua mãe mal conseguia encarar os olhos dele durante alguns segundos e o ignorava. Ela sentia medo dele, sempre sentia algo ruim quando ficava próxima ao filho. Uma energia estranha emanando dele. Uma energia que ela não sabia identificar. Seu pai dizia que era a rebeldia adolescente. Mas o que Jack já fez que poderia soar como ato rebelde? Nada. Eles se lembrariam se ele já tivesse feito. Gavin já chegou a questioná-lo sobre sua sexualidade. Talvez esse pudesse ser o mistério de sua estranheza, de seu isolamento e falta de comunicação normal com as pessoas.

Jack não liga para sua sexualidade. É só um rótulo. E isso foi o que o levou a apenas encarar o patriarca de forma superior e subir as escadas para o seu quarto, fazendo sua mãe encolher diante sua atitude.

— Ele me assusta, Gavin… — Ela pronunciou em tom baixo para Jack não ouvir, mas do andar de cima, ele foi capaz de ouvir. As paredes eram finas demais. A casa era vazia demais. Qualquer que fosse o som, ecoava por toda ela.

Mas quem disse que ele se importa com todo esse lixo?

Grazer é estranho. Mas não se importa com o que pensam ou como reagem diante si. No início ele podia até se importar mas acabou. Estava no auge de seus 17 anos e nada mais o importava. Acabou a choradeira de quando era criança, agora estava na hora dele se tornar um homem e não precisava de amor ou apoio familiar.

Sempre que ele chega em seu quarto e fecha a porta, Jack recebe todo o apoio que precisa e até um pouco mais.

Dylan havia chegado de mais um dia psicologicamente exaustivo que passara na escola. Suspirou com alívio ao chegar em casa e fechar a porta da frente. Olhou pelo pequeno corredor da entrada e suspirou, se abaixando para desamarrar os sapatos e deixá-lo no canto, abaixo dos três ganchos instalados ao lado da porta para que fossem deixados os casacos assim que entrassem e assim poderiam pegá-los quando fossem sair. Angela odiava que andassem de sapatos dentro de casa, de acordo com ela, enchia o ambiente de imundices e impurezas tragas da rua. O TOC não permitia que ela deixasse o marido e o filho levarem seus casacos para o quarto, pois quando ela fosse pegá-los, estariam todos amassados e cheios de lã. Não, era melhor deixar ao lado da porta. Aqueles ganchos não estavam ali de enfeite.

Ela podia não gostar de Jack, mas ele ainda vivia ali. E ele tinha de cumprir as regras. O garoto gostava de imaginar que a obediência que tinha aos pais poderia ser visto como algum tipo de troca de afeto, já que nunca recebera palavras de afeto ou carinho. Não de forma decente, no máximo era uma mão pesada no seu ombro e um movimento de cabeça.

Caminhando pela casa apenas com meias nos pés, ele ouviu seus próprios passos ecoando pela casa vazia. Deduziu isso porque sua mãe não murmurou algo estranho ou alguma prece, e seu pai não colocou a cabeça do lado de fora do escritório para ver se era ele quem havia chegado, mesmo eles sendo as únicas almas vivas que entravam e saíam da casa, visto que os parentes também tentavam manter a devida distância de Jack.

O garoto sorriu ao perceber estar sozinho. Um pequeno alívio tomando conta de si. Eram raros os momentos em que ele chegava tão perto de se sentir… Bem. Com a mochila balançando, ele riu como uma criança e se colocou a subir as escadas rapidamente, correndo, pulando degraus, como uma criança animada para abrir um presente.

No quarto.

Jack não tinha um lar comum. Ele nunca teve. Seus pais diziam que ele era estranho mas no fundo, eles também eram. Cada um qual tem seus demônios, e Grazer tem três, em especial.


Notas Finais


Bem, acho que vocês já notaram que toda fic minha tem alguém problemático ksks eu acho interessante.

Capítulo curto mas não sei se o próximo será maior. Se a narração em terceira pessoa tiver ficado ruim, posso tentar melhorar ou escrever em primeira a

Continuo???
Deixem suas opiniões aqui embaixo! Isso vai me motivar mto a escrever mais! Lembrando que é minha primeira vez escrevendo algo do tipo! ^-^)
Talvez eu continue mas depende de vocês! ♥

Ah!
E sigam meu outro perfil: @OhAlly


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