História The Hidden Ripper of Liverpool - Interativa - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinato, Drama, Interativa, Mistério, Policial, Suspense, Suspense Policial, Terror, Thriller
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Palavras 700
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá meus queridos e queridas, como vão? Tudo bom? Espero que sim.

Estou trazendo uma nova interativa (e espero não cair na maldição do flop sdkalsdlaçs) e espero que vocês gostem e desfrutem desse mistério. Mais informações nas notas finais.

Um boa leitura. Qualquer eventual erro, me avisem! ♥

Capítulo 1 - Prólogo


— Eu não a matei.

Poderia se cogitar que aquela era a milésima vez que Phillip Evans repetia tal frase. Seus pulsos estavam presos pelas algemas, apertadas ao ponto de ele sentir os dedos das mãos dormentes. O advogado observava aquilo, achando a força das amarras desproporcional demais para um homem tão franzino.

— Senhor Evans, eu acredito em você e estou aqui para lhe defender, você sabe disso. Mas preciso que colabore com as investigações. — A íris dos olhos negros do suspeito erguera-se, parcialmente escondidas sob as olheiras inchadas e vermelhas devido ao choro copioso e rotineiro.

— Eu estou colaborando com as investigações desde o princípio, senhor Bedford. — A frase veio entredentes, novas lágrimas formaram-se e escorreram por seu rosto.

Soluçou, tirando os olhos do rosto de seu advogado de defesa, voltando-os para suas mãos pálidas e de dedos finos e compridos. Havia gotas de lágrimas ali que deslizavam à medida que suas mãos tremiam.

— O que adiantou colaborar, senhor Bedford...? — Continuou, com sua voz estrangulada, ele estava em prantos. — Estou no corredor da morte. Eu vou morrer...

William Bedford lembrava-se da primeira vez que viu Phillip Evans, sem ser pelos jornais que se espalhavam por toda a extensão do território britânico, o temido “estripador de Liverpool” pessoalmente era apenas um homem com aproximadamente 1.70, magro e de feições delicadas. Sua expressão era de pura tristeza e as olheiras já existiam. O rosto coberto de sardas e outras pintinhas aleatoriamente espalhadas tornavam sua face sofrida mais jovial. William quando o encarou não entendeu a grandeza de um apelido daquele nível para um homem como Phillip.

A primeira frase que saiu dos lábios trêmulos daquele jovem homem para William foi:

— Você precisa me ajudar! Eu não a matei. Eu não matei minha esposa, nem meu filho! Você tem que me ajudar, por favor!

Por muito tempo ficou em liberdade condicional, já que não passava de um suspeito. Mas quando a suspeita pela morte de treze pessoas brutalmente assassinadas, incluindo sua esposa, Meredith Evans que estava grávida, caiu sobre ele e as provas superficiais também, o juiz não tardou em condená-lo a prisão. Tudo apontava para Phillip Evans. O juiz convencido o condenou à morte na forca e o evento aconteceria em poucas semanas.

Agora a figura franzina de Phillip estava ainda mais debilitada e sofrida.

Todavia, não importava para o prestigiado advogado Bedford o que o juiz, as investigações e a população diziam, ele sentia que este jovem homem não era o culpado e faria o possível para defende-lo.

— Você sabe que não fui eu, não sabe?

A frase tirou William de seus devaneios, trazendo-o de volta a realidade.

— Desculpe, como?

— Você sabe que não a matei.

— Eu acredito em você, Evans. Mas está sendo difícil reverter a situação na reta final.

— Procure pela coisa de olhos amarelos. Ele matou a minha Meredith e o meu filho. Ele matou todas as vítimas. Acredite. Vocês vão acabar por matar um inocente.

Os olhos de William semicerraram-se desconfiados.

— Quem...? Phillip, o que está dizendo?

— Que o assassino possui olhos amarelos. É a única coisa que sei, foi a única coisa que vi quando cheguei em casa e encontrei minha esposa dilacerada... — Ao lembrar da cena, seus olhos abriram-se na medida do possível, já que o inchaço os impedia de certa forma. Novamente estava chorando. — Com a barriga aberta... e o meu filho para fora. — Uma pausa dramática. Ele estava em choque. — Eu não sei quem ou o que era, mas tinha olhos amarelos, estou certo disso.

— Phillip, por que não disse isso antes?

William não parecia comovido, mas sim verdadeiramente curioso. O tom de voz sério, gélido e severo permaneceu o mesmo de sempre.

— Porque ninguém ia acreditar. Mas eu sei que você vai acreditar em mim, não vai? — Indagou, voltando a encarar seu advogado — Converse com o juiz e a polícia, diga a eles o que eu contei. Me salve, senhor Bedford. Ajude a me salvar. Eu sei que você vai conseguir. Por favor... Por favor...!

E mais uma vez Phillip abaixou a cabeça, deixando-se soluçar em alto e bom som, rendido ao sofrimento. O único som audível na sala foi, por ininterruptos e longos segundos, o soluçar do suposto estripador de Liverpool.


Notas Finais


Abaixo nos comentários estará o comentário destacado para reserva de aparências.

Enfim, por enquanto é isso. Até mais, xoxo. ;*

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