História The Historia - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Por muito tempo, quis compartilhar isso com vocês. Em pouco tempo, farei valer a pena (espero).

Capítulo 1 - Gênese universal (Parte 1)


No início dos tempos, existia um Criador. Ele possuía milhares de ideias, ideias nutridas com muitas histórias que vinham de sua cabeça. Ele tentava condensar essas ideias com qualquer coisa que tinha em sua disposição, incluindo a tentativa de personificar, sozinho, todos os personagens, mas nunca conseguia fazer isso com a perfeição que sempre quis alcançar. As ideias não paravam de surgir, martelando sua cabeça, esperando ser condensadas, esperando sua liberdade, sua existência.

Aquela palavra o clareou: existência. Elas precisavam existir em algum lugar, precisavam se solidificar em algum lugar. Então, retirou as suas inúmeras ideias de sua própria cabeça, as deixando em um vazio que ele mesmo criou, e selecionou duas delas para criar o que ele chamou de muitos nomes: imaginário, mitologia, universo, plano de existência, etc. Eles foram nomeados como Mao e Myr. No futuro, seriam conhecidos como Caos e Ymir, respectivamente. O Criador disse para elas:

-Eu quero que vão para aquele vazio pegar aquelas ideias e façam elas virarem um universo, entenderam?

Eles consentiram. Antes de ir, porém, o Criador lhes ofereceu uma maçã, dizendo:

-Vocês veem esta maçã? Ela tem um nome. Se chama Éden. Além de lhes dar conhecimento semelhante ao meu, vai dar também poderes suficientes para aguentar a explosão do universo. Mas não podem comer mais de um pedaço, pois não terão forças para aguentar mais que isso. Agora, mordam seu pedaço.

Myr mordeu o primeiro. Quase no mesmo instante, ele começou a ficar azul. Um azul mar, vibrante. E começou a ter escamas por todo o corpo. Mao mordeu o segundo. Também quase no mesmo instante, ele começou a ficar preto, ganhando uma nébula negra que o envolveu, além de ganhar olhos reptilianos.

-Ótimo – disse o Criador. - Agora vão. Façam um Universo!

Eles, em sincronia, falaram:

-Sim, Criador! Faremos tua e somente a tua vontade!

E, logo, foram postos no espaço das ideias. Vendo o vazio que lá estava no espaço, eles as pegaram e as viram, uma por uma. Tudo era incrível, sem nenhuma exceção. Eles se perguntaram: “como fazer um Universo com ideias?”

Eventualmente, veio a solução de as empurrar, até ficarem menores e menores. Fizeram isso até elas ficarem do tamanho de uma bolinha de gude. A distância entre eles era tão pequena que até já conseguiam entrelaçar os dedos de suas mãos. Até que escutaram um ‘poc’ dentro de suas mãos entrelaçadas. E então começaram a sentir uma vibração estranha ainda lá, que ficava mais e mais forte, até virar uma dor insuportável nas mãos, com a energia querendo escapar. Eventualmente, ela escapou, mas não foi espalhada, como a explosão deveria ser. Foi direcionada para uma das paredes do vazio, já que Mao e Myr não desentrelaçaram as mãos. Quando a acertou, a energia foi tamanha que conseguiu furar a parede e soltar uma explosão lateral e vertical, sendo que a vertical acertou os dois causadores.

Eles bateram na parede oposta da atingida, e logo após, caíram. Eles ficaram intrigados: como poderiam cair num local anteriormente sem gravidade? Então se levantaram para ver onde caíram.

Era um campo verde. Verde em grama, com a brecha no meio daquele campo emanando uma luz branca. Dele, tinha acesso direto à sala do Criador. Ele conseguiu ver o que houve, e disse:

-Intrigante. Um disparo, em vez de uma explosão.

-Perdoe-nos, Criador. Não sabíamos como fazer uma explosão com as ideias – disseram Mao e Myr, mais uma vez em sincronia.

-Não se preocupem, criações – o Criador disse. - Era assim mesmo que queria essa terra. Pois logo, logo, sairão desta terra mais criações como vocês.

-Mais de nós?

No momento que disseram isso, a maçã Éden, inteirada novamente, apareceu pela brecha se dividiu em 98 pedaços, se espalhando pelo firmamento, chamado Gaia. Quando se espalharam, ficaram pairando em cima de certos pontos de lá, esperando algo. Momentos depois, em todos os lugares, mãos apareceram e pegaram os pedaços, levando-os para baixo. Mais algum tempo depois, as mãos retornaram, mas não brancas como todas eram, e sim, de diferentes tonalidades de cores, com seus corpos inteiros se levantando. Olhos diferenciados, corpos diferenciados, uma diversidade enorme dentre as criações. Exemplos como:

Ehosphorn, com tonalidades de vermelho e negro por todo o seu corpo, chifres curvos e curtos, e um rabo vermelho com uma ponta triangular;

Yahvion, parecido com um humano, com uma careca, e barbas brancas;

Hooloon, uma criatura branca com pernas e braços longos, sem mãos e pés;

Aesulm, que era verde e musculoso, porém menor que seus companheiros;

Dyngal, que tinha um corpo humano, mas com asas delicadas em suas costas;

U-Tee-Loree, que tinha sua pele variando entre o cinza lavanda e rosa avermelhado;

Phoona, uma giganta de tons marrons e beges;

E eles são apenas 7 dos 100 (contando Myr e Mao) que foram chamados de Primordiais.

-Ótimo, ótimo! - disse o Criador, contemplando tudo isso. - Gostaria de continuar a construir, mas preciso descansar. Continuaremos no meu amanhã.

Todos consentiram, ao escutar a voz do Criador.



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