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História The human, the Canibal- Eyeless Jack - Capítulo 23


Escrita por:


Notas do Autor


Oi, vcs devem tá pensando Q porra foi aquele discurso depressivo lá no capítulo anterior. Bom realmente eu me senti mal. Sinto q tenho culpa no cartório.
Afinal... espancar um amigo virtual é humilhante.
Bom, sem desculpas agora. Errei e fodasse.

"Boa leitura seus leitores gostosos."
( Porra Ej agr não. )

Capítulo 23 - Capítulo 23 - A verdade


Fanfic / Fanfiction The human, the Canibal- Eyeless Jack - Capítulo 23 - Capítulo 23 - A verdade

Jane chegou mais perto.

-Me preocupo com você e Kate, por isso não quero que se apaixonem. 

Jéssica ouvia atentamente sua amiga.

-No começo pensei que fosse uma metida e falsa, mas percebi que alguém falso não daria a vida por um amigo. Talvez eu fizesse isso.

-V-Você daria sua vida por mim?- Riwens arregalou os  olhos.

A assassina riu. Jéssica confusa virou a cabeça. 

- Como se eu fosse doida. Eu tenho filhos, garota.- mostrou a barriga que estava um pouco crescida. - Agora tenho que  falar com Kate. 

-Entendi. Mas Jane... A Kate não demonstra os sentimentos dela, nem quando eu pergunto. Desde aquele dia , ela fechou seu emocional. E sempre que quero falar pra valer com ela alguém interrompe. 

- Ela ia falar? - Arkensaw perguntou. Jéssica concordou com a cabeça.

-Então vá no quarto dela e converse. Vou impedir aquele irritante de entrar aqui.

-Ok.- levantou dando um joinha.

Jéssica correu ao quarto de Kate abrindo a porta, entrou e fechou a porta. Silver que escrevia no computador parou assustada.

Jéssica narração on:

-Precisamos conversar!- disse séria. 

Kate se ajeitou na cadeira e saiu dela, indo sentar na cama.

-Diga.- falou curta e grossa. 

- Você está gostando de alguém? Ou daquele assassino?- fechei os olhos perguntando rapidamente.

Silêncio. Abri um dos olhos pra observar  sua reação.  Ela estava pálida. Eu me aproximei dela.

-Não sei. Acho que não... só quero ele longe.

-O que sente em relação à Jeff? Por favor, eu quero sua resposta. - implorei mas ela continuava confusa e estranha.

-Eu... não sei. Só quero ele longe!- se alterou para nervosa.

Droga.

-E quer que ele morra na sua frente?- última pergunta.

- Por que esse interrogatório? Eu não sei de caralho nenhum. Isso que você pergunta é um pouco difícil pra mim. Eu posso ter superado a morte dos meus pais, mas não os abusos psicológicos. Só quero ele longe.

-Longe de onde? Que lugar é esse que você não o quer por perto? - acolhi Kate num abraço. 

-Eu... não sei!

-Kate... você é mesmo uma valentona idiota.

Rimos do meu comentário. Infelizmente ela não entendeu o sentido dele. Pois acredita que seja normal isso. 

Ela não percebe quando alguém gosta dela. Júnior é a prova disso. Mas ele não foi o único sem resposta, teve outros enquanto éramos do fundamental. 

-Longe de mim... eu acho. - sussurrou quase inaudível. 

Porra Jane. Tenho más notícias. 

-Descansa, amanhã a Jane vai te explicar tudo. - a soltei saindo do quarto e indo até a grávida. - Assassina,  tenho más notícias. 


Narração Jack on:


E aqui estamos... parados em frente ao escritório de Slenderman. Uma criatura tão fraca quanto Jeff, sem mim, nada disso aconteceria. Acham que fui feliz por ser bonzinho agora? Prefiro morrer a ser alguém que não quero ser. 

-Jack... quando você vai aceitar? 

-Não enche Jeff. - abri a porta entrando no cômodo. 

-Se Nina tivesse viva ela ia afastar a garota de você.- trancou a porta. 

Suspiro.

-Não  sei do que está falando.- virei a  cara e puxei a cadeira para sentar.

-Pare de bater punheta pro rins...  Apesar do problema ser outro, você tá mais fudido que eu.- apontou.

-Seja mais direto Woods!- altero meu tom de voz.

-Nós dois sabemos que isso é uma farsa. - sorriu nervoso. 

Engulo seco. Algo me interessou nessa conversa. 

-Aonde quer chegar  com suas acusações? 

-Ej... vá hoje. E  volte sóbrio sem medo.- uma aposta? 

-Humpf. Sinto que você está errado de novo, Jeffrey.-- sorri. - Eu sempre venci nossas apostas.

Ele ficou sério como se eu tivesse mentido. 

-E faça seu desjejum antes de vê-la. Quero saber até onde seu auto controle vai.- destranca a porta. - Você... começou a se parecer comigo.

Tudo bem amigo, eu sei que você está certo. Nunca disse o contrário. 


Jack narração off /Jéssica narração on:


-São tão doces, parecem anjos!- um homem ao meu lado falou.

-Eu sei. Meus filhos não são como o pai. - concordo, mentalmente me perguntando o que falei antes.

-Poderia explicar como seu marido é?- pergunta. Assim que acenti com a cabeça o cenário das crianças sumiu e apareci deitada na cama, congelando. Tudo estava escuro e eu não conseguia mexer minha perna. Estava paralisada sem mexer um membro sequer. Ouvia pequenos suspiros e sons de lâminas.

-Ele é ruim...- respondi com a escuridão me cegando. - Só faz maldade.

Senti uma coisa afiada penetrar abaixo da minha costela. Mas do nada minha voz sumiu com toda força que exercia pra me mover.

A dor aguda passou a ser grave,  mas nenhum som se emitira  de minha boca.

Espera...

A escuridão começou a passar. Observo o teto do quarto numa tonalidade azulada e movo os olhos pra ver meu agressor.

Não!

Me solta, por quê tá fazendo isso?

Hey por que não consigo falar? 

Para agora!

Eu tô pedindo pra não meter sua não aí. 

Por favor, não faz isso.

Inútil. A dor aumentou quando meu órgão foi retirado. 

Um barulho de luzes na sala me chamou a atenção e rapidinho meu agressor foi embora. Fechei os olhos e adormeci. Pois deve ter sido uma punição do meu marido. 

-Arg. - engasguei com meu sonho. Que porra foi aquela?

Não tô bem hoje, só pode. Levanto da cama, abro o guarda roupa e tiro uma peça básica de manhã fria. Pego a toalha no pendurador de chapéus "nome super útil" e corro pro banheiro.

Liguei o chuveiro e molhei meu corpo. Uma sensação ardente tomou conta de mim mas não liguei. Peguei o sabonete e passei por toda extensão do corpo mas quanto passei embaixo da minha costela senti um ardor mais forte. Olhando com ajuda do espelho, vi algo que coincidentemente aconteceu no sonho...


Um corte.


Notas Finais


Buuuuu.


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