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História The (Im)perfect Theft (interativa) - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Ae seus... sla. Boa noite.

Lê sapoha logo

Pp da garota nova: Joalin Loukamaa

Capítulo 14 - Eu não posso


| Orleãns, França | 12h e 03min |


   A cerca de uma hora, Ella e Christopher haviam sumido do quintal, haviam seguido juntos para dentro da casa e não saíram mais. Não que fosse algo para se preocupar excessivamente, mas era melhor se certificar que não havia nada ruim acontecendo.


— S-senhor, espero não estar incom-— olhou a cena que se passava no quarto após abrir parcialmente a porta. — M-me desculpe, eu não fazia ideia que os encontraria nessa situação!


— Vem, se junte a nós — ofereceu o homem, que apenas estava sentado na cama encostado a cabeceira e Ella em seu colo. Ambos nus e já praticavam o ato. 


   Diga-se que nenhum dos dois que praticava o ato estava em plena consciência, estando ambos bêbados e sob efeito de drogas.


— N-não, obrigado — fechou a porta rapidamente, corado e com extrema vergonha. Seguindo para a sala de estar, onde Dylan estava sentado num canto do sofá sem camisa e parecia uma criança emburrada.


— Eles tão transando, não é? — perguntou ao mais baixo como se fosse óbvio.


— É... — era tudo que conseguia responder, se sentando na ponta oposta ao garoto.


— Por que essas coisas acontecem comigo? — se rastejou pelo sofá até encostar o ombro no do mais velho. — Matt, por que essas porras só acontecem comigo nessa bosta de vida? 


— Acontece com todos nós — tentou o empurrar levemente.


— Por que eu não posso só ser um gay normal? — passou um braço pelos ombros de Matthew. — Eu nem sei mais o que eu sou! 


— Já pensou em bissexualidade? — disse como sendo algo óbvio.


— Bi? Eu? Não, eu sou gay! Só que um gay... que tá gostando de uma garota.


— Então você não é gay.


— Eu sou o que eu quiser! — se levantou do sofá. — A Luna podia me ajudar nessas horas, mulheres entendem mulheres — murmurou para si mesmo.


   Pegou o celular no bolso, procurando um contato e ligando para a dona do contato.


— Luna, preciso de ajuda — foi direto. — Não, você não vai parar no reformatório de novo. É, eu só te chamo quando quero ajuda mesmo.


   Passou o endereço a garota.


— Vai fazer um papel importante hoje. Vamos tentar provocar ciúmes em uma garota. Quem? Ah, você descobre quando chegar. Para de perguntar se eu não era gay! Por que todo mundo pergunta isso?! 


   A garota desligou.


   Enquanto isso, no quarto de Karina.


   A porta estava aberta e a assassina estava deitada com Crystal em seu colo, em cima de si. As notas de Moral of the Story - Ashè, soavam baixo da boca da mais velha enquanto acariciava os fios castanhos da hacker.


— Não levo mais jeito para isso, levo? — a Marks questionou.


— Só está cantando um pouco baixo, mas o tom parece bom — disse num sussurro, sabendo que o volume de sua voz não importava naquele quarto. — 'Continua'.


   Gesticulou em libras, se aconchegando no colo da maior.


— Sabe que não tinha como esconder aquilo por muito tempo, não é? — Katharina perguntou com um tom de voz mais sério.


— O que? — levantou a cabeça para perguntar.


— Eu já sei, gatinha. Seu nome, sua ficha criminal, seus estado civil. Tudo — soltou um riso sem emoção. — Não achou que fosse me enganar tão facilmente, não é? 


— Ahm... — tentou procurar o que dizer. — Devo ir embora? 


— Vou te dar uma vantagem de dois dias antes de ir atrás de você. Vou sozinha, então esteja sozinha. Não quebre as regras do jogo.


— Eu nunca quebro as regras, mas não garanto que não haja nenhum imprevisto — se levantou, ficando de pé ao lado da cama. — Na minha ausência: não se drogue, não fume e não tente se matar. Posso ser da equipe inimiga, mas ainda me importo. Menos do que a "Crystal", mas me importo.


— Eu não faço nada disso desde que essa nova equipe se juntou. Não faça nenhuma merda, Harley. 


— Deixo essa parte pra você — pegou apenas algumas munições e armas pequenas, saindo pela janela do quarto, localizado no primeiro andar. 


   Pouco menos de uma hora depois, uma garota loira, olhos claros, com cerca de 1,63 de altura. 


— Cheguei, babaca — a garota entrou direto, sem sequer bater à porta e foi até Dylan. — O que vamos fazer? 


— Por enquanto, nada — se sentou no sofá, sorrindo para a garota, que prontamente entendeu o recado e se sentou em seu colo. 


— No reformatório eu queria ficar contigo e você nem ligou, claro que isso foi antes de eu me me descobrir lésbica — passou os braços pelo pescoço do garoto, o abraçando. — Vou repetir minha pergunta, você não era gay?


— As coisas mudam, Luna — repousou as mãos no quadril da garota, a puxando para mais perto, deixando seus rostos perigosamente perto.


— Você é um gay de merda — riu baixo. — Usando uma garota pra fazer ciúme em outra. Babaca.


— Falou a lésbica — se aproximou um pouco mais. 


   A Heather tomou a iniciativa, unindo os lábios ao do moreno ao ver algumas pessoas entrarem na sala, entre as pessoas que entraram: Ella. A loira mais velha, Luna, não fazia aquilo porque queria, mas se estava devendo um favor que assim fosse.


— O que..? — a Smith olhou a cena com raiva, mas sem demonstrar.


— Ah, oi — Luna olhou as pessoas que haviam acabado de entrar. — Luna Heather, ficante desse gay aqui — brincou. 


— Ficante? — Ella questionou num murmúrio.


— A gente tá se pegando há uns dias. Nada sério de verdade. 


— Achei que fosse gay — Ella usou um tom como quem tentava mostrar que se afastaram por tal motivo.


— Somos duas — Luna interviu. — Dy, quarto — pediu com um sorriso malicioso. 


— Tenho que ir — o rapaz se levantou com a garota no colo e seguiu para seu quarto, no final do corredor. 


— Você é muito babaca — a Heather disse. 


— Eu sei — colocou a garota na cama, se deitando ao seu lado.


— Não tô afim de transar.


— Nem eu — suspirou. — A Ella vai me odiar, foi uma péssima ideia. 


— E eu não sou uma boa amiga que dá conselhos e sim a que segue o plano — debochou. — Sim, você é um idiota.


— Você não me ajuda, sua lésbica! — empurrou levemente a garota.


— Para, gay bissexual! Você que tem problemas com vaginas e pênis e a culpa é minha? Se vira, colega! 


   Ambos riram alto.


— Você não presta, lésbica! 


— Nem você, gay! — se sentou na cama. — Somos dois babacas. 


— Eu sei — cobriu o rosto com o braço, suspirando profundamente.


— Falando sério, foi uma ideia de pinto, você deixou a cabeça de baixo pensar. Igual daquela vez que você e a Karina t-


— Cala a boca! — se sentou rapidamente. — Aquela vadia não tem nada a ver com isso! 


— A culpa foi sua de ela ser assim, gay, aceite as consequências. 


   Enquanto isso, na sala de estar.


— Ella — Matthew chamou, mas ao olhar a garota apenas a vou correr diretamente para o banheiro. — Ella! Tudo bem? 


   Seguiu a garota, até o banheiro se ajoelhando ao seu lado. 


— Ressaca?


— Provavelmente — se levantou assim que terminou, lavando a boca e o rosto, respirando fundo. — Que droga.


   Levou a mão a cabeça sentindo doer e se sentir ainda enjoada.


— Você usou camisinha quando transou com o Dylan ou o Chris? — Matthew questionou.


— Claro que usei! E eu transei com o Chris não tem nem dois dias! 


— Certo... tem certeza que usou com o Dylan? — questionou novamente.


— Tenho, caralho! — respirou fundo. — Eu não posso ter um filho agora.


   Murmurou de maneira que o garoto ao seu lado não escutasse.



Notas Finais


Se tiver erros, eu só lamento monamu!


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