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História The Imprint - Capítulo 5


Escrita por: Lex_Horveux

Notas do Autor


😱

Capítulo 5 - On


Fanfic / Fanfiction The Imprint - Capítulo 5 - On

- Vamos apenas sair daqui.

Ela disse, escalando através da vegetação para a cunha de luz além da ponte. Assim que tinha alcançado isto, Soojin congelou.

Rosé engasgou.

- Oh, meu Dracula!

- Volte.

Sibilou Soyeon.

- Até a margem.

Uma figura preta foi claramente representada contra os faróis do carro acima. Soojin, olhando com o coração batendo descontroladamente, não podia fazer nada sobre isto. Então abaixou-se rapidamente para ficar fora de vista, e encolheu-se contra a margem lamacenta embaixo da ponte, empresando a si própria o máximo que podia.

Eles não podiam ver nada daqui, mas de repente houve um ruído de passos pesados na ponte. Mal ousando respirar, aderiram-se um ao outro, as faces para cima. Os passos pesados rangeram através das tábuas de madeira, movendo-se para longe delas. Por favor, deixe-o continuar indo, pensou. Oh, por favor... Ela afundou seus dentes nos lábios, e então Rosé choramingou suavemente, sua mão gelada agarrando a de Soojin. Os passos estavam retornando.

Com toda a sua força de vontade, ela não poderia soltar sua mão da de Rosé, não poderia se separar. Os passos soaram logo acima delas.

Então houve um silêncio, seguido por um som de algo escorregando na margem. Não, pensou, seu corpo carregado com medo. Ele estava descendo. Rosé lamentou e enterrou sua cabeça contra os ombros de Soojin, e Soojin sentiu todos os seus músculos tensos enquanto ela via o movimento—pé, pernas— aparecendo da escuridão. Não...

- O que vocês estão fazendo aqui?

A mente de Soojin recusou-se a processar esta informação de primeira. Ela estava em pânico ainda, e ela quase gritou enquanto o sombra pessoal e particular de Shuhua, Ji Chang Wook deu outro passo para a margem, fitando para baixo da ponte.

- Soojin-ssi? O que você está fazendo?

Perguntou ele de novo. Rosé levantou a cabeça. A respiração de Soyeon explodiu em alívio. Soojin se sentiu como se seus joelhos fossem ceder.

- oi.

Foi tudo o que ela pode reproduzir. Rosé foi mais eloquente.

- O que você acha que você está fazendo?

Ela disse em tons elevados.

- Tentando nos dar um ataque do coração?

Chang Wook colocou uma mão no seu bolso, trocando rapidamente. Enquanto elas emergiam debaixo da ponte, ele olhou para fora além do rio.

- Eu segui vocês até aqui.

- você o quê?

- foi exatamente o que acabaram de ouvir.

Soojin não sabia o que falar. Ela estava furiosa, é claro, mas por causa do susto que lhe fora causado pelo moreno.

- que seja.

- Bem, desculpe-me por assustar vocês ainda pouco.

Ele se virou veloz para encará-la, como se isso resolvesse a questão.

- Agora vocês podem, por favor, me contar o que vocês pensavam que estavam fazendo?”

- Nós estávamos procurando por um lugar quieto, sem barulho, e fechado. Assim como o Jisoo nos relatou após a interligação com Shuhua.

Miyeon explicou para Changwook. Ele olhou para ela cuidadosamente, como se pudesse ler mentes.

- dado ao relato de Jisoo, Shuhua parecia estar aprisionada em algum lugar com pedras.

- exatamente.

- É isso.

- isso o quê, Yeon?

- Não era definitivamente algo aberto como um rio. Mas havia água, água até o pescoço. O pescoço dela. E paredes de pedra em volta, coberta com musgo espesso. A água era gelada e cheirava mal também.

- como sabe desses detalhes?

- esqueceu que sou uma Kitsune, criatura? Leio mentes, e do jeito que Jisoo oppa estava pertubado com a interligação, foi fácil extrair as informações.

- o quê você mais sabe?

- não muito, mas era como se Shuhua estivesse cega. De alguma forma ela sabia que se houvesse até mesmo o mais fraco raio de luz, seria capa de ver, mas não podia. Estava negro como um túmulo.

- Como um túmulo...

Um fino arrepio passou por Jennie. Ela pensou sobre a igreja arruinada acima do cemitério. Havia um túmulo lá, um túmulo que ela pensou ter se aberto uma vez.

- Mas um túmulo não seria tão molhado.

Soyeon falou.

- Não... mas eu não tenho idéia nenhuma de onde isto pode ser então.

Miyeon disse.

- Shuhua não estava realmente em seu juízo perfeito; ela estava tão fraca e tão machucada. E com tanta sede...

- talvez a água esteja contaminada com algum tipo de veneno.

- Eu vou dizer com o que isto parece para mim.

Anunciou uma Minnie chegando com os meninos, a UPF, a equipe tática da Imortally e os bichanos da Shuhua.

- desembucha.

- um poço.

- Poço?

- Exatamente.

- Pode ser...

Disse Jisoo manifestando-se lentamente.

- O tamanho, as paredes e tudo estariam certas. Mas um poço é aberto; eu seria capaz de ver as estrelas.

- Não se estivesse coberto.

Opinou Lisandre, servindo de cobertor para a namorada, Rosé.

- De fato, existem muitas fazendas antigas por aqui, que têm poços que não são mais usados, e alguns fazendeiros cobrem eles para ter certeza que crianças pequenas não caiam. Meus avôs fazem isto.

Soojin não podia conter sua agitação mais.

- Pode ser isto. Tem que ser isto... Jisoo,

lembre-se, você disse que é sempre escuro lá.

- Sim, e tinha uma sensação de subsolo.

Jisoo estava agitado, também, mas Miyeon interrompeu com uma pergunta seca.

- Quantos poços você acha que existe em Crystal Kingdom, Lis?

- Dúzias, provavelmente. Mas cobertos? Não tantos. E se você esta sugerindo que Hui jogou Shuhua nele, então não pode ser um lugar onde pessoas possam ver isto. Provavelmente algum lugar abandonado...

- E o carro dela foi encontrado nesta rota.

- O velho rancho dos Bae.

Disse o delegado Kang Daniel, apostando a sugestão implícita do Manoban. Todos olharam de um para o outro. A casa da fazenda dos Bae, tinha sido arruinada e abandonada por mais tempo que alguém podia lembrar. Encontrava-se no meio da floresta, e a mesma tinha se apossado dela há quase três séculos atrás.

- Vamos lá!

Adicionou Daniel simplesmente.



(...)



Eles se separaram outra vez e pegaram os carros, Ji Chang Wook com as meninas iam na frente, e o restante seguindo com a equipe tática da Imortally feat UPF e os bichanos da Shuhua. Changwook pegou uma pequena e em desuso estradinha para dentro da floresta até ela desaparecer.

- A partir daqui a gente anda.

Soojin estava feliz por ter pensado em trazer uma das cordas com os meninos; eles precisariam dela se Shuhua estivesse mesmo no poço dos Bae.

E se ela não estivesse...

Ela não se deixaria pensar sobre isto.

Era difícil seguir pelo meio da floresta, especialmente no escuro. A vegetação rasteira era espessa, e os galhos mortos chegavam a arranhar eles. Mariposas se agitavam em volta deles, roçando na bochecha com asas invisíveis.

Eventualmente, eles chegaram a uma clareira. As fundações da velha casa podiam ser vistas, construções de pedra amarradas ao chão, agora, por ervas daninhas e espinheiros. Na maior parte, a chaminé estava ainda intacta, com, com lugares ocos onde o concreto havia mantido junto uma vez, como um monumento em desintegração.

- O poço deve ser em algum lugar lá atrás.

Changwook disse. Foi Jennie que encontrou o poço e chamou os outros. Eles se reuniram em volta e olharam para a planície, blocos quadrados de pedra quase no nível do solo. Ji parou e examinou a sujeira e as ervas daninhas em volta.

- Foi movido recentemente.

Foi neste momento que o coração de Soojin começou a bater fervorosamente. Ela podia o sentir ecoando na sua garganta e nas pontas dos seus dedos.

- Vamos tirar isto.

Ela disse numa voz mal acima de um sussurro. A laje de pedra era tão pesada que nem Jisoo oppa que era um alienígena, podia deslocá-la. Finalmente todos os meninos, a equipe tática da Imortally feat UPF puxaram, empurrando-se de encontro com o chão dela, até que, com um gemido, o bloco se moveu uma fração de polegada. Uma vez que havia uma minúscula abertura entre a pedra e o poço, Changwook usou um galho morto para erguer como uma alavanca, alargando a abertura.

Então eles todos puxaram de novo.

Quando houve uma abertura larga o suficiente para sua cabeça e ombros, Soojin curvou-se, olhando para dentro. Ela estava quase amedrontada para confiar.

- Shuhua?

Os segundos depois, pairando sobre esta abertura escura, olhando para baixo para a escuridão, ouvindo apenas os ecos dos seixos agitados pelo movimento dela, foram agonizantes. Então, incrivelmente, houve outro som.

- Quem...? Jinjin-ah?

- Oh, Shu!

O alívio a fez ficar fora de si.

- Sim! Estou aqui, estamos aqui, e vamos tirá-la daí. Você está bem? Você está machucada?

A única coisa que parou ela de tombar a si

mesma no poço foi Changwook pegando-a por trás.

- Shuhua, segure-se, nós temos uma corda.

Diga-me que você está bem.

Houve um fraco, quase irreconhecível som, mas soube o que era. Uma risada. A voz de Shuhua estava abatida, mas inteligível.

- Eu já estive melhor... Mas eu estou viva.

- ...

- Quem está com você?

- Sou eu, Hua, Changwoo.

Disse Ji libertando Soojin. Ele se curvou para o buraco.

- E o Seo Squad, a equipe tática da Imortally, UPF, e os seus bichanos também.

Eu vou atirar uma corda para você... Aí está, a não ser que Jisoo hyun possa levitar você para fora.

Ainda de joelhos, ele se virou para olhar para Jisoo, que o encarou desinteressado e negou a cabeça.

- Traga ela para cima!

- Sim, senhor.

Disse Changwook, um pouco tonto.

- Aqui, Shuhua. Você terá que amarrar isto em volta de você.

- Sim.

Disse Shuhua. Ela não podia argumentar sobre seus dedos insensíveis por causa do frio ou se eles conseguiriam ou não transportar o seu peso para cima.

Não havia outra maneira.

Assim que emergiu para cima, foi agarrada por Soojin e embalada pela mesma. Soojin sentiu o que quer que estivesse mantendo Shuhua consciente, a corrente de pura força de vontade e determinação, entrar em colapso. Yeh caiu nos braços dela, inconsciente.


Notas Finais


Shuhua tá viva... só um pouco congelada. 👀


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