História The ink between our hearts - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 4
Palavras 698
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Festa, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem :3

Capítulo 1 - His pen


Fanfic / Fanfiction The ink between our hearts - Capítulo 1 - His pen

Era apenas mais um dia de aula normal. O senhor Ledwigs falava com sua voz sonolenta enquanto rabiscava no quadro alguma coisa sobre o Pós-impressionismo. Ele estava deitado de bruços sobre o tampo da mesa, que estava ligeiramente rabiscado com nomes duvidosos e objetos fálicos de proporções duvidosas. Até o relógio conseguira ser chato, com aqueles ponteiro que faziam um barulho tão silencioso que ecoava como uma melodia sobre a sala silenciosa. "...o pós-modernismo tem seus ideais nos...", então sua voz se dissipou tão rapidamente quanto focalizou, até porque sua concentração se voltou a um garoto de cabelos castanho-escuros, olhos azuis, pingentes de toda sorte e seu sorriso misterioso. Ele parecia segurar um caderninho de capa de couro, bem surrada aliás, que parecia ser presa por um tipo de presilha. Viu também em sua mão uma caneta bonita, por sinal, que tinha uma ponta que parecia metal seco e um corpo de madeira escura, de um brilho especial. De alguma forma a caneta emitia uma luz azulada. Ele fazia alguns floreios no papel, e a tinta parecia escorrer suavemente. "Nathan Parkinson, poderia nos dar um exemplo de pintor do pós-impressionismo?", disse o professor, com sua voz melancólica. "Claro", respondeu o garoto, na qual o rosto se iluminou. "Vincent van Gogh.", disse esboçando um sorriso jovial. "Muito bem. Vincent van Gogh foi uns dos...", e tudo sumiu novamente. Ele olhou para o relógio, e percebeu que a aula já estava no fim, então pôs seus pertences na bolsa e saiu em direção ao corredor.

[...]

Os corredores da pequena faculdade eram aconchegantes, diga-se de passagem, mas revelavam a decadência do lugar. Apesar das paredes caindo aos pedaços, a biblioteca escondia tesouros valiosos, como os manuscritos originais de John P. Stiffing, o famoso escritor. Parecia que ele tinha estudado letras lá, o mesmo curso que ele. Enquanto se dirigia a biblioteca, acabou esbarrando com o Prof. Jaynes. "Ah, desculpe, Luke, não te vi aí", então saiu andando, apressado. O senhor Jaynes, ou como era chamado, Jay, o professor de engenharia, com certeza era o mais estranho dos professores. Logo foi entrando na biblioteca, onde cumprimentou o senhor Todd, um homem já de idade que possuia cabelos grisalhos. "Bom dia, Luke", disse ele com a voz rouca, e Luke retornou com um sorriso um pouco forçado.
– O que vai querer hoje? – A voz arranhada de Todd fazia Luke pirar.
– Uh, ah, Lewis Carol.
Nunca leu Alice no País das Maravilhas?
Os olhos de Luke faiscaram.
Li, mas quero ler de novo.
Entendo. Sessão "L", prateleira 26.
Luke saiu com os sapatos fazendo barulho contra o assoalho, em direção às longuíssimas sessões, com centenas de dúzias de livros. Logo pôs o olho na sessão "L". Entrou no meio da fileira de livros, e procurou pela estante 26. "Lewigs Smith... Lewis Arnold... Lewis Carol", murmurou puxando um livro de capa amarelada. "Bem que pudiam comprar um exemplar novo...", pensou em alto, se dirigindo à uma das largas poltronas presentes na velha biblioteca. Sentou-se ao lado de uma mesinha de cabeceira e abriu o livro na primeira página, que parecia que iria esfarelar no dedos. "Edição 1964, Tiragem no. 3". Era bem velho. Absorto na leitura, levantou a cabeça rapidamente quando Nathan sentou do seu lado.
– Ah, oi. – Disse Luke sem jeito.
– Oi... Então, você viu minha caneta por aí?
– Ah, não.
– É que é uma espécie de relíquia da família... Então...
– Entendo. Por que não vê nos achados e...
– Já olhei lá.
– Ah. Bom... O que essa caneta tem de tão especial?
– Bom, além de de uma tinteiro de 1817, nada, eu acho.
O silêncio da biblioteca era pertubador.
– Então tá. – E Luke voltou para o seu livro.
– Uh, você pode me ajudar encontrá-la? – Disse Nathan apreensivo.
Por um segundo o coração de Luke parou, e parecia que iria se desmanchar.
– Ah, claro... – Disse, com uma voz trêmula. – Então, onde começamos?
– Bom, por isso que quero sua ajuda... Quero começar pela biblioteca.
Luke fez um silêncio pensativo.
– Uh, Como? – Ele indagou pensativo.
– Você vai entender...
– Uh, ok. – Disse fechando o livro, mas para o seu infortúnio, as primeiras páginas caíram como folhas secas.
– Ah, merda... – Disse suando frio. – O senhor Todd vai me matar...


Notas Finais


Espero que tenham gostado :3
Responderei perguntas nos comentários assim que puder. O segundo capítulo já está pronto, mas postarei assim que achar melhor.


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