História The Innocence of Moon (Romance Gay) - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Coreano, Coréia, Gay, Korean, Possessão, Possessivo, Romance Gay, Uncontrolled Love
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Palavras 3.253
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Essa história tem alguns acontecimentos futuros que serão considerados fortes como possessão, violência, palavras de baixo calão, etc... Se você se sensibiliza facilmente, recomendo não ler. Não diga que não avisei.

ChinHae é dois anos mais novo que SanHee.

Bem, é apenas isso, boa leitura.

Capítulo 1 - Enterre o passado


O casal Jung adentrou a casa com pressa. O desespero estava nos olhos da Sra Jung, seu marido, parecia não se arrepender do ato tão cruel que acabara que cometer. 

- Por que fez aquilo? - perguntou a mulher com lágrimas em seus olhos castanhos.

- Ele mereceu.- disse sem nenhum remorso.- JiWoo, nunca diga à ninguém sobre isso, entendeu? - a mulher permaneceu quieta, estava assustada. Quem era aquele homem à sua frente? Não era seu marido, não era o homem que amava, o homem com quem se casou.- Entendeu, JiWoo? - repetiu olhando-a nos olhos.

- Sim.- tomou coragem para finalmente perguntar.- Mas, por que diabos fez aquilo?

- Ele mereceu.

- Como pode dizer isso? Era uma pessoa, Jung.- disse irritada com o marido.- Era seu amigo...

- Quieta! Ou terá um futuro igual à aquela vadia.

A mulher se calou.

- Não pode fazer nada comigo! - disse enfrentando-o.

- Posso e farei se não calar essa sua boca.- disse o homem irritado.

- Não pode fazer nada! Eu carrego seu futuro filho, Jung.- o homem a olhou assustado.- Estou grávida...- sua voz saiu baixa e nervosa.

- Grávida? - seus olhos brilharam. O sonho de Jung DakHo era se tornar pai, ter um herdeiro.- JiWoo, quero que esqueça tudo que houve hoje.- ele pegou as mãos da mulher e a olhou no fundo dos olhos.- Vamos começar um novo capítulo, está bem? Vamos ter esse filho e criar uma nova vida. Esse filho, é uma nova chance para recomeçarmos.

- Tudo bem, meu amor...- ela disse com um pequeno sorriso em seus lábios.

|9 anos depois|

SanHee corria pela mansão fugindo da empregada. Ele não queria ir à escola, era chato. Ele correu, até que despistou a coitada. Quando o garotinho viu, estava na cozinha da mansão, nunca havia entrado naquele cômodo, como era bem curioso, começou com a exploração.

- Ya! Quem é você? - uma voz infantil se fez presente.

SanHee se virou em direção à voz e deu de cara com um garotinho que aparentava ser mais novo que ele.

- Quem sou eu? Eu que devo perguntar isso, você é um ladrão? - como o dono do mundo, SanHee perguntou.

- Ladrão? Claro que não.- o garotinho disse um pouco tímido.- Eu sou filho da Son Hyuna.

- E quem é essa?

- É minha mãe, ué...

- Seu tolo! - o garoto se irritou.- Quem é Son Hyuna? Ela trabalha aqui?

- Ah! Sim... Ela é cozinheira.

- Hum...- SanHee murmurou sem interesse.- Como você se chama?

- Eu sou Son ChinHae, é um prazer.

- Você sabe quem eu sou, né?

- Não...

- Não? Você mora em uma caverna? Eu sou Jung SanHee, sou dono de tudo isso! - se referiu à enorme mansão.

- Sério? - o garoto perguntou impressionado.- Deve ser legal ter essa casa grandona só para você...

- É sim... Mas eu divido com meus pais.

- Hum...- murmurou.

- Venha comigo, vou te levar ao meu quarto para você ver meus brinquedos novos que ganhei de presente.- SanHee pegou na pequena mão de ChinHae e o puxou.

ChinHae parou na porta da cozinha, e SanHee o olhou confuso.

- Não posso passar daqui... Mamãe disse que se eu passar dessa porta, vão brigar comigo...

- Ninguém vai brigar com você, eu vou punir quem ousar fazer isso. Venha.- pegou novamente a mãozinha do garoto e o puxou. 

Chin se impressionou com o enorme cômodo, nunca havia entrado na sala da mansão. Tudo parecia ser tão caro, Chin ficou com tanto medo de quebrar algo. Senhor e senhora Jung estavam sentados no sofá de couro branco, assistindo televisão. Ambos se espantaram ao ver seu filho de mãos dadas com um garoto desconhecido.

- Mamãe, papai.- o garoto parecia eufórico.- Esse é ChinHae, meu novo amigo.

Jung se espantou ao ouvir o nome do garoto, ele levantou rapidamente do sofá e separou ambos os garotos.

- Hyuna! - Jung gritou e a empregada logo apareceu na sala.

- Hae? - a mulher perguntou assustada.- Eu disse que não deveria vir aqui! - sussurrou para o garoto.

- Cuide do seu filho! - o homem disse irritado.

- Não! - San gritou trazendo a atenção de todos para si.- Ele é meu amigo, e vai ficar comigo! - a mãe do garoto tentou se pronunciar, mas o garoto mimado interrompeu antes mesmo de ele falar.- Eu quero que ChinHae fique comigo! - gritou choroso.

Os pais conheciam esse comportamento, se arrependem tanto de terem mimado o garoto desse jeito. Não podiam nem dizer um simples "não" ao garoto que ele já começava com o show.

- SanHee! - o pai o repreendeu.- Era para você estar na escola e não perambulando pela casa e fazendo amigos por aqui.

- Eu não gosto da escola! - disse irritado.- Pai, eu quero que ChinHae seja meu empregado.- todos o olharam assustados.

- Hyuna, retire-se.

A senhora Son pegou seu pequeno no colo e o tirou dali, o levando à cozinha. Colocou o menino sentado na bancada de mármore e o olhou chateada e irritada.

- Mamãe me des...- sua fala foi interrompida pela voz de sua mãe.

- Eu lhe disse milhões de vezes, Hae. Não deveria ter saído da cozinha... Você sabe que o máximo que você pode ir, é até à porta da cozinha, e olhe lá!

- Me desculpe, mamãe... Mas o SanHee foi tão bonzinho comigo...- um sorriso brotou em seus lábios rosados.- Ele é meu amigo.- sorriu ainda mais ao completar a frase.

- Querido, eu não sei se isso vai dar certo... O senhor Jung ficou uma fera comigo.

- Me desculpe...

- Tudo bem, filho.- sorriu e deu um beijo na testa do pequeno.

- Vou terminar meu serviço, vê se não apronta em.

- Deixa comigo.- a mulher ia saindo, até que o menino a chamou.- Mamãe! Como espera que eu desça daqui?

- Ah, mil perdões! - disse rindo.- Me esqueci.- ela tirou o menino de cima da bancada e saiu.

ChinHae foi até o armário ali e pegou um carrinho pequeno. Ele começou a brincar pela cozinha, fingindo estar em uma corrida de carros, e que seu carro era o mais veloz e melhor de todos. Ele parou de brincar assim que ouviu uma voz grossa o chamando, ele reparou que estava próximo à porta da cozinha. Senhor Jung viu o garoto brincando tão feliz e resolveu chamá-lo.

- ChinHae? - o homem perguntou tendo a atenção do garoto.- Como vai?

- B-Bem... e o senhor?

- Estou bem.- sorriu fraco.- Venha aqui.- o convidou para entrar na sala.

Chin caminhou até o homem receoso.

- Me desculpe se fui um pouco grosso com você e sua mãe hoje mais cedo.

- Não foi nada...- o menino sorriu pequeno.

- Você tem muitos amigos? 

- Hum... Não muitos... Eu brinco às vezes com o filho do jardineiro, mas ele sempre está com a mãe dele... Mas tem o filho da moça que limpa o chão, só que ele prefere sair com os amigos dele...

- Entendi.- o homem sorriu pela tagarelice do garotinho.- E na escola?

- Eu não vou à escola...

- Não? E por quê?

- É que a mãe trabalha e não tem tempo para me levar na escola... As escolas que tem que pagar são muito caras e as que são de graça são muito longe...- o homem riu pelo fato do garoto não saber dizer apenas pública e particular.

- Entendi. Volte às sua brincadeiras, vou resolver uma coisinha.- o menino assentiu e voltou para à cozinha, iniciando novamente sua brincadeira.

Jung mandou irem atrás de Hyuna e pedirem à ela para o encontrar em seu escritório. Hyuna ficou nervosa, seu filho havia feito algo? Ela foi até o escritório do homem.

- Senhor Jung? 

- Entre, Hyuna.- a mulher então entrou.- Sente-se.- ela se sentou na confortável cadeira à frente da enorme mesa.

- O senhor mandou me chamarem?

- Sim. Quero falar com você, sobre o seu filho.

- Ah, Deus... Ele fez algo?

- Não, quer dizer, sim... Bem, meu pequeno San está implorando para seu filho ser o empregado dele.

- Empregado? - os olhos da mulher se arregalaram.- Mas, senhor Jung... Meu filho só tem 7 anos...

- Eu quero fazer um trato com você.

- Diga, senhor...

- Seu filho será empregado de meu SanHee, à partir dos 15 anos. Agora eles serão apenas amigos, ou melhor, amigos muito próximos.

- C-Como assim, senhor?

- Pagarei a escola para ChinHae, a mesma em que meu filho estuda. ChinHae irá ter tudo do bom e do melhor, será tratado como um Jung nessa casa.

- Uau... Estou sem palavras...- a mulher estava impressionada com tudo.

- Eu te pagarei o triplo de seu salário e você trabalhará nos cômodos onde minha família mais frequenta, e não te proibirei de ver seu filho.

- Senhor... Eu sei que... é muita falta de educação perguntar, mas...- suspirou tomando coragem.- Isso tem algo relacionado à...- foi interrompida.

- Não, Hyuna. Não tem nada relacionado com o que houve à anos atrás. Nunca mais ouse lembrar desse momento, enterre o passado.

- Sim, senhor. Perdão.

- Então, você aceita?

- Eu... aceito, senhor.

- Muito bem! - ele pegou um papel e uma caneta.

- Preciso assinar?

- Sim. Esse é o lema dos Jung, nunca feche um trato sem um contrato.

- Tudo bem, senhor....

- Assine aqui, senhorita Son.

...

- Como assim, mamãe? - o menino perguntou confuso.- Você não vai mais ser minha mãe?

- Não, meu bem, não é isso. Você será como... hum... o irmão de SanHee.

- Sério? - a mulher assentiu.- Sempre quis ter um irmão, mamãe.- disse sorrindo.

SanHee entrou na cozinha correndo, assim que o menino soube da notícia, ele saiu correndo até à cozinha para encontrar ChinHae.

- ChinHae, agora você pode vir ao meu quarto para ver meus brinquedos.- com pressa agarrou a mão do menino e o puxou correndo até o seu exageradamente enorme quarto. 

Os meninos passaram o dia inteiro brincando com os brinquedos de San. As empregadas iam ao quarto às vezes para ver se estavam bem e até mesmo levavam lanches para os meninos. Chin estava muito feliz, nunca havia brincado com tantos brinquedos, e também, nunca havia brincado tanto com alguém.
 

- Chin, você vai dormir na mesma cama que eu essa noite.

- Sério?

 - Sim. Amanhã eles vão trazer uma cama grandona para você.

- Onde eu vou dormir?

- Aqui no meu quarto, só que em camas separadas.

- Ah... San, você tem muitos amigos na escola? - perguntou curioso.

- Sim, tenho muitos. Todos gostam de mim, eu sou popular.

- Deve ser legal...

- É sim. Eu até já dei um selinho em uma garota.- revelou sem vergonha.

- Legal...- Chin não sentiu nenhum tipo de interesse em saber disso.- Estou animado...

- Eu também.- San disse sorrindo.

A porta do quarto se abriu e a senhora JiWoo entrou, logo dando um sorriso aos garotos.

- Olá, meninos.- se sentou na cama.- Como estão?

- Bem.- ambos responderam em uníssono.

- Que bom.- sorriu.- Está se sentindo confortável, ChinHae?

- Sim, obrigado.

- Tudo bem, anjo. Bem, eu vou sair com algumas amigas, nos vemos depois.- acariciou rapidamente a cabeça dos dois e saiu do quarto.

- Sua mãe é legal.

- Eu sei...- San respondeu sorrindo fraco.- Eu não quero ir para à escola amanhã...

- Por quê?

- Porque é chato... Eu quero ficar com você...

- A minha mãe me disse que eu vou ir para à escola com você na semana que vem...

- Legal. Estou animado...- sorriu brevemente.

- Eu também, San... Não vejo a hora! - sorriu.

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|12 anos depois| 

Diário dos anos de Jung ChinHae 

Aos 9 anos fiquei profissional em andar de bicicleta.

Aos 10 anos eu finalmente consegui descer sozinho da bancada de mármore da cozinha.

Aos 11 anos eu perdi meu BV com uma garota, mas foi sem querer, não gostei muito...

Aos 12 anos eu deixei o San irritado após "trocá-lo" por um amigo, ele ficou alguns minutos

me ignorando, mas depois fizemos as pazes.

Aos 13 anos eu sem querer vi o senhor e senhora Jung em um momento íntimo, eu até hoje

me arrependo de não ter batido na porta...

Aos 14 anos eu vi a primeira briga de Hee, ele quebrou o braço, mas ganhou a briga.

Aos 15 anos quase morri quando soube que eu ia ser o empregado pessoal de Hee.

Aos 16 anos eu fiquei com raiva porque o Hee arrumou uma namorada, ele só ficava

com ela e me esqueceu, fiquei feliz quando eles terminaram.

Aos 17 anos descobri que não sinto nenhuma atração por garotas, me praguejo por

isso.

Aos 18 anos finalmente concluí a escola e tive que correr atrás de faculdades.

Aos 19 anos

ChinHae pôs a ponta do lápis entre os dentes e pensou no que tinha feito de tão memorável nesse ano. Nada passava em sua cabeça. O ano estava acabando e Chin se xingava por não ter nada de empolgante para escrever.

- Droga...- praguejou por não lembrar de nada empolgante. Ouviu batidas na porta, logo melhorou sua carranca e ficou neutro.- Entre.

- Oi, filho.- sua mãe entrou com uma bandeja em mãos.

- Oi, mãe...- sorriu ao vê-la.

- Você está bem? - pôs a bandeja encima da mesa.

- Sim, só pensando... E você? - bebeu um pouco do suco de laranja que ela havia trazido.

- Estou bem.- sorriu.- O que você está...- foi interrompida pela porta sendo aberta.

SanHee entrou sem nem bater, ele não se importou se Chin poderia estar se trocando, ou até mesmo em um momento íntimo, apenas entrou de uma só vez.

- Ah, oi, senhora Son.- a cumprimentou.

- Olá, SanHee.- sorriu.- Vou indo, filho.- acariciou rapidamente a bochecha do menino e saiu se despedindo de San.

- Chin, o que está fazendo? - se aproximou do menino.

- Tentando lembrar de algo que fiz nesse ano...- San tentou espiar o diário, mas Chin logo o fechou.- Ya, isso é pessoal!

- Aish, seu estraga prazeres! 

- Enfim, o que faz aqui?

- Não seja grosso comigo, Chin.

- Desculpe... O que desejas, milorde?

- Hilário! - suspirou.- Eu terei que viajar.

- Viajar? - disse anotando coisas irrelevantes em seu caderno.

- Sim, ChinHae.- o menino logo tratou de olhar para o mais velho, ele nunca o chamava pelo nome, devia ser algo sério.- Eu vou ter que ir para o ocidente.

- Ocidente? - seus olhos se arregalaram levemente.- Mas...

- Hae, eu não sei quando vou voltar...

- Será algo longo?

- Sim... Querem me mandar para uma faculdade em New York, para que eu aprenda tudo direito e futuramente comandar a Jung's Company. Mas... Não poderei te levar comigo.

Chin estava desesperado, o que faria sem San por perto? Ele por mais confuso que estivesse, sempre tinha que apoiar San, não importa o que era.

- A-Ah... Isso é ótimo, San.- sorriu forçadamente.

- Você acha que devo aceitar?

- Claro! Vai ser bom para você... Em um piscar de olhos você estará de volta.- sorriu amarelo.

- É, acho que você tem razão. Vou falar com meus pais.- saiu do quarto.

Chin desabou no choro. Por mais que quisesse dizer à San que ele não queria que ele fosse, não podia, isso seria muito egoísta de sua parte. Minutos se passaram e Chin já estava mais calmo. Ele foi chamado na sala, quando chegou lá, a família Jung estava reunida.

- Olha ele aí.- JiWoo disse ao ver Chin se aproximando.

- Bem, eu o chamei aqui para você estar apá de tudo, ChinHae.- o menino assentiu levemente.- SanHee, meu filho, você irá ficar no máximo 3 anos fora.- Chin sentiu um nó em sua garganta.- Toda semana irei transferir no máximo 90.000 dólares para sua conta, tudo será pago por mim e esse dinheiro é para você poder gastar em coisas que você gosta.

- Obrigado, pai! - disse abraçando o homem e logo abraçando sua mãe.

- Vem, querido. Vamos fazer suas malas.- a mulher o puxou para o quarto.

- Tudo bem, ChinHae? - Jung perguntou olhando o garoto.

- Ah, sim... Só estou pensando...

- Pensando em quê?

- Ah, nada demais... Minha mente está no mundo da lua ultimamente.

- Entendi. Bem, eu vou subir.- ele deu leves tapas no ombro do mais novo e saiu.

Chin ficou no mesmo lugar, estava muito pensativo. Ele foi até o seu quarto e abriu o seu diário.

Aos 19 anos perdi Jung SanHee... Perdi a pessoa que mais amo.

Chin sacudiu a cabeça espantando os pensamentos ruins e logo apagou o que havia escrito. Chin deu pequenos tapinhas em sua testa, tentando se lembrar de algo que havia acontecido nesse ano que tanto o deixava feliz...

Até que finalmente se lembrou de algo...

San e Chin corriam pela mansão, eles haviam quebrado um dos vasos preferidos de JiWoo, e a mesma estava uma fera atrás de ambos. Eles adentraram o quarto de San e se esconderam no armário. San do nada, puxou Chin para mais perto dele, fazendo com que ficassem colados. Chin sentiu suas bochechas queimarem e logo abaixou a cabeça aproveitando o momento.

Aos 19 anos fui trouxa o suficiente para me apaixonar pela pessoa que nunca irá me ver como eu queria que visse...

- Como pude deixar isso acontecer? - referiu-se aos sentimentos confusos.- Ah...- suspirou. Ele fechou o diário e trancou o cadeado pequeno de plástico. Ele escondeu a pequena chave atrás de uns livros que estavam na prateleira. A porta do quarto se abriu e SanHee entrou com um olhar triste.- San, o que houve?

- Terei que ir agora...

- Mas já? Por que não pode ir amanhã?

- Meu pai disse que terei que ir hoje para poder conhecer o lugar.

- Entendo...- disse tristonho.

- Venha me dar uma abraço.- abriu os braços. Chin correu até o mais alto e o abraçou.- Vou sentir muito a sua falta, Chinnie.

- Também sentirei a sua...- as lágrimas insistiram em escorrer.

- Não chore.- disse ao perceber que o mais baixo estava chorando.- Em um piscar de olhos estarei de volta.

- Tudo bem...

- Me promete uma coisa? - o mais velho o olhou nos olhos.

- O quê?

- Promete que não vai namorar ninguém quando eu estiver fora? - o menor o olhou confuso.- Se te fizerem sofrer, irei vir andando até à Coreia para destruir quem fizer isso.

- Tudo bem, San... Eu prometo.

Eles se abraçaram, até o aviso de que SanHee teria que partir chegasse.


Notas Finais




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