História The Insane Physician - Capítulo 1


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Categorias David Bowie, Festival Rocky de Terror (The Rocky Horror Picture Show)
Personagens David Bowie, Dr. Frank N. Furter, Personagens Originais
Tags David Bowie, Eva Green, Ficção Cientifica, Hentai, Lemon, Ménage, Orange, Rocky Horror, Sexo, Tim Curry, Yaoi, Yuri
Visualizações 62
Palavras 1.575
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoal, sei que estou em falta com vocês, mas não estou com inspiração para as minhas outras histórias, e geralmente escrever outras me deixa inspirada. A ideia surgiu no meio de umas provas de física e química. Espero que entendam, é isso, obrigada e divirtam-se.

Ps: Link nas notas finais.

Beijos do tamanho de Marte!
Ou melhor da Transylvania!

July

Capítulo 1 - Chapter One - Lost and Found


Fanfic / Fanfiction The Insane Physician - Capítulo 1 - Chapter One - Lost and Found

Terceira Pessoa

Era noite, próximo à área onde o antigo castelo do Dr. Frank N. Furter ficava, uma médica e cientista especialista em genética — que foi demitida por experimentos abusivos com seres humanos —, passava em seu carro, ela praguejava alto:

Filhos da puta! Vou mostrar aquele bando de engomadinhos do sindicato que posso provar a minha tese! — Passou a mão pelo rosto.
Só preciso encontrar um corpo... — Enquanto passava pelo local, Fran sentiu cheiro de carvalho queimado, logo pensou que uma família havia morrido em um incêndio, parou o veículo, desceu com uma lanterna em mãos e aproximou-se do local, poderia encontrar algo útil, o lugar estava cheio de fitas da polícia — que passara apenas para fechar a localidade e voltaria pela manhã —, terra úmida, lama e pedras cobriam o chão, ao apontar a luz da lanterna para um determinado lugar, pode ver uma grande cratera no chão de terra, pensa ter visto um sapato de plataforma, afirma mais a vista e vê um corpo, era um homem usando roupas nada convencionais para o seu sexo, cabelos cacheados negros, os restos de maquiagem misturados com a terra. A Doutora pôs dois dedos no lado esquerdo do pescoço do homem, após cavar um pouco da terra que cobria seu corpo, não havia pulsação, porém, o corpo ainda estava muito quente.

Oh meu Deus! — Franceren colocou a lanterna no chão, passou os braços pelo busto do corpo parcialmente enterrado e puxou o corpo sujo para fora do buraco, mas estava muito escuro mesmo com a luz fraca da lanterna.
Preciso de mais iluminação. — Soltou devagar o corpo no chão novamente e se levantou, caminhando até o carro, deu partida e ligou os faróis. Voltou e o arrastou até o carro:

Você é mais pesado do que pensei... — Por fim, ajeitou a figura esguia e suja no banco de trás, cobrindo o corpo exposto com o seu casaco. Entrou no carro e saiu cantando pneus

Franceren H. Whitman

Cantei pneus até o laboratório, não parei em momento algum, o travesti, acho, estava no banco de trás, ainda estou tentando entender como um morto pode estar tão quente, afinal é natural a nossa temperatura cair quando morremos, quando cheguei, ao estacionar, gritei por David, David Jones é meu aprendiz e cúmplice:

Jones! — A figura esguia e loira saiu de trás da porta.

Oh Jesus! Onde o arranjou? — Perguntou apontando para o corpo em meus braços.

Não importa, apenas me ajude. — Abanei a mão livre no ar, ele apoiou o braço do corpo sob seus ombros.

Me deixe adivinhar, essa será a sua cobaia? — Disse ofegante, apenas assenti.
 — Para o laboratório? — Perguntou apertando o botão do elevador subterrâneo.

Claro! Vamos. — Entramos.

Depois de dois andares, chegamos ao laboratório, levamos o corpo até uma maca de autopsias, só depois de o deitarmos é que vi como era bonito, olhei para Jones e lhe apontei a mesa de materiais com a cabeça, colocamos os jalecos, as luvas e os óculos de proteção para começarmos as experiências. David começou as misturas e eu fui limpar o corpo. Peguei algumas toalhas limpas, uma esponja, álcool e um balde com água. Me posicionei ao lado da maca, umedeci a esponja na água e comecei a passar nos braços fortes do cadáver, a cada vez que eu levava a esponja a água a mesma se escurecia, mais e mais, logo a lama e a terra sumiram do corpo, porém eu ainda preciso esteriliza-lo, retirei as suas vestimentas, recolhi o balde e a esponja, seu rosto ainda estava borrado de maquiagem, enxuguei seu corpo e peguei alguns lenços para retirar a maquiagem de sua face febril...espera, febril?

Jones, me passe o termômetro, por favor. — Ele não entendeu muito bem, o ‘porquê’ de medir a temperatura de um morto.

Para que isso? Afinal ele está morto. — Falou aproximando-se.

Seguindo a lógica? Sim, mas ele está...febril. — David segurou o pulso do corpo estendido sobre a maca.
Não há pulso, já chequei. — Falei pondo o termômetro no interior dos lábios levemente avermelhados do cadáver.

Como isso é possível?

Não faço ideia, a mistura já está pronta? — Ele assentiu. Retirei o termômetro da boca do corpo e me surpreendi.
Deus! 36,5, c-como? — Entreguei-lhe o termômetro, seus olhos irregulares quase pulam dos orbes.

Vamos terminar logo de esteriliza-lo, precisamos de uma amostra de sangue. — Concordei.

Depois de esterilizar, o corpo estava quase irreconhecível, agora limpo, eu extraí uma amostra de sangue, coloquei em uma lamina e levei ao microscópio, depois de observar bastante concluí que não era sangue humano.

Não é sangue humano...

Como? Isso é impossível! — Falou incrédulo.

Nada é impossível meu caro, venha ver com seus próprios olhos.

Após olhar atentamente, concordou.

Se ele não é humano...

A dose deve ser dobrada. — Concluí a sua frase séria.

Preparamos mais da mistura, eu já havia testado em ratos antes e em algumas crianças doentes, com câncer terminal, havia dado certo com apenas uma das crianças, um garotinho chamado Jack Celliers, ficou curado, mas as outras crianças sobreviveram apenas dois meses, já com os ratos todos conseguiram viver. Estava ansiosa e nervosa, aquilo precisava dar certo, Jones percebeu e me confortou como pode. Injetaríamos 10 ml da mistura nomeada Êxodos, um líquido arroxeado.

Aproximei-me do corpo, coloquei o ‘equipo’ e injetei, David torcia ao meu lado, precisaríamos esperar pelo menos quarenta e cinco minutos para vermos alguma mudança, nesse tempo cobri o corpo até o quadril e pus os eletrodos em seu peitoral, liguei o medidor de batimentos cardíacos, e me sentei com Jones, ele estava com um baralho.

Pôquer? — Assenti. Depois de duas, três rodadas, estávamos começando a ficar entediados, então o loiro começou a puxar assunto. — Então, você bebe?

Você sabe que sim. — Respondi pegando uma carta Jonker.

Quer sair para beber um drink comigo? — Perguntou como quem não queria nada.

Ah... — Suspirei. — Já conversamos sobre isso, eu não costumo me relacionar, e você sabe. — Baixei o jogo.
Royal Straits Flush.

Ora, o que é isso Fran, uma vez na vida não vai te matar! — Insistiu ele.

É, mas talvez te mate, sou mais velha do que você, não acho isso correto, ainda mais por que você trabalha comigo.

Mas são só quatro anos de diferença! Você tem quarenta e eu trinta e seis! Não vejo diferença quase nenhu- — Fomos interrompidos, pelo som de algo se debatendo contra o alumínio, o medidor cardíaco disparando.

Ele está tendo uma convulsão! Funcionou! Finalmente! — Gritei como uma louca e fui pegar uma seringa com Carbamazepina — Um anticonvulsivante muito usado em hospitais —, cravei a agulha em sua perna esquerda e apliquei. Quando parou de ter espasmos, o amarramos.

Viu! É por isso que não tenho relacionamentos, sou casada com o meu trabalho. — Ele assentiu.

Está bem, prometo não tocar mais no assunto, Okay? — Disse com dificuldade, ofegante.

Okay.

Passei o resto da noite acordada, velando o sono do corpo, observei Jones adormecer fazendo anotações sobre o sangue do corpo não identificado. Caminhei até ele, e coloquei meu jaleco sobre seus ombros, estava mesmo fria aquela madrugada, alisei suas madeixas loiras, retirei caderno onde anotava de debaixo dos seus braços, li um trecho.

“As células do sangue se regeneram três vezes mais rápido do que o sangue de um humano saudável. O corpo não identificado seria capaz de curar um ferimento profundo em questão de minutos”

 

A recuperação dele nesse caso, é mil vezes mais rápida do que a de um ser humano normal, fechei o caderno e o coloquei-o sobre a bancada. O ‘paciente’ estava quieto, então decidi desamarra-lo, fique ao lado da maca, observei seus traços, os orbes ainda marcados com lápis de olho, os lábios manchados com restos de batom vermelho, os cachos ainda molhados, porém limpos.

Lindo assim, não podia ser humano mesmo...

Sentei-me novamente, brinquei com uma moeda durante um tempo, ouvi um gemido vindo da figura estática na maca, o corpo começou a se mover. Fiquei de pé, mal podia me conter de ansiedade.

Hum...

Acho que parei de respirar por um momento.

Onde estou...? — Perguntou pousando as costas da mão sobre a testa de um jeito afeminado.

Está em um laboratório...

Silêncio, uma longa pausa, ele abriu os olhos, eram verdes escuros.

Como? Eu...deveria estar mort-... — Sentou-se, olhei pelo canto do olho, Jones ainda adormecido, voltei meu olhar para o homem, dei um minúsculo passo para trás, assustei-me em ver seus grandes olhos me encarando.

É-é uma longa história, como se chama? — Ele serrou os olhos de uma forma maliciosa, me senti estranha.

Eu sou o Doutor Frank N. Furter, e você minha cara?

Sou a Doutora Franceren H. Whitman. — Ele pegou a minha mão e a levou aos lábios, depositando um beijo.

Enchanté Mlle.

Disse o Dr. Furter, devo ter corado profundamente, após soltar minha mão, olhou para o lado, chamando a minha atenção, Jones estava de pé, desperto, olhou para mim e depois para Furter, parecia confuso e visivelmente desconfortável, colocava sempre as mãos nos bolsos quando estava incomodado com algo.

Caminhei até ele feliz, saltei em seus braços, ele me rodou no ar.

Funcionou! — Falei, ele me colocou no chão, dando-me um abraço e roubando-me um beijo. Foi agradável nos primeiros segundos, mas lembrei-me do que havia dito e o empurrei para longe. — David! — Gritei. Ele abaixou a cabeça envergonhado.
Comemoro anos de trabalho e você tira proveito de mim?! — Tentou se desculpar, apenas assenti muito corada e ele subiu.

Então, doutora, pode me dizer o que houve com as minhas roupas?


Notas Finais




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