História The Inspector - Capítulo 17


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Categorias Britt Robertson, Cameron Dallas, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Liam Payne, Lucy Hale, Peter Facinelli, Robert Pattinson, Ryan Butler, Shawn Mendes
Personagens Justin Bieber, Lucy Hale
Visualizações 434
Palavras 3.211
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey!

Aqui estou eu postando mais um capítulo.

Quero agradecer a todos os favoritos e comentários nos últimos capítulos, eu realmente fico feliz em saber o que vocês estão achando.

**LEIAM AS NOTAS FINAIS**

Capítulo 17 - What Happened?


Fanfic / Fanfiction The Inspector - Capítulo 17 - What Happened?

Expectativa é uma aposta que não deve ser feita.

-Thiago Menezes Silva


Justin Bieber Point of View

Passei a mão no cabelo para ajeitá-lo. Eu estava atrasado para a escola, mas eu realmente não estava me preocupando com essa porra. Meu humor estava melhor que nunca.

Depois da noite de ontem, eu estava sorrindo para o vento. Eu consegui mesmo foder com a Lucy, não que em algum momento eu tenha duvidado dessa minha capacidade, mas eu estava ansioso para ver a reação do Chris ao saber que ninguém resiste à mim, a amiguinha dele não resistiu.

Sai do meu quarto e fui direto para a cozinha, eu já podia ouvir o barulho que os garotos estavam fazendo, quando eu estava descendo as escadas.

— Olha só quem acordou.— Ryan falou quando me viu.

Sentei na cadeira e peguei um pouco de suco, pois eu sei que era a única coisa que eu conseguiria colocar pra dentro agora.

— Dormiu bem, Drew?— Chaz perguntou com uma ironia.— Acho que sim, eu vi tu levando a amiguinha do Chris pro teu quarto, depois não vi mais vocês.— Ele sorriu e Chris arregalou os olhos para mim.

— Pera aí, eu achei que ti tivesse mandado ela ir embora, Drew.— Ryan falou com a voz alterada. Eu mereço.

— Como assim? Dá pra vocês me explicarem essa porra?— Chris intercalou o olhar entre nós, querendo entender o que a gente estava falando.

— Sim, eu dormi otimamente bem.— Respondi a pergunta do Chaz, com um sorrisinho brincando nos meus lábios.— Eu não mandei ela ir embora não, Ryan, como o Chaz falou, eu levei ela mesmo pro meu quarto ontem.— A expressão de Chris e Ryan era engraçada, a de Chaz, bom, era de divertimento.

— E...— Ryan incentivou a continuar, o receio era evidente na voz dele.

— Acabou que eu ganhei a aposta.— Apreciei essa frase ao falar. Eu realmente estava contente por mostrar que eu sempre consigo o que eu quero.

— Que porra, cara!— Chris esbravejou.— Achei que tu tinha feito companhia pra ela, Ryan.

— Eu fiz, caralho. Justin que chegou fazendo ceninha lá.— Travei o maxilar.

Eu realmente estava pouco me fodendo se fiz cena ou não. Por algum motivo achei necessário, eu não podia permitir que o Ryan beijasse ela.

Isso estava fora de condição.

— Ele fazendo companhia pra ela ou não, não ia fazer diferença, eu ia comer ela de qualquer jeito.— Deixei claro.— Tá decepcionado com a tua amiguinha agora, Chris? Ela te fez perder uma aposta.— Debochei.

— Não!— Ele passou a mão pela cabeça.— Eu tô decepcionado comigo mesmo, eu não deveria ter aceitado essa porra de aposta. Lucy tem o direito de transar com quem ela quiser, mesmo que seja um idiota igual tu. Se ela descobrir...porra!

Rolei os olhos com essa porra.

É claro que ela não ia saber, primeiro que eu não quero que ela saiba. Eu ainda tenho planos para nós dois.

— Ela não vai descobrir. Relaxa, porra!— Disse já sem paciência pra esse drama.

— Fala aí, ela é boa? Escandalosa?— Chaz perguntou sarcástico, provavelmente querendo irritar Chris. Tomei meu suco com divertimento.

Ah se ele soubesse o quanto ela é boa. Só em lembrar, meu pau já dá sinal de vida.

— Chaz, nem vem com essa. Morre esse assunto aqui.— Ryan falou, não esperava menos. Ele é outro protetor dela.

— Dude eu...vou pegar o carro e trago pra tu.— Chris avisa, me fazendo negar com a cabeça no mesmo momento.

— Eu não quero um carro, Chris.— Sorri de lado ao pensar na possibilidade de ter uma coisa muito melhor.— Eu já provei mesmo que eu consigo o que quero.— Dei de ombros e ele bufou frustrado. Aposto que ele estava se amaldiçoando por dentro por ter feito a aposta. Idiota.— Eu quero algo muito melhor que o carro.

Uma Bugatti eu poderia comprar a qualquer momento, eu tenho dinheiro pra isso. O mais importante era provar para ele que ninguém resiste à mim e que eu nunca perco uma aposta, agora que eu já provei, estou satisfeito.

De qualquer forma, descobri que posso ter algo muito melhor que esse carro. Essa aposta até que tem mais vantagens do que eu esperei.

— E o que é melhor que o carro?— Ele me olhou com o cenho franzido, me fazendo soltar uma risada antes de levar o copo até a boca, tomando o líquido dali.

Essa pergunta era fácil de ser respondida.

— A Lucille.— Disse simples. Pela expressão dos garotos, eles não tinham entendido o que eu queria dizer, bom, daqui a algum tempo eles vão entender perfeitamente.— Eu quero a Lucille.

Lucy Hale Point Of View

Segurei na barra da minha blusa, com força. Já fazia uns 15 minutos que eu estava assim, de cabeça baixa, respiração desregulada e apertando o pano da minha blusa numa tentativa de descontar toda a frustração naquele ato.

— Lucy...— Britt chamou, me fazendo olhar para ela depois de longos minutos, que pareciam anos, sem falar nada.— Seja lá o que for tenha acontecido, você pode me contar. Sabe disso, não é? Eu não vou te julgar.

Respirei fundo.

Era difícil falar que eu...bom, que eu perdi a virgindade com Justin, um traficante, assassino e...Oh meu Deus!

Eu realmente dei para um traficante.

Eu estava convicta que não ia me arrepender e, bom, eu não estou arrependida, aquilo foi ótimo e tudo mais, mas...eu não sei como reagir agora. Como vai ser quando eu ver ele?

— Eu, bom, eu estava com Ryan.— Comecei. Acho que seria mais fácil contar do início, pois até chegar o momento do baque, eu já estaria preparada. Ela movimentou a cabeça, me incentivando a continuar.— E nós quase nos beijamos...

— Pera, você ficou com o Ryan?— Ela se agitou na cadeira que estava sentada, eu rolei os olhos com sua forma "escandalosa" de ser. As pessoas estavam nos olhando.

— Não!— Neguei.— Foi quase...mas não, a gente não chegou a ficar.

— Ah, você queria ter ficado com ele, é isso? Mais aí não deu...

— Eu posso terminar de contar?— Arqueei as sobrancelhas. Ela bufou revirando os olhos, então eu continuei.— Certo, nos quase nos beijamos, mas aí fomos separados pelo Bieber, que por algum motivo começou a fazer cena.— Ela abriu a boca algumas vezes, parecia estar achando tudo sensacional. Neguei com a cabeça quando ela ia realmente falar algo, mas eu queria terminar logo com isso.— Ele acabou me puxando e acabamos no quarto dele.— Resolvi poupar alguns detalhes. Queria aproveitar esse momento de "coragem" e contar logo antes que o momento acabasse.

— Lucille, sua danadinha...

— Eu não vou mais falar nada!

— Certo, certo.— Ela se ajeitou na cadeira, se recompondo e logo fazendo sinal para eu continuar.— Eu não falo mais nada.

Suspirei longas vezes. Eu sabia que teria que me preparar, pois quando eu contasse o que aconteceu, ela ia me encher de perguntas. Não que ela já não tenha desconfiado, pois ela é bem esperta, mas sei que ela só quer ter a certeza para poder me atormentar.

— E acabou que aconteceu.— Disse rápido, totalmente envergonhada. Olhei para meus dedos e, quando achei estranho o fato de ela estar muito calada, levantei o olhar, vendo que ela me encarava.

— Tá, o que aconteceu?— Era óbvio que ela sabia o que tinha acontecido, só estava querendo me fazer falar em voz alta e de forma mais "clara".

— Você sabe o que aconteceu, eu não preciso dizer mais.— Engoli em seco, ela então estalou a língua no céu da boca, ainda me encarando.

O que aconteceu?— Insistiu.

Respirei fundo, eu sabia que ela ia insistir até eu realmente falar o que ela quer ouvir.

— Eu transei com o Justin.— Murmurei, esperando que ninguém além dela, pudesse ouvir o que eu tinha acabado de falar.

Merda. Eu nunca tive tanta vergonha na minha vida.

Não me surpreendi com os sons e gestos animados saíram da boca dela, Britt ficou eufórica. Ela me olhou de uma forma maliciosa e ao mesmo tempo feliz, pois agora, de fato, poderíamos compartilhar nossas experiências sexuais, pois Britt sempre me falava sobre as dela, mas eu nunca tinha o que dizer.

— Lucy, você transou!— Ela disse agitada, como se isso fosse algo de outro mundo.

— Por favor, fala mais baixo.— Pedi olhando novamente para os meus dedos.

— Lucy, hey.— Ela chamou minha atenção.— O que foi? Por que você está assim?— Ela perguntou com preocupação óbvia no tom de voz.— Por acaso ele te forçou a isso?— Neguei na mesma hora, mas ela pareceu não confiar.— Você precisa me falar a verdade. Foi contra sua vontade?

— Não, ele não forçou nada.— Suspirei.

Na verdade eu não entendia porque estava dessa forma, não foi algo forçado, eu quis. Não foi algo me faça lamentar, pois foi bom e eu aproveitei. Mas agora, eu sinto que não foi a coisa certa, pois eu lembro quem ele é, o que ele faz.

— Ele fez algo que você não gostou?— Neguei novamente.— Foi doloroso e ele não se importou? Ele só quis saber do próprio prazer, foi isso?— Seu tom agora era furioso.

— Não, não é nada disso.

— Então foi bom?

— Sim.

— Por que você está assim então? Me explica.— Ela pede segurando minha mão, me passando confiança e mostrando dessa forma, que estava aqui para me apoiar.

— Eu, eu não sei, é como se eu agora estivesse...envergonhada?— Falo e ela suspira negando.— Eu fico pensando no que ele é, eu não deveria ter feito isso...

— Lucy, você gostou, não gostou?— Concordo com a cabeça, mordendo o lábio inferior.— Então não tem porquê ficar assim.— Ela me olha calmamente.— Isso não é algo com que você tenha que se envergonhar, sexo é uma coisa completamente normal, natural.— Suspiro.

— Eu sei, é só que...— E nem eu mesma sei o que falar, as coisas ainda estão confusas pra mim.

— Olha, se ele não te forçou, não fez nada contra sua vontade, os dois sentiram prazer, foi algo bom pra vocês, não tem com o que se preocupar. Bom, vocês se preveniram, não é?

— Sim.

— Então não sei porque você se preocupa. Não pode ficar se lamentando depois por uma coisa que já passou mas de qualquer forma, foi bom. Eu sei que talvez esteja assim porque foi sua primeira vez, é normal ficar com essas coisas na cabeça de ele não ser o cara certo e tudo mais, mas o que importa é que vocês aproveitaram, certo?

— Sim...mas, ele é um traficante, Britt. Além de tudo, nós não temos nada um com o outro, eu simplesmente fui lá e dei pra ele.

— Lucy, eu namoro o amigo dele que faz parte do ramo, sei que não deveria, mas você os conhece, e sabe que eles são pessoas normais quando não estão à serviço.— Concordo, não querendo mesmo pensar nisso agora.— E você é solteira, ele também. Você pode ficar com quem quiser e transar com quem quiser, isso é escolha sua. Mas, se ele pensou em você também no momento, não te machucou e você gostou do que fez, não precisa se preocupar com isso agora. Aconteceu, foi bom, e pronto.

— Você tem razão. Foi só um momento, e eu aproveitei. Não posso me arrepender disso, vou só seguir minha vida normalmente.— E ela sorri para mim, concordando.

— Isso. Porque isso é algo extremamente normal.— Assenti com a cabeça e começamos a falar sobre coisas aleatórias, pois eu realmente não queria mais pensar nisso.

O refeitório começou a encher e por mais que Brittany quisesse saber de todos os detalhes, concordou que seria melhor falarmos sobre isso depois, pois alguém poderia ouvir e eu não queria que isso acontecesse.

— Como estão as mulheres da minha vida?— Ouvimos a voz do Shawn, que estava com Cameron logo atrás dele, eu sorri para eles instantaneamente.

Cameron sentou ao meu lado depois de beijar o rosto da Britt e fazer o mesmo comigo. Já Shawn sentou de frente para mim, ao lado da Brittany.

— Mulheres da sua vida?— Brittany perguntou com sarcasmo.

— Claro, vocês sabem que são.— Deu de ombros.

— Você diz isso pra todas que você quer pegar.— Cameron falou o óbvio e começamos a rir da careta que o irmão dele fez.

— Isso sempre funcionou.— Rolei os olhos. Shawn não tem jeito.— Deveria tentar com a Hale.— Ele olhou pra mim, fazendo o irmão o xingar.— O que é? Todo mundo sabe que você é afim dela, até ela deve saber depois do beijo que vocês deram lá em casa.

Ótimo, agora ele vai ficar provocando o irmão e ainda me mete nisso.

— Eu não vou nem negar nada, por mim vocês já deveriam estar se pegando loucamente a tempos.— Britt se intrometeu, fazendo o sorriso debochado de Shawn aumentar, como se estivesse dizendo: Viu? Eu tenho razão.

— Isso não é da conta de vocês!— Falei rápido. Olhei furiosamente para os dois, que começaram a rir como se tivessem ganhado o que quer que seja.

— Não dá importância, Lucy.— Cameron disse olhando fixamente para os dois também.— Shawn fala isso, mas ele nunca teve coragem de chegar na Megan.

— Cala a boca!— Rimos da expressão dele.— Tá bom, vamos falar de outra coisa.

Abracei Cameron de um lado e apoiei minha cabeça no seu peito, enquanto ouvíamos a conversa dos dois sobre as experiências deles com bebidas.

Lembro de uma vez que o Shawn ficou tão bêbado em uma festa, que tivemos que trazê-lo no carro da Britt, o mesmo que ficou todo sujo com o vômito dele, sem falar que tivemos que ouvir ele completamente bêbado cantando Whitney Houston o caminho todo. Duas semanas depois apareceu uma garota que provavelmente já estava na faculdade, dizendo que tinha transado com ele no dia da festa e que supostamente estaria grávida. Graças ao bom Deus era só suspeita.

A melhor coisa foi ver o pai dele tendo A conversa com ele, falando sobre a importância dos preservativos e fez questão de no mesmo momento, ir na farmácia junto com Shawn comprar preservativos e até fez questão de explicar para o filho, como coloca.

— Gente, eu vou no banheiro, volto já.— Levantei da cadeira, minha bexiga estava tão cheia, que chegava a ser desconfortável.

Corri para o banheiro do primeiro andar mesmo, ao lado da sala em reforma de química, não daria tempo para ir no outro.

Entrei no mesmo e senti um alívio ao fazer xixi. Lavei minhas mãos e me olhei no espelho.

Ao sair do banheiro, ouvi uns ruídos estranhos na sala ao lado, pareciam...gemidos. Um sorriso diabólico surgiu no meu rosto.

Quem teria a coragem de transar em uma escola? Não vou mentir, meus pensamentos foram exatamente no Bieber, pois além de safado, ele é uma das pessoas que está pouco se fodendo se é errado ou não.

Segurei na maçaneta e girei a mesma, logo percebendo que minhas suspeitas estavam corretas, Justin estava transando com alguém ali, eu só não sei porque fiquei tão decepcionada ao ver quem era sua parceira.

Justin Bieber Point of View

Enquanto eu entrava e saía da vadia que à tempos se jogava pra cima de mim, ela gemia descontroladamente, me fazendo anotar na minha lista mental de nunca mais comer ela, pois a mesma tem um gemido insuportável e irritante.

Calma Justin, tu tá chegando lá, só mais um pouco.

Bem, não cheguei ao meu máximo, pois a porta foi aberta rapidamente e eu logo saí de dentro da garota, levantando as calças e xingando a Lucille por ter entrado antes de eu conseguir gozar.

A maldita vadia disse que tinha trancado a porra da porta.

— Nossa, Kristen, parabéns.— Lucy possuía um sorriso maléfico. Eu sabia que elas não se suportavam, e Lucy ia usar isso que acabou de ver, contra a outra.— Nem o inspetor escapou, não é?

Eu queria ver onde isso ia dar, Lucy com certeza estava com ciúmes, e eu gostei disso, assim eu sei que fiz um bom trabalho ontem a noite com ela.

Peguei a carteira de cigarros e acendi um, enquanto a Kristen ajeitava as roupas desesperadamente.

— Cala sua boca! — Apenas terminou de ajeitar suas roupas e olhou para Hale, que mantinha uma expressão debochada.— Sua vadia.

— Você não tem nenhum tipo de moral pra falar assim de mim.— Rebateu.— Então é melhor você não me provocar, pois eu tenho certeza que seus pais não achariam nada bom em saber que a filha está transando na escola, e o melhor, com o inspetor.

Kristen abriu a boca em surpresa, pois ela realmente não conseguiu pensar em nada melhor para rebater, então ela olhou pra mim, que apenas dei de ombros.

Então ela saiu da sala, furiosa.

Soltei a fumaça e ri com a cena. Isso é o que dá transar com essas adolescentes.

— Sério, Bieber? Logo a Kristen?— Lucy perguntou ao olhar para mim, sua expressão era de incredulidade.

— O que tem isso? Ela estava doida pra dar para mim mesmo.— Dei de ombros.— Ciúmes, Lucy?

— Claro que não!— Ela rolou os olhos.— Além de não termos nada e você poder ficar com quem quiser, eu nunca teria ciúmes dela, acredite.

— Então por que ficou dessa forma? Eu realmente não entendo.— Sorri com deboche pra irritar ela, jogando meu cigarro no chão e pisando em cima.

— Porque, caralho, ela é a Kristen, ninguém suporta ela.— E essa desculpa não cola. Tá que a garota é mesmo insuportável, mas dava pra perceber que outra coisa a incomodava.

— Só isso?— Perguntei com sarcasmo e ela concordou na hora.— Bom, eu não me importo se ela é chata ou não, ela fode bem.— Admiti.— Assim como eu não me importaria de repetir contigo.— Meu tom era malicioso enquanto eu me aproximava dela, a mesma que fez uma cara de nojo.

— Eu não vou transar com você de novo, Bieber.— Ela queria parecer convicta.

— Ah, claro. Eu só não entendo então o porquê disso tudo, o que tivemos foi só uma noite de sexo e pronto, tu não deveria estar se importando em quem eu enfio meu pau.— Falei estúpido. Vendo que a expressão dela mudou drasticamente para raivosa.

— E eu sei disso!— Cuspiu as palavras.— Eu só fiquei surpresa por ser a Kristen, tá legal?

Lucy parecia uma garota inofensivamente frágil na maior parte do tempo, aquelas que têm um jeito tímido com um ar santo que excita. Mas nada se compara à sua expressão furiosa, à forma que seus olhos se cerram e o biquinho que ela faz, uma expressão totalmente sexy que me deixa duro.

E essa era sua expressão agora.

— E eu também sei que aquilo foi só uma noite de sexo e você pode ficar com quem quiser, assim como eu posso ficar com quem eu quiser! Não vá se iludindo achando que eu sou do tipo de garota idiota que pensa que só porque perdeu a virgindade com alguém, já vai ter algo sério com a pessoa. Você não é tudo isso, Bieber.— Ela falou tão rápido, que eu vi sua respiração ofegante de ela dar meia volta e sair da sala de forma apressada.

Fiquei um tempo processando as palavras dela e me amaldiçoando por não ter a parado e lhe explicado algo que com certeza não é da forma que ela falou.

Mas ainda terei a oportunidade de dizer que sim, eu posso ficar com quem quiser pois aquela foi só uma noite de sexo sem compromisso, mas ela, bem, ela não.


Notas Finais


E aí, gostaram? Justin não pefdeu tempo, huh? Chris já está com peso na consciência.

O próximo tem mais "tretinha".

Eu estava pensando em postar mais um ou dois ainda nessa semana, pois eu realmente estou ansiosa para chegar nos momentos mais "importantes" da fic. Me digam o que vocês acham sobre mais capítulos por semana, talvez eu poste mais um nessa semana e todas as outras semanas também terão dois capítulos ao invés de um.

Trailer:https://youtu.be/63huWB1vKJo
Playlist:https://open.spotify.com/user/cryerotic/playlist/1FMAjR9uMDzLIgk610t8LY?si=LebHvlE2RKeePMrGeKEuHw&fo=1
The Baby Sitter:https://www.spiritfanfiction.com/historia/the-baby-sitter-12635555
GRUPO NO WHATSAPP:https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc1fn29iVVbeM3zP-ww0ZbVniut4h5hWz8cNRGZYb3b8Kt_7Q/viewform

Até o próximo!


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