História The Jauregui Girl - CAMREN G!P - Capítulo 7


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Camren G!p, Camreng!p, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren G!p, Lauren Jauregui, Laureng!p, Ltops, Norminah
Visualizações 519
Palavras 1.152
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Capitulo 07


Point Of View / Narrador

Lauren era uma mulher esperta. Mesmo crescendo por tanto tempo no mar, ela sabia como funcionava as coisas em terra, devido suas mães sempre terem contado historias para ela e toda a leitura que Regina pode passar para a filha ela fez. Ao comprar o terreno, ela percebeu que poderia criar tuneis subterrâneos e foi o que fez. Criou cerca de um km em tuneis por debaixo de seu terreno na fazenda, o que seria propicio caso houvessem ataques, o que ocasionalmente havia.

Não existiam muitas leis e o xerifes existentes era praticamente nulos. Você poderia ser caçado e muitas vezes era, mas pagando a recompensa na cidade, pronto, você sumia. Foi combinado com todo o bando que pegariam Christopher quando ele estivesse se afastando da fazenda, para simular que foram bandidos que o capturaram. Seria alvo fácil, já que o jovem era presunçoso o suficiente que por ser branco, nunca seria afrontado.

Ele estava andando a cavalo de maneira distraída quando três homens o abordaram.

— Aonde vai com tanta pressa? – O moreno alto diz com rigor.

— Estou indo para casa, o que querem? – O jovem diz meio amedrontado.

Um dos homens aponta para um revólver Flaco para o rapaz que percebe estar diante de bandidos.

— Olha, não deveriam estar fazendo isso, sabem quem eu sou? – Ele diz tentando intimidá-los.

— É por saber quem você é, que estamos fazendo isso. – Ele diz ao companheiro. — Pegue-o.

Christopher tenta escapar, o que só piora quando é derrubado do cavalo. Um dos homens acerta um soco em seu rosto, o fazendo desmaiar. Então ele é colocado em uma carroça que estava escondida e transportado até os tuneis na fazenda Jauregui.

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— Como ele está? – Lauren questiona seu capataz.

— Está bem, só um pouco machucado. – Ele diz rindo.

— Pegue tudo de valor, anéis, joias, o relógio de bolso de ouro, arranque até as botas dele, o deixe apenas de calçolão. – Ela imagina a cara do irmão mimado quando acordasse sem os pertences. — Quero ele o mais apavorado possível e sei que você conseguirá fazer o melhor.

— Sim senhora, mais alguma coisa que eu posso fazer? – O jovem diz solicito.

— Quero que patrulhem melhor essas terras, não quero que eles descubram que temos essa pequena vantagem com os tuneis e quero também que comecem a reforma no casebre o mais rápido possível. – Ela se encaminha para seu escritório. — Provavelmente, Michael vai vir atrás de notícias do filho, então quando ele vier me chame por gentileza.

— Ok.

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Michael passou a noite preocupado ao notar que seu primogênito não retornara na manhã seguinte. Ele estava sumido a dois dias o que era incomum. Anna que estava agora melhor, saiu do quarto notando a ausência do filho, mas nada comentara com medo da ira do esposo, que já estava estressado com a irresponsabilidade de Christopher.

— Aquele moleque mimado! – Michael resmunga esmurrando o estofado da sua poltrona. — Deve estar em algum bordel torrando o meu dinheiro, não tenho pachorra para isso.

Justin que era mais próximo a mãe e carinhoso, observando a aflição em seu rosto. Tentava deixá-la tranquila. Em um canto da sala, observando a interação com a sua futura família estava Camila. A jovem, não se intrometia e ao contrário da sua aparente "calma" ela por dentro estava preocupada. Era com esse homem que se casaria? Certamente ela não seria feliz nas mãos dele.

— Nem se importar em respeitar a noiva e a sua presença em sua casa ele faz. – O irmão mais novo comenta.

Michael cansado daquela situação e contando com a boa impressão que acreditara deixar em Lauren, ele resolve mandar um escravo até ela, em busca de ajuda. E outro pela cidade em busca de noticias do jovem irresponsável.

( - )

Tomando uma dose de uísque enquanto preparava todos os documentos para a compra de novos cavalos para seus empregados, Lauren recebe a visita de Louis indicando que realmente Michael foi atrás dela para pedir ajuda.

— Peça que ele entre. – Diz suavemente.

— Senhorita Jauregui. – Michael diz com pressa. — Gostaria de um minuto da sua atenção, preciso que me ajude em algo.

— O que seria?

— Chistopher meu filho mais velho sumiu. Pedi que um escravo fosse atrás dele na cidade, mas voltou sem notícias.

— O que eu tenho a ver com isso? – Lauren responde sem sequer erguer os olhos de seus papéis.

— Nada creio eu. – O homem diz sem graça. — Mas sei que como a senhorita viveu muito tempo no mar, tem um maior entendimento com achar coisas, encontrar pessoas.

— É verdade. – Ela confirma. — O que ganho com isso? – Diz de forma casual.

Michael para pensar um pouco. Ele não queria problemas com os Cabello, se eles soubessem que seu filho andava desrespeitando o noivado. Se isso ocorresse ele perderia um acordo comercial enorme. Seus escravos vendidos tinham conseguido salvar uma parte da renda para compra de novas sementes para a colheita, mas ele não poderia contar apenas com isso. Precisava garantir que os imprevistos não colocariam tudo a perder.

— Posso oferecer algo que deseje. - Ele para pensativo. — Escravos talvez... – Ele deixa a proposta em aberto.

— Não tenho interesse. Como pode ver, tenho trabalhadores que dão conta. – Garante orgulhosa.

— Por que os chama de trabalhadores? – Ele diz curioso.

— Eu os chamo como quiser, não se preocupe. – Muda o assunto, não querendo demonstrar de cara que odeia tudo que ele faz. — Eu posso usar uma parte de seu terreno se isso não lhe incomodar.

— Quanto? – Ele pergunta preocupado.

— Pouco, apenas o necessário para construir um celeiro. – Ela diz serena.

— Certo, irá precisar de ajuda para encontra-lo? – Oferece.

— Não, apenas deixe comigo. Eu conheço todos os tipos de pessoas, inclusive as que podem ter pego seu filho. – Garante. — Entregue ao meu capataz uma muda de roupa, irei sair em busca de Christopher com os meus melhores cães farejadores.

— Muito obrigado. – Ele diz indo embora.

— Me agradeça quando ver ele, trarei vivo ou morto.

( - )

— Fred. – Lauren chama o ex escravo quando percebe seu pai montar no cavalo, junto de alguns homens que trabalhavam para ele.

— Sim pequena.

— Ele deu trabalho? – Ela ri imaginando que ele tenha ficado irritado por comer apenas ovo com farinha.

— Um pouco, resmungão demais e ele chorando foi de dar dó. - O escravo diz com desgosto.

— Perfeito, quero que vocês o levem para perto do riacho, onde eu irei interceptar vocês. – Diz o plano. — Quero que apavorem ele, dizendo vender-lhe no porto. No resgate irei com muitos homens, então tem que ficar claro que não tiveram opção a não ser fugir. Assim ficará mais fácil que Michael acredite na mentira, que está tendo saqueadores na região e que precisa ainda mais de mim.

— Pequena Lauren, você quer cercá-lo de todos os lados.

— Quero que cada passo que Michael dê, seja mais um em minha direção, e quando não tiver mais para onde ir, eu mesma mostrarei a ele o caminho.

 



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