História The Kaspbrak's - Capítulo 12


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Categorias It: A Coisa
Personagens Benjamin "Ben" Hanscom, Beverly "Bev" Marsh, Edward "Eddie" Kaspbrak, Michael "Mike" Hanlon, Richard "Richie" Tozier, Stanley "Stan" Uris, William "Bill" Denbrough
Tags Bily (bervely And Bill), Fack, Reddie, Romance
Visualizações 22
Palavras 1.820
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Chapter Twelve - Brothers.


Fanfic / Fanfiction The Kaspbrak's - Capítulo 12 - Chapter Twelve - Brothers.

A voz grave do policial do outro lado da linha soava de uma forma fria e grosseira demais, fugindo de todos os princípios éticos que se possa existir. Três frases foram ditas e a ruiva já estava cansada de escutar a voz ignorante do homem, então, ela puxou o fio do telefone e subiu apressada arrancando olhares confusos dos garotos. Eddie cessou a música e acendou as luzes correndo atrás da irmã logo em seguida. Ela estava na suite dos pais e procurava apressadamente por documentos e cédulas de dólares, para facilitar a saída dos irmãos. Isso também foge dos princípios éticos.


— Evie! — O asmático gritou, mas a irmã estava preocupada demais em achar os documentos e não ligava para o grito fino e escandaloso do menor. — Evie, eles foram em cana de novo?


— Não me faça perguntas idiotas, aliás, você sabe onde o Adam guarda dinheiro? — Evie ainda não olhava para o irmão, apenas vasculhava as roupas da cômoda, já que tinha encontrado os documentos.


— De baixo do castiçal! — O menor não esperou que a irmã recuasse e por si próprio levantou o castiçal de prata, retirando uma boa quantia de dólares.


Desceram as escadas em saltos e correndo apressadamente. Para um asmático o pequeno Eddie correu como Bolt. Stan estava de pé, atento e assustado enquanto observava Evie vasculhar os chaveiros. Bill, Mike e Ben cochichavam e trocavam olhares arqueando as sobrancelhas, estavam confusos como Stanley. Eddie apoiava as mãos gordas e delicadas sobre o balcão, na tentativa de recuperar o fôlego perdido com a corrida, indagou algumas vezes até conseguir fazer a pergunta que pulava na ponta da sua língua.


— Algum de vocês sabe dirigir!? — Ainda perguntou com dificuldade, olhando para Stan que estava ao seu lado. Bill olhou para Ben que deu de ombros e o incentivou com um tapa no ombro.


— E-u sei, E-e-ddie. — O gago disse. Evie entregou a chave da van para o quase ruivo e deu-lhe uma piscadela, sorrindo sem mostrar os dentes um pouco amarelados.


Estavam todos na garagem, inclusive o Boca de Lixo que sussurrava algo para Stan.


— Eu estou fodido com um dos guardas da Delegacia, seria uma boa eu ficar aqui na van? — Perguntou.


— Não queremos mais problemas, é melhor ficarmos todos na van. — Ben respondeu a pergunta do amigo, entrelaçando o olhar entre Bill e Stan, que precisamente concordou. Não queria mais problemas, já que havia passado a noite fora.


Bill girou a chave e tomou partida até a delegacia, que ficava a cerca de duas quadras da mansão dos Kaspbrak's. Evie rodopiava os dedos inquietos sobre o encosto da cadeira a frente e voz de Richie parecia estar longe demais, era como se a menina estivesse em um transe.


“Não quero vocês se metendo em confusão enquanto eu estiver fora, não façam a mãe de vocês ficar preocupada.” Era como se a voz grave de Adam ecoasse nos seus ouvidos e um flashback do dia em que Adam conversava com os mais velhos surgiu.


Bill freou bruscamente e fez Evie despertar. A porta foi aberta por Mike, facilitando a saída da ruiva que correu apressada até a faixada da delegacia, buscando alguma informação com o segurança tão temido pelos Loser's.


Mr. Helton é britânico, o dono da voz que Richie imita para dar bronca nos amigos. No verão passado os garotos acamparam no Barrens para efetuar uma trabalho de biologia de Stan e Mike, até que Ben brotou com a ideia estúpida e maravilhosa de construir um tipo de barreira, ou seja lá o quê porra era aquilo. O Barrens inundou e a água chegava próximo ao peitoral, aquilo deixou o segurança britânico mais irritado que o normal, ele baforava de ódio pelas provocações infantis do menino de óculos, e naquele tarde todos saíram dali as presas, foi o pior dia para um fim de verão.


— Acham que ela consegue tirar os irmãos daí!? — Stanley perguntou, parecia preocupado demais.


— Você sabe grande Stan, eles tem grana. — Richie deu de ombros, erguendo às pernas sobre o encosto do acento a frente.


— M-mas são m-m-menores de idade, R-richie. — Bill complementou ao comentário do judeu, sem ao menos olhar para trás, onde os amigos estavam.


— Ora minhas bolas, mano! — Essa era a voz do Garoto do Brooklyn. — Não gagueje a porra do meu nome, branquela.


Bill apenas revirou os olhos, batendo os dedos de forma impaciente no volante. Ao todo os otários estavam esperando por dez minutos, mais ou menos, mas Eddie bateu os dedos pequenos na vidraça fumê da van fazendo Stan desligar-se do seu cronômetro cerebral. Ele abriu a porta, abrindo passagem para os outros Kaspbrak's. E todos estavam sentados agora, a única coisa que dava vida alí era a música alta do fone de Richie, que com toda certeza incomodou Eddie e ao resto dos irmãos.


— Desligue essa merda. — Naomi pediu em um sussurro, ela realmente não esperava que Richie ouvisse, então, socou de leve o ombro do garoto a sua frente.


Eddie observou a cena.


— Richie.. — Eddie puxou o fone que estava a sua direita, fazendo o boca de lixo olha-lo com uma sobrancelha arqueada e uma interrogação pulando na testa. — Abaixe o volume, por favor.


De princípio Richie não tem deu a mínima para o que o pequeno havia tido e continuou com o volume nas extremidades, mas após uma luta interna com a sua consciência doentia ele abaixou o volume, apertando em alguns botões na dianteira do celular. Bill bozinou para avisar-lhes que estavam próximos e Evie colocou a cabeça para fora dos vidros fumê, avisando ao porteiro que abrisse o portão e assim fora feito.


— Vocês prometeram para o Adam antes dele sair, eu tive que “jogar sujo” com o policial para tirar vocês de lá, tem noção!? — Evie falava na medida em que abria porta, adentrando a sala, ela olhava para Naomi, que era a pessoa, depois dela, com mais sanidade naquela casa.


— Nós realmente não tivermos culpa, Evy. A garota que saiu cabuetando todo mundo quando a viatura fez vistoria na casa, o que sobrou estava no meu bolso. — Jacob pronunciou-se. Ele tinha os lábios inchados e uma expressão de culpa desenhada no rosto, Eddie revirou os olhos afastando a irmã com um leve empurrão.


— O que vocês três fizeram para ir com eles!? — Naomi, Edward e Lesley trocaram olhares e a morena pigarreou, sem graça. Zoe havia descido as escadas, vislumbrando estranhos bisbilhotando a pequena confusão que acontecia na sala. Ela foi até Evie.


— Eu mandei o cara se foder. — Evie colocou as mãos na cintura e revirou os olhos, murmurando algo como “Meu Deus”. — Ele socou a porra do rosto do Jacob, você esperava que eu fosse fazer o quê?


— Isso não aconteceu tudo bem!? Apenas fiquem no quarto e Eddie — Zoe olhou para o irmão. — cuide dos machucados do Jac, se mamãe  caso pergunte, diga que você foi picado por uma abelha.


Os quatro subiram as escadas conversando algo em um tom de voz extremamente baixo, Eddie jogou o peso no sofá e bagunçou um pouco os cabelos quando imergiu suas mãos sobre. Os Loser's saíram foram até a sala, todos de pé, menos Richie, que estava sentando no encosto do sofá.


— Você pagou quanto ao filha da puta do policial? — Richie cessou o silêncio, como sempre.


— Cem dólares. — Evie respondeu-lhe.


— N-nós vamos v-voltar, se você p-p-precisar de algo ligue p-para mim. — Bill disse enquanto sorria, na tentativa de confortar a ruiva, que coçou a nuca, um pouco envergonhada.


— Tudo bem, obrigada meninos, vocês são dez. — Evie sorriu, as bochechas acumularam um pouco de sangue e ele estava tão envergonhada que não consegui olhar para Bill, que estava observando-a com atenção que sempre carregava no olhar.


— Dezessete, na verdade. — Richie agora estava de pé, e segurou o seu membro coberto pelo short, com o sorriso sacana de sempre.


— Santo Deus, respeita a minha irmã, babaca. — Eddie reclamou, subindo as escadas, não queria olhar para o rosto idotamente - lindo - de Richie.


Os meninos deixaram a casa de Evie naquele fim de tarde, o sol se ponha á Oeste deixando a vista ainda mais bonita, com um tom amarelado assim como os anéis que estavam nos dedos cadavéricos de Richie. Stan e o Boca de lixo cruzaram a esquina, despendido-se de Ben, Bill e Mike. A casa do judeu e do garoto com os dedos repletos de anéis ficavam frente a frente.


— Não quer dormir lá em casa!? — Stan questionou ao amigo, que parecia mais calmo agora. Eles estavam pisando no gramineo do jardim de Richie, que ele, com toda certeza iria limpar neste fim de semana.


— Por que eu iria!? — Richie arqueeou uma das sobrancelhas, mas na sua língua um “sim” saltitava como o medo que percorria seu corpo. Stan sabia que Richie iria levar uma puta surra do pai, já faz muito tempo que as coisas não vão tão bem na casa dos Tozier.


— Esqueça, apenas durma bem, boca de lixo. — Stan deu um leve tapa no ombro e saiu do seu jardim, tocando a campanhinha da própria casa, já que não tinha a cópia das chaves.


Richie sabia o que lhe aguardava por trás da porta de eucalipto de sua casa, as suas mãos suadas estavam dentro do bolso do seus shorts, ele sempre ficava nervoso para levar uma surra, por que ele sabia que independente de qualquer coisa, ele iria levar um surra. Sr. Tozier estava sentado na poltrona, tragava um cigarro podre de tão fedido, enquanto Nancy, sua mãe, preparava algo acebolado na cozinha. Os seus olhos assustados chegaram aos do pai, que pareciam calmos e serenos demais, se não fosse aquela porra de sorriso assustador adornando os lábios.


— Onde você estava, Richie!? — Elliot perguntou ao filho. — Você não me disse nada sobre essa festa.


— Você não perguntou. — Richie finalmente fechou a porta, estava pronto para subir as escadas correndo.


— Fala direito com a porra do seu pai, moleque idiota. — Gritou, jogando o cigarro sobre o carpete branco e aquela sujeira sobraria para o pobre Richard.


Eles entrelaçaram olhares e Richie não demorou muito para correr até as escadas, mas por sua presa em chegar lá em cima ele sempre acabava caindo, e no fundo ele sabia que ficar caído sobre os degraus enquanto segurava as lágrimas seria seu hobby por muito tempo. A fivela do cinto do seu pai bateu bem próximo aos ossos de sua costela e ele gemeu de tanta dor, ouvindo o choro  da mãe na cozinha e a respiração pesada do pai que estava próximo a ele.


— Isso é para você aprender a respeitar o seu pai, moleque.



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