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História The Killer Bunny (Jikook) - Capítulo 10


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Notas do Autor


Como eu não tenho o que fazer nessa quarentena, então irei atualizar TKB diariamente. Tipo três capítulos em um dia ou um capítulo em casa dia, enfim.. surtem comigo.

Boa leitura 💕🐰

Capítulo 10 - Nine


Fanfic / Fanfiction The Killer Bunny (Jikook) - Capítulo 10 - Nine

Saio do meu quarto e vou até a sala, paro ao escutar gritos dentro da sala da senhora Jeon, sei que é errado, porém a curiosidade foi maior.

— Como você pode ser tão burro?! — Escuto os gritos da senhora Jeon.

— Foi aquela assistente dele, eu ouvi quando ela avisou a ele sobre a casa e os corpos. — Dizia Jeon totalmente calmo, diferente de sua mãe.

— Trate de matar essa garota, não gosto de pessoas intrometidas.

— O Jimin irá desconfiar.

— Pouco me importa, se quiser mate-o também, não trouxe ele para isso?

— Sim.

— Então faça.

Arregalo meus olhos, saio de lá e vou para o quarto de Momo, entro e a vejo no celular.

— Fuja dessa casa. - Digo rápido totalmente aflito e tenso.

— O que aconteceu, Jimin? — Sentia sua voz carregada de dúvidas.

— Irão te matar, corra daqui, fuja, por favor. — Digo rápido.

— Você está enlouquecendo, Jiminie, por quê iriam me matar? Eu não fiz nada de errado.

— É complicado de explicar... por favor, apenas vá embora, depois eu te explico, ok?

— Ok. — A vejo começoa a preparar sua mala e a acompanho até o lado de fora do casarão.

— Me desculpe por isso, eu irei recompensa-la.

— Eu ainda não entendi o que está acontecendo, mas eu sei que não me faria mal.

Abaixo minha cabeça e vejo seus pés se afastando, deduzo que ela tinha ido embora, mas estranho quando escuto passos atrás de mim, resolvo virar e me deparo com Jungkook.

— Olá senhor Jeon. — Sorrio para ele, mas o que eu queria fazer era sair correndo.

— Olá senhor Park, sabe me dizer aonde a senhorita Hirai foi?

— E-Ela foi comprar alguns remédios para sua mãe e algo para comer. — Tento passar por ele e sou barrado.

— Eu quero você no meu quarto, tenho assuntos para tratar com você.

— Devo levar algo? Um chá de camomila? Suco? — Brinco, mas paro ao ver que ele se mantinha sério.

— De preferência, leve um colete aprova de bala, Park.

— Oh, certo. — Talvez eu não estivesse preparado para essa resposta, mas sigo firme.

Saio de sua beira e entro na casa, pensando no que fazer lembro do homem que esteve em meu consultório, cadê Seokjin?

Decido entrar em contato pelo telefone e dá fora de área ou desligado, estranho e procuro o e-mail do consultório.

Inválido, esse e-mail não existe, por favor tente outro

— Como assim? Não existe? Será que...? Não, não pode ser. — Vou até a sala da senhora Jeon e bato na porta logo adentrando.

— O que faz aqui, Park?

— Sobre a equipe de psiquiátrica eu queria o número por favor.

— Qual equipe de psiquiátrica? Não conheço nenhuma.

— Aquela que foi até o meu escritório, fazer a proposta de trabalho.

— Não, não existe nenhuma, pelo menos não que eu conheça.

— Nenhum Seokjin também? — Pergunto rápido, aquela história estava cheia de lacunas e eu iria preencher uma por uma. Nem que custasse a minha vida.

— Oh, o senhor Seokjin faleceu, irá fazer três anos.

E foi naquele momento em que meu coração parou de bombear sangue para o meu corpo, conseguia sentir minhas mãos trêmulas dentro do espaço, tipo um bolso do jaleco.

- O-Obrigado.

Saio da sala e volto para o meu quarto, pensando onde me meti.

— Seokjin morreu, ele está morto e eu serei o próximo. Como ele morreu? O que aconteceu? Muitas perguntas.

Decido me deitar para tentar amenizar a dor de cabeça existente e logo adormeço.

[…]

Abro meus olhos lentamente, me acostumando com a claridade. Me levanto e começo a pensar nas possibilidades de escapar dessa maldita casa.

— Ok! Se eu for embora, eu morro. Se eu ficar, eu morro também.. eu tenho escolha? Acho que não. — Andava de um lado para o outro pensando no que fazer, e concluo que não tenho o que fazer.

— Se ficar andando desse jeito, irá afundar o chão. — Escuto o comentário e continuo.

— Fácil dizer, não é você que tem um chefe psicopata e que quer te matar. Se bem que ele é bonito, mas não valeria a pena.

— Você me acha bonito, Park? — Me assusto e viro rapidamente, engulo seco dando alguns passos para trás, mantendo uma distância razoável.

— J.. Jeon? — Ele carregava consigo um sorriso maldoso nos lábios, enquanto se aproximava lentamente. — Não se aproxime! — Começo a caminhar para trás até que sinto o gélido da parede, arfo e o olho.

A única distância que existia entre nós, eram minhas mãos depositadas em seu peito.

— Eu sei que você quer isso, Park. — Em fração de segundos sinto os lábios de Jungkook em um tipo de selinho demorado. O Empurro e continuo encarando sua face. — Então me acha bonito, Park? Interessante.

— Eu não te acho bonito, está longe disso. — Rio nervoso e me afasto indo para porta.

Escuto seu riso e me pergunto o que estava acontecendo, ele estava diferente.

— Eu quero que você se arrume, iremos no shopping.

— Eu? Sair com você? Eu tenho escolha?

— Sim, Sim e não. Adiante, não tenho o dia inteiro.

O observo sair e fechar a porta, fico alguns minutos parado olhando para porta, ando até meu guarda roupa e separo uma calça de couro e uma regata branca.

— Eu não consigo entender esse homem, me ameaçou logo cedo, mandou levar um colete a prova de balas e agora me chama para sair? Mas e se ele não me levar pro shopping e sim para algum lugar abandonado? Hum.

Entro no banheiro e retiro minha roupa ainda pensativo, vou até o box começando a tomar um banho rápido. Saio depois de alguns minutos e visto a roupa.

— Prontinho. — Saio do quarto após pegar minhas coisas e procuro Jungkook e o acho no jardim, o que me deixa mais intrigado me aproximo e forço uma tosse.

— Até que enfim. — Diz se virando e me encarando dos pés a cabeça, voltando seu olhar até meu rosto.

— Se eu fizer uma pergunta, você me responde com sinceridade?

— Claro, não sou de mentiras.

— Você não vai me sequestrar e depois me matar, não é?

— Talvez, é uma ideia tentadora.

— Eu não vou.

— Entra logo no carro.

— Eu que não entro nesse carro.

— Se não for pela boa vontade, você vai entrar na má vontade.

Assim que entro no carro do mesmo noto como é bonito por dentro, todo acolchoado. Realmente muito chique.

— Você não vai tirar a mão do lugar que abre a porta? — Pergunta assim que entra no carro e eu nego. — Sabe que isso não ajuda em nada, se eu quisesse te matar já teria feito.

— Hum.. então não quer me matar? — Sorrio irônico.

— Você não acha que está falando muito? Se amanhecer com a boca cheia de formiga, não saberá quem foi.

— Já estou calado.

Seguimos o caminho inteiro em silêncio, arriscaria em dizer que foi um silêncio confortável. O trânsito da cidade estava em um bom andamento, concluo que chegaremos rápido no shopping até que vejo Jungkook fazer o percurso totalmente diferente. O Olho rapidamente e vejo seu sorriso de ladino.

— Eu vou morrer? — Pergunto para mim mesmo.

— Ah Jimin-ssi.. foi mais fácil que pensei.

Agora sim, é o meu adeus.


Notas Finais


A fanfic está chegando no rumo que eu gosto ksksksksks, se preparem para os momentos Jikook como casalzinho.


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