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História The king and Queen of the empire - Capítulo 13


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Capítulo 13 - The voices in my head


Fanfic / Fanfiction The king and Queen of the empire - Capítulo 13 - The voices in my head

"A imperfeição é bela, a loucura é genial e é melhor ser absolutamente ridículo que absolutamente chato."

Marilyn Monroe

 

 

- você só pode esta brincando com a minha cara.

  -vai se foder, eu vou matar você, seu desgraçado. A única coisa que eu fiz foi dar risada, eu gosto do temperamento dela, aquele fogo todo.

 Os caras só olharam pra ela e depois pra mim, esperando minha reação, mas eu não fiz nada, e isso pode ter chocado eles, afinal eu não era uma pessoa que levava desaforo pra casa, eu não era calmo nem bonzinho, se fosse qualquer outra pessoa eu estaria mostrando como se dirigir a mim, ou melhor, a pessoa nem ia mais estar falando, pois ia perder a língua se ousasse falar desse deixo comigo, não sei o porquê de não conseguir tratar ela como trato os outro, Athena Hope Morgan Feller estava se tornando um grande ponto de interrogação na minha vida, e isso me deixava louco.           

  Dylan olhou para mim e se direcionou para Athena

  - com quem você está falando sua louca? Ela bufou e disse:

  - com o bosta do seu chefe.

  - você está vendo ele?

  - não sei se você está vendo, mas eu estou com um saco na cabeça, então a resposta é não, EU NÃO ESTOU VENDO ELE. Disse ela alterada.

  - para de brincar conosco Athena. Disse Naomi

  - então disse para o Bieber parar agora com essa droga de brincadeira, jura Justin me sequestrar?

 Nesse momento todos ficaram em silêncio, certeza que estavam pensado em como ela sabia que era eu, isso também passava na minha cabeça, foi andando de vagar até ela e tirei o saco a deixando descabelada, ela me mandou um olhar mortal, eu só arrumei o cabelo dela e disse:

  -como? Perguntei a ela

  - seu perfume. Ela respondeu mais calma e com aquele sorrisinho de sabe tudo no rosto, eu só dei risada.

  - e depois fala que não está caidinha por mim, já gravou até o cheiro do meu perfume.

  - vai se foder idiota, eu tenho memória fotográfica, e reconheci o perfume do Ryan também.

  - do Ryan? Ryan deu um sorriso para ela que eu não gostei nem um pouco

  - é, eu estive mais perto de vocês dois do que do Chaz e do Chris, por mas que eu conheço muito bem o perfume do Chris. Eu só revirei os olhos por conta do seu comentário, espera, que momento ela ficou perto do Ryan? Que eu não me lembro, parecia que ela estava lendo minha mente, pois surgiu um sorrisinho no rosto dela.

  -agora, pode me explicar o porquê me sequestrou ou esta difícil?

  - por que eu quis, simples assim. Ela levantou um das sobrancelhas e olhou no fundo dos meus olhos.    

  -ok, já chega, cansei de me fingir de sonsa. Eu só vi a algema sendo jogada pra algum lugar e ela tirando a arma de sei lá quem e apontando para mim (as vozes na minha cabeça só perguntavam de onde ela tinha tirado aquilo), meus homens apontaram a arma pra ela, mas eu fiz sinal para que eles abaixassem e obedecerão, fiz a mesma coisa que ela faz no primeiro dia que a gente se conheceu cheguei mais perto e fiz a arma encostasse  no meu peito (em vez da cabeça), ela olhou no fundo dos meus olhos e depois de um tempo ela virou a arma e me entregou, pude ver que era a arma do Allan(ela deve ter pegado quando ele desmaiou), eu entreguei a arma pra ele e voltei a olhar para ela, respirei fundo, não sabia de onde eu estava tirando tanta paciência.

  - você pode me contar agora o motivo de tudo isso? Perguntou ela, respirando fundo.

  - sim, mas antes vamos sair daqui. Ofereci minha mão para ela, que olhou, mas não pegou por desconfiança.

 - eu só acho que é melhor você comer algo antes pra ficar mais calma. Ela sorriu para mim e pegou a minha mão, enquanto saímos percebi que ela olhava tudo, como se pudesse gravar cada mínimo detalhe , quando nós saímos do subsolo fomos parar direto no Jardim, que era iluminado pelas luzes dos postes, já que estava escurecendo, olhei para ela é vi os olhos brilharem, passamos pela cascata e fomos na direção da minha "humilde" casa.

 - seu jardim é lindo e eu amei a cascata.

 - minha mãe faz em homenagem a sua mãe. Ela deu um sorriso triste.

 -a por isso que só tem as flores que minha mãe gostava. Eu faço um sim com a cabeça.

 - pluméria, crisântemo, dália, Rosa Vermelha e branca, Orquídeas, Tulipa, Lírios d’água, Magnólia, copo-de-leite, girassol. Ela falava o nome de todas aquelas flores idiotas.

 - pelo visto você também gosta.

 - elas me fazem lembrar da minha mãe, então sim, eu gosto.

 - qual é a sua favorita? Olho para ela, que sorriu pra mim e fala.

 - bem eu não tenho só uma favorita, eu tenho um lista, que são as rosas, pluméria, orquídeas, girassol e eu amo as árvores magnólia. Sorri pra ela e a puxei.

 - vem você não disse que estava com fome. Ela faz cara de cachorrinho sem dono e colocou a mal na barriga.

 - faminta, você acredita que meu sequestrador me deixou com fome.

 - meu Deus como ele é cruel. Entrei na brincadeira dela.

 - pois é. Ela sorri e continuamos a ir em direção da casa, entramos pela cozinha e em cima do balcão tinha uma sacola da Ruby´s Diner, a fiz sentar na cadeira e entregue para ela.

 -puta que pariu você está tentando me seduzir com comida. Ela parou e olhou para mim.

 -por que se for isso, esta funcionando. Ela pega o lanche e abriu, e olha tudo o que tem nele.

 -cheeseburger com bacon e sem cebola, batata frita. Ela da uma mordida e volta pra sacola.

 - Não, esse foi seu pedido de casamento, por que se for, eu aceito, Browne com chocolate derretido. Ela da um beijo na minha bochecha.

 - você é louca, sabia?

 - eu sei.

 - agora, pode falar o porquê de me sequestrar, você pode até ter me distraído, mas eu ainda quero saber.

    -pra proteger você. Falei olhando ela comer tranquilamente, ela para de mastigar e me olha como se eu fosse retardado.

  - me proteger do que exatamente? Respirei fundo não é possível que ela não esteja preocupada de o meu pai ir à trás dela.

  - do meu pai. Ela sorriu

  - tenho que confessar, foi esperto da sua parte, por que seu pai ia me procurar na sua casa, em baixo do nariz dele.

  - não foi minha ideia. Disse

  - espera um segundo, que eu já volto, tem uma pessoa que quer te conhecer. Falei e foi atrás da minha mãe, talvez não tenha sido uma boa ideia deixar Athena sozinha, vai que ela inventa de fugir, mas ia ser rápido, foi até a sala e encontro minha mãe sentada no sofá, foi na direção dela e estendi a mão pra que ela pegasse, ele pegou e eu foi levando ela até a cozinha, ao chegar, vi que Athena está quietinha, comendo, já descobrir como  fazer ela ficar calma e obedecer,  os grande olhos azul foram para na minha direção e da minha mãe, Athena olhou para mim me perguntando com o olhar quem era ela, pode ver os olhos da minha mãe encherem de água, ela foi se aproximando da Athena bem devagar como se estivesse com medo de assustar ela, segurou o rosto dela com a mão e olhou no fundo dos olhos dela.

  - meu Deus do céu, você é a cara da sua mãe. E pela primeira vez desde que viu minha mãe, ela abriu um sorriso.

  - você deve ser a pattie, a melhor amiga da minha mãe.

  - eu sou. Athena abraçou minha mãe e a mesma se assustou, talvez por pensar que Athena fosse mais fechada, por certas coisas que eu tenha falado, mas a mesma respondeu ao seu abraça, minha mãe separou dela e olhou e deu um beijo na testa dela, olhou para mim e depois voltou olhar pra ela.

  - estou entendendo o porquê o Justin voltou tão embasbacado quando ele conheceu você, sua beleza é impossível de não enxergar. Ela deu risada e olhou para mim.

  - blz mãe, vamos para por aqui.

  - ele está apaixonado por mim, só não quer confessar. Falou Athena para minha mãe.

  - no dia que eu me apaixonar pode saber que o mundo vai acabar. Ela sorriu para mim.

  - então vou começar a preparar meu abrigo antibombas e começar a estocar comida. Minha mãe riu de nos dois e saiu nos deixando sozinhos e eu fui sentar do lado da princesa, ela me ofereceu um pedaço do lanche e eu dei uma mordida, e ficamos um tempo conversando na cozinha, era tão estranho, parecia que conhecia Athena há anos, eu ficava confortável perto dela, mesmo se ela estivesse me irritando.

 -você sabe que vai ter que ficar aqui um tempo ne? Ela mexeu a cabeça concordando.

- meu pai já sabe?

-não, deixa ele procurar um pouco po você. Ele me deu um soco no ombro.

-BIEBER.

-ai princesa sem violência, e melhor ele ficar um semana procurando, meu pai vai ver que ele esta desesperado atrás de você e vai acreditar que você foi sequestrada , e como você disse por que Jeremy ia procurar você na minha casa ,embaixo do nariz dele.

-então eu peço que você tenha paciência que quando chegar a hora minha mãe vai entrar em contato com seu pai.

-blz, saiba que eu não confio em você.

- que bom isso prova que você é esperta. Sorri para ela e a mesma me manda mais um daqueles sorrisos que desestabilizava qualquer homem.

 

Pov. Athena

 

Estava eu e o Justin sentados no balcão da cozinha quase morrendo de rir da história que ele estava contando sobre ele e os meninos quando eram mais jovens, minha barriga doía de tanto dar risada, em algum momento que eu e Justin não percebemos Ryan, Chaz e Chris entraram na cozinha, quando percebemos eles estavam olhando para  Justin como se ela fosse um alienígena, ignorei as caras estranhas deles, olhai para o Chaz, Chris e Ryan e meus olhos voltaram para o Justin que caímos na risada de novo, aos poucos fomos parando e os meninos estavam lá parados nos olhando, percebi que Justin ficou meio incomodado como se soubesse o que eles estavam pensando, ele limpou a garganta e falou.

  -quer conhecer o resto da casa. Fiz um sim com a cabeça e saímos rápido da cozinha, Justin foi mostrando tudo, estávamos agora subindo as escadas para o andar de cima.

  - esse quarto é o da minha mãe. Ele apontou para a primeira porta, e foi apontado o quarto das outras pessoas que viviam na casa.

  - esse é o da Cher. Suspirei, tinha esquecido que teria que voltar a conviver com Cheryl, que teria que passar Deus sabe lá quando tempo na mesma casa que ela.

 - e esse é o seu. Ele abriu a parta e eu sorri, era lindo e grande, era menor que o meu lá em casa, mas ainda era grande. 

  - gostou? O Bieber perguntou.

  - eu amei, obrigada.  Ele sorriu e disse.

-foi minha mãe e a Cher que arrumaram ele.

- elas também compraram roupas, sapatos, essa coisas que vocês mulheres gostam, esta tudo no closet. Dei risada do jeito que ele falou.

- obrigado, esta tudo perfeito. Ele pegou a minha mão e me levou para fora do quarto e aponto para a porta que ficava do lado do meu quarto.

-aquele é meu quarto. Ele me faz olhar nos olhos dele que estavam bem ameaçadores.

-é proibido qualquer puta entrar lá, você esta ouvindo?  Nunca tinha percebido que ele ficava lindo daquele jeito, tão mal.

-você me ouviu Athena? Ele estava segurando meu rosto um pouco forte, eu sorri docemente e respondi.

-sim, nem um puta pode entrar no seu quarto. Ele sorriu para mim e me deu um beijo na testa.

-boa menina.

-o que você acha de a gente estreia a sua cama? Foi ate a porta do meu quarto dei um sorri safado pra ele e respondi.

-sento muito, mas nem um puto entra no meu quarto. E fechei a porta com tudo na cara dele, escutei ele me xingando, foi em direção do banheiro dando risada da cara do babaca do Bieber ate parece que eu vou obedecer ele,  tomei um banho bem demorado para relaxar,  e comecei a passar tudo o que tinha acontecido , estava preocupada com meu pai e com as meninas com o Shawn , Cameron, Dulce, Beth , Masha, tio Jaime, tio Stefan e tio Scott, meu deus , meu pai deveria estar pirando uma hora dessas, sai do banho me enrolei na toalha que encontrei e foi ate o closet procurar um pijama, quando encontrei a parte que ficava os pijamas fiquei maravilhada , eu tinha que confessar Cheryl e tia pattie tinham bom gosto, e Cher sabia meu gosto quando se tratava de roupas, pegue uma  que era de renda preta era um conjuntinho ,um top e um shortinho preto e tinha um hobby que  também era preto que com uns flores de cerejeira bordados ao lado, não coloquei calcinha nem sutiã, odiava dormi com eles, eu apague a luz e foi me deitar, estava exausta, mas no momento em que coloquei a cabeça no travesseiro parecia que veio tudo átona na minha cabeça , Patrick, meu pai, Jeremy, sequestro, as vozes na minha cabeça não paravam, e fiquei uns duas horas só tentando fazer elas calaram a boca , mas não adiantou nada, o sono não vinha, eu levantei  coloquei meu hobby , pegue dois travesseiros, e sai do quarto parei na frente da porta que o Justin me falou que era proibido entrar ( ta tenho que confessar que eu amo irritar ele, e o idiota não deveria ter falado que era proibido entrar lá, desde criança o proibido sempre me atraiu, meus pais falavam que era proibido fazer tau coisa, advinha o que eu fazia, sim, eu fazia o que eles falam pra mim não fazer, algumas vez eu me fodia, mas pelo menos eu aprendia, e não fazia mais, qual é a possibilidade de ele colocar uma bala na minha cabeça, eu só ai saber se eu entrasse, e vai que a porta esta trancada )  eu coloquei a mão na maçaneta e girei bem divagar, e a porta abriu ( bem se não era pra ninguém entrar a porta deveria estar trancada),( para com isso e entra logo Athena, ate parece que esta com medo) falou uma das vozes  na minha cabeça, foi nesse momento em que eu comecei uma discussão  com elas,( merda eu estou precisado dos meus remédio), (não esta precisando não), (cala a boca), (duvido você entrar),(sabe de uma coisa, vão todos se foder) , eles não paravam de dar risada, que se foda, e nesse momento eu entrei bem divagar tentando não fazer muito barulho, eu podia ver a silhueta do Justin deitado na cama, foi bem divagar e subi na cama tentando não fazer barulho mas falhei miseravelmente, foi tudo muito rápido, quando foi ver tinha um corpo sobre meu e uma arma apontada na minha cabeça, e Justin com uma olhar mortal, as vozes só davam risada .

- o que eu falei para você sobre entrar no meu quarto?

- que putas são proibidas, então isso quer disser que eu posso entrar, não sou puta. Eu empurrei a arma para longe do meu rosto, e virei com tudo e o corpo dele foi para baixo, e o meu corpo ficou em cima do dele, ele me olhou puto da vida.

-o que foi? já passamos dessa de ficar apontando a arma um para outro.falei

-o que você esta fazendo aqui? Ele perguntou com raiva (agora você vai ter que inventar uma desculpa muito boa) falou um das vozes.

- cala a boca.  Falei

- que, mas eu não falei nada. Falou Justin

-eu não estava falando com você. Ele me olhou confuso.

- não consigo dormir. Falei para o Bieber

- e eu com isso.

- não sei se você se lembra, mas você me sequestrou e ainda me deixou sem os meus remédios.

- serio Athena, remédios para dormir. Olhei confusa para ele.

-não são remédios para dormir seu idiota, eu ia atrás do Chris, mas eu não lembrava qual era o quarto dele. (mentirosa) eu comecei a ficar nervosa por que as  vozes estavam rindo e so ficava cada vez mais alto. 

- remédios para que então?

- você não sabe. Eu comecei a dar risada e a chorar ao mesmo tempo em que mandava as vozes calarem a boca, elas estão gritando agora.

-Athena, olha para mim, ATHENA. E no nada as vozes param e foi ai que eu percebi que eu não estava mais em cima do Justin, mas estava em um canto da cama e o Justin segurava meu rosto e me olhava, eu jurei que eu tinha visto preocupação nos olhos dele, mas foi muito rápido.

- como?

-como o que Athena?

- como você as calou?

- calou quem?

- as vozes. Ele me olhou como se eu fosse louca, (não que eu não seja), eu o abracei e comecei a chorar, e ficar repetindo “obrigada”, ficamos alguns minutos ate eu para de chorar, eu me separei dele.

- desculpa ,você pode-me falar onde fica o quarto do Christian? Ele me olhou e dessa vez eu vi em seus olhos um lampejo de raiva.

- não. Ele disse muito serio. Desde que eu conhecido o Bieber nunca tinha visto tão serio como ele estava agora.

-você vai me falar o que acabou de acontecer. Ele mandou

- eu tive uma crise por não ter tomado os remédios.

- que remédios? Eu bufei.

- você deveria saber merda.

- Athena que remédios?  Ele falou ainda mais serio, e me faz lembrar meu pai, eu sorri com a comparação, talvez tenha sido por isso que ele conseguiu fazer as vozes ficarem quietos por ser parecido com meu pai, mas meu pai nunca conseguiu fazer eles ficarem calado, ninguém  nunca consegui, ate hoje, um idiota qualquer  consegue fazer o que meus remédios faziam.

- os remédios para minha esquizofrenia. Ele bufou.

- você é esquizofrênica?

- o estranho é você não saber disso, afinal o Chris e a Cheryl sabem, por que eles não contaram pra você.

-agora você pode falar onde fica o quarto do Chris?

- não, e por que você quer ir pro quarto dele?

-para não ficar sozinha, quanto éramos mais novos, sempre que eu tinha uma crise e meu pai não estava em casa pra ficar comigo, Chris ficava comigo ate que eu conseguisse dormir.  

-eu não vou falar onde é o quarto dele. Pegue os travesseiros que tinha pegado do quarto que eu estava ficando, e coloquei na cama, por mais que não era necessário por conta dos outros travesseiros que estava na cama dele, levantei o cobertor e entrei dentro.

-o que você esta fazendo? Perguntou o Justin, olhei para ele com cara de quem perguntava se não era obvio.

- estou indo dormir.

-aqui não, vai para o seu quarto.

- não, você não quer falar onde é o quarto do Chris, e eu não vou ficar sozinha, então eu vou ficar aqui com você.

- Athena para de dar um de criança mimada.

- você não entende ne. Exalte-me

- você quer que eu confesse, pois bem, EU ATHENA HOPE MORGAN FELLER ESTOU COM MEDO. Falei com lagrimas nos olhos.

- essas crises eu sempre tive depois de coisas ruins que me acontecerem, ou que ia acontecer, a morte da minha mãe, quando Patrick ia me visitar de madrugada, quando eu não obedecia às pessoas WP e eles me puniam, todas as vezes que eu fui sequestrada, eu não tenho medo das vozes, porque nesses momentos foram elas que me manterem vivas, eu aprendi a reagir por que elas falavam que eu tinha que levantar, muitas vezes eu não vejo minha doença com uma coisa ruim, mas tem momento que as vozes não param de falar, e nisso eu começo a escutar as vozes deles também, das pessoas que me machucaram, é como se eles estivesse vindo trás de mim de novo, e hoje, um idiota ,narcisista, escroto  que não sabe nem com tratar um mulher, conseguiu fazer o que ninguém consegue, você calou as vozes, e eu nem precisei tomar os remédios, o pior de tudo é que eu me sinto segura com um idiota como você,  desde a morte da minha mãe, eu não estive mais segura, desde aquele dia eu estou correndo para salvar a minha vida, eu estou tão cansada, eu só quero descansar sem ser perseguida pelo meus monstros, então por favor , me deixe ficar. Ele estava absorvendo tudo que eu falei.

- seus pais mimaram muito você, não consegue escutar um não, vai trancar a porta antes que eu mude de ideia. Sorri e pulei no colo dele e dei um beijo que pegou ele de surpresa, e foi correndo trancar a porta.

Voltei e me deitei ao lado dele, mas tentando não invadir o espaço dele.

-Athena

-hm

-o que elas dizem? Perguntou ele

-bem, muitas coisas, é como se fossem pessoas, algumas vezes elas fazem comentário idiotas, que me fazem rir, então pode saber,se eu começar a dar risada sozinha, são elas,  Tem outras vezes que ela ficam me desafiando, tipo ela duvidaram que eu entrasse aqui. O Justin começou a dar risada.

-então você é louca mesmo?  Eu que estava de costas para ele virei e ele estava olhando para mim, eu comecei a dar risada e ele foi na minha onda.

- você é um idiota, eu não sou louca, minha realidade é penas diferente da sua. ele me olhou com um cara de deboche

- ta bom , eu sou louca, só que 45%,é so isso. Ele me olhou confuso.

- minha esquizofrenia é uma das mais simples, tem outra que chegam a ser assustadoras,  a minha com os remédios eu me torno uma pessoa totalmente equilibrada.

- bem equilibrada mais ou menos ne. Disse ele brincado.

- eu não acho que sua doença seja ruim. Agora foi a minha vez de olhar ele confusa, como eu tinha tido pra ele eu não achava que às vezes elas eram ruins, mas as pessoas achavam que era ao terrível.

- e por que você acha isso?

- eu estava desesperado pra achar um defeito muito grande em você, e agora eu achei, mas eu gosto dele, se você diz que ele já salvou você muitas vezes, então vou colocar na lista de coisa  que eu gosto em você. Merda meu coração acelerou, isso não deve ser coisa boa, parecia que ia sair pela boca, eu tenho certeza que eu estava com um sorrisinho bobo no rosto, eu está sentindo coisas estranhas no meu estômago espero que seja fome.

- o que foi? Ele perguntou.

- nada. Sussurrei e chegue mais perto dele coloque minha cabeça no vão do seu pescoço, percebi que ele ficou tenso, ele deixou os braços pra cima para não me tocar.

- Justin

- hm

- já que você me deixou ficar aqui, eu vou confessar uma coisa.

- sou todo ouvidos

- eu gosto do seu cheiro. E dei um beijo no seu pescoço que faz ele se arrepiar, eu sei que ele estava sorrindo, ele relaxou e colou o braço ao meu redor e foi fazendo carinho em mim, e me fez me lembra do meu pai de novo, meu pai sempre foi meu Porto Seguro, até que ele desmoronou, ele é ainda, mas não é mais tão seguro como era antes, talvez eu tenha encontrado o meu mais novo porto Seguro, mas talvez  não seja tão seguro afinal é o Justin Drew Bieber, um dos maiores mafiosos do mundo, ele não era uma pessoa boa, mas naquele momento pra mim ele era a melhor pessoa do mundo.

 



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