História The Korean Princes: Real Love - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Red Velvet
Personagens Irene, Kim Seokjin (Jin)
Tags Amor, Bts, Drama, Família, Irene, Paixão, Princesa, Principe, Rainha, Realeza, Red Velvet, Rei, Reino, Romance, Seokjin, Suspense
Visualizações 54
Palavras 1.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tenham uma boa leitura, espero que gostem.

Capítulo 4 - Chapter 4


Bae Joo-hyun narrando:

Desde daquele dia, não consigo parar de lembrar dos breves momentos ao lado do príncipe. Tento esquecê-lo fazendo o máximo de atividades possíveis, dessa maneira minha mente se distrai. Porém, quando chega o horário noturno, lembro-me das suas palavras dizendo que voltaria para ver-me. 

Por algum motivo desconhecido, fiquei ansiosa para reencontrá-lo. Mas, infelizmente, o príncipe não retornou para o vilarejo. E, com o passar dos dias, fiquei sem esperanças com a possível volta do príncipe. Tanto que desisto da ideia que martela minha cabeça, seria completamente ridículo oferecer tal proposta para alguém da realeza. 

Havia se completado duas semanas sem a aparição do Seokjin, então, opto por deixar de esperá-lo. Aquilo que ocorreu, era um acaso, não se repetirá novamente. Tenho que continuar minha vida, as roupas não se lavaram sozinhas e nem a colheita se fará. Preciso ajudar minha família, meus pais não são mais novos como a mim e minha irmã.

Meu pai é um dos transportadores da região, tem o trabalho de carregar caixas aos montes pela Coréia. Desde vestimentas até alimentos perecíveis. Enquanto minha mãe, uma das mais antigas tecelãs do vilarejo. Porém, ninguém contesta seu trabalho, todos são bem feitos. Então, ao ver o quanto se dedicam ao fazerem o que gosta e abastecerem nossa casa, me vejo na função de ajudá-los. 

E por isto que irei colher algumas frutas, Sra. Kim está precisando de uma safra nova na quitanda. Combinei que faria o serviço de colheita em troca de duzentos wones. 

Determina e focada, peguei o cesto e segui para o local das plantações. O caminho era longo em comparação ao riacho, então, cantando uma música atrás da outra início o trajeto. Ao chegar, encontro com algumas crianças brincando enquanto suas mães colhiam frutos.

- Bom dia, Sra. Kang. - Faço uma reverência e com um sorriso simpático para a senhora começo a colheita. Recordando da lista escrita com as frutas, começo pelos morangos e ameixas. 

Quando estava colhendo as laranjas, último item da lista da Sra. Kim, Taemin surgi entre as árvores com seu sorriso malicioso nos lábios. Automaticamente fiquei sem humor, aquele homem tinha a habilidade de deixar-me irritada. 

- Minha querida Bae Joo-hyun, quanto tempo. - Se encosta na árvore e fica analisando meu trabalho. - É tão bom vê-la, ainda mais cedo desse jeito. Sinto que terei o dia muito melhor após encontras-te. - Reviro os olhos e tento focar nas frutas em minha frente. - Sabe o que estou estranhando, - Começa a aproximar-se e me deixando desconfortável com a situação. - não estou vendo seu guarda-costas. Aonde está o seu príncipe encantado? - Nesse momento, suas mãos rápidas e habilidosas, me prensa na árvore.

- Sabe muito bem que não preciso de guarda-costas para me protege. - Tento escapar de suas mãos, porém, minha força era mínima em comparação com a dele. - E, não acredito em príncipes encantados. Aquele dia foi apenas um homem defendendo uma dama, algo que se chama cavalheirismo. Talvez esteja faltando em você. - Aproveito seu momento de distração e aplico um chute na sua região sensível. 

- BAE JOO-HYUN!! - Escuto meu nome sendo gritado. Estava nervoso e irritado com o chute levado. A culpa é inteiramente dele, não tinha que se meter comigo. 

Refaço o caminho que percorri, correndo o máximo possível. Com a cesta em baixo do braço, não olho para trás. E o alívio veio somente ao enxergar a quitanda da Sra. Kim próxima. Fico contente e agradeço as aulas de defesa pessoal que ganhei da minha tia. Taemin era o pior morador desse vilarejo, que infelizmente se mostra um verdadeiro monstro somente na minha presença.

De alguma maneira, Taemin persistia em ter uma relação comigo. Desde quando nos vimos pela primeira vez, na minha mudança para o vilarejo, o Taemin se esforça para me conquista. Felizmente consegui enxerga o monstro que se escondia em baixo daquela pele de cordeiro, mas, meus pais acreditavam na sua mentira. 

Entrego a cesta para a Sra. Kim e recebo o dinheiro pelo serviço. Enquanto saia da quitanda, uma multidão reunida em torno da banca chamou minha atenção. Me aproximo e tento enxerga o que prendia a atenção do pessoal. 

- O que se passa? - Pergunto para algumas mulheres que debatiam o assunto entre si. 

- O príncipe Seokjin irá se casar. - Ao ouvi a notícia, fico chocada. Por que o sentimento de perda está batendo em meu peito? - O casamento real será em algumas semanas, querem que seja antes da coroação. - Tento mostra empolgação como o resto do povo, porém, sei que não é esse o sentimento que ocupa meu coração. 

Com o jornal em mãos, caminho até o riacho para ler com calma. De alguma maneira, queria entende melhor a história desse casamento. A reportagem estampava uma foto com o casal sentado nos futuros tronos, enquanto a matéria dizia o quanto estavam ansiosos para casório. Fico confusa, há algumas semanas, o príncipe havia flertado comigo. 

- Devo estar perdendo a cabeça. - Digo levantando-me do gramado e fechando o jornal. Quando me virei, o susto foi tão grande que quase acabei caindo. Senão fosse suas mãos segurarem minha cintura com firmeza. 

- Cuidado, desse jeito pode acabar se machucando. E seu rosto é bonito demais para isso. - Nesse momento, sinto sua mão acariciar minha bochecha. Num deslize, fecho os olhos aproveitando sua carícia. Mas, lembro da reportagem lida a segundos atrás.

- Por acaso te dei a liberdade de tocar-me dessa maneira? - Pergunto nos afastando bruscamente, Seokjin tinha o atrevimento e dom de tirar-me da minha zona de conforto. - O que pensa que está fazendo? Não deveria ter vindo, existe responsabilidades para serem cumpridas. 

- Desculpe-me, essa deve ser a palavra que mais tenha disto pra você. - E meio abobalhado começa a rir, parecia achar engraçado a situação. - E, saiba que havia dito que voltaria para vê-la. Não se lembra? - Não queria dar-lhe o gostinho de felicidade ao conta sobre os dias que esperei ansiosa pelo seu retorno. Então, simplismente nego. - E sei das minhas responsabilidades, tenho a memória perfeita. Tanto que lembrei-me de você, - Seus olhos estavam perdidos na direção do riacho. Parecia envergonhado com o que dizia. - então, consegui escapar da função de príncipe para ter uma tarde como camponês. Pode me ajuda?

- Por que escolheu a mim? Existe tantas pessoas nesse vilarejo que seriam melhores guias. - Nesse momento, andávamos entre as árvores. - Sem conta que, com esta vestimenta todos irão saber da onde veio. E não gosto de chamar a atenção, mas ficar andando ao lado do príncipe ganharei muito destaque. Ainda mais agora que está comprometido, poderei ser taxada de prostituta. 

- Então ficou sabendo sobre o noivado com a princesa de Busan? - Confirmo me aproximando de uma vendinha aonde se encontrava várias vestimentas. - Digamos que esse é um assunto extremamente delicado de se comenta. Quero sabe o que estamos fazendo nessa vendinha? - Pergunta meio escondido das pessoas que passavam. 

- Bem, se teve o trabalho de fugir do castelo para passar a tarde como mero camponês, precisa de uma roupa apropriada. - Digo o mandando permanece escondido enquanto escolhia uma vestimenta que servia. 

Escolho um conjunto simples, continha uma calça na cor marrom e uma camiseta branca. Pago a vestimenta e agradeço pelo atendimento, ao sair encontro com o príncipe brincando com uma criança. Com tamanha inocência infantil vindo da menor, ela não sabia a pessoa que conversava. Abro um sorriso antes de aproximar-se dos dois.

- Seokjin, - Me agacho e entrego a vestimenta para ele. - o banheiro mais próximo para se trocar é naquela direção. Vai encontrar uma placa informando, estarei esperando bem aqui. - Indiquei a direção e dei a dica para que passasse despercebido pelo povo. - Então Kang Suhbae, posso lhe fazer uma pergunta? 

- Claro Joo-hyun, o que deseja saber?

- O que aquele homem comentou contigo que arrancou esse sorriso lindo? - Fiquei tão encantada vendo a felicidade e alegria vinda da menor que queria sabe o motivo. 

- Bom, o Seokjin disse que adoraria ser meu amigo. Me encheu de elogios, revelou que terei um futuro brilhante pela frente. E no final, disse que serei tão linda quanto você. - Ao escutar tais palavras, automaticamente, fico vermelha. O príncipe mais uma vez estava elogiando a minha beleza. Mas, ele iria se casar. 

Sua atitude era muito confusa para entende. Uma hora encontro seu rosto estampado nos jornais e revistas como um príncipe feliz, em outra, sou surpreendida pela sua visita ao vilarejo. Ele por acaso estava fazendo algum joguinho mental? Não entendo suas intenções, uma camponesa não teria nada a oferecer em comparação à uma princesa. Então, por que está aqui?


Notas Finais


Aí mds, alguém avisa para nossa Bae Joo-hyun o motivo da aparição do príncipe no vilarejo? Estou ansiosa pela aventura do Seokjin como camponês. Até o próximo capítulo pessoal, fique com Deus.


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