História The Land of Hope and Glory - Capítulo 16


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Categorias Guardiões da Galáxia, Os Vingadores (The Avengers), Thor, X-Men
Personagens Anthony "Tony" Stark, Dr. Bruce Banner (Hulk), Dr. Henry "Hank" McCoy (Fera), Drax, o Destruidor (Arthur Douglas), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Gamora, Groot, Heimdall, James "Logan" Howlett (Wolverine), Jane Foster, Jean Grey (Garota Marvel / Fênix), Loki, Natasha Romanoff, Personagens Originais, Peter Quill (Senhor das Estrelas), Professor Charles Xavier, Rocket Raccoon, Scott Summers (Ciclope), Steve Rogers, Thor, Visão
Tags Drama, Guerra Infinita, Loki, Loki Laufeyson, Mitologia Nórdica, Romance, Thanos, Viking
Visualizações 53
Palavras 1.165
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


DESCULPAAAAAAAA
Eu sei, eu sei, eu sumi por séculos e o capitulo é curto demais! Desculpa!!! Mas pelas barbas de Odin, que começo de ano é esse?! Tudo que podia acontecer aconteceu e ainda está um caos. E ainda tem copa! Kkkkkkk não vou mentir, o capitulo está pela metade, mas como parei ele em um momento bem suspense e sumi por muito tempo achei melhor publicar assim e me apressar para a segunda parte. Então desculpa mais uma vez e é isso!
Boa leitura, não me odeie <3 kkkk

Capítulo 16 - Gatilho - Parte 1


Fanfic / Fanfiction The Land of Hope and Glory - Capítulo 16 - Gatilho - Parte 1

Minha cabeça latejava durante todo o percurso até o Instituto Xavier para midgardianos mutantes, agora eu entendia porque Agnetha e Charles evitavam entrar nas mentes um do outro, os poderes psíquicos da garota pareciam não ser compatíveis com a mente humanoide, era como se ela forçasse a mente a aceitar aquela condição, provavelmente tentava limitar-se para aproveitar melhor sua humanidade. Eu ainda achava patético, mas aceitava e até apreciava aquela ideia, assim eu sempre a teria por perto. Ou pelo menos esperava ter. Após nossa conversa sobre... Minha morte, Agnetha engoliu suas tristezas e sugeriu que fossemos ao instituto, afinal, ela ainda estava furiosa com os Vingadores e a mansão era devidamente protegida. Era egoísmo da minha parte gostar de ver como Agnetha deixava seus sentimentos de lado para me apoiar ou consolar, mas eu gostava, me sentia amado e cuidado. Tolice, eu me sentiria assim de qualquer forma.

Chegando ao instituto Agnetha cumprimentou os alunos e professores como sempre fizera, os deixando extremamente confusos já que naquela mesma manhã a viking não lembrava-se de nada, a segui por um corredor bem decorado que dava acesso aos elevadores e lá encontramos Logan, Charles e Jean.

- Caramelo, veio usar a sala de treinamento outra vez? – O baixinho perguntou sem animo.

- Sim! Vem comigo James, preciso de alguém para ficar na sala de controle. – Ela convidou acionando o botão do elevador.

- V-você... Me chamou do que?!

Logan franziu o cenho confuso enquanto Jean e Charles mantinham-se neutros, eles já sabiam do retorno da viking. As portas do elevador abriram-se e ela entrou, mantendo-se de costas e segurando o botão a espera de Logan, ele ainda precisou de alguns segundo para estreitar os olhos desconfiado e acompanha-la, fechando a porta logo em seguida. Senti um fio de ciúmes, eles tinham suas histórias e confesso que evitei conhece-las, mas sabia que eram como irmãos. Ao contrario dos asgardianos, os midgardianos vivem em média oitenta anos, mas em meio a guerra esse numero pode ser cortado pela metade e eles, como criaturas diferentes dos midgardianos comuns, viveram mais e compartilhavam o sentimento de ver as pessoas passarem por suas vidas e morrerem. Eles nunca criariam filhos para os enterrarem.

- Loki, aceita um chá? – A ruiva me despertou, dando um sorriso amistoso. Eu sabia que ela queria saber o que aconteceu, mas não podia ler nem minha mente nem a da viking. – Temos muito o que conversar.

Sem mais alternativas aceitei o convite da mutante e juntamente ao careca seguimos para o escritório. Charles arrastou sua cadeira de rodas até a mesa e me sentei logo a frente, aguardando pela ruiva com as xicaras. Ao lado da mesa havia uma tela que transmitia imagens da sala de perigo, o baixinho fazia alguns ajustes enquanto Agnetha aguardava no centro da sala, quando a sessão foi iniciada a tela escureceu.

Em meus dias no instituto descobri que alguns midgardianos possuíam sua própria adaptação para a sala, como a ruiva, o quatro olhos, o baixinho, o próprio doutor monstro e Agnetha, no caso dos dois últimos o modo na sala de perigo consumia energia demais já que o campo de força era aumentado e a troca de obstáculos rápida, então era normal que um ou outro mecanismo da mansão tivesse mal funcionamento durante os treinos e vez ou outra até haviam picos de energia. 

- As mídias transmitiram sua pequena... Reunião familiar. – O careca começou com seu típico tom irritantemente calmo, com um toque de ironia. – Creio que agora as organizações voltem a vigiar Agnes.

- Vocês midgardianos deveriam aprender a subordinar aqueles que são superiores a vocês.

- A questão, Loki, é que Agnes apesar de superior a nós em todos os aspectos considera-se uma humana e presa em viver como uma. – A ruiva disse, nos servindo chá e posicionando-se ao lado de seu professor em seguida. – Uma vez ela me contou que sua mente é onisciente e onipresente, ela vive todos os momentos em todos os lugares e em todas as linhas que o destino pode seguir. Mas...

- Mas ela evita ver qual rumo o destino tomou. É... Eu sei. – A interrompi. – O que pretendem com esse papo furado?

- As vezes me esqueço de sua inteligência. – Charles sorriu e revirei os olhos. Como ousa?! – Todos os alunos e professores que vivem aqui passam por sessões de tratamento psicológico, vez ou outra não mutantes nos visitam com o mesmo proposito.

- O doutor monstro.

- Banner é um exemplo, apenas um dos muitos que nos procuram. Mente e corpo precisam trabalhar juntos para que as coisas não saiam de controle e a Hydra tem uma grande lista de perigos em potencial para a humanidade. Tem ideia de onde Agnes se encontra nessa lista?

- Primeiro lugar? – Franzi o cenho.

- Quinto. – Ele respondeu com tranquilidade e arregalei os olhos surpreso. – Eles criaram essa lista com base no perfil psicológico de cada um, eles sabem que uma mente perturbada pode causar grandes estragos, uma prova disso foi o pequeno desastre em Nova York, quando um deus vindo de outro planeta tentou escravizar a humanidade como vingança. Jean é a primeira na lista, seguida pelo doutor Banner, eu, Wanda e Agnes.

- Nem a Hydra, nem nenhuma outra organização tem acesso aos resultados das sessões da Agnes com o professor. As informações que o mundo possui são as que os livros contam e o que aconteceu após entrar para a equipe dos Vingadores, assim como Thor e você. Porém... – Jean fez uma pausa dramática completamente desnecessária. Eu ainda não havia entendido onde eles queriam chegar com aquilo. – Após o que vimos nos noticiários hoje...

- Foda-se se esses midgardianos virem a Agnetha como um perigo! – Estapeei a mesa de madeira. – Mantenho o que eu disse no começo dessa discussão banal. Vocês midgardianos deveriam aprender a subordinar aqueles que são superiores a vocês! A S.H.I.E.L.D. ou essa tal Hydra não são capazes de nos causar um arranhão sequer, então por favor, parem com esse drama.

- E ainda se diz superior. - A ruiva revirou os olhos. - Eles não a verão como inimigo, a verão como arma! O alvo pode ser um rival, um pais, uma galáxia. E o gatilho é você, o mundo acabou de ver o que ela é capaz de fazer por você, Loki.

Ciúme.

Merda! Por que fui me apaixonar pela mulher mais poderosa desse lado do universo?

- E o que pretendem? Fazer uma lavagem cerebral nela? - Perguntei preocupado, lembrando-me da poeira de Hela espalhando-se pelo ar.

- Ainda não tenho uma solução, creio que seja melhor conversarmos sobre isso assim que Agnes se acalmar. - O professor respondeu, entrelaçando seus dedos finos. - Ainda estou curioso em relação a "perda de memória" e gostaria de conversar com ela antes de abordarmos tal assunto. Mas quero que saiba que caso o quadro psicológico de Agnetha seja sério só a uma coisa a ser feita.

- Hunf. O que?

- Você terá que abandona-la.


Notas Finais


Ah como assim Xavier?!


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