História The Last Coffee - Jenlisa - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Sorte


Point of view Lalisa
 
O dia estava amanhecendo, despontando por entre as montanhas bem além e eu estava debruçada sobre o parapeito da sacada, recepcionando os primeiros raios de sol. Segurava uma xícara vazia com as duas mãos e me perdia em pensamentos. O céu estava inteiramente num azul claríssimo, ainda restavam algumas poucas estrelas no céu. Eu estava ansiosa. Normani, minha empresária, me daria a notícia sobre a aceitação ou não aceitação de meu livro naquela manhã; minha carreira estava prestes a ser alavancada e ao mesmo tempo, a ser avacalhada. Temia o pior, mas me esforçava para manter os pensamentos no modo positivo.
 
- Não vai dormir? – Rosé, a amiga que havia chegado no dia anterior, para passar uma temporada em minha casa, após se divorciar, perguntou.
 
Olhei para ela, que vinha pela sala com os cabelos bagunçados, cara amassada e coçando os olhos, e ri daquilo.
 
- Mesmo se eu quisesse, não conseguiria. – Respondi. Ela parou ao meu lado e encostou sua cabeça no meu ombro, banhando meu braço com seus longos cabelos loiro-claros.
 
- Oi, eu me chamo Park Chaeyoung, mas pode me chamar de Rosé!
 
Uma loira magricela chegou se apresentando e estendendo a mão para mim. Era meu primeiro ano naquele colégio, meu segundo dia de aula, eu estava só, sentada numa mesa, almoçando. Não esperava fazer amizades, nem queria. Gostava de estar sozinha, eu era sempre minha melhor companhia, mas quando vi os olhos brilhantes da tal moça e o sorriso receptivo, pensei: "Por que não?".
 
- Eu me chamo Lalisa! - Apertei sua mão levemente e logo depois, ela se sentou ao meu lado.
 
- Você não é muito velhinha para estar no ensino médio não? – Indaguei ao notar que ela muito mais velha. Ela riu.
 
- Eu não estudo aqui, eu trabalho aqui. Sou a secretária do diretor. – Respondeu ela, exibindo seu crachá. Como eu não tinha reparado nisso?
 
- Por que trabalha numa escola? Isso é suicídio! – Indaguei de forma cômica e rimos juntas.
 
- Estou findando minha faculdade de direito e preciso de dinheiro, meus pais não podem custear a mensalidade toda. – Explicou ela.
 
Nós conversamos sobre tudo, rimos, fizemos piadas. Nesse mesmo dia, descobri que seríamos uma dupla e tanto.
 
Rosé ainda tinha a cabeça encostada em meu ombro, seus cabelos exalavam cheiro adocicado de rosas, misturado com vinho e vodka. O porre que a garota havia tomado noite passada, conseguia ser pior do que eu havia tomado quando terminei com Irene. Compreendia a sua dor. Assim como eu, ela havia confiado em alguém; um rapaz de sorriso galante e a gentileza de um lorde. Pena que quando a máscara caiu, o príncipe virou sapo, a desconfiança se tornou concreta.
 
- Mani! Pare! Estou ficando sem ar! – Supliquei gargalhando, contorcendo-me no sofá, tentando me desvencilhar de suas mãos que me faziam cócegas.
 
- Implore! – A negra de belo rosto me desafiou sorridente. Suas unhas pontiagudas faziam força contra a pele de minhas costelas, eu já não tinha mais forças para rir, meu riso saia em quase gritos agudos, minha barriga estava dolorida.
 
- Oh, céus! Por favor, Mani! Pare! – Minha voz quase se perdeu entre as gargalhadas esbaforidas.
 
Minha amiga parou a sessão de tortura e sentou-se exausta ao meu lado. Enquanto eu tentava recuperar o ritmo correto de minha respiração, mentalmente eu agradecia aos anjos por terem me dado uma amiga como Normani, porém, meus pensamentos foram cortados pelo estridente som da campainha.
 
- Deve ser a pizza! – Comentou ela, já se prontificando para atender.
 
Novamente a campainha tornou a tocar e desesperadamente alguém apertava o botão por seguidas vezes.
 
- Ai, calma! Já vai! – Resmungou ela em sua voz macia, correndo até a porta.
 
Ao ser aberta, pela porta surgiu Park Chaeyoung, minha melhor amiga, perdida em prantos. Me levantei no ato e só tive tempo de abrir os braços, pois logo o corpo dela colidiu contra o meu, me fazendo recuar alguns passos desequilibrados. A garota me apertou contra si com imensa força e desespero, como uma criança ao reencontrar-se com a mãe, após ter se perdido.
 
Em meus braços ela chorou por incontáveis minutos. Sua mala foi posta para dentro por Normani, que assistia tudo atentamente e assustada. Ao final, quando estava mais calma, Rosé ergueu seu rosto de traços finos e finalmente me olhou, seus olhos castanho-escuros estavam dolorosamente inchados.
 
- O que houve? – Perguntei em voz baixa, olhando a loira nos olhos e acariciando seus cabelos longos.
 
- O Eric... ele me traiu... – Sua resposta veio acompanhada da vergonha e das lágrimas. Eu a entendia muito bem.
 
Nós sentamos no sofá e ela chorou tudo que precisava, bebeu tudo que aguentava e ali, juntas, nos encaramos aquelas feridas abertas, demos pontos e fizemos curativos. O tempo cuidaria do resto.
 
O outono das separações havia feito grandes estragos, mas eu já desconfiava sobre o tal Eric. Tive o desprazer de conhece-lo quando a mãe de Rosé me expulsou do porão onde eu estava morando temporariamente. Ele foi o delator, pois sentia ciúme de minha amizade com Rosé. Alguém traiçoeiro, que sabia que eu não tinha para onde ir, certamente seria capaz de algo pior, como trair a esposa. Eles ficaram casados por um ano e meio, que foi o mesmo tempo de relacionamento que tive com Irene, que por ventura conheci na festa de noivado deles. Irene Nam, por azar, ou sorte, era irmã de Eric. Seis meses depois, veio o casamento que foi também o início de nosso namoro.
 
- Acha que um dia irei confiar em alguém novamente? – Perguntou Rosé, se desencostando do meu corpo e apoiando os cotovelos na mureta da sacada.
 
- Creio que sim. Como disse: um dia alguém arrumará toda a bagunça e curará suas feridas. – Respondi, e suspirei.
 
- Você confiaria novamente? – Ela tornou a questionar-me, dessa vez olhando-me de perfil. Os raios de sol tocaram seu rosto o iluminando. Os olhos escuros, tomaram um tom avermelhado com a claridade amarela. Ela tinha esperança em seus olhos.
 
- Não sei. – Movi os ombros - dando a mínima - e voltei meus olhos ao horizonte. – Talvez.
 
***
 
Era de manhã ainda, umas 8h da manhã. Passavam-se horas, para que um mísero minuto avançasse, eu já estava ficando louca com a lerdeza do relógio.
 
Rosie estava se vestindo para ir trabalhar. Elegante e perfumada. Achava interessante como ela se transformava ao se vestir. Assim que vestia o conjunto social de blazer justo na cintura e saia colada nas coxas, transformava-se em uma advogada séria, irreverente e carrasca. A maquiagem escondia o rosto de uma jovem louca, que havia passado a noite enchendo a cara, tentando afogar as mágoas de seu coração partido. Seu profissionalismo era uma de suas maiores qualidades, depois vinha seu senso de humor, que a transformava na pessoa mais engraçada da minha vida e logo depois, sua lealdade.
 
- Você ficará o dia todo em casa, branquela? – Ela perguntou em voz alta, lá do quarto de hóspedes.
 
Eu estava na sala, sentada no sofá, lendo e acabei rindo. Desde o ensino médio ela me chamava assim. Uma vez, fui para o colégio usando uma camiseta branca e lisa, e enquanto estava no recreio ouvi um recado ecoar pelo refeitório, vindo do auto-falante: "Lalisa Manoban, o diretor pede que não venha novamente sem blusa para o colégio".
 
Esse foi o primeiro dos trotes vindos dela.
 
Odiava quando ela falava que eu era uma inovação da natureza, que parecia um bicho de goiaba com olhos verdes.
 
- Creio que sim. – Respondi na mesma altura. – Por quê?
 
- Não tenho uma cópia da sua chave!
 
- Ligue para Irene, peça a chave de volta e marque algum lugar para que ela te entregue.
 
- Matarei ela se tiver que olhar em sua cara de songa monga...– Rosnou, rancorosa.
 
Gargalhei alto com aquela ameaça. Rosé se roía de ódio da minha ex. Ela não aceitava o fato dela ter me traído. Acho que minha amiga guardava mais rancor de Irene, do que eu, que fui traída, guardava.
 
Permaneci sentada na sala, Rosé saiu e fechou a porta. Meus olhos foram à um encontro direto com o celular preto em cima da mesa de centro. Fazia tempo que não tinha coragem de pega-lo. Nele haviam mensagens, fotos, vídeos, momentos eternizados de um ano inteiro de relação. Não queria encarar aqueles fatos, se existisse um momento certo para fazer aquilo, eu estava aguardando pacientemente sua chegada.
 
Deitei meu corpo sobre o sofá, estiquei as pernas, coloquei o livro fechado sobre meu peito e fiquei olhando para o teto. Minha vista começou a pesar toneladas, a ardência dominou minhas retinas cansadas, cada piscar de olhos era um sonho que eu tinha. Precisava dormir, mas não conseguia. Cochilava e acordava assustada. O peso nos olhos ficou impossível conter, tampei o rosto com uma almofada e deixei que sono vencesse aquela batalha.
 
Bêbada demais para escrever, triste demais para não pensar. A caneta estava escorregando de minha mão, o guardanapo estava todo riscado; minha vista estava turva, meu rosto formigando, mas a inspiração gritava palavras e mais palavras em minha mente.
 
- Posso lhe fazer companhia, senhorita? – Indagou-me uma voz macia, só vi as mãos se apoiando sobre a mesa onde eu estava.
 
Deixando de olhar o guardanapo, ergui meus olhos para fita-la e perdi o fôlego por instantes. A mulher de pele negra, cabelos cacheados e sorriso capaz de devastar qualquer estrutura, parecia uma escultura esculpida a mão por algum deus, talvez Afrodite em uma tentativa de esculpir a si mesma. Seu corpo bem definido, acompanhado de belas curvas, era coberto por um vestido de cetim azul, bem justo em sua cintura e bem curto nas pernas. Que bela mulher, eu pensei. Adoraria sua companhia.
 
- Oh, claro! – Concordei sorrindo, e tornei a sentar-me como uma dama, plumando meu corpo que estava estirado na cadeira.
 
- O que faz sozinha num bar tão movimentado? – Questionou-me sem tirar os olhos de mim, fitando diretamente meus lábios.

 

- Sabe que não sei?! – Tornei a rir. Suas feições tão perfeitas me chamavam atenção.
 
- Oras, mas como não sabes?! – A tal mulher sorriu exuberante.
 
- Eu costumo fazer isso de vir para bares, encher a cara e aproveitar-me da embriagues para escrever. – Confessei, fitando-a na mesma intensidade que me olhava.
 
- Você escreve? – Indagou, interessada.
 
- Eu tento.
 
- Eu me chamo Normani. – Apresentou-se estendendo-me sua mão. – Normani Kordei.
 
- Lalisa Manoban. – Apertamos as mãos, trocando faíscas de olhares desejosos.
 
Algo pontiagudo cutucou minha barriga, despertando-me. Eu me remexi no sofá e o incomodo passou. Logo depois, mais cutucadas.
 
- Bela adormecida, acorde! – Disse a voz que mais parecia de Normani.
 
Retirei a almofada do rosto e lá estava ela, tendo sua silhueta iluminada pelo sol que vinha da janela.
 
- Estava sonhando com você. – Comentei bocejando, espreguiçando.
 
- E eu posso saber o que sonhou? – A mulher sentou ao meu lado, aproveitei para descansar minha cabeça em suas coxas torneadas e macias, cobertas pelo jeans de sua calça.
 
- Com o dia que nos conhecemos. – Olhei ela de baixo, admirando aquelas feições tão bem desenhadas de seu rosto angular. Eu tinha um dom de atrair amigas belas para minha vida.
 
Ao me ouvir, ela sorriu enquanto acariciava meus cabelos.
 
- Quero te fazer uma pergunta. – Disse ela.
 
Me sentei no sofá e a encarei. Meu corpo inteiro estremeceu ao relembrar que ela poderia estar com o veredito em mãos.
 
- F-faça – Gaguejei, iniciando uma crise nervosa que fez meu coração tropeçar em batimentos apressados e fez minhas mãos começarem a suar.
 
Ela ameaçou exibir um sorriso em seus lábios carnudos. Mas foi só uma ameaça.
 
- Como se sente em ter ido dormir como uma mortal e acordado como a mais nova escritora de Nova York?
 
Point of view Jennie
 
- Nos vemos amanhã! – Afirmou Lalisa, assim que chegou bem perto da porta. Ela sorriu para mim e acenou. – Tchau, Jennie!
 
Eu sorri de volta e acenei também. Ela se foi.
 
Naquela noite, ela havia aparecido mais cedo, chegando pouco antes da meia noite; estava ansiosa, risonha e falava sem parar. Sua presença era bastante agradável, apesar de me deixar cada vez mais curiosa. Lalisa despertava coisas diferentes em mim, tipo quando me olhava nos olhos. Seu olhar não era tão simples como os dos outros, a coloração deles também não era corriqueira. Irreverente, de coloração imponente, o tipo que faz você sentir pequeno, diante a imensidão da íris. Seu sorriso era como um feito grandioso, pois era uma moça muito séria. Conversar com ela me deixava nervosa, inconstante e sem saber o que falar. Bastava ela surgir na noite e sentar-se de frente para mim, para que as palavras sumissem de meus lábios.
 
Fechei o caixa, coloquei as cadeiras para cima das mesas e tranquei o bar. Hora de ir para casa. O caminho seria longo, morava a quatro quarteirões de distância, mas a vizinhança era tranquila.
 
Pelo caminho, eu pude sentir os primeiros raios de sol aquecerem meu corpo, que estava gélido pelo ar frio que a noite provocava. Aquele bar nem precisava de climatizador, afinal, já portava o clima antártico próprio.
 
O céu estava bastante bonito naquela manhã, não havia uma nuvem sequer; algumas aves voavam livres pelo azul infinito; a brisa leve movimentava as folhas esverdeadas das árvores e o som da vizinhança era acalentador. Os vizinhos se cumprimentavam, um garotinho passava de bicicleta entregando os jornais, o carteiro andava calmamente pela calçada com sua bolsa pendurada no ombro. Tudo sempre seguia aquela mesma rotina.
 
-  Joh-eun achim eomma! Joh-eun achim appa! – Cumprimentei meus pais, que estavam sentados à mesa tomando café. Eu havia acabado de chegar a casa.
 
- Joh-eun achim-iya nae ttal – A voz de meu pai soou como de costume, deprimida. (usei o translate, se tiver errado, sorry kkk)
 
Ele detestava me ver chegando aquele horário, detestava me ver tão cansada e sonolenta. Dizia que eu estava me anulando, que pagaria minha faculdade sem pestanejar, mas eu batia o pé, dizia que não precisava. Eu queria ser grande, ser adulta e se precisasse sofrer um pouco para conseguir isso, que assim fosse.
 
- Como foi o trabalho? – Minha doce mãe perguntou.
 
- Ah, o de sempre. Velhos bêbados, solidão, filmes ruins passando na TV e a mesma companhia para o café. – Sorri ao falar de Lalisa
 
- A garota depressiva ainda te faz companhia? – Meu pai riu. – Isso é bom!
 
Me alegrava vê-lo sorrindo. Meu pai era um homem de quase cinquenta anos, alto e robusto, cabelos grisalhos e expressão séria. Desde de nossa vinda para a cidade de Nova York, o senhor Alejandro Kim se desdobrava em mil para sustentar a família; dava aula de matemática em três colégios diferentes e ainda era tutor particular por alguns finais de semana. Minha mãe, Sinu, cuidava da casa, nas horas vagas, fazia pinturas a óleo e tricoteava. Estava sempre alegre, cantarolando canções do Elvis. E ainda tínhamos a pequena Sofia. Uma criança de seis anos com a astúcia de um adulto; batia pouco a baixo de minha cintura, mas se achava gigante. Ela era alegria daquela casa. Aos meus olhos, nossa família era feliz.
 
- Sente-se, filha. Tome café conosco. – Disse meu pai, puxando a cadeira vazio ao seu lado.
 
- Estou cansada... – Falei bocejando. – Vou me deitar um pouco.
 
Subi para o meu quarto e me joguei na cama.
 
- JenJen, tem carta para você! – Sofia, minha pequena irmãzinha entrou gritando.
 
Odiava quando ela me chamava daquele jeito.
 
Após saltar em cima de mim, ela esfregou um envelope no meu nariz. Eu não estava dormindo, mas estava exausta. As madrugadas naquele bar ficavam cada vez mais exaustivas.
 
- Vamos, abra! – A pequena insistiu, estava eufórica.
 
- Depois eu abro. – Resmunguei.
 
Meus ossos estavam doloridos e minha cabeça latejava; a única coisa boa que ocupava minha mente do desgaste total das noites era a presença de Lalisa, que fazia as horas passarem de pressa.
 
- Se eu fosse você, eu abriria. - A voz de minha mãe se fez presente no quarto.
 
Abri rapidamente os olhos e segui o som da sua voz. Encostada ao batente da porta, estava minha mãe, penteando seus cabelos tingidos de preto. O tempo podia passar quanto fosse, pois, sua aparência permanecia a mesma. Não envelhecera nem uma ruga sequer, os finos traços que eu havia puxado, permaneciam idênticos e belos. Os olhos castanho-claros, cobertos pelos óculos de armação fina me analisavam e seus lábios me sorriam.
 
- Vamos! Vamos! Abra! – Sofia saltitava na cama.
 
Peguei o envelope e para meu maior susto, o emblema da universidade de Harvard estava carimbado no papel branco. Me sentei na cama exasperada, rasguei o envelope de qualquer jeito e com as mãos trêmulas, retirei de dentro a folha que daria o veredito ao meu futuro. Linha por linha, fui lendo atentamente cada palavra. Um silêncio torturante dominou o quarto.
 
- Então, o que diz? – Perguntou minha mãe, ansiosa e temerosa.
 
Pousei minhas mãos sobre as coxas, derrotada, sem forças até mesmo para respirar. Não acreditava no que tinha lido.
 
- Jennie... – Dona Sinu se desencostou da porta e deu um passo à frente. – O que diz no papel?
 
Fitei a mulher que me olhava com temor. Quis rir, mas não queria estragar o momento.
 
- Mama, eu não sei como dizer isso... – Mordi os lábios tentando conter a vontade de gargalhar. – Eu juro que não sei como dizer que... CONSEGUI A BOLSA INTEGRAL! – Berrei as últimas frases, derramando algumas lágrimas de emoção.
 
A alegria e o orgulho saltaram pelo sorriso de minha mãe, que correu em minha direção e me abraçou.

Notas Finais


Hellooo
Avisando que segunda irei viajar, e como voltarei somente em fevereiro a fic vai ficar sem atualizar ;-; tinha me esquecido da viagem completamente
enfim vejo vcs amn
durmam bem <3


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