História The last goodbye (2 temporada de Seu Olhar) - Capítulo 7


Escrita por:

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camren
Visualizações 271
Palavras 2.206
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores.

Perdão pela demora em atualizar.

Como sempre perdão pelos erros, não revisei.

Vejo voces nas notas finais.

Capítulo 7 - Você é o que eu mais amo


Fanfic / Fanfiction The last goodbye (2 temporada de Seu Olhar) - Capítulo 7 - Você é o que eu mais amo

3 meses depois- Aeroporto de Seattle

 

POV-Camila

O tempo não para de correr muito mais depressa do que os ponteiros marcam no relógio, para meu total desespero, pois eu não consegui evoluir muito o caso do Thomas e isso está tirando literalmente meu sono. Tudo que eu e minha pequena equipe conseguimos foi meditas paliativas, mas nada em definitivo para a retirada dos micros tumores. E se não bastasse tudo isso, ainda tenho que lidar com a Lauren com aquele cara, eu já imaginava que não iria reconquistá-la facilmente, mas eu não esperava que ela fosse permanecer com ele, após tudo que aconteceu no hospital, mas pelo o jeito eu me enganei. Deixo esse pensamento de lado e me concentro em olhar para as pessoas no portão de desembarque, pois hoje eu iria buscar uma médica que veio da França me ajudar com as pesquisas para o caso do Tom. Eu realmente estava precisando de uma ajuda extra, pois tempo é o que eu menos tenho. Depois de quase uma hora de espera, eu finalmente avistei a doutora Martha Hunt, ela acenou pra mim e eu fui até o seu encontro.

Eu: boa tarde Martha. Como foi a viagem?

Martha: Oi Mila. Foi boa apesar dos atrasos. E você como está?

Eu: passando por um momento bem difícil, tanto profissionalmente como pessoalmente.

Martha: eu posso imaginar. Na verdade, eu fiquei bem surpresa com a sua licença de Marselha e sua vinda pra cá. Mas fique tranquila, eu farei de tudo para te ajudar com o caso deste menino.

Eu: nem sei como te agradecer por vir de Paris até aqui para me ajudar. Eu vou ficar te devendo pra vida inteira.

Martha: para de bobagens, além do carinho que tenho por você, você salvou a vida do meu pai, isto era o mínimo que poderia fazer por você.

Eu assenti e agradeci novamente indo pegar as malas dela. Martha ficaria hospedada na minha casa, pois eu já mais permitiria que ela ficasse em um hotel, já que está aqui apenas para me fazer um favor desta natureza.

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3 dias depois- Madrugada Hospital Jauregui

Estava na sala de pesquisas, lendo inúmeros artigos sobre o caso do Thomas, quando meu bipe foi acionado com código 199 (que é parada cardíaca) vindo do quarto do Tom. Pela primeira vez desde que me tornei médica, eu senti um pavor tão grande percorrer todo o meu corpo. Corri para o quarto dele, e ao chegar lá vi Michel completamente assustado e a equipe de plantão iniciando a massagem cardíaca.

Eu: quanto tempo?

Enfermeira: 60 segundos.

Tomei a frente e passei a fazer a massagem.

Mike: ele estava bem, estava dormindo tranquilamente. O que está acontecendo Camila?

Eu: Mike, por favor me espere na sala ao lado.

Mike: mas...

Eu: por favor!!!

Ele então saiu.

Eu: carregar o desfibrilador em 150 amp.

Dei o primeiro choque em seu peito e ele voltou. E o que eu tanto temia estava acontecendo diante dos meus olhos. Eu teria que o colocar em coma e entubá-lo para ganhar um mínimo de mais 2 semanas, e então seria tudo o nada. Não havia mais o que fazer se não a extração dos tumores.

Eu: preparem o paciente para ser encaminhado para sala de microcirurgias, após o procedimento ele será transferido para UTI pediátrica, então já deixem tudo preparado por favor.

Depois disso eles saíram eu me aproximei do meu menino, me sentei em sua cama e o peguei no colo. Ele estava sedado. Tão pequeno e tão frágil. Senti uma onda de medo me invadir e toda a tensão que eu vinha sentindo nos últimos meses vieram em forma de lagrimas que eu não conseguia mais segurar. Oh meu Deus me ajuda, eu não posso perder o meu filho, me ajuda!!!

[...]

Depois de realizar todo o procedimento e transferi-lo para a UTI eu fui até o vestiário dos residentes tomar um banho e tentar colocar a minha cabeça no lugar. Após tomar banho e me trocar eu finalmente fui encarar a sala de espera que a essa altura era onde estavam me aguardando. Assim que as portas do elevador se abriram eu vi Lauren, Clara, Mike, minha mãe, Lucy, Vero, Mer, Keana e Ariana me aguardando. Já próxima a eles Lauren se levantou.

Lauren: Camila o que aconteceu?

Eu olhei naquele mar verde dos seus olhos e por um instante eu não era mais a doutora Cabello e ela não era mais a minha ex. Naquele momento ela era a minha Lo e eu era apenas a sua Camz. Sem pensar duas vezes eu abracei apertado, tão apertado que eu podia sentir seus batimentos contra o meu peito, deitei minha cabeça em seu ombro e sem me importar eu chorei, chorei tudo que não chorava há anos. Eu sabia que todos nos olhavam e eu não podia me importar menos. Ficamos assim por um tempo até ela me soltar e me encarar com os olhos agora vermelhos pelo choro recente. Eu então pedi licença a todos e fui com ela em direção a UTI pediátrica, ambas em silencio. Assim que chegamos em frente a sala ela pode vê-lo através do vidro. E foi ai que ela chorou mais enquanto segurava a minha mão.

Lauren: o qu-e acont-eceu com o meu be-be? Meu Deus Camz!

Eu: ele teve uma parada e eu não tive como fazer outra coisa a não ser colocá-lo em coma e entubá-lo. Eu... sinto muito Lo.

Lauren: mas ele vai ficar bem né? Só me diz isso.

Eu: eu vou ser bem sincera, okay?

Ela assentiu.

Eu: a situação chegou em um ponto que eu não terei mais como adiar. Nós só temos no máximo mais duas semanas para fazer a cirurgia dele. A pressão dos tumores está afetando os outros sistemas e sem a cirurgia ele não vai sobreviver. A grande questão é que eu ainda não sei como realizar está cirurgia de uma forma que ao retirar um tumor os outros não estourem.

Ela nada disse, só me abraçou e repousou a cabeça na curva do meu pescoço. Eu senti todo o seu desespero pois esse também é o meu. Eu falei bem baixinho em seu ouvido.

- Eu sei o que você sente Lauren. Ele também é meu filho.

Lauren: então não desiste dele Camz. Por tudo que você mais ama. Salva o nosso bebê.

Eu: você!

Lauren: o que?

Eu: o que eu mais é você. E nossos garotos é claro. Eu darei a minha vida se preciso para salva-lo, pode acreditar nisso.

Lauren: eu... você.... nós. Eu não sei o que dizer.

Eu: não precisa dizer nada! Você quer entrar lá dentro?

Lauren: quero muito, por favor.

Eu então vesti nela a roupa especial para entrar na UTI e em seguida ela entrou e se sentou na cadeira ao lado da cama. Eu observei os dois por um tempo e depois sai em direção a sala de espera. Todos ainda aguardavam por lá. Eu então expliquei por cima o ocorrido e depois pedi que eles fossem descansar, pois o Tommy não poderia receber visitas tão cedo e mesmo Lauren só tinha autorização para permanecer ali por cerca de 1 hora por dia a contar de hoje. Eu aproveitei que Mike estava voltando pra casa, já que ele tinha passado praticamente a noite em claro e resolvi ir com ele ver o Ben, já que tinha uns dias que eu não via o meu bebê. Assim que chegamos no apartamento deles eu vi Ben brincando todo serelepe com babá e quando ele notou a minha presença ele largou os brinquedos e veio correndo em minha direção. O peguei no colo e abracei bem apertado sentindo aquele cheirinho de bebê me acalmar.

Ben: xoudade mama.

Eu: eu também meu amor.

Ben: vomo blincar?

Eu: vamos sim meu sapeca.

Fizemos aquela farra até ele se cansar e dormir nos meus braços enquanto brincávamos de trenzinho. Eu então o levei pro quarto que ele ficava aqui na casa dos meus ex sogros. O deitei com cuidado na cama e aproveitei para ligar no hospital. Fui informada que Martha estava de plantão até o final do dia cuidando de alguns casos. Pedi então para falar com ela. No terceiro toque ela atendeu.

Martha: oi Mila, como você está? Fiquei sabendo da parada do Thomas, que loucura o quadro parecia tão estável.

Eu: pois é. Foi um tremendo susto, e eu te liguei justamente pra falar sobre isso. Eu fiquei quase 48 horas de plantão e estou muito cansada. Mas eu só confio em você pra ficar de olho nele pra mim. Você pode fazer isso? Como estão as coisas ai?

Martha: Eu só estou revendo uns exames que eu pedi daquele senhor que veio da França pra continuar o tratamento aqui. Mas, pode ficar tranquila eu ficarei de olho no Thomas. Tente descansar, pois á partir de agora nós não teremos muito tempo pra isso.

Eu: nem sei como te agradecer Ma. Muito obrigada e qualquer coisa, e quando eu digo qualquer coisa é qualquer coisa mesmo, me ligue que eu volto correndo para ai. No final do dia eu rendo.

Martha: imagina e nada que um bom jantar não pague. Agora vai descansar.

Eu: obrigada e pode ter certeza de quando as coisas melhorarem eu te levo para um excelente jantar. Beijos.

Desliguei e aproveitei para deitar com o Ben, tirei o sapato e deitei do lado esquerdo da cama e o trouxe pro meu colo. Estar perto dele me trazia a paz que eu tanto precisava no momento. Eu fazia um carinho em seus cabelos e já estava quase dormindo quando vejo Lauren entrar no quarto. Ela nos encarou por uns segundos, depois foi até o closet e de lá voltou vestindo um pijama extremamente curto e eu nesta hora eu nem pude disfarçar o meu fascínio ao vê-la daquela maneira. A filha da mãe sabe o quanto mexe comigo e ainda veste aquele pijama minúsculo, porra eu não sou de ferro. Ela então se deitou do outro lado da cama, passou a mão por cima de Ben e de mim e nos puxou pra mais perto. Internamente eu sorri.

Eu: desculpe vir pra cá sem te pedir. Mas eu precisava ficar um pouco com o Ben, estava morrendo de saudades dele e só ele poderia trazer um pouco de paz para o meu dia.

Lauren: você não precisa pedir autorização para ver o seu filho.

Nesta hora eu quase tive um pequeno infarto. Ela falando que eles eram meus filhos me derretia toda e me dava uma certa esperança de que no final ela ainda voltaria pra mim.

Eu: nós ainda precisamos conversar sobre isso né? Afinal de contas você tem um namorado e ele tem direito de não gostar desta situação.

Lauren: eu tinha namorado Camila. Nós terminamos ontem à noite, quando eu fui visita-lo no hotel e eu o peguei com a secretária.

Quando ela disse isso eu podia sentir meu coração acelerar muito. Mas tentei não demonstrar todo o meu contentamento.

Eu: sinto muito Lo.

Lauren: sente mesmo?

Eu: não sinto pelo seu término, não serei hipócrita, mas sinto por você ter passado por isso.

Lauren: aconteceu da maneira que tinha que acontecer. Eu si quer consegui sentir raiva ou magoa. Na verdade, eu senti um certo alivio, pois a situação já estava muito ruim e eu não tinha coragem de por um ponto final, nos últimos meses a minha atenção foram 100% do Thomas e eu não tinha mesmo condições emocionais de manter aquele relacionamento. Mas o que eu quero que você saiba é que mesmo estando com ele, eu jamais iria permitir que ele intervisse na sua convivência com os meninos. Eles se apaixonaram por você e te amam da mesma maneira que eles me amam, então não há o que fazer neste caso, acho que no final eu só posso agradecer por também ama-los na mesma forma. Eu hoje eu só pude confirmar isso ainda mais.

Eu: obrigada Lauren.

Lauren: pelo o que?

Eu: por mesmo que indiretamente ter me dado eles. Eu realmente sou apaixonada pelos dois e quando isso tudo acabar eu gostaria de adotá-los oficialmente. Eu quero que eles tenham o meu sobrenome.

Lauren: vamos conversar melhor sobre isso depois da cirurgia do Thomas. Isto é algo bem sério e nós precisamos ver isso com calma, okay?

Eu: claro você tem toda a razão.

Lauren: agora cala a boca, e me faz um cafuné também que eu também quero dormir um pouco.

Eu dei um leve sorriso pra ela, mas por dentro eu me sentia muito feliz com essa proximidade. Eu então coloquei o Ben na frente dela e abracei o dois com um braço e com a mão livre eu fazia um carinho no cabelo dela. Acho que após 10 anos essa a primeira vez que eu me sentia realmente viva, a única coisa que faltava para deixar esse momento perfeito era ter o nosso Thomas aqui, mas eu tenho fé que logo logo ele estará aqui conosco e eu finalmente poderei lutar para ter novamente amor em minha vida. Vida essa que agora tinha três nomes, gravados no mais fundo do meu coração:

Lauren, Thomas e Benjamin. 


Notas Finais


E ai me digam o que acharam? Personagem nova na área ehin. Vou tentar voltar mais rapido.

Bjosssss


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