História The last love - Capítulo 18


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Categorias Álvaro Morata, Cristiano Ronaldo, Douglas Costa, Francisco "Isco" Suárez, Marcelo Vieira, Marco Asensio, Paulo Dybala
Personagens Marco Asensio, Paulo Dybala, Personagens Originais
Tags Futebol!, Marco Asensio, Paulo Dybala
Visualizações 469
Palavras 1.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A pedidos!!!

Boa leitura!

Capítulo 18 - Dieciocho


Fanfic / Fanfiction The last love - Capítulo 18 - Dieciocho

Hospital Sanitas, Madri. 

Marco Asensio 

Já tinha algumas horas que eu e Toni estávamos aqui e eu já não aguentava mais tanto tempo sem notícias. Eu já tinha tomado café, andado pelo jardim do hospital, mexido no meu Instagram umas 500 vezes e nada. Isco também estava aqui desde mais cedo, no momento ele estava na cantina comendo algo. 

-Toni - Chamei atenção do alemão que estava ao meu lado e assistia qualquer coisa que passava na tv daquela maldita recepção. - Eu não aguento mais. Preciso saber como a Malu está. - Eu falei quando ele me olhou. 

-Calma, Marco. Eles já devem vir dar alguma notícia. Só mais um pouco cara. - Ele falou 

-O que se passa? - Isco perguntou voltando e oferendo um copo de café para nós. 

-Marco está impaciente. - Toni falou 

-Calma, picha. Sei que não é a melhor coisa para te dizer, mas você precisa estar calmo. - Ele falou e com Toni concordando. 

-Vocês estão certos. - Me dei por vencido. 

Minutos depois vi o médico que atendeu Malu primeiro caminhando até nós, me fazendo levantar prontamente. 

-Os exames acabaram tem uma meia hora. Demorei um pouco porque ela foi transferida para um quarto. - Ele começou e eu acabei relaxando os ombros, ela estava viva. 

-O que ela tem, doutor? - Toni falou 

-Bem, os exames não tiveram seus resultados ainda, mas a princípio ela está com uma úlcera gástrica. Que é uma ferida que se forma no tecido que reveste o estômago, geralmente não é algo tão perigoso, porque quase sempre é por alteração de ph. No caso da paciente, foi causado por uma bactéria que enfraqueceu o tecido e provavelmente acentuado com estresse, o que abaixa a imunidade. 

-E qual é o tratamento? - Eu perguntei 

m- Inicialmente com remédios que diminuem a acidez do estômago, que devem ser tomados regulamente e por um bom tempo. No caso dela, também haverá um antibiótico para a bactéria, que já foi ingerido. Além disso, a alimentação é bem importante e bem regrada.  - Ele finalizou e eu assenti. 

-Podemos vê- la? - Eu perguntei 

-Como ela está sedada, pelos exames, um por vez. Quando ela acordar, eu permito que vocês entrem juntos. - Ele apontou para Toni e Isco. 

-Vai lá, Marco. - Isco falou e eu assenti. 

Caminhei ao lado do doutor e ele indicou o quarto. Entrei devagar e vi Malu de olhos fechados com uma aparecia de extremo cansaço, tinha um soro injetado em sua mão direita.  Caminhei até a cama e deixei um beijo em sua testa a vi abrir os olhos lentamente. 

-Amor. - Ela falou baixinho 

-Oi, meu amor. - Eu falei olhando para ela. - Voce me deu um baita susto. - Eu falei e Nós rimos, mas ela fez cara de dor. - Está sentindo algo? - Eu falei preocupado 

-Só a mesma dor no estômago e um cansaço absurdo. - Ela falou engraçada. - Senta aqui. - Ela me deu um espaço e eu sentei na cama. 

Expliquei o que o médico havia falado e ela assentiu, ficando um pouco assustada. Mas eu logo mudei de assunto e tentando fazer ela sorrir. 

Ouvimos batidas na porta e eu falei “ entra”. Era Toni e Isco, fazendo Malu sorri na hora. 

-Ei, sua doida. - Isco foi o primeiro, nos fazendo rir. 

-Como você está, Maluzinha? - Toni falou 

-Bem melhor, ainda mais com a presença de vocês. - Ela falou me arrancando um sorriso e me levando a dar um selinho nela. 

Toni e Isco logo começaram a falar diversas coisas e como sempre bobagens que nos faziam rir muito. Acabamos tirando uma foto para mandar no grupo do time dizendo que estava tudo bem. 

-Marco quase surtou um milhão de vezes nesse hospital. - Isco falou rindo 

-Eu estava vendo a hora que iam levar ele para ala psiquiátrica. - Toni gargalhou - Coitada da recepcionista. - Toni concluiu 

-Marco, você fez isso? - Malu me repreendeu 

-Eu estava nervoso, amor. Fiquei com medo de perder você. - Eu falei na tentativa de amenizar o esporro. 

-Fofo. - Ela falou sorrindo e Isco fez ânsia. - Inveja? 

-Antes de você chegar, o Marco era só meu. - Isco falou afetado nos fazendo rir 

-Fazer o que se você não tem o meu talento. - Malu respondeu fazendo Toni fazer “hmm” e nós todos rimos. 

Ficamos ali mais algum tempo e quando a enfermeira entrou para dar o remédio de Malu e trocar o soro, depois de dar em cima do Isco, ela disse que eles tinham que ir embora. Eles se despediram com a promessa de voltar amanhã fazendo Malu ficar feliz. 

-Falou com eles? - Eu perguntei voltando para o quarto. Eu fui falar com a enfermeira enquanto Malu ligava para os pais para contar do ocorrido. Vi minha namorada assentir e eu sorri. 
Vem cá. - Ela falou e eu me ajeitei ao seu lado na cama. -

-Obrigada por estar aqui. - Malu falou e eu Beijei sua testa. 

-Sempre vou estar. - Eu falei e ela se aconchegou em meu peito. Assim como Malu, eu estava morto de cansaço, não demorando nem 10 minutos para dormir mesmo estando no hospital. 

(...) 

 

Malu Mantelli 

Eu entrava para mais uma bateria de exames agora de manhã, mas o médico disse que talvez eu pudesse ter alta hoje à tarde.

Depois de eu muito insistir, Marco foi para o treino, mesmo tendo ganhado do Florentino folga. Eu sabia o quanto Marco odiava hospitais, ele já havia me contado de quando sua mãe esteve doente. Além de que teria que ficar praticamente a manhã toda sozinho no quarto, já que eu faria um monte de exames. 

Eu tinha voltado para o quarto há uns 10 minutos e estava um pouco cansada, tentei cochilar antes do Marco chegar mas não consegui, porque a enfermeira acabou me atrapalhando. Ouvi meu celular tocar e estendi o braço atendendo sem olhar quem era. 

-Alo? 

-É seu amor. - Eu ouvi aquela voz e me sorri automaticamente 

-Paulinho! - Eu falei e ouvi sua risada. 

-Como você está? Melhor? Ainda no hospital? - Ele me encheu de perguntas e eu ri 

-Estou melhor sim, ainda estou aqui. Infelizmente. - Eu falei - Peraí, como você sabe? 

-Marco me avisou ontem. - Sorri involuntariamente. Marco cada dia que passava me surpreendia mais. - Eu só pude ligar hoje, ontem teve jogo e viajamos depois dele. 

-Eu sei que sim. Saudade de vocês. - Eu falei e ouvi ele falar algo e depois entendi um “Para”. 

-É o Douglas, ele quer falar. 

-Oi, Maluzinha, meu amor. Você está melhor? Soube que anda me traindo com aquele espanhol. Eu ainda quero minha parte na herança. - Nós rimos

-To bem sim, Douglinhas. Saudades! - Falei manhosa e ouvi alguém batendo na porta e vi Marco entrando sorrindo. 

-Nós também. - Era Paulo de novo. - Preciso desligar, Malu. Amo você.

-Também amo vocês. Beijos 

Desliguei e Marco sentou ao meu lado na cama. 

-Pronta para ir para casa? - Ele perguntou selando meus lábios. 

-Nasci pronta - Nós rimos. 

-Encontrei o médico no corredor e ele disse que já já vem assinar sua alta. - Eu assenti e ele começou a falar sobre diversos assuntos aleatórios me distraindo. 

O doutor Herman acabou assinando minha alta e ressaltando todos os meus cuidados, principalmente na alimentação.

-Eu estava pensando de você ficar uns dias lá em casa. - Marco falou enquanto estávamos parados num sinal. Assenti com a cabeça e o vi me olhar um pouco surpreso, acabei rindo.

Eu realmente precisava de cuidados e Marco me mimaria bastante, o que eu adoraria. 

-Preciso mesmo dos seus cuidados. - Eu falei e ele apertou minha coxa. 

-Mas você não pode fazer esforço por um tempo, então esse tipo de cuidado nós aguardaremos. - Fiz biquinho e ele riu - Quando você melhorar vai pedir para parar. - Marco falou  

- Duvido. - Falei provocativa e então apertamos nossas mãos em sinal de aposta, rindo logo em seguida. 

 


Notas Finais


Espero que gostem!


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