História The last love - Capítulo 40


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Categorias Álvaro Morata, Cristiano Ronaldo, Douglas Costa, Francisco "Isco" Suárez, Marcelo Vieira, Marco Asensio, Paulo Dybala
Personagens Marco Asensio, Paulo Dybala, Personagens Originais
Tags Futebol!, Marco Asensio, Paulo Dybala
Visualizações 992
Palavras 1.586
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey hey hey, meus amores!!! Como vocês estão???
Marco Asensio está jogando o fino da bola, hein! Hahaha

Boa leitura & nos vemos nas notas finais!!!

Capítulo 40 - Cuarenta


Fanfic / Fanfiction The last love - Capítulo 40 - Cuarenta

Malu Mantelli 

 

Hoje foi o último dia nos Estados Unidos, finalizado com um jogo maravilhoso com vitória do real e gol de Marco. Aliás, ele havia marcado nos dois últimos jogos e me dedicado todos e, para Helena também. Eu estava amando essa nova fase do Marco como pai. Como era o último dia aqui, resolvemos que iríamos em um pub com um estilo mais para balada, seria algo para comemorar mesmo já que a comissão técnica não liberou até tarde e a maior parte dos jogadores são comprometidos. 

Eu e Marco iríamos um pouco, mesmo que ele estivesse muito cansado por conta do jogo, para curtir um pouco antes de Helena mudar drasticamente nossas vidas. Nós estávamos bem, de fato. Confesso que eu tinha me sentido um pouco insegura, acredito que seja pelo contexto de tudo que estamos vivendo. Eu amava muito Marco e não duvidava disso, mas o tempo em que estávamos juntos não era muito grande e isso me trazia uma certa preocupação, principalmente relacionado a gravidez. Embora eu seja totalmente independente dele e com totais condições de me manter sozinha, mesmo com o bebê, eu não me referia a isso. Eu era completamente apaixonada naquele espanhol maravilhoso. 

Clarice me disse ontem na ligação que os hormônios que Helena vem causando em mim, estão me deixando engraçada e que se fosse a Malu de antes, destemida como eu era, nada disso aconteceria. De fato, ela estava certa. 

 

— Vamos logo, Marco. — Isco gritou deitado na cama do quarto de hotel. 

Marco vestia sua roupa e eu terminava minha maquiagem. 

 

— Você é um pé no saco, Francisco. — Marco disse bufando me arrancando uma gargalhada. Pareciam duas crianças.

 

— E você, Maria Luiza, anda logo com isso aí. — Isco perturbou e eu ri. 

 

— Já acabei, apressadinho. — Dei língua. 

Tinha escolhido uma roupa um pouco justa, que deixava minha barriga bem evidente, na verdade, foi a única que combinava com uma balada que eu trouxe. 

Peguei minhas coisas e deixamos o quarto, em direção ao saguão do hotel, ponto de encontro. 

A maioria dos meninos já estavam ali e a fotografa também estava, me fazendo revirar os olhos e Isco rir. Quem tinha convidado essa interesseira ia se ver comigo. 

 

— Está maravilhosa. — Marco disse me olhando e deixando um selinho em meus lábios. 

 

— Casal maravilha, eu quem ajudei a juntar! — Vasquez se gabou. 

 

— Sua cara. — Isco se intrometeu. — Eu fiz a maior parte do trabalho. — Marco revirou os olhos. 

 

— A maior parte do trabalho, me poupe, né. — Marco imitou a voz de Francisco arrancando risadas de todos. 

 

Todos já haviam chegado e então seguimos para o local da tal balada, que era perto do hotel, o que facilitava tudo para nós. 

 

O som alto surgiu em meus ouvidos e as luzes brilharam, me fazendo dar um sorriso. Nunca fui muito de curtir balada, mas era um bom lugar para distração, musica para dançar, bebida para quem gosta e gente nova para conhecer. 

 

Eles reservaram um camarote que era suspenso em relação às demais partes do local, nos fazendo subir uma escada e ter uma vista legal da pista e do local onde estava o DJ. 

Subi até o local com Marco, que apoiava sua mão em minhas costas, e Isco, que falava sem parar. 

Os meninos se enturmaram facilmente com o local e já dançavam e bebiam animadamente enquanto os solteiros iam à caça procurando pela pista. 

Eu, Marco, Vasquez, Ramos e Nacho conversávamos sobre assuntos aleatorios e curtíamos a música que tocava. 

 

— Preparados para mudarem drasticamente de rotina? — Vasquez brincou e Nós rimos. 

 

— Sinceramente, não vejo a hora. — Marco falou sorrindo e me abraçou por trás, me fazendo sorrir também. — Estou completamente ansioso para ver minha filha. — Disse completamente babão. 

 

— Esse gajo é um homao da porra! — Ramos brincou arrancando risadas. 

 

Isco surgiu gritando e eu ficava inacreditada de como ele era fraco para bebidas. 

 

— Vem dançar comigo, Malu. — Ele me puxou e eu ia negar. — Nem pense em negar algo para o padrinho de sua filha! 

 

Francisco começou a se mexer desajeitadamente me fazendo rir enquanto falava coisas aleatórias e dizia que tava com saudades da Sara. 

 

— Marco tá morto de ciúmes, olha lá. — Debochou e olhamos para onde o mesmo nos encarava. Rimos nos olhando e Marco ficou com cara de interrogação. 

 

— Aquela mulher ali tem seu estilo. — Mostrei uma moça bonita que conversava com algumas pessoas na parte debaixo do local. 

 

— Bonita. — Estreitou os olhos. — Acho que me apaixonei. — Fez um gesto dramático com a mão na altura do coração e eu gargalhei.

 

— Deixa de ser ridículo, Francisco. — Ri alto. 

Continuamos dançando enquanto ele falava que preferia as espanholas do que as mulheres desse lugar “sem graça” aos olhos dele. Eu só gargalhava, Isco era uma excelente companhia.

Vi uma movimentação suspeita perto do Marco e dos meninos realizada pela fotógrafa destruidora de lares. 

 

— Foi ótimo dançar com você mas preciso voltar ao meu posto, tem uma destruidora de lares quase agarrando meu namorado. — Disse e Isco se virou para onde eu olhava, gargalhando. 

 

— Graças a Deus ela não vai trabalhar em Madri também. Foi só um estágio, sei lá. — Revirou os olhos enquanto andávamos até lá. Acabei ficando satisfeita com o que ouvi, não sabia.

 

Marco sorriu assim que me viu e foi se desvencilhando mas a tal da Estrela derrubou um copo de bebida nele “sem querer”. 

 

— Poxa, Asensio, desculpa mesmo. Não foi minha intenção. — A dissimulada falava e eu me controlava para não revirar os olhos. 

 

— Tá tudo bem, é só limpar. — Ele falou calmo olhando no fundo dos meus olhos, como se tentasse me acalmar. Mas eu estava calma. 

 

— Então eu limpo, eu sujei né? Nada mais justo! — Não me aguentei ao ouvir e revirei os olhos na mesma hora. Marco coçou a nuca em um gesto nervoso e eu andei até ele enquanto Nacho gargalhava e me incentivava com Vasquez, no fundo, acho que ninguém gosta dela. 

Ela pegou alguns guardanapos e quando ia se virar, eu segurei o braço de Marco, vendo me olhar com um sorriso bem falso e eu não fiz nada, nenhuma reação. Marco segurou minha mão e começamos a caminhar até um banheiro que havia ali. 

Me olhou e riu e eu comecei a ajuda- lo a limpar sem dar uma palavra. 

 

— Sabe de uma coisa, você está completamente gostosa nesse vestido. — Sussurrou em meu ouvido enquanto eu limpava sua blusa. 

 

— Se concentra aqui, Marco. — Falei simples e ele riu. Talvez estivesse meio alterado pelas bebidas que já tinha ingerido. 

Começou a beijar meu pescoço enquanto dizia coisas improprias em meu ouvido e eu bufei, já perdendo minha sanidade mental. Marco resolveu me instigar mais ainda, levantando meu vestido e acariciando minha intimidade. 

 

— Marco!

 

— Para de resistir, mi amor. Sou seu marido. — Ele sussurrou e eu ri do que havia dito. Marco estava bem alterado mesmo.

Ele segurou minhas mãos e sorriu, deixando um selinho em minha boca. Foi até a porta e trancou a mesma, me sentou na bancada da pia parando em minha frente e me beijou intensamente, sua língua explorava com vontade cada de canto da minha boca. Entrelacei minhas pernas na altura de seu quadril e enfiei as mãos em baixo de sua blusa, alisando seu abdômen que tanto amo enquanto ele aproveitou minha distração e começou a acariciar minha intimidade, sorrindo quando viu que eu estava molhada. 

 

— Prontíssima para mim. — Sussurrou rouco em meu ouvido e eu fiquei mais excitada ainda. 

 

Como o local não era o mais propício, as preliminares ficariam para o hotel. Marco abriu a calça e a abaixou um pouco, deixando seu membro saltar para fora. Cheguei um pouco para frente, ficando na pontinha da bancada e ele se posicionou entre minhas pernas, afastando minha calcinha e me introduzindo seu membro, me arrancando um gemido profundo. 

Ele estocava num ritmo rápido e gostoso, enquanto eu tentava controlar nossos gemidos, mas ele não parecia estar ligando, já que gemia incontrolavelmente. 

 

— Isso, mi amor. — Falei e vi um sorriso sacana brotar em seus lábios e ele acelerar os movimentos enquanto nos olhávamos. 

 

— Hm, Malu, eu vou gozar — Disse ofegante e senti seu líquido me preencher e ele repousar a cabeça na curvatura de meu pescoço enquanto controlava a respiração. 

 

Nós nos olhamos e rimos, Marco me envolveu num abraço. 

 

— Eu te amo. — Beijou minha testa e eu fiz um carinho em seus bochechas, levemente rosadas. 

 

— Vamos terminar isso aqui no hotel? — Perguntei e seus olhos brilharam. 

 

— Só se for agora! — Eu ri, enquanto começava a me ajeitar. 

Marco entrelaçou nossos dedos e começamos a caminhar de novo para onde os meninos estavam, que assim que nos viram começaram a rir maliciosamente. 

 

— Onde estavam, hein? — Ramos falou debochado. 

 

— Malu tava me ajudando a limpar a blusa, ué. — Marco disse bem cara de pau e eu dei uma risadinha. 

 

— E é por isso que seu pescoço tá todo marcado e o batom da Malu todo borrado? — Vasquez entrou na pilha nos fazendo rir.

 

— Desse jeito a Helena vai ter irmão até não querer mais, filho todo ano! — Nacho completou arrancando gargalhada de nós. 

 

— Enfim! Eu e Malu vamos embora, porque temos um compromisso inadiável agora. — Marco falou fazendo todos gargalharem. 

 

Sorri vitoriosa para a fotógrafa, mesmo que eu me sentisse infantil por isso, mas ela havia pedido isso de mim. 

Os meninos acabaram decidindo que todos voltariam com a gente para descansar e em menos de 15 minutos eu e Marco já estávamos terminando - ou começando - o que paramos na balada, só que dessa vez na cama. 

 

 


Notas Finais


Desculpem esse capítulo pequeno e um pouco “sem graça”, mas ele é importante para o desenvolvimento que virá agora é as coisas começarão a ficar melhores com a volta deles para Madri, principalmente para Helena e a mãe da Malu!

Desculpem qualquer erro!! Até o próximo! ❤️


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