História The Last: o falcão pousa nos galhos da cerejeira - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara
Tags Naruto, Romance, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Sasusaku
Visualizações 136
Palavras 1.950
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Finalmente tive umas ideias básicas do que se focaria a fanfic e finalmente estou inaugurando finalmente esta fanfic nova de uns dos meus casais favoritos, espero que gostem!

Capítulo 1 - Pergaminho


Fanfic / Fanfiction The Last: o falcão pousa nos galhos da cerejeira - Capítulo 1 - Pergaminho


Sakura Haruno


O perigo havia ido embora. Havíamos conseguido impedir que a lua caísse sobre a terra e Hinata se casasse com Toneri, e melhor, consegui finalmente juntar Naruto e Hinata, que felicidade, shanaro! Voltamos rápido da lua, mal chegamos e as notícias do novo casal já estavam se espalhando. Naruto e Hinata andavam ao meu lado, meu antigo colega de time repetia inúmeras vezes que iria ao Ichiraku, confiante que eu e Hinata fôssemos com ele. Ele continuava o mesmo Naruto de sempre, só que agora ele compreendia o sentimentos da Hinata e os havia recebido. Pensei melhor em como precisavam de um tempinho a sós, as pessoas não deixariam eles em paz pela nova notícia:

— Vocês precisam de um encontro, merecem - sorri e toquei no ombro dos dois. Empurrei-os de leve para frente e eles continuaram andando. Naruto com suas mãos pelo ar e gestos, Hinata ria levemente, devia está contando alguma história, adoráveis. Eu não tinha uma vida normal, não mesmo, coloquei as mãos na cintura e senti a neve caindo em meu corpo, fitei o céu. Estava uma bela noite de inverno, como não estava com nenhum um pouco de sono decidi ir para casa e trocar de roupa, estava frio.

Suspirei e fui até a minha casa. Subi as escadas vagarosamente, estava com uma preguiça enorme, a missão havia consumido muito chakra meu. Deixei meus sapatos organizados perto da porta, não queria ouvir a gritaria da minha mãe nesses dias, queria muito descansar na semana, havia sido uma missão intensa e desgastante. Girei a maçaneta e abri a porta, fui surpreendida com um abraço, não só um, dois. Meus pais me agarraram com força, me colocando em um abraço imenso e caloroso, senti o calor deles, era algo maravilhoso. Sorri para eles, estavam concentrados no toque físico, concentrei meu chakra nos braços e os levantei de súbita, meu pai riu ao ver que estava no ar, minha mãe apenas cruzou os braços e balançou a cabeça negativamente, ri com as reações. Coloquei-os no chão e me dirigi até as escadas da casa:

— Aonde vai mocinha? – falou batendo o pé direito no chão e ainda com os braços cruzados.

— Mãe... – me virei a fitando e sorri – Não sou mais uma criançinha, não se preocupe, só vou trocar de roupa e colocar um gasalho. Quero muito aproveitar este inverno – falei e dei um sorriso aberto para ela. Ela apenas deixou que um sorriso aparecesse em seu rosto, dei um jóia para ela e subi as escadas. Adentrei em meu quarto, estava organizado, graças a kami! Olhei entre os cabides e peguei meu casaco de frio. Retirei minha roupa de missão e coloquei uma de frio, após usei meu casaco, estava pronta. Me olhei no espelho e ajeitei meu cabelo, estava já criando nó, ainda sou uma desajeitada, ri com esse acontecimento. Suspirei e novamente abri a porta do meu quarto e segui até a sala de estar, onde meu pai estava tomando uma xícara de chá, mamãe provalvemente estava lavando a louça da janta, sorri ao ver que estava novamente em casa e abri a porta:

— Vou nessa! – disse.

— Hai. – ouvi as vozes de meus pais em tom uníssono.

Calçei minhas botas que estavam ao lado de minhas sandálias e desci as escadas. Logo em encontrei de cara com a neve, suspirei e abri um sorriso, comecei a andar pelas ruas geladas de Konoha.


Autora 


Na torre de hokage, Kakashi ajeitava a grande papelada em sua mesa, estava finalmente consolidando todos os problemas e questões dos últimos meses. Tudo estava se encaixando e o time de Konoha havia evitado a destruição da terra, o que o deixava orgulhoso. Saiu de seus pensamentos quando a porta abriu rispidamente com um dos shinobis de sua vila entrando apressadamente no escritório:

— Hokage-sama! - curvou-se – Temos um alerta, há um ataque pelas vilas causado por um grupo desconhecido, e ele mandou uma mensagem ao hokage de Konoha. – colocou o pergaminho na mesa.

Kakashi manteve sua calma, pegou o pergaminho e abriu vagarosamente. Leu com atenção e arregalou os olhos, ele não acreditara no que lera. Levantou-se rispidamente da mesa:

— Chame Sakura, por favor! – o jovem shinobi saiu correndo da sala e fechou a porta.

Kakashi sentou-se na mesa e suspirou fundo, era muita informação para absorver, mas sabia quem já estaria a par do assunto.

— Sakura, você vai ter que ser mais forte do que nunca, é uma decisão difícil que terei que tomar como hokage e seu professor – disse consigo mesmo.


(...)


— Isso foi romântico, nossa Naruto, você quase perdeu um bom partido – disse Ino sorrindo e balançando a cabeça negativamente. A Yamanaka ouvira tudo o que ocorrera.

— A qual é, não é pra tanto, dattebayo! – disse o jovem Naruto cruzando os braços e virando a cara com um bico.

— Acho que está tarde, é melhor eu ir – falou Hinata descendo de um dos bancos do Ichiraku. 

— Vou com você – Hinata corou e sorriu ao ver seu namorado entrelaçar suas mãos.  Agora ele não deixaria sua amada sair a noite, mesmo sendo uma shinobi forte. Acenaram para os amigos que praticamente haviam chegado após o pequeno encontro do casal.

— Eles são fofos e não são nada clichês, que saco – disse Shikamaru com as mãos no bolso.

Do fim da rua não tanto luminada, surgiu o jovem shinobi correndo desesperadamente e quase tropeçando em suas próprias pernas.

— Onde está a Sakura-san? – disse o shinobi ofegante olhando para Shikamaru que se assustou.

— Se acalme, eu não sei, mas o que quer com ela? – falou Shikamaru.

— Recado do hokage – disse em meio a uma puxada de fôlego.

— Parece ser muito urgente para um desespero desse – disse virando-se e olhando fixamente para a torre do hokage.

— Gomen – falou o homem pedindo perdão diante dele e de seus amigos e saiu. Ino e Sai que estavam ali se entreolharam, isso soara estranho. O shinobi voltou a correr pela ruas.


(...)


Sakura vinha bem agalhada. As pequenas luzes iluminavam parte de seu rosto, a garota andava despreocupadamente, olhava para o chão que tinha neve em sua surperficie. Olhou para frente e viu um homem correndo descompaçadamente, ele parou em sua frente e se apoio em suas pernas recuperando fôlego, a kunoichi o olhou e franziu o cenho em preocupação:

— Está bem? – disse tentando o olhar.

— Sakura-san... – falou e tossiu – O hokage quer falar com você, é urgente, no escritório dele... – o shinobi tossiu e se inclinou caindo vagarosamente, Sakura que estava próxima dele o segurou. O que teria acontecido, o que seria urgente? Sakura levou o shinobi para o hospital, enfermeiros conheceram a kunoichi e a ajudaram a colocar o indivíduo na maca:

— Ele está ansiedade extrema e o frio contribuiu para que ele desmaiasse – a equipe médica ouviu atentamente e o levou para dentro de um quarto. Sakura se sentiu tentada a fazer seu trabalho como médica, exitou lembrando de seu compromisso com o hokage. Suspirou,  deu  seu primeiro passo e seguiu rumo a torre. Subiu até o andar de Kakashi e bateu na porta. Logo que seu ex-sensei permitiu ela girou a maçaneta e abriu a porta:

— Sakura, terei que ser o mais breve e direto o possível, é uma questão urgente – disse com suas mãos encaixadas como sempree a olhando de sua mesa.

— O que aconteceu? – disse em tom de preocupação, ajeitou seu corpo ficando ereta.

— Podemos entrar em uma guerra que comprometa inúmeras vidas da maioria dos países ninjas por sua causa, não por algo que você fez, mas porquê lhe querem a todo custo!

Sakura deu um passo para trás, não absorvera totalmente as palavras de seu ex-professor. Sua expressão séria mudou para uma cara preocupada e perplexa:

— Um grupo desconhecido de marginais é comandado por alguém que lhe quer, não sabemos o porquê, porém sabemos o que essa vontade causou até agora – disse detalhadamente e prosseguiu – Neste exato momento mais de cinco pessoas estão morrendo sem nenhum chakra, não sabemos que técnica usam, mas tememos que possa vim para cá – disse terminando.

— Wakata – disse serenamente mantendo sua cara entristecida.

— Não quero mandá-la como objeto de troca, por isso preciso que se prepare... – a Haruno não deixou o hokage terminar sua fala e logo cortou.

— Eu quero ir! – disse em expressão séria.

— Sakura, é arriscado... – tentou invertir.

— Eu não ligo, sei que é minha responsabilidade, por favor, sensei, não quero que as pessoas sofram e ocorram desastres e catástrofes como houve – disse implorando. Seus olhos refletiam a preocupação e a empatia que possuía dentro de si. Kakashi suspirou, não queria fazer aquilo, não mesmo.

— Lhe mandarei em escolta para tentar impedir o grupo, não a mandarei para a troca, que fique claro! – disse em tom de autoridade e ao mesmo tempo clareza. Sakura não retrucou mais, apenas assentiu abaixando sua cabeça.

Um falcão invadiu a sala, Kakashi o observou, ele deu uma volta e pousou em seu braço direito. Retirou com cuidado o papel qje que tinha. Leu atentamente e suspirou:

— Como pensei, ele já está ciente dos acontecidos – Sakura o olhava atento. Não entendia ao certo do que ele falava. – Acho que terei que aumentar o time, deixarei Naruto e Hinata descansarem um pouco – disse deixando o falcão voar. Sentou-se e puxou um pergaminho e começou a escrever.

Sakura mantinha sua ansiedade controlada, sua perna poderia começar a bater ou fazer barulho devido a inquietação. Sentia calafrios e suava frio naquela hora, queria adivinhar o plano que seu sensei talvez tivesse em mente, ou quem sabe o que ele estaria escrevendo no pergaminho. Olhou para a janela, lembrou da ave que entrara na sala, de quem poderia ser? Pensou. Após alguns minutos Kakashi suspirou pesado, ela o observou. Fechou o pergaminho na mesa e o deixou de lado, voltou a fitar a kunoichi:

— Chame Sai e Ino, vocês farão uma longa viagem – disse. A kunoichi assentiu – Seu time será de quatro pessoas, é o bastante para resolver esse problema, informe a todos o mais breve o possível – a rosada assentiu e saiu do escritório correndo.

Quatro pessoas, o time teria quatro pessoas. Sai e Ino eram dois, mais eu três, e o quarto? Talvez estivesse enganado. Até hokages cometem erros básicos, mas isso não vinha ao caso, ela tinha que avisar ao Sai e a Ino que teríam missão.

Passou pelo Ichiraku e viu o pessoal por ali, se aproximou e notou Shikamaru, Sai e Ino conversando. Parou um pouco, tentando respirar direito com o frio congelante:

— Sakura, está bem? – disse Ino vendo o estado de sua amiga.

— Temos missão, Sai e Ino – eles olharam para a kunoichi e assentiram.

— Suspeitei haver algo, boa sorte para vocês – disse com as mãos no bolso e saiu andando, acenou e continuou a rota.

— Sobre o que é a missão? – questionou Sai.

— Bem, não posso explicar para vocês aquu, tetemos que ir para o escritório do rokudaime – disse Sakura respondendo o moreno. Ino asseniu e foi a até a rosada fixando-se ao seu lado.

— Você não vem, Sai? – disse o chamado com a cabeça. O mesmo assentiu e seguiu as garotas.

— Somos apenas nós? – disse Sai em tom desanimado.

— Kakashi disse que eram quatro – disse meio sem entender.

— Somos três, realmente falta alguém – disse Ino olhando para os companheiros de equipe. 

Assim, seguiram os três ninjas até o escritório do hokage. Agora, realmente iriam dar início a busca e a nova missão. Inúmeras dúvidas rodiavam a cabeça de Sakura, o mundo lá fora agora esperava por ela, ela não se via em outra opção senão dizer sim e enfrentar o perigo com seus próprios punhos. A cerejeira não iria esmorecer, muito menos murchar facilmente, era forte, apesar de as vezes ser solitária dava valor aos amigos que tinha, e em breve, nem tão próximo e nem tão longe alguém ousaria pousar em seus galhos firmes.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
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Beijos amores, até o próximo!❤


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