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História The Last Ride - Capítulo 22


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Notas do Autor


Erros arrumo depois, e boa leitura!

Capítulo 22 - Reviravoltas


Lauren Jauregui.

Sair do banheiro assim que troquei de roupa, Camila já havia trocado a sua, e agora estava com um short, uma camiseta preta e all-star. Ela sorriu amarrando o cabelo, fui até ela, e beijei sua bochecha.

- O que iremos fazer hoje? - Perguntei me sentado ao seu lado na cama.

- Primeiro vamos almoçar, depois vou te apresentar o rancho. - Tocou meu rosro. - Você vai amar.

- Já estou amando. - Riu. - Quer que eu carregue você?

- Não precisa. - Olhou para o lado e apontou para as muletas. - Dylan trouxe pra mim.

- Ok, vamos lá, eu te ajudo. - Peguei as muletas e coloquei em sua frente. Ela segurou firmemente, e deu impulso para cima ficando em pé. - Prontinho, você conseguiu. - Sorriu.

- Conseguir.

- Vem, vamos. - Abrir a porta e esperei ela passar. O bom daquela casa é que ela não é de dois andares. Ela é grande, tem cinco quartos com banheiros, um banheiro no corredor, sala de estar, uma de jantar, cozinha com dispensa, e uma grande varanda.

Quando fomos para a sala de jantar, a comida já estava sobre a mesa. Uma senhora sorridente veio e abraçou Camila.

- Minha florzinha! - Camila riu.

- Sentir sua falta, Carmela.

- Ah, também sentir a sua. - Me encarou. - Você deve ser a sortuda que está namorando minha florzinha. - Ela me abraçou.

- Me chamo Lauren, é um prazer conhece-la. - Sorriu.

- O prazer é meu, criança. - Deu um tapinha no meu rosto. - Meu filho já falou com vocês?

- Já sim, ele me chamou de mala. - Camila reclamou.

- Não esquente, minha florzinha. - Beijou a testa de Camila assim que ela se sentou. - Vou dá um puxão de orelha naquele moleque. - Camila sorriu vitoriosa. Me sentei ao seu lado.

- Venha comer, Carmela. - Chamei.

- Ah, não, minha querida. Obrigada, mas já almocei com Dylan. - Sorriu. - Fiquem a vontade, mas tarde irei voltar para trazer um café bem gostoso para vocês. - Beijou minha testa e de Camila. - Estou tão feliz de ter vocês aqui. - Falou animada.

- Obrigada, pelo almoço, Carmela. - Agradeci.

- Você é um amor! - Sorri. - Amei ela, florzinha. - Falou para Camila que sorriu. - Até mais tarde!

Acenamos e ela foi embora. Quando terminamos, lavamos nossas louças, e guardamos a comida, Camila me pediu para chamar Dylan e pedir que ele trouxesse cavalos para nós, fui atrás dele e o mesmo pediu cinco minutos. Esperamos na varanda da casa.

- Eu quero te mostrar cada canto daqui. - Falou sorrindo enquanto olhava pra o enorme campo que tinha ali.

- Você gosta muito daqui, não é?! - Ela me encarou.

- Eu cresci aqui. - Deu de ombros. - Esse lugar é muito importante.

- Percebi. - Sorriu.

- Olha só quem está aqui! - Olhamos para Dylan que puxava os dois cavalos.

- Bucky! - Camila gritou, e o cavalo preto começou a se agitar.

- Cuidado. - Pedi quando ela quase caiu descendo com as muletas, e indo em direção ao cavalo.

- Calma. - Camila tocou a cabeça do cavalo que ficou calmo no mesmo instante, ele relinchou. - Ah, eu sentir muito a sua falta. - Encostou a cabeça na testa dele. - Vem. - Me encarou, eu me aproximei deles. - Bucky, está é Lauren, minha namorada. - Ela riu, e pegou minha mão.

- Oi, Bucky. - Rir passando a mão em sua cabeça.

- Ele gostou de você. - A encarei. - Ele não deixa chegarem perto dele, a não ser, Dylan, e eu.

- Então, me sinto honrada. - Sorriu. - Uau, qual o nome dessa lindinha aqui. - Me aproximei da égua branca.

- Está é a irmã do Bucky, Lua. - Passei a mão por sua crina. - É, você conquistou os dois. - Sorriu. - Dylan, me ajuda a subir no Bucky?

- Está bem, só não vai muito rápido com ele. - Avisou Camila e ajudou a mesma a subir, pegando as muletas e colocando na varanda. - Precisa de ajuda, Lauren?

- Não, obrigada. - Subir na égua, e encarei Camila que tinha a sobrancelha arqueada. - Que foi? Eu sempre cavalgava quando morava com meus avós.

- Ok. - Encarou Dylan. - Voltamos depois do pôr do sol.

- Ok, cuidado, meninas. - Assentimos e começamos a ir para longe da casa.

- É um racho grande. - Comentei, encarando Camila.

- É sim, você tem que conhecer tudo aqui. Até a cachoeira que tem.

- Eu preciso. - Sorriu. - Mas me conta, por que ama tanto esses cavalos?

- Ah, eu domei o Bucky. - Sorriu passando as mãos na crina do cavalo.

- Tá de brincadeira. - Riu negando.

- Quando ele e a irmã dele chegaram, estavam bem machucados. Eles eram maltratados, e bom, meu pai não conseguia doma-los. Ele até contratou alguém que pudesse fazer isso, mas não adiantava, então decidiram que deviam sacrifica-lo.

Anos atrás...

A chuva forte caía lá fora. Olhei pela janela do meu quarto e vi meu pai correndo na chuva para fechar o portão do rancho e voltar para dentro do carro novamente. Sair do quarto e fui para sala, onde minha mãe segurava Sofia que assistia um desenho.

- Querida, achei que estava dormindo.

- Estou preocupada com os cavalos lá fora. - Olhei para porta assim que meu pai entrou, tirou o casaco molhado e sorriu. - Oi, pai.

- Oi, Kaki. - Beijou minha testa, e foi até minha mãe. - Oi, meu amor. - Selou seus lábios e sorriu para Sofia. - Oi, Sofi.

- Papai! - Exclamou abraçando nosso pai.

- Achei que iria demorar mais. - Papai se sentou no chão com Sofia, e eu ao lado da minha mãe.

- A estrada estava perigosa, por isso vir devagar. - Mamãe assentiu.

- Pai, e os cavalos que chegaram? - Perguntei e ele suspirou. - Eles estão na chuva, devemos tirar eles de lá.

- Eles não ficarão aqui. - Franzir o cenho. - Optamos para...sacrifica-los.

- O que? Não! - Levantei.

- Filha. - Mamãe me encarou. - Você viu como não conseguimos deixá -los calmos. Infelizmente ninguém pode fazer nada, o jeito é esse.

- Eu posso. - Falei confiante.

- Você não pode, ninguém pode. Eles são bravos, e não deixarei você e nem sua irmã chegar perto. - Papai falou se levantando.

- Eu vou provar que posso.

- Eu já disse que não. - Papai falou firme dessa vez.

- Mas eu...posso.

- Não, Camila! - Ele falou firme novamente. - Vá para o seu quarto. - O encarei. - Não irei falar de novo. - Fechei as mãos em punhos e fui para o meu quarto, batendo a porta fortemente.

Olhei pela outra janela e vi os dois cavalos, um em cada redondel. O mais agitado era o cavalo preto, ele não parava de relinchar e dar voltas. Peguei meu casaco que estava na cadeira, vestir e abrir a janela. Mostraria ao meu pai que posso fazer isso.

Sair pela janela e corri até onde os cavalos estavam.

- Ei! - Gritei por causa da chuva. - Está tudo bem! Eu não vou deixar eles matarem você.

Ele continuou correndo e relinchando. Suspirei, e abrir o portão de ferro, e devagar entrei e fechei o portão.

- Camila! - Ouvir o grito da minha mãe pela janela. A encarei e ela estava assustada.

- Eu sei que está com medo. - Levantei as mãos, ele andava de um lado pra outro, me encarando e relinchando. - Eu não quero machucar você, e nem sua irmã. - Sorrir. - Eu vou me aproximar. - Ele ameaçou correr para cima de mim, então parei.

- Camila! - Olhei para trás e vi meu pai sair da casa junto com minha mãe. - Saia daí! - Gritou enquanto corria até onde eu estava.

- A chuva te assusta? - Perguntei assim que deu um trovão e ele se agitou novamente. - Não precisa ficar com medo, eu estou aqui com você. - Me aproximei devagar dessa vez. - Ele relinchou. - Tudo bem...

Estiquei a mão quando vi ele ficar mais quieto, assim que me aproximei toquei levemente sua cabeça, e fechei os olhos esperando um coice, ou algo do tipo, mas nada aconteceu. Abrir os olhos novamente e encarei o cavalo a minha frente, ele me encarava também, e parecia mais calmo. Me aproximei mais e abracei sua cabeça, ele relinchou, mas dessa vez não foi de medo ou assustado.

- Camila...- Encarei meu pai e minha mãe que estavam do lado de fora do redondel.

- Eu falei que podia doma-lo. - Falei enquanto subia no cavalo. Me deitei sobre ele, fazendo carinho em sua crina.


- E bom, depois disso meu pai não quis mais sacrifica-los. Domei Lua depois de Bucky, ela foi mais fácil, já que viu o irmão calmo comigo. Mas ele não deixa ninguém a não ser, eu ou Dylan toca-lo, por isso Dylan é o Veterinário daqui.

- E Lua? - Perguntei passando a mão na égua.

- Ela já é diferente, deixa todo mundo tocar nela.

- Uau! Você realmente é boa nisso. - A encarei.

- Pois é, acho que assim que conseguir ficar com você. - Franzir o cenho, vendo seu sorriso maroto.

- Você não disse isso. - Ela gargalhou.

- Ah, eu disse sim. - Riu mais alto.

- Eu vou pegar você!

- Corre, Bucky! - Deu uma leve palmada no cavalo que correu.

- Vamos, Lua! - Fiz o mesmo com a égua.

[...]

- É, parece que você só é rápida com carros. - Camila riu se encostando em mim.

- Acho que você e Bucky são mais competitivos. - Sorriu. - Esse lugar é lindo. - Comentei abraçando Camila que estava entre minhas pernas, e encostada em mim. Estávamos bem asfaltadas da casa, em um lugar mais alto, que poderíamos ver o pôr do sol, e encostadas em uma árvore.

- É sim. - Suspirou. - Me fala uma coisa.

- Hum. - Passei o polegar em sua mão.

- Você participa de rachas a muito tempo?

- Desde os meus quinze anos. - Camila riu. - Sabe...eu descobrir uma coisa.

- O que? - Beijou minha mãos.

- Que você era corredora. - Ela parou e suspirou.

- Quem te contou?

- Na minha última corrida, muitas pessoas apostaram em você, mesmo não participando, e perguntaram quando iria voltar. - Ela suspirou.

- Está com raiva?

- Não, só queria que você tivesse me contado.

- Desculpa. - Beijei sua cabeça.

- Está tudo bem, só que você tem que me contar isso.

- Eu vou, mas quero meu dinheiro. - Rir. - Foi muito?

- Foi, e está na minha mala. - Sorriu. - Eu tenho uma consulta assim que voltarmos para casa. - Me encarou.

- Está tudo bem?

- Sim, só que uma médica ligou para minha avó, e ela soube do meu problema asmático, disse que gostaria de me ver para falar sobre uma cirurgia.

- Cirurgia?

- Sim, ela disse que quer me explicar mais sobre isso, e falou que pode me fazer a respirar direito sem precisar da bombinha.

- Lauren, isso é incrível! - Me deu um selinho rápido. Assentir, e dei um sorrisinho. - O que foi? Não está feliz com a notícia?

- Claro que estou, só que ela disse que pode ter complicações. Foi feito em apenas duas pessoas, e uma delas perdeu a voz. - Camila suspirou.

- Mas pense na outra, ela está bem, não está? - Assentir. - Pronto, pensa assim, você não quer fazer a cirurgia?

- Sim, muito.

- Então, vamos pensar positivo, meu amor. - Segurou meu rosto, e passou seu nariz pela minha bochecha. - E vamos pensar em como eu quero, muito, muito mesmo, beijar você.

- Hum, e por que está enrolando? - sorrimos.

- Porque se eu beijar você, vou querer muito mais que isso. - A encarei e arqueei a sobracelha.

- Você está muito safada. - Gargalhou.

- Olha. - Apontou para o pôr do sol.

- Uau! Isso é lindo.

- É...- Encostou a cabeça no meu ombro. - Eu te amo, Lauren.

- Eu também te amo, Camz. - Beijei sua bochecha.

- E eu quero fazer amor com você. - A encarei, e ela sorria de lado.

- Ok, você está muito safada, e temos crianças aqui. - Apontei para Bucky e Lua. Ela gargalhou, puxando meu rosto, e me beijando.

[...]

Olhei para Camila dormindo, passei a ponta dos dedos por sua costa nua, me inclinei e beijei sua nuca que estava a mostra.

- Hum...- Resmungou. Sorrir, passando a beijar sua costa. - Desse jeito não vou querer sair daqui. - Sorrir.

- Por isso mesmo estou fazendo isso. - Sussurrei em seu ouvido, ela se virou e me encarou. - Bom dia, meu amor. - Me puxou para seu abraço carinhoso.

- Bom dia, Lo. - Beijou meu pescoço. - Eu amei a noite passada. - Sussurrou, subindo seus beijos para o meu queixo.

- Foi? Podemos repetir de novo...agora. - Apertei sua cintura quando ela puxou meu lábio com seus dentes.

- Que sorte a minha ter dormido sem roupa. - Puxou meu rosto, e me beijou. Joguei o lençol para o lado e me encaixei entre suas pernas, antes que eu pudesse a penetrar levantei a cabeça. - O que foi?

- Estou sem camisinha. - Ela franziu o cenho.

- Você não trouxe mais?

- Não, só tinha uma na carteira. - Revirou os olhos. - O que? Eu não pensei em transar com você quando eu estava preocupada.

- Ok, você tem chance de engravidar alguém?

- Na última vez que fui ao médico, ele disse que eu não tinha chance nenhuma.

- E quando foi a última vez?

- Antes de vir para Londres. - Camila pensou, e depois me encarou.

- Ok, eu confio em você. - Sorriu e me puxou, me beijando ferozmente. Ela abriu suas pernas, e eu me encaixei ali. Gemeu quando a penetrei, deixando minha boca para gemer mais alto.

Com uma mão me apoiei sobre seu corpo, e com a outra segurei sua coxa com força, fiz meu melhor para não machuca-la. Ela me encarou, e por um tempo me perdir em seu olhar.

Ela foi a melhor coisa que acontece na minha vida assim que cheguei em Londres, ela me deu mais uma chance de acreditar no amor, e nas pessoas. Camila Cabello é a minha melhor parte.

- Lo...- Gemeu fechando os olhos. - Droga. - Seu peito subia e descia. - Você faz isso tão bem. - Voltou a me encarar.

Ela puxou meu rosto, e passou a língua por meus lábios, pedindo passagem e assim eu fiz, abrir a boca deixando ela explorar cada canto. Em segurou em minha cintura, fazendo força para que eu continuasse com as invertidas.

Seus seios tocavam os meus, suas pernas prenderam minha cintura, para não deixar que o ritmo parasse.

Nossos corpos suados, nossos corações acelerados, e nosso beijo quente durou por mais alguns minutos, até que gozasse-mos.

Me deitei ao seu lado, tentando respirar direito, estava um pouco difícil, mas eu conseguir. Me concentrei, e parece que fiquei por bastante tempo de olhos fechados, que quando eu abrir, Camila me encarava.

- Está tudo bem? - Perguntou preocupada.

- Está, só precisava respirar. - Segurei sua mão, e apertei.

- Tem certeza?

- Tenho, meu amor. Não se preocupe. - Dei um selinho nela.

- Eu estava pensando...

- Sobre? - Me virei, ficando de lado pra encara-la.

- A gente. - Prestei atenção. - Sobre tudo o que passamos nesses meses. Nos conhecemos por acaso, começamos a namorar muito rápido também.

- Isso te incomoda?

- Não...só estou falando que tudo foi tão rápido, quando dissermos que nos amava...- Franzir o cenho.

- Por que estou sentindo que você está incomodada?

- Estou com medo.

- De que?

- De que isso...- Apontou para mim e para ela. - Seja só um sonho. Que tudo acabe de uma hora pra outra. Eu não quero perder você.

- Meu amor, você não vai me perder. - Sorrir. - Estou bem aqui, porque diabos eu ia quer ir embora agora que tenho o amor da minha vida em meus braços? - A puxei para meus braços. - Eu sou apaixonada por você, Camila, e jamais deixarei você, eu prometo.

- Obrigada. - Me encarou.

- Camz, não agradeça.

- Eu acho que preciso, você me fez enxergar coisas em mim, que eu não enxergava. - Passou a mão por meu ombro, e desceu pelo meu braço, até segurar minha mão. - Lauren Jauregui, você me deixa segura todos os segundos que estou em seus braços, e a cada momento em que eu te olho, eu te amo mais.

- Camila, eu te amo. - Apertei seu corpo ao meu.

[...]

Passamos um semana naquele rancho, tudo perfeito. Cada momento. Mas infelizmente tivermos que voltar pra casa. Deixei Camila em sua casa, e fui pra minha.

Assim que abrir a porta, arregalei os olhos.

- Mas que merda é essa?

Hailee e Shawn se assustaram e caíram do sofá, ele vestiu a blusa, e ficou em pé. Minha amiga ria se sentando no sofá novamente.

- Lauren. - Shawn sorriu sem jeito. - Que bom que voltou.

- Oi, Laur. - Hailee acenou. - Como foi suas férias?

- Boa. - Fechei a porta e fui até Shawn, ele deu um passo para trás. - Se partir o coração dela, eu juro que parto sua cara. Entendido?

- S-Sim. - Sorrir.

- Que bom. - Me virei para Hailee. - Vou subir, e depois vou ver meus pais. Cadê o pessoal?

- Foram visitar os pais, amanhã estão voltando.

- Tá bom. - Encarei Shawn. - Fique a vontade.

- Obrigada.

Subir ouvindo a risada de Hailee. Neguei e fui para o meu quarto, deixei a mala no chão, e peguei meu celular para avisar a Camila que havia chegado.

Essa semana que passamos no rancho, ajudei ela com a fisioterapia, ela conseguiu andar sem as muletas por um tempo, mas sempre cansava. Estamos trabalhando nisso, e se der tudo certo, ela voltará a andar perfeitamente sem as muletas.

Tomei um banho e fui para casa dos meus pais, assim que entrei lá mais pais me abraçaram, Taylor logo depois. Chris não estava, ele havia arrumado um emprego, e estava trabalhado. Meus pais falaram que ele está indo a terapias, e que está ajudando muito. Fico feliz por ele.

Quando a noite caiu, me deitei em minha cama. Meus amigos haviam chegado cedo, e passamos um tempo juntos, amanhã teria aula, e precisávamos acordar cedo. Mas algo não me deixava dormir, eu não sei o que era, mas eu estava inquieta.

Acabei de fui dormir tarde, acordei um pouco atrasada, mas conseguir sair com meus amigos.

Quando cheguei na escola, Camila estava encostada no carro de Shawn, conversando com ele que ria. Peguei minha mochila, e fui até ele.

- Ei, Lauren! - Shawn me abraçou. - Estávamos falando de você.

- Espero que bem. - Dei um selinho em Camila. - Bom dia, Camz.

- Bom dia, Lo. - Sorriu.

- Camila estava falando mal. - Shawn sorriu.

- Falei o quanto você é ruim cavalgando. - Riu divertida.

- Isso eu concordo. - Rimos.

- Bom dia, gente. - Meus amigos se aproximaram e deram bom dia pra Camila e Shawn. Ficamos um tempo ali, então depois entramos.

A aula foi curta, já que um dos nossos professores faltou. Saímos da sala, e ficamos conversando no gramado em frente à escola. Até algumas meninas das líderes de torcida se aproximarem.

- Oi, pessoal. - Uma ruiva alta falou.

- Oi. - Respondemos educadamente.

Sentir Camila apertar meu braço, e franzir o cenho.

- Oi, Mimi. - Ela sorriu para Camila.

- Bella. - Arquei a sobrancelha, me lembrava dela.

- Eu sei que nossos passado foi complicado, e que você sofreu esse acidente, mas o que acha de deixarmos pra lá? Já que está voltando a andar, o que me diz, quer voltar a fazer parte das líderes de torcida?

- Primeiramente...- Camila levantou do gramado, sem minha ajuda ou das muletas. Abrir a boca já que ela estava em pé, e sem apoio. - Meu nome é Camila. Segundamente, eu quero que você e suas líderes longe de mim, e por último, vão pro inferno. Vocês, o Froy, e todos que estavam naquela noite e se diziam meus amigos.

- A gente não...- Bella não terminou de falar, Camila acertou um soco em seu nariz, fazendo o mesmo sangrar.

- Hum...Essa foi bem encima. - Vero gargalhou.

- Saiam daqui! - Camila mandou, e elas saíram praticamente correndo. Ela se virou e me encarou. - Eu acho que preciso de gelo. - Levantou a mão.

- Você está em pé, sem as muletas. - Me levantei, e ela olhou para suas pernas. - Isso é incrível! - Rir pegando ela em meus braços.

- Eu estou em pé, sem ajuda! - Riu me abraçando.

[...]

- Ai! - Camila bateu no meu ombro quando coloquei a bolsa de gelo em sua mão.

- Desculpa. - Rir. Fomos para casa dela, nossos amigos estavam na sala com Sofia assistindo algum filme.

- Você acertou um belo de um soco nela. - comentei olhando para sua mão.

- Eu não queria, mas quando ela me chamou daquele jeito, eu fiquei com muita raiva.

- Tudo bem, eu entendo. - Beijei sua mão. - Você precisa ver o Harry, você está andando sem muletas.

- Tenho uma consulta com ele amanhã, quer ir?

- Eu não posso. - Me encarou.

- Por que? - Me encostei na pia.

- Minha consulta com aquela médica é amanhã, vou com meus pais.

- Isso é ótimo, meu amor. - Assentir. - Mas está nervosa, não é?!

- Muito. - Suspirei. - E se não der certo?

- Eu vou está bem aqui pra passar por isso com você. - Se aproximou de mim.

- Promete? - Passou seus braços por minhas cintura.

- Prometo. - Selou nossos lábios. - Agora vamos pra sala com nossos amigos.

- Por que não podemos ficar aqui? Agarradinhas? - Segurei sua cintura, e ela riu.

- Por que eu vou querer transar com você, e querer não é poder. Nossos amigos estão aqui. Vero, Demi e Dinah estão aqui. - Me encarou assustada, rimos e eu assentir.

- Vou repetir o que disse lá no fazenda. - Me encarou. - Você está muito safada ultimamente.

- O que posso fazer se tenho uma namorada assim? Eu não tenho poder sobre meu corpo, quando estou perto de você. - Me beijou e andou para a porta. - Vamos, e para de olhar para a minha bunda.

- Não estava olhando. - Ela se virou e arqueou a sobrancelha. - Tá, estava olhando.

- Eu sei. - Sorriu, e eu rir negando.



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