História The last stars - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Annackson, Ciumes, Drama, Força, Marklu, Nudez, Poderes, Possessivo, Romance, Sad, Sobrenatural, Suspense, Terror, Tortura, Traição
Visualizações 4
Palavras 2.688
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Hentai, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Steampunk, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii, minna! Mais um capítulo pra vcs! Espero que gostem.

Lembrando que ele foi escrito por mim, e não pela Anna-diva-do-Universo.

Boa leitura!

Capítulo 7 - Interrupção




"Já ia retirar minha roupa, quando aconteceu a coisa que estragou minha noite..."

Luísa on

O prazer me corrompia, me levando à loucura. Gritava pelas sensação que muitos consideravam pecaminosas, mas agora, isso pouco me importa. Depois de minha tortura temporária, tendo o término com meu primeiro orgasmo, Mark retirava calmamente a calça. Trocávamos olhares de puro desejo, deixando tudo mais quente.


Mas algo aconteceu, algo que estragou completamente o momento e fez minhas única vontades e desejos irem embora de uma vez. Esse algo foi tão inesperado, que, quando aconteceu, nem me dei conta do "por que?". Não parecia errado, e nem é, mas na hora estava tão embriagada pelo prazer que era difícil deduzir o que aconteceria. Nada tentou me parar, pelo tamanho do susto, eu acho pelo menos. Posso não ter escutado, ou até mesmo ignorado. Na minha mente tudo poderia ter acontecido, exceto isso. O que aconteceu? Bom, respondendo assim parece meio bobo, então espere.

DIM DOM DIM DOM

A campainha tocou, às 23:18 da noite.

Mark e eu nos olhamos, curiosos. Tudo foi interrompido por uma campainha desgraçada. Ou melhor, o desgraçado que a tocou.

DIM DOM DIM DOM DIM DOM DIM DOM DIM DOM

E ela não parava e tocar. Se eu não estivesse nessa situação, admiraria a persistência da pessoa do lado de fora. Acabou que eu cometi meu maior erro: atendi a porta.
Coloquei rapidamente a primeira calcinha que vi e um moletom vinho, grande um suficiente para cobrir minha bunda. Suspirei e abri a maldita porta.

-John?! O que faz aqui a essa hora? VOCÊ TEM IDEIA DO QUE FEZ?!- praticamente gritei para ele.

-Olá pra você também, ruivinha. Eu não faço a menor ideia do que eu interrompi... seu sono? Bom, não importa. E eu só queria te ver!- ele diz, com um tom de indiferença bem irritante. Na verdade, ele estava bem estranho. Um cheiro incômodo exalava dele.

-Oras, poderia esperar até amanhã para me ver. O que realmente você quer?- já estava cansada daquela bendita conversa.

-Ok, você venceu. Eu preciso de um favor, mas ele é bem importante e ridiculamente específico: a cláusula número 115 da empresa de contratação americana, Gallwit Corp's. Salvará vidas, por favor!

-Huuuuum, e o que exatamente te faz pensar que eu estou com esse documento?

- Eu simplesmente sei, por favor, estou implorando!

Dei-me por vencida e fui procurar esse papel. O convidei para entrar e nos dirigimos ao meu escritório. No caminho, percebi que ele lutava para não tropeçar. Adentramos uma porta pequena e escondida, nos levando a minha biblioteca particular.

-Qual o nome do evento?- perguntei, para ter uma ideia do setor.

-Gallwit Corp's American, o evento é: contrato e emprego de indiferentes e não voluntários.

Concordo e procuro no corredor "G". 5 minutos depois entrego o envelope, completamente amarelado e um pouco comido pelas traças.

-Posso saber o por que tanto interesse nessa coisa velha?

-Leia por si só. Não garanto que vá entender.

"CLÁUSULA 115:

O empregador deverá se dirigir ao seu mestre como 'Master Shadow', tendo em vista e compreensão que este lhe dará ordens, como os mundanos se referem, desumanas e cruéis. Não poderás descumprir com seus desejos, uma vez que está sob seu domínio, tendo a consequência da tortura e morte. Master Shadow tem todo o direito de exercer o feitiço Dominandus imperas, mesmo sem a permissão da corde e ministério dos feiticeiros."


-Okay, isso foi de maluco a ridículo! Como assim Master Shadow? Que [email protected]!- exclamo, muito irritada.

-Olha a boca! No tempo certo você irá compreender. Suspeito que até já tenha começado, eu não tinha o direito de estar aqui agora, meio que eu quebrei as regras!- ele diz, desviando o olhar.

O que será que esse doido está falando? Aliás, perdi todo meu pique de hoje, acho que vou só expulsa-lo da minha casa e ir dormir, com ou sem o Mark. Mas que droga!

-Era só isso, ou tem mais alguma coisa?- pergunto, impaciente.

-Era para ser apenas isso, mas mudei meus planos!- ele olha maliciosamente para mim.

-Hey, acho melhor você ir andando, pode dar muita briga. Se retire da minha casa, por obséquio!

- Por que? Eu acabei de chegar, e você não parece ter muito o que fazer!

Isso me soou mais como uma ameaça, uma ordem. Não sei, isso não está me cheirando bem...

-Tenho sim, dormir! Vamos, e não faça barulho quando for sair.- disse, pensando no Mark. E por falar nele, está tudo tão quieto.

John me empurra contra as prateleira, me fazendo sentir muita dor, pois minhas costelas estão longe de estarem 100% curadas, e ao mesmo tempo, uma forte sensação de déjà vu. Foi assim que todo aquele pesadelo começou. Estremeço só de lembrar de Darlock e Johnass, provavelmente o pior dia da minha vida.
Caio de costas para o chão, tendo-o em cima de mim, com meus pulsos sendo segurados com força a cima da cabeça. Tentei gritar, chamar o Mark, mas tudo foi em vão quando ele tapou minha boca. Me beijava a força, e tudo o que eu sentia naquele momento era medo e desespero, e, talvez até mesmo, nojo.

-Me solte, seu imbecil! Por que está fazendo isso?! Por que não me deixa em paz, sabe que eu namoro com o Mark! Deixe de brincadeira, isso com toda certezas não tem graça. Porque não me solta e esquecemos isso?- pergunto, enquanto as lágrimas rolam descontroladas. Já fui salva uma vez de ser estuprada, se a vida interromper isso de novo, posso dizer que ela me ama, pois Mark está muito longe de mais pra me ouvir. Realmente muito longe, se ouvir um barulhinho, mesmo que quase inaudível, será um milagre.

-Porque eu te amo! Você não vê?- ele responde, um tanto alterado. Percebo que ele está bêbado, mas, agora, como ele conseguiu inventar aquela desculpa da cláusula, eu não sei. Nem eu teria pensado em algo tão rápido, e que ainda por cima existe. Talvez, no fins das contas, a bebida esteja fazendo efeito e, na verdade, sua intenção era apenas pegar esse documento.

-Seu amor é doentio! Não se pode chamar isso de amor, me deixe ir, você está bêbado! Irá da arrepender depois!- disse com o tom mais calmo que consegui, para tentar convence-lo.

Ele me ignora e, literalmente, me deixa nua, rasgando com um unido puxão o meu moletom e calcinha. Tento empurra-lo, já que meus pulsos não estão mais presos, mas nada adianta. Fecho as pernas com toda a força, mas ele consegue abri-las, incrivelmente. Ele as mantém abertas, e para meu desespero passa a mão por toda ela.
Meus déjà vus estão fortes, e todas as lembranças com o Darlock tomam minha mente, me fazendo entrar em profunda agonia. Os esparadrapos que tampavam os cortes da tortura ficavam cada vez mais molhados e com a coloração vermelha, o que era óbvio: eles abriram.
A dor psicológica e física eram avassaladoras, e meu corpo queimava, como se eu estivesse no inferno.
Tentava me levantar, empurra-lo, chuta-lo, sair correndo, mas era inútil e apenas uma questão de tempo para minha vida ser arruinada.
A situação me lembrou muito a de uma garota, chamada Hannah Baker, uma personagem da série 13 reasons why; ela passou por um momento bem parecido com o meu, porém, ao mesmo tempo, não. Ela era uma atriz, isso é real.
John estava semi-nu, apenas com uma cueca box. Ele poderia ser muito belo, mas isso mal era percebido, mais nada importava.
Ele passava sua mão pelo meu corpo, totalmente ensanguentado e suado.

-P-por f-fav-vor, par-pare! N-não faça i-isso!- eu chorava intensamente, já sem esperanças.

-Isso, implorei mais! É tão excitante...- ele responde, olhando para meu corpo, em seguida abrindo minhas pernas de uma vez, tão rápido que pode ser ouvido um estalo.

-MAAAAAAAARK! JÁ CHEGA!- gritava.

Ele retira sua última peça de roupa e passa a cabecinha de seu membro em minha entrada, nem um pouco excitada. Ele começa a tentar me penetrar a seco, fazendo-me sentir uma dor descomunal. Gritei com todas as minhas forças, me arrastando para trás, mas ele simplesmente segura minha bunda e força mais a entrada.
Meus gritos ecoavam na biblioteca.

(...)

Meus queridos amigos leitores, o que presenciei foi a mais pura raiva encarnada. Com certeza sua cabeça estaria rolando se eu não estivesse quase desmaiando pela falta de sangue.

Luísa off
Mark on


Quando aquela maldita campainha tocou, fiquei extremamente bravo. Insistentemente, aquela pessoa por trás da porta não parava de aperta-la. Luísa foi atende-la a contragosto. Tentei chama-la várias vezes, mas ela parecia tão atordoada quanto eu. Tanto que, na hora, eu nem notei como foi que ela saiu, com aquela mini-calcinha e com o moletom vinho, que deixava um pedacinho de sua linda bunda de fora.
Ouvi apenas duas vozes conversando, e as únicas palavras que consegui distinguir foram: ideia, cláusula, americana e documento.
Esperei 5 minutos, e nada dela aparecer.
Mais 5 minutos.
Mais 3 minutos.

Achei melhor ir busca-la, sua demora estava me deixando preocupado. Coloquei uma calça de moletom cinza escuro, e desci para o andar debaixo. Dei uma rápida procurada pelo andar térreo, mas não a encontrei. Subi para o andar de cima, mesmo que fosse quase impossível ela estar lá. Conforme o tempo passava, eu ficava ainda mais desesperado... ONDE RAIOS MINHA MULHER ESTÁ?!- eu pensei.

Até que eu me lembrei daquela biblioteca, que fica no porão. O lugar é tão grande que se perder lá dentro é algo comum. Os livros são por ordem alfabética, tendo o nome da publicação como preferência; o que facilita na hora de procurar, principalmente quando for um documento. Por sermos ricos e celebridades, temos informações privilegiadas sobre diversos assuntos.

Eram tantas estantes, mas que droga! Já estava enlouquecendo, nada mais me importava, só queria saber onde está a Luísa! Na 7° estante da letra "F", comecei a escutar gritos e vozes alteradas. Segui os sons, mas aquilo parecia mais um labirinto! Eu me perdia toda vez no meio daquele monte de livros.
Agoniado, tentei prestar mais atenção no som... até que eu a ouvi me chamar. Meu sangue ferveu, não controlava minhas próprias pernas, era como se eu já soubesse para onde ir.


Então eu a vi.


Num estado deplorável.


Com aquele bostinha.


Nada fazia sentido.


Tive de respirar fundo para entender o que estava acontecendo.


Míseros segundos , que pareciam décadas se passaram.


E tudo clareou, e minha mente pode raciocinar. Caminhei a passos tortuosos até aquele merdinha e chutei sua cabeça, o enforquei contra a parede, enquanto o mesmo não parava de se debater.

-M-me larga! O-o que p-pensa que-e está fa-fazendo?- disse, sufocado.

-O que você estava fazendo?- perguntei, "paciente". Percebi que ele estava muito bêbado, mas não estava nem aí.

Tentava a todo custo se livrar das minhas mãos, que estavam sufocando-o. Mesmo com toda aquela situação ele deu um sorriso malicioso, fazendo-me apertar ainda mais, porém, para que ele pudesse falar, afrouxei minimamente.

-O-o que foi? Não aguenta saber que foi traído, assim, com nem um dia direito de namoro?- ele disse com repúdio a palavra 'namoro'- acho que a Luísa finalmente percebeu que não precisa de pessoas como você na vida dela, assim como aquela loirinha e o coreaninho.

-Cale a boca!- gritei.

Ele sorriu debochadamente, e disse com um hálito carregado de álcool:

-Ela está aqui porque quis. Sabe, quando eu bati na porta para pegar um papel idiota, ela praticamente se jogou em cima de mim! Ah, estava maravilhoso! Ela é tão gostosa, não?...

O soltei, e rapidamente, dei um belo soco certeiro em seu face imunda, o fazendo desmaiar.

Me virei para o amor da minha vida, e, no mesmo instante, senti raiva.

Raiva do John.
Raiva da biblioteca.
Raiva da própria Luísa.
Raiva da Anna.
Raiva do Jackson.
Raiva do mundo.
Raiva de tudo.


E, principalmente, raiva de mim.
Eu estava furioso a ponto de sentir raiva da própria vítima. Porém, ela logo passou.
Corri na direção a minha ruiva, e a peguei com todo o cuidado do mundo. Olhei bem para seu rosto, um pouco machucado, enquanto subia as escadas, saindo pro térreo, mais especificamente no seu escritório. Chamei uma ambulância, e logo nós estávamos a caminho do hospital; claro que também informei aos médicos que havia mais alguém na casa, mas acho que não disse aonde...

(...) Quatro horas depois (...)


-Hey, senhor! É o senhor o acompanhante da Srta. Parfait?- pergunta um médico, com alguns papéis nas mãos.

-Sim, eu mesmo. Algum problema?

-Não, apenas vim trazer os resultados dos exames. Sinceramente, esse é um caso interessante!- diz ele, convicto.

-Por quê?

-Leia o senhor, e me diga se não é algo inesperado!

"HOSPITAL de St. Mary.

Paciente: Luísa Parfait - 0404
Andar: 5°
Enfermeiro (a): Dr. Willers
Leito: 431
Idade: 18
Peso: 43,6
Altura: 1,63

*Perda de sangue; nível médio
*Trauma psicológico
*Abertura de pontos
*Interrupção da recuperação da costela
*Cansaço contínuo

Tratamento:
-Transfusão de sangue
-Calmantes injetados
-Soro para hidratação
-Paralisada para a recuperação das costelas

Consequências:
-Três dias internada, e 6 de repouso
- Perda parcial da memória; das últimas 2 (duas) horas em que a mesma esteve acordada"


Arregalei os olhos. "Como assim perda parcial da memória?!".

-Sei que a garota passou por um trauma gigante, da para perceber apenas olhando para as marcas em seu corpo... então, pelo bem do psicológico dela, eu sugiro que você é nem ninguém conte para ela. Faça de tudo para esconder, pois manterei todos os médicos calados; afinal, é proibido por lei comentar sobre pacientes. Pode parecer estranho, mas é melhor assim, filho...- ele pôs a mão em meu ombro, caminhando na direção contrária.

Fiquei uns bons minutos encarando o nada, no meio do corredor.

Isso tem dois lados, um bom e um ruim.
Bom: A Lu vai esquecer de tudo.
Ruim: Ela vai esquecer TUDO! Ou seja, nossa noite!



(...) 2 Dias depois


-Hey, Mark, trás um copo d'água pra mim, por favor?- pergunta ela, que acordou a algumas horas.

-Claro!

Pego um copo e encho até a metade, dando para ela depois.

-Você não se lembra de nada, não é?...- perguntei pela milésima vez.

Ela revira os olhos, impaciente, e responde, entediada:

-Não! Pare de me perguntar isso. Eu já disse: toda vez que tendo me lembrar, fico com uma dor de cabeça gigante. Eu só lembro de alguns flashes e um grande prazer e, de repente, uma dor terrível. Feliz?

-Uhum- respondo, desanimado.

A porta é aberta por uma médica.

-Parabéns, Srta. Parfait! A senhorita terá alta agora!

-Mas já? É se acontecer algo?- perguntei, preocupado.

-Fica quieto, Mark! Eu quero sair daqui e arrancar logo essas agulhas! Argh, como as odeio!- Luísa olha com desprezo para as agulhas e bolsas de sangue e soro. Dou uma risada nasal.

Concordo e em poucos minutos, depois de uma rápida checagem e de arrumar suas roupas, estávamos fora do hospital.
Já no carro, Lu disse:

-Mark, vamos pro apartamento da Anna?- me espantei com sua pergunta, mas obedeci.

Chegamos lá, e depois de mandar a ruiva para um merecido banho de banheira, expliquei a situação para a Anna e o Jackson, que também estava lá. Uhuuuum...

-Que horror! Mas ela não se lembra de nada mesmo?- questiona Anna.

-Não...

A porta do banheiro é aberta, e no mesmo instante todos soltamos gargalhadas muito altas, por mais tenso que o clima estivesse a segundos atrás.

-Do que estão rindo? Oras...- Luísa se virou emburrada e foi para o quarto de hóspedes, que estava mais para seu, de tanto que dormi aqui (Ela tinha até uma cópia da chave do apartamento!).

Eu tinha que admitir: seu pijama branco com corações vermelhos, e a pantufa de coelho era engraçado demais! Após cessarmos as risadas, me despedi e deixei ela nas mãos dos dois; fiquei três dias seguidos fora de casa, e quase não dormi.

Voltei pro meu querido apartamento no One Hyde Park Residencial, em frente ao Hyde Park.

Tomei um demorado banho, vesti uma calça e deitei na cama. Demorei, no mínimo 3 horas para pegar no sono, pois uma certa ruiva estava roubando meus pensamentos...



Notas Finais


Espero que tenham gostado!

Um beijo de açúcar da sua ruiva preferida e bye-bye!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...