História The Legend Of The Guardians - Capítulo 6


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Categorias Akame ga Kill!, Bleach, Destiny, Fairy Tail, Fullmetal Alchemist, High School DxD, Kill la Kill, Naruto
Personagens Akame, Akeno Himejima, Alphonse Elric, Aquarius, Byakuya Kuchiki, Cana Alberona, Chelsea, Ddraig, Edward Elric, Erza Scarlet, Esdeath, Gajeel Redfox, Genryuusai Shigekuni Yamamoto, Gin Ichimaru, Grandine, Greed, Grimmjow Jaegerjaquez, Happy, Hyōrinmaru, Ichigo Kurosaki, Igneel, Karin Kurosaki, Koneko Toujou, Kuroka, Leone, Levy McGarden, Lubbock, Lucy Heartfilia, Lust, Mavis Vermilion, Metalicana, Mirajane Strauss, Najenda, Nanao Ise, Natsu Dragion, Nelliel Tu Odelschwanck, Personagens Originais, Pride, Rangiku Matsumoto, Retsu Unohana, Rias Gremory, Rukia Kuchiki, Ryuko Matoi, Shihouin Yoruichi, Soi Fong "Soifon", Sona Sitri, Tatsumi, Tier Harribel, Toushirou Hitsugaya, Urahara Kisuke, Wendy Marvell, Winry Rockbell, Zangetsu, Zeref
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Palavras 5.805
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Survival, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - A Mente Bélica


Fanfic / Fanfiction The Legend Of The Guardians - Capítulo 6 - A Mente Bélica

Anteriormente....

 

Os Guardiões usaram todas as suas armas e poderes para destruir o mais rápido possível os Acolytes, sobrando apenas a Wizard, que disparava esferas de energia azul contra eles, que desviavam a todo custo das mesmas. Vlad pediu que as garotas distraíssem o inimigo, enquanto ele tentaria uma abordagem furtiva por trás dela e a mandaria pro inferno com estilo. As Guardiãs ficaram confusas com essa última parte, pois sabiam que Vlad não tinha nada para derrubar uma criatura como aquela com tanta facilidade, mas mesmo assim fizeram o que lhes foi pedido.

Mash alternava entre disparar contra a Wizard com seu fuzil de batedor e provocações, com direito a xingamentos e gestos obscenos para a criatura flutuante, que se irritava cada vez mais com as provocações da humana, que avança contra ela, mesmo sabendo que seu feitiço de proteção poderia ser destruído rapidamente se ela se aproximasse de mais da humana.

Vlad estava escondido atrás de uma série de terminais e esperava a coisa feia se aproximar mais e entrar na sala em que eles estavam. Por sorte, Mash sabia ser bem provocativa quando ela quer e isso ajudou muito o plano do moreno. Com passos silenciosos e rápidos, Vlad se aproximou da Wizard e saltou em cima dela, se agarrando no pescoço dela e forçando a cabeça dela pra trás, fazendo a carne que prendia o crânio dela ao pescoço começar a rachar, enquanto a Wizard se debatia e lançava esferas de energia pra todo lado, tentando inutilmente se libertar das mãos do humano. E com um forte puxão, Vlad arrancou a cabeça da Wizard com as próprias mãos e logo em seguida a chutou pra longe, fazendo ela voar pela sala em que eles estavam.

Sona estava impressionada com a força e a agilidade do novo amigo e aquilo só fez com que ela o desejasse ainda mais. Mash, por outro lado, estava feliz em ver que seu amigo Vlad ainda se mantinha destemido e um tanto louco com seus planos e jogadas arriscadas, sempre fazendo coisas que nem uma outra pessoa em sã consciência pensaria em fazer. E aquela qualidade era o que mais a deixava atraída por ele, sua imprevisibilidade e loucura fizeram com que ela se apaixonasse pelo seu melhor amigo.

- Você e seus planos malucos. Tá tentando impressionar uma das garotas aqui ou o que? – Pergunta Ddrag, saindo da consciência de Vlad e o encarando de forma de desaprovação pelo seu ato insano e maluco.

- Não sei.... Talvez eu esteja. – Disse Vlad, de forma sugestiva e olhando para Mash, que corou levemente com a confissão do amigo. Ela agradeceu por estar de capacete naquele momento, pois não queria que Vlad olhasse pra ela naquele momento, por que se não ela iria virar um pimentão na certa.

- De qualquer forma, a Hive não vem até a Terra a séculos e aquela Wizard veio da Lua. – Retoma Ddrag, tomando a atenção de todos para si. – Eu achava que tínhamos contido a Hive lá, mas parece que a Treva está mais perto do que imaginávamos.

 

Agora....

 

Já era tarde da noite quando o trio estava voltando para a Torre, onde eles deveriam fazer um relatório a Zavala, e a todos da Vanguarda, sobre o descobriram sobre os Fallens e a volta da Hive a Terra, o que era deveras preocupante. Ao chegarem na Torre, um droide de serviço os abordou.

- Vlad Tepes? – Chama o droide, com sua voz mecânica e juntando as mãos na frente do peito.

- Sou eu.

- O Speaker (Porta-Voz) gostaria de conversar com o senhor. – Informa o droide, inclinando o corpo para o lado e estendendo um dos braços para a direção que Vlad deveria seguir.

O moreno olha para Mash e a toca pelo ombro, dando um pequeno sorriso e dizendo que a veria mais tarde, pois eles ainda tem muito o que conversar. A arroxeada devolve o sorriso e se despede do amigo, junto com Sona, indo até a Vanguarda fazer o relatório de suas descobertas recentes. Após a ida das garotas, Vlad, junto com o droide, foram em direção ao encontro com o Speaker, que estava um observatório público da Torre, tendo uma conversa rápida com Zavala através de um pequeno holograma do mesmo em sua mesa.

Quando o Speaker viu Vlad entrar no observatório, ele pediu licença ao Desperto e encerrou a conversa com o mesmo, se levantando de sua cadeira e se dirigindo ao encontro com Vlad.

- Houve uma época em que éramos muito mais poderosos. Mas isso foi a muito tempo. Até que o Viajante desperte novamente e encontre sua voz, sou eu quem fala por ele. – Disse o homem de máscara e roupas brancas, com detalhes em cinza e de gorro preto, enquanto se aproximava de Vlad, descendo as escadas que davam para seu escritório. Por conta da máscara, Vlad não conseguia dizer de que raça ele era, muito menos a sua idade, mas pela sua voz, ele pode deduzir que ele era um senhor de idade avançada e com isso, deveria ter anos de sabedoria e que merecia o mínimo de respeito para com ele. – Acredito que você tenha muitas perguntas, Vlad Tepes.

- Apenas Vlad, por favor. – Pede o moreno, erguendo a mão em forma de suplica ao mais velho, fazendo o mesmo rir levemente com a simplicidade do rapaz.

- Perdoe-me. Alguns velhos hábitos ficam difíceis de se perder. – Diz o Speaker, conduzindo Vlad até uma varanda para que ele pudesse ver melhor o Viajante. – Sabe como surgiram os Guardiões?

- Não. – Respondeu o humano, sendo sincero em suas palavras.

- Seu Ghost não lhe contou? – Pergunta o senhor, confuso por Vlad não saber da história.

- Digamos que não tivemos tempo pra isso, Speaker. – Responde Ddrag, saindo da consciência de Vlad e se revelando para o Speaker.

- Ddrag. Me alegra em saber que finalmente achou o seu Guardião. – Diz o senhor com alegria em sua voz. – Bem, quanto a origem dos Guardiões, isso aconteceu quando o Viajante nos protegeu pela última vez. Em seu último suspiro, ele criou os Ghosts, para procurar aqueles que pudessem usar a Luz como arma.... Guardiões, para proteger o povo e fazer o que ele não pode mais.

- Como isso aconteceu?

O Speaker abaixa a cabeça, em sinal de desanimo. Como se ele estivesse se relembrando de coisas terríveis do passado e, ao que tudo indica, eram muito dolorosas para ele.

- Eu poderia lhe contar sobre a grande batalha, séculos atrás, na qual o Viajante ficou aleijado. Mas você poderia saber disso com mais detalhes nas bibliotecas dos Warlocks, nos níveis intermediários da Torre. Eu também poderia lhe falar sobre o poder da Treva, sua inimiga ancestral. São tantas histórias, que eu já perdia a conta. Mas a maioria delas.... São contadas para assustar as crianças. Recentemente, elas tem cessado. Mas agora.... Agora as crianças sempre tem medo. – Diz o Speaker, enquanto se afastava de Vlad, mantendo a cabeça baixa e um tom de voz pesaroso e entristecido, deixando Vlad com uma dor em seu peito, pois não sabia de nada disso. O Speaker se vira para Vlad e retoma a palavra. – A Treva está voltando e dessa vez.... Nós não vamos conseguir sobreviver.

- Seus exércitos nos cercam de todos os lados. Os Fallens e a Hive são só o começo. – Explica Ddrag, fazendo Vlad se virar pro Speaker com uma expressão determinada no rosto.

- O que podemos fazer?

- Você deve afastar a Treva. Guardiões lutam na Terra e além dela. Junte-se a eles. Ddrag o guiara em sua jornada. – Diz o mascarado, olhando brevemente para o Ghost. – Rezo para que ele tenha escolhido bem. – Termina o mesmo, antes de se retirar e voltar para seu escritório, deixando a dupla livre para ir à onde eles quisessem agora.

 

Cap. 5 – A Mente Bélica

 

Após uma boa noite de sono, uma das melhores que Vlad teve em toda a sua vida, o mesmo se levanta da cama e vai ao refeitório, onde com um pouco de esforço, e perguntas, acabou encontrando e pegando alguma coisa para comer. Uma fruta, um pedaço de bolo e um copo de suco pra começa bem o dia.

Em poucos minutos ele foi recebido por Mash e Sona, que entraram no local ao mesmo tempo e foram se sentar com o moreno, pra falar sobre a reunião que tiveram com o pessoal da Vanguarda.

E pelo o que parece, as coisas não eram nada agradáveis.

Não eram só os Fallens que tem dado problemas numa parte da Terra. Agora eram as várias casas Fallens espalhadas pelo planeta, juntos com as várias aberrações e monstros da Hive que começaram a se espalhar como uma praga pela Terra, causando destruição e morte por onde passavam com seus números avassaladores e quase incalculáveis.

Winry chegou logo depois, acompanhada por uma dupla de loiros que pareciam muito um com o outro, com exceção do estilo de cabelo deles. Enquanto um tinha o cabelo curto, o outro tinha cabelo comprido e preso num pequeno rabo de cavalo transado atrás da cabeça. Além é claro do braço de metal no lado direito do de rabo de cavalo.

- E aí gente, conseguiram o Motor de Dobra? – Perguntou a mecânica, aparentemente bem animada com a resposta que receberia.

- Sim. Não foi nada fácil de conseguir. Tivemos que matar um Archon pra conseguir ele. – Responde Sona, pegando a fruta de Vlad e o mesmo olhou com certa raiva da Warlock.

O trio que chegou recentemente ficou chocado com o que ouviu. Tiveram que matar um Fallen tão acima na hierarquia deles pra conseguir um simples Motor de Dobra? Isso não era meio que exagerado da parte deles?

- Ninguém mata um Archon a séculos. Vocês são os primeiros que fizeram isso! – Comenta o loiro de cabelos curtos, bem impressionado pelo feito o trio.

- Nós não, elas. Foram elas que mataram aquela coisa, enquanto eu simplesmente servi de isca pra aquela coisa feia tamanho família. – Rebate Vlad, tomando um gole do seu suco e ignorando os olhares dos irmãos e da mecânica sobre si.

- Ainda assim, é algo impressionante. – Disse o de cabelo transado. – Você é o novato que tá na boca do povo, né? – Pergunta o mesmo para Vlad, que assente em resposta. – Sou Edward Elric, esse é o meu irmão, Alphonse. Pode nos chamar de Ed e Al. – Apresentou-se o loiro, apontando pra si mesmo e pro irmão ao seu lado, que acena com a mão o novato.

- Muito prazer, Vlad Tepes. – Devolveu a cortesia de se apresentar aos irmãos, antes de falar com Winry. – Winry, eu já deixei o Motor junto com a minha nave antes de dormir, ontem. Tem como instala-lo ainda hoje?

- Tem, mas não vai poder usa-lo hoje, infelizmente. Preciso verificar se tudo no motor está operacional e se precisa de algum reparo. Fora os testes que eu e a Amanda temos que fazer com ele. – Explica a loira, colocando as mãos na cintura e olhando pro moreno que suspira em sinal de desanimo. – Hey, não fica assim não. Você ainda pode dar uma volta por aí pegando carona com alguém.

- Você pode vir comigo. Tem um lugar do cosmódromo que a Ikora me pediu pra verificar. – Disse Sona, aproveitando a chance de ter Vlad mais perto dela em comparação a Mash, que ficou visivelmente ciumenta com a oferta da amiga.

- O que eles querem?

- Parece que depois da nossa pequena incursão a prisão dos Fallens ontem, eles tem invadido as máquinas por todo o cosmódromo, mas não pareciam que estavam pilhando os locais, pareciam estar atrás de alguma coisa. – Informa a morena de olhos violáceos, olhando diretamente para os vermelhos de Vlad. – De qualquer forma, a Vanguarda pediu para que descobríssemos o que eles estão atrás e encontra-lo antes deles.

- Se importa de irmos juntos? – Pergunta Ed, já interessado em ir a essa missão de busca que Sona recebeu.

- É claro. Quanto mais gente, melhor e mais divertido ficam as missões. – Concorda Sona, dando um sorriso de aprovação para os irmão, que fazem um Highfive pra comemorar.

- Beleza, nos vemos em meia hora nos hangares. – Disse Edward, se despedindo da namorada com um beijo rápido e saindo do local com seu irmão, indo até os alojamentos para pegar seus equipamentos.

Com o novo trio não foi diferente. Se despediram de Winry, que foi direto pros hangares trabalhar na nave de Vlad, enquanto o trio ia pegar seu equipamento e munição para suas armas, além de um brinquedinho novo pro moreno.

- Já tava na hora de você aparecer, Novato. – Disse Banshee, olhando com certa desaprovação para Vlad, que da um sorriso amarelo pro Exo a sua frente. – Tenho uma arma perfeita pra alguém imprudente como você. – Continua o mesmo, enquanto se virava e pegava alguma coisa embaixo da bancada e a trazendo a vista de todos.

- Uma metralhadora pesada?! – Perguntam as garotas, com um certo ar de inveja e raiva do moreno ter ganho esse tipo de arma do velho armeiro.

- Vocês duas são boas, mas ao contrário dele, que gosta de tomar risco e ir direto pra batalha, não tem o que é preciso pra usar uma arma dessas. E sabem o que é? O Espírito de Luta de um verdadeiro guerreiro. De olhar nos olhos do inimigo e ver a vida dele se esvair nos seus momentos finais. – Explica o Exo, enquanto encarava as garotas e segurava a arma na frente de Vlad, que logo depois da explicação, pegou a arma e já saiu dela com ela nas mãos, junto com uma grande caixa de munição para sua nova arma.

- Ban, você é o cara. – Elogia o humano, acenando para o Exo com a cabeça, que devolve o cumprimento.

- Disso eu já sabia, garoto. Agora, vão lá pra fora e botem uns Fallens pra correr.

 

**********

 

Depois de um pouco de espera pelos Elric, o grupo se dirigiu para o velho cosmódromo russo mais uma vez, com Vlad dentro da nave de Sona e de uma forma bem.... Estranha....

- Ahn, Sona, tem certeza de que está tudo bem em me deixar ir com você?

- Tenho. Por que?

Vlad e Sona estavam dividindo o assento de piloto, com a Sona no colo de Vlad e a mesma aproveitava os momentos de distrações dele para dar umas reboladas sobre o colo dele, o que resultava um dar um certo ânimo no amigo de longa data de Vlad, que torcia para que Sona não percebesse que estava ficando excitado com as suas provocações.

- Bem.... – Vlad não sabia o que dizer, já que nunca teve tanta intimidade com uma garota, ainda mais uma tão bonita quanto Sona. Nem mesmo com Mash ele teve tanta intimidade.

- Ora, pensa que é como estar na garupa do Pardal da Mash. Você subiu nela sem nenhum problema. – Diz Sona, num tom provocativo ao Tepes, que semicerrou os olhos com aquilo.

- Acontece que a gente já esteve em situações como aquela antes. E acredite, não teve nada de “nenhum problema” pra mim nessas situações não. – Informa Vlad, mostrando estar levemente irritado com as provocações de Sona.

- Ah, então você gosta de estar assim pertinho dela, não é? – Pergunta Sona, claramente mais provocante do que antes com Vlad, percebendo que havia falado demais.

A Sitri então aperta alguns botões no painel a sua frente e isso fez com que o piloto automático fosse ligado, possibilitando que a mesma se virasse por completo na frente do Tepes.

- Me diga Vlad, que tipo de mulher te atrai mais? – Pergunta a morena, sem desviar os olhos violáceos dos olhos vermelho sangue de Vlad, usando um tom de voz, não provocativo, mas sensual e sedutor. – Aquelas com mais peito? – Perguntou a garota, enquanto pegava uma das mãos de Vlad e levava até um dos seios, o fazendo dar uma boa apertada no local. – Ou talvez aquelas com mais bunda? – Perguntou novamente, levando a outra mão de Vlad até seu traseiro e dessa vez foi Vlad, que de livre e espontânea vontade, deu uma boa apertada naquela região de Sona, que não pode evitar de soltar um leve gemido de prazer.

Vlad não sabia o que estava fazendo era efeito daquele par de olhos violetas que o atraiam mais do que os de Mash, ou se era por causa das provocações que Sona lhe causava desde que entraram na nave e queria dar o troco, ou será que ele estava entrando na brincadeira de Sona e vendo até onde isso iria dar. Mas mesmo assim ele não respondeu as perguntas feitas pela Sitri.

- Ou será que não é o corpo que te atrai mais e sim a atitude e personalidade dela? – Pergunta Sona, num sussurro no ouvido de Vlad e mordendo o lóbulo da orelha, o soltar um gemido contra sua vontade. – Como eu pensei. O corpo é só uma forma de atrair o seu olhar. São as atitudes e decisões que elas fazem que fazem você querer investir ou não numa garota. – Conclui Sona, ao se afastar e olhar naquele par de olhos vermelhos, que estavam mais escuros que o normal, mostrando um pouco de raiva, um pouco de desejo, luxúria, fome por aquele corpo em seu colo, daqueles lábios tão atrativos e suculentos.

Numa risada fraca, Sona faz um movimento que Vlad não estava esperando.

Ela o beija, mas não como ele pensava que faria. Foi algo mais terno e calmo, controlado e ao mesmo tempo possessivo, chegando a dar uma pequena mordida no lábio inferior dele para que Vlad abrisse a boca e logo em seguida ser invadida pela língua da Sitri, convidando a dele para uma breve dança entre elas. Vlad já não conseguia controlar seu corpo e começou a explorar o corpo de Sona com suas mãos ágeis e foi descobrindo os locais mais sensíveis dela, arrancando cada vez mais gemidos dela em meio ao beijo, que foi ganhando intensidade e voracidade.

Sona foi descendo uma das mãos dela pelo peito de Vlad até chegar na base da armadura e por uma pequena abertura fez o caminho inverso, deixando arranhões pelo caminho. Enquanto a outra mão descia mais e mais, e quando estava prestes a colocar a mão dentro da calça do Tepes eles ouviram som, que mais parecia um apito irritante, de que eles estavam chegando ao local em que desceriam das naves e continuariam a pé, fazendo o casal se afastar contra sua vontade e o fogo que eles tinham se apagar.

Sona amaldiçoou com todas as suas forças aquele alerta maldito de proximidade. Ele tinha que tocar justo agora que estava ficando tão bom?

- Nós continuamos isso mais tarde, está bem? – Perguntou a Sitri, voltando o seu olhar no do Tepes, que responde com um acenar de cabeça positivamente. – Ótimo. Espero que você de um jeito no seu amigo Ghost pra não nos interromper hoje à noite. – Disse a morena, antes de dar um selinho em Vlad e se virar para poder assumir o comando da nave para fazer o trajeto de transmaterialização.

Isso sem deixar de dar um bom rebolado em cima do membro duro de Vlad, que doía bastante dentro da calça do mesmo.

 

**********

 

Quando chegaram ao cosmódromo, o grupo se transmaterializou em um local elevado, podendo ver toda uma costa marítima, com navios naufragados e antigos, enferrujando com o tempo, uma velha estrutura no topo de uma colina e caindo aos pedaços. Além é claro, de vários e vários Fallens espalhados pelo local.

- Isso é estranho.... – Disse uma voz na mente de todos, que até o momento era estranha para Vlad.

- O que foi, Greed (Ganância)? – Pergunta Edward, provavelmente falando com seu Ghost, que saiu de sua consciência e se mostrou ser totalmente negro com linhas em vermelho pelo seu corpo.

- Parece que os Fallens estão usando um amplificador de sinal. E pelo visto mais de um. – Explica o Ghost negro, olhando o local antes de se voltar para os Guardiões. – Mas não estão transmitindo nada, mas sim recebendo alguma coisa.

- Pode descobrir o que é? – Pergunta Alphonse, de forma curiosa a Greed.

- Infelizmente, não podemos fazer isso daqui. Temos que nos aproximar e hackear os amplificadores deles. – Responde outra voz em suas mentes, dessa vez Vlad já pode deduzir de que se tratava da Ghost de Alphonse que estava falando com eles.

- O nome dela é Lust (Luxúria). – Apresenta Alphonse, se virando para Vlad e o mesmo assente em resposta.

- De qualquer forma, melhor fazermos um reconhecimento primeiro antes de atacarmos esses sucateiros de merda e descobrirmos o que eles querem com esses amplificadores. – Disse Edward, pegando um binóculos e começando a olhar a área junto com Alphonse e Vlad.

Enquanto isso, Mash puxou Sona pra um canto e começaram a ter uma conversa mais.... Séria, podemos dizer.

- O que você fez com ele? – Pergunta a arroxeada, sendo direta com suas palavras para a morena.

- Eu não sei do que você está falando, Mash. – Responde Sona, fingindo inocência para a amiga.

- Você sabe muito bem do que eu estou falando! – Rebate Mash, visivelmente zangada com Sona, que deixa um sorriso de canto de boca aparecer em seus lábios. – Quando chegamos, Vlad estava olhando pra você até demais pro meu gosto. Com certeza você fez alguma coisa com ele. Eu quero saber o que é. – Exige a arroxeada, olhando com raiva para sua colega de quarto a sua frente.

- Digamos que a gente se divertiu um pouquinho um com o outro. – Responde Sona, deixando o teatro de lado e lambendo os beiços devagar, sentindo os resquícios do gosto dos lábios de Vlad em sua boca.

Mash, que não era mais boba, nem inocente, ficou descrente com o que viu e ouviu. Ela não estava falando isso na frente dela. Estava?

- Você não fez isso. – Insinua Mash, cerrando os olhos para encarar Sona, que abriu ainda mais o sorriso nos lábios.

- O que? Beijar ele?

- Sim.

- Fiz sim. E a pegada dele é muito boa. – Complementa a morena, sorrindo marotamente para a arroxeada, que fica vermelha de raiva.

- Ora sua....

- Calma, Mash, eu não estou tentando roubar ele de você, nem nada do gênero. – Conta a morena, levantando as mãos em sinal de rendição.

- Ah, não é? – Perguntou a Titan, fechando os punhos de pura raiva e estava prestes a socar a Warlock se ela não desse uma boa explicação a ela.

- Não. Só estou querendo ter um espaço garantido no harém dele. Ou você se esqueceu do pequeno bônus dos Guardiões masculinos podem ter? – Pergunta Sona, fazendo a raiva de Mash sumir e uma onda de preocupação e vergonha surgir no lugar.

Por conta da quase extinção da humanidade durante o Colapso e os eventos que se seguiram, o número de humanos no sistema caiu drasticamente. De algumas dezenas de bilhões, foram para alguns milhares em poucas semanas. Para garantir a sobrevivência da espécie, foi permitido aos Guardiões masculinos terem um harém, se assim eles quiserem. Tem aqueles que são de uma mulher só, mas tem aqueles que possuem um harém. E Vlad poderia ser um deles.

E só de pensar que Vlad poderia ter um harém e sem ela no meio, fez com que Mash ficasse desesperada e com medo de perder o único homem que amou na vida.

Ela já o perdeu uma vez, não iria perde-lo de novo.

- Vamos fazer o seguinte. Hoje à noite, nós, você e eu, vamos contar a ele sobre a condição especial que ele está inserido. E, se você estiver interessada, a gente pode ter uma diversão à trois. – Diz Sona, dando um sorriso sugestivo a Mash, que entende o que ela quis dizer com “diversão à trois” e cora da cabeça aos pés quando ouviu isso.

- Mas você....

- Eu sou bi amiga. – Interrompe a morena, dando uma piscadela e um sorriso sedutor a arroxeada, que fica chocada com a bomba em seu colo, enquanto se retirava do local, voltando a onde os garotos estavam, deixando Mash plantada no local.

E ao que tudo indica, eles já tinham resolvido o que fazer a seguir.

- Pelo que parece, há dois amplificadores aqui. Fortemente protegidos. Um naquele navio destruído. – Afirma Ed, apontando para uma das metades de um navio de pesca nas margens. – E o outro está no alto daquele morro. Dentro daquela construção. – Diz apontando para o prédio semi destruído. – Eis o plano. Al e Sona vão ficar aqui e dar cobertura com os snipers. Mash, Vlad e eu vamos atacar a parte mais próxima a costa, depois partimos para o amplificador mais distante. Nessa hora, vocês dois vão se encontrar conosco na base do morro e nós cinco vamos avançar juntos contra eles. Todos de acordo?

Ninguém diz alguma coisa que contrariasse o plano de Ed. Afinal, era um bom plano e as chances de sucesso eram bem altas.

Depois de acertarem mais algumas coisas, Ed e Mash preparam cordas para uma descida de rapel, enquanto Sona e Al preparavam o seu ninho de snipers para poder dar cobertura aos amigos. Quando tudo estava pronto, era a hora da ação.

Primeiro foram Al e Sona, que começaram a atirar nos Fallens armados com rifles de longo alcance, os Rifles de Fio, abrindo buracos do tamanho de uma laranja em suas cabeças com a potência dos tiros de suas armas, enquanto o trio de invasão descia de rapel pelo paredão da margem e chegando ao solo, já de frente ao seu primeiro objetivo.

Eles avançaram com as armas em punho, as mais pesadas que eles tinham em mãos, e atirando em tudo que aparecia na frente deles. Shanks, Vandals, Dregs. Até mesmo um Capitão foi abatido por eles no caminho do amplificador, que estava no convés do navio. Após subirem um lance de escadas e matarem mais algumas dezenas de Fallens, eles chegam ao primeiro amplificador e Ed envia Greed para fazer uma análise no sinal que estava sendo transmitido, tocando uma música que parecia se russa.

- Ok. Se eu achava isso estranho, agora ficou mais ainda. – Relata o Ghost negro, terminando de fazer a análise e voltando para a consciência de Ed.

- Por que? – Questiona Vlad, se virando para ver o Ghost entrando na cabeça do amigo.

- Por que o sinal que eles estão recebendo não é Fallen. Está distorcido, então não consigo dizer o que é exatamente. – Explica Greed, falando para todos do grupo.

- Talvez se analisarmos o segundo amplificador, nós possamos descobrir o que é. – Se pronunciou a garota do trio, enquanto eles viam os seus snipers saírem de sua toca e irem ao ponto de encontro que haviam combinado.

O trio segue o caminho até o morro, se juntando com a dupla de snipers que estava chegando. Juntos eles avançaram contra os últimos Fallens que haviam na costa e encontraram o amplificador, que mais uma vez foi analisado por Greed.

- É o mesmo sinal. – Comenta Ddrag, atraindo a atenção dos Guardiões no local.

- Tem certeza? – Pergunta Vlad, um pouco descrente na afirmação do amigo.

- Ele está certo. É o mesmo sinal e ambos estão vinculados a alguma coisa no Observatório Celeste. – Responde Greed, terminando a análise e voltando para dentro da cabeça de Ed.

- Vamos voltar para aquele lugar cheio de monstros bizarros? Que legal. – Diz Sona, fingindo animação e mostrando seu desgosto por lembrar das criaturas mórbidas da Hive que ela e seus amigos se depararam no dia anterior.

Sem muita escolha, eles invocaram seus Pardais e, dessa vez, Vlad foi na garupa de Sona, o que deixou Mash um tanto enciumada no momento. Mas ela deixou passar ao lembrar o que poderia estar lhe esperando naquela noite. Passaram rasgando os mesmos locais que eles haviam passado até chegarem no morro e subiram até o local onde eles haviam sido transmaterializados, dessa vez seguindo reto até chegarem na parte de trás do observatório, o que aparentava ser um antigo estacionamento provavelmente.

Ao entrarem mais a dentro na construção, eles já se depararam com mais Fallens, porém esses tinham suas roupas pintadas em amarelo, enquanto os que estavam na costa tinham suas roupas pintadas de vermelho.

- É a Casa dos Reis. Os que vimos até agora eram da Casa dos Demônios, a Casa dominante da Terra. – Informa Ddrag para Vlad, que assente em resposta, enquanto seguia o caminho em meio a tiros e explosões com seus novos amigos.

Subiram alguns lances de escada e entraram numa sala semidestruída, com máquinas e servidores enormes espalhados pelo local e conectados a essas máquinas, havia um tipo de terminal Fallen instalado no fundo da sala. Que, obviamente, estava sendo protegida por uma porrada de inimigos.

Depois de muita luta e tiros, o grupo conseguiu chegar ao terminal Fallen e Lust decidiu aparecer para ajudar os Guardiões. Ela não iria deixar seu irmão fazer todo o trabalho. Lust era um Ghost negro como Greed, só que possuía linhas vermelhas que formavam uma espécie de tatuagem de Ouroboros, a serpente que devora a si mesma.

- Parece que nossos amigos Fallens estão tentando acessar as máquinas daqui, mas.... Tem alguma coisa revidando eles.... – Diz a Ghost, deixando todos confusos com o que ouviram.

Quem ou o que poderia estar revidando as investidas cibernéticas dos Fallens?

- Podemos destruir essa coisa? – Pergunta Ed, já preparando um explosivo que ele havia trazido consigo pra esse tipo de ocasião.

- Não. – Responde Vlad, ganhando a atenção de todos ali. – Temos que saber o que, ou quem está atrasando os Fallens. Não teremos uma oportunidade como essa assim tão cedo.

Diante daquele argumento, ninguém ali podia negar que o melhor seria proteger o terminal enquanto eles não descobrissem alguma coisa sobre o cara que estava revidando os Fallens. Porém eles não tiveram muito tempo de se preparar, pois mais Fallens começaram a aparecer no local, atirando na direção dos humanos e os forçando a se esconderem.

- Ok. Se alguém tiver alguma arma secreta, que gostaria de dizer, eu adoraria ver ela em ação! – Berrou o único moreno do grupo, enquanto revidava contra os Fallens, lançando uma granada incendiaria, matando alguns Fallens com a explosão.

- Tava guardando isso pro caso de algo maior, mas acho que essa situação exige um toque mais bruto. – Disse Ed, sacando uma Grenade Laucher (Ou como eu gosto de chamar, GL) e lançando os projeteis explosivos contra os vários grupos de Fallens que estavam espalhados pela sala.

Veio um grupo pela esquerda.

BOOM!

Veio mais um pela direita

BOOM!

Aí vieram mais dois grupos num corredor de servidores, junto com um Capitão.

BOOM! BOOM!

Era simplesmente explosões pra todo lado. Os Fallens morreram, todos eles, mas o local foi simplesmente destruído no processo. Vlad se aproxima de Ed, olhando para o estrago feito pelo loiro mais velho.

- Me diz que tu tem outro desse aí lá em casa.

- Tenho. Vai querer?

- Por quanto?

- 3000 lúmens.

Vlad pareceu pensar um pouco no assunto, até que ele ofereceu a mão para o Elric e o mesmo apertou a mão do Tepes.

- Negócio fechado.

- Cuidado! – Gritou Mash, desesperada ao ver uma massa de energia roxa indo em direção aos dois e os mesmos serem arremessados contra um servidor e batendo as costas no mesmo, gemendo de dor por conta do impacto.

Aquilo era um disparo de um Servitor (Mechanoide), que era uma máquina Fallen altamente inteligente e provedora de éter aos mesmos. Eles possuíam uma carcaça esférica, se assemelhando a um grande olho roxo brilhante, que flutua pelo ar, curando e protegendo os seus criadores.

E não havia apenas um Servitor, mas dois. E eles não pareciam tão felizes em terem perdido os seus mestres.

- Filhos de uma puta robótica! – Pragueja Vlad, enquanto se levantava e ajudava Ed a fazer o mesmo, pois outra massa de energia estava indo em sua direção. – Ddrag! Me diz que eu tenho alguma coisa pra destruir essas coisas!

- Que tal isso? – Sugeriu o Ghost, fazendo o corpo de Vlad começar a brilhar em meio a chamas amarelas e um revolver de fogo se materializar em sua mão direita.

- É, isso serve. – Comenta o moreno, apontando a arma contra os Servitors e disparando uma carga concentrada de energia solar e atingindo bem no centro das máquinas flutuantes, as explodindo logo em seguida em mil pedaços. Depois do show de fogos, Vlad gira a arma no dedo e a mesma desaparece, como se nunca tivesse sido feita. – Alguém me diz o que foi que eu acabei de fazer? Por que aquilo foi irado! – Pediu o mesmo, bastante empolgado com o que acabou de fazer.

- É um super dos Hunters. Todos os Guardiões tem um, alguns são diferentes dos outros, mas é possível ter até três por classe, de elementos diferentes. Arco, solar ou vácuo. – Explica Edward, se aproximando de Vlad, junto dos outros, impressionados em ver a evolução tão rápida do novato.

Porém as explicações mais concretas tiveram que ser adiadas, pois Lust chamou a atenção deles.

- Já peguei tudo o que esses ladrões puderam botar as garrinhas sujas. Não vamos deixar eles ficarem com alguma coisa, vamos? – Sugere a Ghost negra, saindo de perto do terminal e voltando para dentro da cabeça de Alphonse.

- Nesse caso.... – Disse Vlad, olhando pra Edward, que entendeu o que ele quis dizer.

O loiro apontou sua arma e disparou uma granada contra o terminal, o destruindo de uma forma que ele não pudesse ser consertado ou restaurado.

- O que descobriu, Lust? – Pergunta Alphonse, fazendo com que sua Ghost negra desse uma revisada nos arquivos obtidos pelos Fallens.

- Eles não conseguiram roubar muita coisa. Eles ficavam num cabo de guerra com um antigo firewall ativo da Velha Rússia. Saca só isso....

De repente, todos os capacetes dos Guardiões começou a tocar uma música russa, junto com alguém ou alguma coisa falando em russo.

- Pera aí, Lust.... Você não acha que aquelas lendas.... – Começa Mavis, meio temerosa sobre o que ia ouvir da colega robótica.

- Acho que sim, Mavis. Você ouviu isso, assim como todo mundo. A antiga Inteligência Bélica, Rasputin, sobreviveu. Mesmo após o Colapso. Uma IA construída para proteger a Terra. – Diz Lust, contando um pouco sobre a mente bélica que eles encontraram.

- Sem falar que ele lutou contra a Treva e sobreviveu! – Complementa Ddrag, tão impressionado quanto qualquer um ali presente.

- Se ele sobreviveu e está aqui na Terra, ele deve estar protegendo alguma coisa de valor. Temos de achar uma forma de encontra-lo. – Diz Vlad, olhando para os outros Guardiões e começando a sair do local.

O que eles descobriram ali, não podia ser ignorado.



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