História The Legend of Zelda: Tides of Time - Capítulo 3


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Categorias The Legend Of Zelda
Personagens Ganondorf, Link, Personagens Originais, Zelda
Tags Demise, Hylia, Hyrule, Master Sword, Realidades Alternativas, Triforce
Visualizações 14
Palavras 1.343
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe a demora para lançar esse capítulo, por conta da escola não deu pra eu lançar antes, este capítulo é um dos pontos mais cruciais da história (e está cheio de referencias, como um amigo que conhecemos popularmente como Hero's Shade), já aviso que essas próximas semanas também serão muito apertadas pra mim, então provavelmente demorarei um pouco para lançar o próximo.

Capítulo 3 - Avisado pela Canção


Fanfic / Fanfiction The Legend of Zelda: Tides of Time - Capítulo 3 - Avisado pela Canção

            Quando Link acordou, viu a cama do seu tio vazia, olhou para a direita e viu uma carta, nela dizia que ele havia saído para a vila para comprar o livro para Link e que tinha deixado seu café pronto em cima da mesa, ele sorriu e foi para a cozinha tomar o seu café, mesmo sabendo que já era quase meio-dia.

            Depois de comer, Link se perguntava sobre o que fazer naquele dia, sem seu tio, aquela fazenda era um pouco sem graça, assim, para aliviar o tédio enquanto esperava o tio, decidiu pescar no pequeno lago que tinha no fundo da fazenda, onde Samuel pegou o reekfish que eles comeram no dia anterior.

            Pegou a vara de pescar e as iscas e foi em direção ao lago. Enquanto caminhava, ele apreciava a melodia dos canários e começou a assoviar a mesma melodia, chegando ao lago, sentou-se e preparou a vara.

            Enquanto esperava o peixe morder a isca, decidiu reler o último livro que havia lido sobre o herói dos céus. Mesmo que a leitura prendesse sua atenção, Link se matinha concentrado em sua pesca, ele percebia cada movimento da vara, e notou que vários peixes já haviam mordido a isca, mas ele não queria pegar um peixe tão pequeno como aqueles, ele esperava por um peixe maior, e quando chegou em um momento crucial da história de seu livro, o peixe ideal mordeu a isca.

            Ele segurou firmemente a vara e puxou, mas o peixe puxava mais forte a vara para tentar fugir, Link tentava andar para traz para tentar tirar o peixe da água, por conta dos braços franzinos, ele não tinha tanta força para retirar o peixe, porém, mesmo depois de tanto esforço, o peixe fugiu, normalmente ele ficaria desanimado por ter perdido um peixe tão grande como aquele, mas Link ficou mais entusiasmado ainda por conta do desafio, e decidiu que pegaria aquele peixe novamente, então otimista, preparou outra isca para a vara e a jogou na água.

            Fazia 30 minutos que nenhum peixe mordia a isca, mas ele nem percebeu o tempo passar, pois estava entretido demais com seu livro. Decidiu fazer uma pausa na leitura mais uma vez para admirar o pequeno lago, a luz do sol refletia na água cristalina do lago de um jeito tão belo, que parecia que Link observava uma obra de arte, depois de analisar seus pensamentos, percebeu que aquele pequeno lago era realmente uma obra de arte feita pelas deusas.

            Então, outro peixe mordeu a isca. Dessa vez era maior que o último, disso Link tinha certeza, com todas suas forças, ele puxou a vara, mas o peixe arrebentou o fio da vara e escapou. Apesar da frustração por ter perdido algo daquele tamanho, não seria a fuga de um peixe que faria Link desistir de bater o recorde do tio, então ele pegou outro fio, e colocou a isca na água mais uma vez.

            Link nem percebeu que passou 3 horas lá, se deu conta quando viu o céu começar a ficar alaranjado, então decidiu voltar. Enquanto caminhava e repetia a canção que os pássaros estavam cantando quando ia ao lago, ele pensava sobre como seu tio ficaria impressionado com o tanto de peixes que ele havia pescado, ele ia em direção ao armazém para guardar os peixes, enquanto caminhava, ele começou a ouvir uma estranha melodia.

            A melodia era bem diferente da que os pássaros cantavam, pelo som, Link deduziu que a música estava vindo de algum instrumento, como uma flauta. Link olhou ao seu redor para saber se conseguia achar a origem do som, até que ele viu uma figura estranha. Ele não conseguia distinguir o que estava vendo, por conta do sol em seus olhos, não conseguia ver aquela pessoa direito, mas ele percebeu que ele era o tocador da melodia, aquilo foi algo inesperado para Link.

            Desde pequeno, Link não recebeu nenhuma visita em 12 anos, por isso, ele ficou preocupado em relação àquela situação, então perguntou:

            - Olá! Quem é você? Veio ver meu tio Samuel? Ele não está agora – Apesar das perguntas, a figura o ignorou, e continuou a tocar o seu instrumento enquanto ia em direção à floresta, então Link decidiu ir atrás dele – Espere, quem é você? Pode me responder, por favor?

            Link deixou os peixes onde estava e decidiu perseguir o estranho. Enquanto corria, Link continuava a perguntar:

– Quem é você? – com isso, os dois iam para mais a fundo na floresta, mas não importava o quanto ele corria, ele não conseguia alcançar aquele ser.

Depois de correr tanto, Link percebeu que estavam na parte da floresta aonde se encontravam os túmulos de seus pais.

            O estranho havia parado de tocar seu instrumento e encarava as lápides, Link se aproximou calmamente dele, e percebeu que o homem usava uma armadura desgastada repleta de vinhas, e mais uma vez perguntou:

            - Quem é você? – O estranho então respondeu o garoto.

            - Sou um de seus antepassados, Link, vim para lhe alertar.

            - Como pode querer me alertar se nem sei quem é você?

            - Bem... na verdade você sabe, mas na minha forma atual você jamais me reconheceria – disse o estranho enquanto se virava.

Uma vez face a face com Link, o menino se assustou. Aquele homem parecia uma sombra, o seu rosto era uma caveira com um olho que brilhava vermelho, então, mais uma vez Link perguntou calmamente:

            - Quem é você? Como assim você é um de meus antepassados?

Link percebeu a espada na coxa direita do homem, então deduziu que o estranho era um espírito guerreiro, então, lembrou das histórias de seu tio sobre o pai ter sido um nobre guerreiro e perguntou:

            - Você é meu pai? – Perguntou esperançoso.

            - Não, Link, não sou, mas sei quem você é, sei qual é o seu destino e o porquê de você ter que viver isolado nesta fazenda.

            - Como pode saber mais sobre mim do que eu mesmo?

            - Isso não importa. Por enquanto, tudo o que você tem que saber é que as fronteiras dessa fazenda possuem uma magia muito poderosa que te protege dos males que existem além daquela cerca, mas essa magia está acabando, e logo o mal do qual seu tio sempre tentou te proteger encontrará vocês.

Link arregalou os olhos, espantado, completamente em choque.

O homem continuou, ignorando a expressão boquiaberta do menino a sua frente.

– Por isso, vocês precisam sair daqui imediatamente.

            Link ficou perplexo e confuso com o alerta. Ele tinha várias perguntas para o estranho, mas antes que pudesse fazer ao menos uma, o espirito o interrompeu:

            - Sei que tem várias perguntas, e lhe digo que um dia elas serão respondidas, mas, por ora, só escute o meu aviso e saia da fazenda. Vá para um lugar seguro, pois aqui não será mais, avise seu tio sobre o que eu lhe disse, e diga a ele especificamente que me viu.

            - Mas... porquê?

            - Como eu lhe disse antes, tudo será respondido no tempo certo.

Link ouviu o portão da cerca abrindo e seu tio dizendo que chegou, Link estava prestes a correr em direção ao tio para alertá-lo, mas antes que pudesse, o espírito o segurou pelo ombro e lhe entregou o instrumento que estava tocando. Era uma ocarina azul com um emblema da Triforce no bico, e assim que a pôs nas mãos do garoto, disse:

            - Este é o meu presente pra você, Link, sempre carregue esta ocarina, pois um dia, você precisará dela.

Assim, Link começou a correr, e enquanto corria, o espírito desaparecia lentamente dizendo:

            - Que o caminho do herói o leve à Triforce.

            Link não pôde compreender o que acabara de acontecer. Ele tinha várias perguntas, mas ele decidiu seguir os avisos do espírito, então guardou a ocarina e saiu correndo em direção ao tio para alertá-lo. Enquanto corria, Link se perguntava se aquela seria a sua ultima noite de paz com o tio, mas tudo o que ele sabia naquele momento era que não é possível prever as ações do destino.



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