História The Legendary Killer Of Giants - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Jiraiya, Kakashi Hatake, Kurama (Kyuubi), Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Naruharem
Visualizações 276
Palavras 5.723
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Do mesmo criador de Breaking Limits, chega eu :D O mito. Zueira, até parece. Enfim...

Esse é meu novo projeto. Outra longfic que... Se você gosta de Breaking Limits e acha épico, saiba que vai ser no mesmo nível. E esse vai ser harém, só não sei qual harem é kkkkk

Como eu sou meio bosta em começar fics mesmo, espero que gostem desse começo XD

Capítulo 1 - O despertar do guerreiro


(Naruto On)

Senti um brilho da luz atormentar os meus olhos. A luz da estrela que nos abrange insistentemente incomodando meus olhos querendo despertar de meu sono confortável. Franzo o cenho tentando voltar a dormir, mas infelizmente não consigo. Acabo abrindo meus olhos, observando pela janela a luz do sol passar. Tinha acabado de amanhecer. Levo as mãos até o meu rosto e coço meus olhos dando um longo bocejo. A preguiça não vai me deixar levantar, mas tive que resistir a tal tentação e ergui o meu corpo na cama. Sou tirado de meu estado sonolento quando ouço o barulho da porta do meu quarto ser aberta violentamente e surgir uma pessoa muito familiar.

- Prepare-se para ser pulverizado pelos poderes do Grande Mestre Sábio dos Sapos. - Disse um homem alto e grisalho fazendo uma pose ridícula, que me fez dar algumas gargalhadas. - Não subestime o meu poder!

Ele veio correndo em minha direção com um taco de beiseboll pronto para me acertar. Eu em um rápido movimento, pulei da cama e me lancei contra ele. Dei um chute com os dois pés nele no ar, fazendo com que o homem caisse no chão. Cai por cima dele. Me deitei enquanto passava uma perna em seu pescoço a forçando contra o chão. Pegava o seu braço com minhas duas mãos e o puxava. Com a outra perna bloqueava o seu peito, executando uma chave de braço que o imobilizava no chão.

- Se renda ou aceite a morte. - Digo ainda meio sonolento. O homem começa a se debater.

- Me... me rendo! - Diz ele, e então eu rio o soltando. Eu me levanto e estendo a mão para ajuda-lo. Ele aceita de bom grado e pega em minha mão para se levantar. - Seus reflexos estão bons como sempre.

- As vezes eu me pergunto que raio de forma de acordar alguém é essa. - Digo com um sorriso no rosto e com um bocejo vindo em seguida. - Vou me arrumar, então logo eu desço... - Caminho em direção ao banheiro.

- Não bata punheta ou isso vai te atrasar. - Diz ele rindo e saindo da meu quarto. É cada inconveniência em minha vida. É normal um jovem como eu acordar excitado, mas eu não penso em fazer isso, pelo menos não agora.

O homem que me atacou agora pela manhã é Jiraya. Ele é meu padrinho e provavelmente meu único familiar que restou. Quando eu tinha quatro anos eu perdi meus pais em um acidente de carro. Aquilo acabou comigo. Eu provavelmente iria para um orfanato, mas meu padrinho surgiu e tomou a minha guarda. Como ele era meu único parente não teve muitos problemas. Desde então vem cuidando de mim, e eu devo bastante a ele por tudo, apesar de ser meio doido. Ele é um pouco mais alto que eu. Tem cabelos grisalhos, espetados e compridos. Seus olhos são da cor marrom. Tem estatura forte até. Enfim, após trocar minhas roupas e me arrumar de forma que eu ficasse apresentável a humanidade, exceto meu cabelo que em qualquer situação fica uma bagunça, desço as escadas me dirigindo até a cozinha. Nesse momento sou atacado por uma fera laranja que pula em minha direção, e eu a agarro com meus braços.

- Ah, Kurama, já está desperta? - Pergunto rindo enquanto segurava o pequeno animal fiel que eu tinha.

Kurama é uma raposa laranja, apesar de eu achar mais parecido com um lobo-guara. Eu não sou o Richard Rassum para saber. De qualquer forma, eu a tenho desde que meus pais morreram. Eu a achei ferida na floresta próximo de minha casa e resolvi cuidar dela. Jiraya por algum motivo não questionou e até mesmo me ajudou por eu levar uma raposa para casa. Depois que eu cuidei dela, ela ficou bem próxima de mim. Tentei devolve-la a floresta, mas ela não quis desgrudar de mim. Então tive que aceita-la como meu pet. Tive sorte do IBAMA não aparecer. Seria uma desgraça tão grande.

- Sem essa carinha fofa. Você anda muito mimada ultimamente. - Digo rindo e pondo a Kurama no chão.

Ando em direção a cozinha, sendo seguido de Kurama que balançava sua cauda. Chegando lá, me deparo com Jiraya que já estava comendo. Ele me olha e me cumprimenta com um sorriso.

- Você demorou demais para acordar hoje. - Disse ele. - Vai chegar atrasado assim.

- Não tenho culpa se o despertador universal também se atrasou. - Digo rindo e me aproximando da mesa. - Acho que vou levar essas torradas e ir comendo no caminho.

- Como você vai pedalar e comer torradas ao mesmo tempo? - Perguntou Jiraya erguendo a sobrancelha.

- Sei lá, eu vou pedalando e levando as torradas na boca. - Disse simplesmente pegando as torradas que estavam em cima da mesa. - Vai que dá um bug na matrix do mundo e do nada isso vire uma cena de anime. Eu acabe trombando com uma garota que nunca vi na vida e nós na verdade estavamos destinados a ficar juntos para sempre. Nos apaixonamos, ficamos juntos, nos casamos, temos filhos e então somos atingindos por um meteoro. Vai que aconteça... Nunca se sabe.

- Eu acho que você deveria maneirar nos animes. - Disse Jiraya com gota na cabeça pelo que acabou de ouvir. - E na maconha também.

- Eu não uso drogas, minha cabeça que nasceu drogada. - Falo rindo, fazendo com que Jiraya também ria. - Bem, tenho que ir. Ah sim, hoje vou voltar mais tarde. - Saindo da cozinha e indo em direção a sala. Eu ja estava com meu uniforme escolar, faltava apenas calçar os sapatos. Kurama vem sempre me acompanhando. Que raposa obediente e atenciosa ela é. Coloco as torradas na minha boca, sem comer, e começo a amarrar meus tênis.

- Ah é, hoje você vai no cemitério, não é? - Diz Jiraya surgindo da entrada da cozinha me perguntando.

- Sim, mas não só por isso. - Digo depois de terminar de colocar os tênis, e dando uma mordida em uma das torradas e pegando com minha mão. - Hoje vai ter um evento da era medieval na cidade, e estava pensando em ir.

- Ah, entendo. - Diz Jiraya. - Mas lembre de voltar antes do jantar. E não vá sozinho.

- Hai, hai. - Digo abrindo a porta, quase saindo de casa. Pega a bolsa que eu já deixo arrumada perto da saida e a coloco nas costas. - Não sou mais criança, mas para garantir que a polícia não venha atrás de mim, eu vou com meus amigos. Se cuidem.

Saio da casa e caminho um pouco a frente. Vejo minha bicicleta presa a correntes e por um cadeado, encostado do lado de fora da casa. Coloco as torradas na boca. Levo as mãos ao bolso retirando um pequena chave. Vou até a bicicleta e me abaixo. Destravo o cadeado com a chave e retiro a corrente da minha bicicleta. Sem perder tempo, subo na minha bicicleta e começo a pedalar com a mesma. Passando pela grama de minha casa, vou pedalando pelas ruas. Com uma mão vou guiando, e com a outra mão vou comendo minha refeição.

Bem, acho que devo me apresentar. Me chamo Uzumaki Naruto, e tenho 19 anos. Sou loiro, com cabelo curto e espetado em todas as direções, para não dizer bagunçado. Meus olhos são azuis da cor do céu ou do mar, ou dos dois. Vai saber. Quem me diz são os outros. Tenho três riscos em cada lado da minha buchecha. Me dão um ar mais selvagem. Minha estatura é relativamente alta, e um porte físico musculoso. Sou um pouco definido pelos exercícios e pelas práticas esportivas que exerço. Estou atualmente no segundo período da faculdade, e apesar de minhas proficiências em varios quesitos, prefiri seguir na área de exatas. Bem, acho que é o suficiente por agora, se eu não me esqueci de nada. Mas eu sempre esqueço, então nem adianta.

Tinha terminado de comer minha refeição e já estava me aproximando da entrada da faculdade. Consigo ver em meio a tantos alunos, duas figuras que me chamam a atenção. Um garoto de cabelos negros e uma garota de cabelos róseos andando lado a lado. Guio minha bicicleta me aproximando deles.

- Não precisam se preocupar, pois a vela já chegou. - Digo sarcasticamente..

- Falta só colococar fogo na sua cabeça. - Diz o jovens dos cabelos negros zombando.

- O esquentadinho é você. Então é mais fácil sair fogo da sua bunda que minha cabeça pegar fogo. - Digo rindo alto. Uma veia salta da testa dele. A missão de irritar ele foi um sucesso.

- Meninos, sem briga. Sem briga. Vamos na paz de... qualquer pessoa pacífica ae. - Diz a rosada.

Bem, como provavelmente vocês tem ideia, esses dois são meus amigos. O garoto se chama Uchiha Sasuke. Ele é meu melhor amigo. Tem uma atitude um pouco arrogante, mas ainda sim é uma boa pessoa. Seus cabelos são negros, assim como os olhos. Tem quase a minha altura. Só isso a falar mesmo. Quando o conheci, ele me odiava, até eu salvar a vida dele num momento que não lembro. Enfim, cada um tem o amigo que merece. A garota é Haruno Sakura. Ela tem cabelos rosas, que ela jura que são naturais, mas eu duvido muito. Seus olhos são da cor esmeralda e ela é um pouco mais baixa que nós dois. Ela é um pouco mais amigável, que o Sasuke, mas só um pouco. Devo dizer que a forma que viramos amigos foi bem desmantelada, mas de alguma forma, conseguimos lidar muito bem um com o outro e formamos um bom time. Os dois pensam que eu não sei que eles tem um caso, mas uma vela reconhece de longe um casal para shippar. Ah enfim, voltando a realidade.

- Você parece um hippie falando assim, Sakura. - Debocho dela dando algumas risadas.

- Você fala cada merda pela boca, Naruto. - Diz Sakura cerrando os olhos.

- Pois é, se eu não defecar eu fico entupido. - Ria cada vez mais. - E se eu tiver uma prisão de ventre na garganta? O médico vai ter que por uma saca-rolhas dentro da minha boca para desentupir. - Faço uma rápida mímica do que seria mais ou menos o que teriam que fazer. - Poop! - Faço um barulho com a boca, semelhante uma rolha sendo tirado de uma garrafa. Sasuke e Sakura acabam caindo na risada de forma descontrolada, seguido de mim.

- Mas que diabos você ta falando, seu idiota? - Disse Sasuke gargalhando quase ficando sem ar.

- Você deve tá mais drogado que o Bob Marley, porque não tem condição! - Disse Sakura no mesmo estado que o Sasuke.

- Pois é, eu ainda estou com sono. - Digo pulando da bicicleta para começar a carrega-la e andar ao lado deles. - Que tal hoje irmos ao evento de era medieval hoje? Vai ser interessante.

- Ah, eu soube disso! - Disse Sakura rapidamente. - Dizem que vão mostrar até mesmo espadas usada pelos cavaleiros.

- Vai ser interessante de ver. - Disse Sasuke. - Mas só depois de sobrevivermos ao inferno, mais conhecido por faculdade.

Continuamos a andar por mais um tempo, enquanto conversavamos. O tempo parecia correr bem mais rápido que o esperado. Bem, era assim que começava meus monótonos dias.

(...)

- O dia chegou...

Ham? Que voz estranha é essa? Será o Darth Vader? Putz, eu nem virei um Jedi ainda. Olho ao meu redor e me deparo em um lugar que não existe, já que tudo parece mudar de cor em ondas que circulam ao meu redor. Seria algo psicodélico, se não fosse tão suave. Será que eu morri? Parece que estou num plano astral ou aquelas coisas malucas que aparecem do horóscopo.

- Por muito tempo você esteve adormecido... Agora chegou o momento do sangue em suas veias despertar o guerreiro legendário...

É casa conversa de louco que eu ouço. A voz que eu ouvia parecia vir de uma luz que surgia acima de mim. Pois é, ou é Deus falando ou o demônio. Provavelmente a última opção. Uma forte luz parece atingir os meus olhos e então eu desperto.

Abro meus olhos e ergo a cabeça. Acabei babando no meu caderno. A voz realmente tinha razão, já tava na hora de eu acordar de tanto que eu dormi para poder babar. Olho ao meu redor meio zonzo, identificando a sala de aula. A minha frente, um homem se aproxima, batendo o seu livro na minha carteira, fazendo tremer e consequentemente me acordar.

- Só porque você é inteligente, não significa que tenha que dormir nas minhas aulas. - Diz o professor numa repreensão.

Olho para o quadro vendo que a aula era de cálculo, então tranquilo. Já sabia tudo mesmo. Levanto os olhos para olhar para meu professor. Ele se chama Hatake Kakashi. Apesar de aparentemente estar com raiva de mim, ele é um antigo amigo meu. Foi meu professor em muitas vezes no passado. É um homem de olhos negros, na verdade só um deles, porque ele quer bancar o traficante que esconde mais da metade do rosto. Seus cabelos são grisalhos e espetados, apesar dele ser bem jovem para ter cabelos assim.

- Kakashi-sensei, eu estudo o assunto de sua aula em casa, para poder dormir em sala. - Digo simplesmente coçando a cabeça.

- Então por qual razão você vem as aulas? - Pergunta ele.

- Presença ainda conta na aprovação. - Digo sorrindo amarelo.

Ele balança a cabeça como se eu fosse um caso perdido e volta a dar a sua aula. O resto do dia passou bem rápido, não tendo nada de muita relevante.

(...)

A aula tinha terminado. Já estava na metade da tarde. Estava guardando meu material dentro da bolsa e me levantando da carteira. Direciono meu olhar para a Sasuke e Sakura que estavam fazendo o mesmo.

- Se vocês forem, vão na frente. - Coloco minha bolsa em minhas costas. Eles me olham também. - Eu encontro vocês no evento.

- Tem certeza que não quer que a gente vá com você? - Pergunto Sakura preocupada. Eles sempre se  preocupam quando eu fico sozinho por um tempo. Eles pensam que sou criança.

- Não, isso é algo que eu preciso fazer sozinho... - Digo em sorriso fraco.

- Tudo bem, eu entendo. - Diz Sasuke. - Nos encontramos com você lá, mas não demore muito.

- Hai, hai. - Digo simplesmente dando um aceno e saindo da sala de aula rapidamente.

(...)

Eu chegava ao cemitério aberto de bicicleta. Podiva ver varios túmulos quase idênticos em sua maioria. Era capaz de alguém que não conhecia o lugar se perder facilmente. Pedalei por algum tempo pela grama, parando em frente a dois túmulos, que eram de meus pais. Desço da minha bicicleta.

- Olá de novo, Mãe, Pai. - Digo tentando dar um sorriso. Mesmo que eles já estivessem mortos, virou um costume para mim. Gosto de falar o que acontece na minha vida no lugar onde eles foram enterrados, porque sinto que eles podem ouvir e cuidar de mim. Talvez seja maluquice minha. - As coisas estão acontecendo normalmente como sempre. Tenho tirado notas boas como sempre... e as coisas normais... como sempre. Sem nenhuma emoção. - Dou um longo suspiro.

- O momento está quase chegando...

- Que? Quem é você? Onde está? - Digo girando meu corpo, procurando a origem da voz, mas não encontrando ninguém. O estranho é que a voz é igual a que ouvi no meu sonho. E as voz parecia não passar pelos meus ouvidos, mas entrar direto em minha cabeça. Muito estranho. Fico mais um tempo olhando ao redor esperando alguma resposta, mas não recebo nenhuma. Levo a mão a minha testa. - Eu devo estar com sono... Melhor ir até onde Sasuke e Sakura estão.

Subo na minha bicicleta, e pedalo saindo do local.

(...)

Era quase fim da tarde.

Chegaria ao centro da cidade onde estaria acontecendo o evento. Tinha bastante pessoas pela rua principal e era incrível. Me aproximava mais de bicicleta e conseguia observar algumas pessoas fantasiadas de cavaleiros templários falando sobre tomar Jerusalém. É cada ideia que essa gente tem. Eu me sentia em um jogo de rpg com tanta gente fantasiada. Tinha até um cara dizendo ser a reencarnação de Merlim, mas parecia mais a reencarnação do mendigo da idade media. Enfim, resumindo, tinha muita gente doida que nem eu.

- Bem, vamos dar uma olhada no que podemos encontrar.

Eu andava de bicicleta lentamente, para poder ter uma ideia melhor. Parecia um museu ao ar livre. Tinha locais que mostravam moedas antigas, armas e armaduras que eram iradas, replicas de documentos, era bastante coisa. Tinha algumas lojas de suvenir vendendo algumas réplicas de coisas originais daquela epoca. Tinha um local onde uma galera fazia uma competição de Dragon Age ou jogava Final Fantasy. Cara, esse é meu mundo. Era um local realmente divertido de se ver. Indo um pouco mais a frente, eu encontro Sasuke e Sakura andando de mãos dadas. Ah, malandros. Eu que não vou ser a vela movel. Isso parece nome de veículo de super herói. Resolvo me afastar e deixar aqueles dois a sós. Vou andando mais um pouco a frente para observar melhor a feira.

- Ah, esqueci meu dinheiro! Droga! - Digo emburrado, enquanto pedalava.

Nesse momento, o chão tremeu fortemente. Parecia uma terremoto, mas bem breve e bastante violento. Foi como se a terra se movesse para baixo e depois para cima, e voltaria ao centro, bem rápido. O movimento fez com que meu corpo fosse lançado da minha bicicleta no ar, e me lançasse de costas no chão.

- Ah, caralho! Mas que poha é essa? - Digo ao sentir minhas costas baterem no chão. Não doeu muito, pois eu já tinha uma boa resistência de meu corpo a quedas. Me levantei rapidamente e olhei ao redor. Varias pessoas tinham caído também e algumas barracas estavam desmoronando. Fico meio atordoado pelo que aconteceu e presto a atenção atentamente. Vejo uma sombra começar a me cobrir. Quando olho para cima vejo os destroços de um carro acabado caindo em minha direção. Pulo rapidamente jogando meu corpo para trás para escapar da morte certa. O carro cai bem em cima da minha bicicleta. - Poha mano! Eu gostava dessa bicicleta.

Nesse momento aconteceu mais uma baque no solo, mas não como o anterior. Era como se um barulho percorresse todo o solo e algo começasse a se aproximar. Era como se fosse passos que eram dados em um mesmo intervalo de tempo. Era um pouco assustador que esse fosse o caso. As pessoas ao redor pareciam estar tão confusas quanto eu e assustadas. Olhei mais a frente e pude ver a origem dos tremores no solo. Um humano pelado. Bem, acho que seria um humano se não tivesse dezoito metros de altura e não pesasse umas vinte toneladas talvez, ou mais. Eu estou chutando pelo que estou vendo. Surgiu uma criatura humanóide no fim da rua, entre dois prédios. Uma de suas mãos estavam segurando o prédio enquanto a figura aparecia. As proporções eram a mesma que um humano normal, já a altura não. Seus olhos pareciam fixos e quase não se mexiam. Seu rosto parecia congelado, como se estivesse parado no tempo, ou estivesse fazendo pose para uma foto. Era bem asssutados. A criatura fazia barulhos estranhos e era bem intimidadora. Ela nos observava de forma curiosa. Eu estava paralisado de medo. Parecia que eu ia morrer a qualquer momento.

- Uzumaki... Naruto... - Falou a criatura dando um passo a frente, fazendo o chão tremer. Fudeu.

Nesse momento, todas as pessoas que ali estavam começaram a correr desesperadas. Aquele monstros dos infernos tava atrás de mim. Mano, que merda eu fiz? Eu não tenho nada. O monstro começou a dar passos em minha direção e eu apenas recuava. Seus passos eram lentos, mas seu tamanho fazia com que cobrisse uma longa distância muito rapidamente. Corria rapidamente enquanto via aquela criatura ser capaz de tapar o próprio sol, envolvendo o local em trevas. Eu tanto quanto podia, olhando para trás e observar o monstro que me perseguia. Ele vinha estendo a mão em minha em direção, pronto para me agarrar, mas algo o impediu.

Uma bola de fogo veio em sua mão e o atingiu, a queimando e fazendo a criatura soltar um grunido de reclamação. De onde veio essa bola de fogo? Quando olho a frente, observo quem estava a minha frente.

- Ah, impedi a tempo. - Dizia meu amigo Sasuke. Ele estava com olhar sério, com algumas chamas saindo da sua boca. E sua pele estava azul? Pareciam escamas de largato em vez da própria pele.

- Quem é você? O Papai Smurf? - Pergunto um pouco surpreso.

- Não há tempos para explicações, Naruto. - Dizia Sakura que estava ao seu lado. O cabelo dela estava azul. Será que hoje é o dia do azul e eu não sei? - Você precisa fugir!

- Espera... eu? Vocês vão ficar e enfrentar aquela coisa? - Pergunto assustado e apontando para a criatura gigante. - Que eu saiba vocês não são os Power Ranger.

Então foi ouvido um grito do monstro, e nós três nos viramos para ver o que acontecia. O monstro começava a gritar de forma agonizante. Foi então que aos seus pés, começaram a surgir criaturas do tamanho de humanos, mas nem um pouco humanas. Pareciam algo semelhante as lendas dos lobisomens. Eram vários deles. Deviam ter uma quatro dezenas. Seus olhos não tinham pupilas, e babavam enquanto rosnavam. Não era nem um pouco amigáveis. Eles então se afastaram do gigante e vieram correndo em nossas direções.

- Mas que poha é essa? - Disse um pouco desesperado.

- É por isso que você tem que ir! - Disse meu professor, Kakashi, que surgiu ao meu lado do nada.

- Eles querem você, não nós. - Disse Jiraya que também surgiu. Junto com ele surgiu uma estranha garota ruiva que estava fazendo cosplay de Kitsune. Agora sim. Deu a louca em todo mundo.

- Mas o que ta havendo aqui? - Digo cada vez mais confuso. Parece que todo mundo tem super poderes aqui.

- Você quer morrer? - Pergunta Jiraya olhando sério para mim. Eu balancei a cabeça negativamente. - Então chispa, poha!

Os cinco que estavam ali correram em direção ao exercito de inimigos. Eu não comseguia acreditar. Aquilo parecia loucura. Tenho que ligar para o padre promover o enterro. Foi então que eu vi a coisa mais surpreendente na vida. Sasuke estendeu a mão e então bolas de fogo surgiram ao seu redor. Elas foram lançadas contra os lobos e cada um explodiu em chamas ao contato, queimando as criaturas e lançando seus corpos chamuscados no ar. Sakura ergue a mão e apontou para cima. Do nada, estalactites de gelo se formaram acima dos lobos e cairam ao chão, atravessando-os e logo em seguida o congelando. Kakashi esticou as duas mãos em direção aos seus inimigos, e foi como se raios roxos caissem do céu eletrocutassem cada um daqueles monstros, fazendo-os cair mortos no chão. Jiraya ergue as duas mãos para cima. O chão tremeu. Uma fissura se abriu no meio da rua e levou para as profundezas da terra vários daqueles monstros. Eles dizimaram todos aquelas inimigos em poucos segundos.

- I-incrivel... - Digo bastante impressionado e vidrado no que acontecia. Mesmo estando longe e não podendo ver muito bem, aquilo era impressionante de se ver.

Eu não consegui ver muito bem mais aquela garota raposa. Ela se movia rápido demais para eu poder acompanhar. Era como um feixe alaranjado que se movia de um lado para outro, derrubando um a um.

Quando toda aquela horda de inimigo caiu em pouco tempo, o gigante rosnou. Os cinco se viraram em direção a ele, prontos para atacar. Sasuke lançou suas chamas em direção ao gigante, mas por incrível que pareça o ataque desapareceu antes de tocar nele. Foi como se uma parede invisível tivesse refletido o ataque. Sasuke pareceu se assustar e recuou para trás aparentemente assustado. Os demais tentaram fazer coisas semelhantes contra o gigante, mas da mesma forma seus ataques não surtiam o menor efeito. Era como se fosse invulnerável. Os poderes elementais que eles usavam pareciam nem mesmo machuca-lo. Isso me deu uma certa preocupação. O gigante ergueu o pé. Nesse momento eles tentaram fugir, mas não adiantou muito. O gigante deu uma pisada poderosa no chão, criando uma onda de ar pelo impacto, que se projetou e atingiu a todos que estavam ali. Eles receberam o ataque em cheio e cairam no chão. Foi um ataque poderoso.

- Droga...

Eles conseguiram se levantar rapidamente. Ficaram rodeando o inimigo tentando achar uma forma de machuca-lo ou enfranquece-lo. Ficaram dando voltas e atacavam com seus próprios ataques. Droga, e não tinha nada que eu poderia fazer?

- Errado, Uzumaki Naruto. - Disse a mesma voz que me atormentou duas vezes no mesmo dia. Eu não conseguia dizer de onde vinha nem mesmo saber quem era. - Você é capaz de derrota-lo.

- Que? Como? Espera... do que está falando? - Faço perguntas tentando entender o que essa voz dizia. - Por que anda falando comigo?

- Você irá precisar de uma espada. - Disse a voz. A ótimo, onde irei conseguir uma espada? Até parece que estou na idade media. Mas... pera... o evento! Olho para o lado, e percebo que eu tinha parado bem do lado do local onde mostravam espadas daquela época. Não tinha ninguém, já que todos sairam correndo para salvar as próprias vidas. Me aproximei do local vendo que tinha algumas espadas caidas no chão devido ao primeiro tremor. Pego a mais próxima de mim pelo cabo. Ergo um pouco ela observando a sua lâmina. Era bem feita e parecia ser capaz de perfurar e cortar muitas coisas ainda. Quando a peguei, senti que poderia manusea-la facilmente, mesmo sem nunca ter pego em uma espada antes. Era uma espada comum, mas era bem feita. Dava gosto de ter em mãos. Mas por que eu estava fazendo o que uma voz do além está dizendo? Acho que sou esquizofrênico.

- Mas.. o que eu faria com uma espada como essa contra uma criatura daquele tamanho? - Pergunto com gota na cabeça. Talvez para enfrentar um iinimigo do meu tamanho até poderia, mas um gigante? Até parece.

- Seus instintos te levarão ao ponto fraco de seu inimigo. - Disse a voz. - Confie em si mesmo e poderá vencer.

A ótimo, ele quer que eu me jogue na morte certa. Seria mais fácil me pedir para se suicidar logo. Então sinto como se uma chama no meu interior me desse a coragem que eu precisava. Sinto como se fosse realmente capaz de derrotar esse monstro. Como se fosse um instinto. Não é algo da minha mente que diz, mas algo mais além que não consigo compreender. Eu precisava derrotar aquilo. Eu sei que podia derrotar aquilo.

Eu olhei para o gigante que estava distraído com meus amigos e família. Respirem fundo e fui correndo em sua direção. A cada passo que eu dava eu percebia a altura que aquele monstro tinha. Quando mais eu me aproximava, mais intimidador parecia, mas eu não reduzi a velocidade. Fui correndo em sua direção sem hesitar. Estava perto de seu pé e olhei para cima. Parecia que eu estava vendo um prédio. Algo no meu interior me dizia que eu deveria escala-lo. Chegar próximo do topo de sua boca. Fui tirado dos meus pensamentos por Sasuke que tinha me visto correndo.

- Naruto! Idiota! O que pensa que está fazendo? - Pergunta ele surpreso e irritado.

- Eu também não sei! Mas sinto que pode dar certo! - Digo simplesmente e o ignoro antes que ele pudesse protestar.

Passo pelo meio das pernas do gigante ficando atrás dele e o observando. Eu precisaria ter que derruba-lo de quissesse subir nele. Nesse momento, pulo o mais alto que podia e me segurei em seu pé, na parte mais baixa de sua panturrilha. Me segurei com força e subi mais um pouco, escalando sua perna, até chegar no meio de sua panturrilha. O gigante sentiu que eu estava em sua perna, e levantou a mesma. Ele balançou para frente e para trás fortemente, tentando me derrubar. Me segurei para não cair. Meu corpo foi jogado para frente e para trás como se eu fosse uma folha de papel ao vento. Ele fez mais um movimento com o pé tentando me tirar, mas não conseguiu. A forma que eu tinha que me segurar cansava meu corpo. Eu teria que dar um jeito naquilo rápido ou eu acabaria sendo jogado no ar. Quando ele parou a perna e a colocou no chão, eu peguei minha espada. Ergui ela e apontei a ponta da mesma em direção a pele do gigante. E em um rápido movimento perfurei sua panturrilha com aço que atravessou a sua pele. Ele pareceu sentir o ataque, pois seu corpo tremeu levemente, e ele urrou fortemente. Retirei minha espada de dentro de sua carne e como um jato, seu sangue vermelho saiu como um geiser da ferida. O sangue me atingiu, me cobrindo de vermelho, mas eu não liguei. Preparei minha espada novamente e perfurei mais uma vez sua perna, e dá mesma forma que a anterior eu fiz. Ele urrou de dor novamente.

Nesse momento, ele dobrou a perna que eu estava, quase caindo. Ele apoiou a outra perna no chão e se agaixou. O ataque forçou o mesmo a se ajoelhar. Olhei para as duas feridas que eu tinha feito em sua panturrilha e notei que elas estavam começando a se fechar. Eu tinha que ser rápido. Dei um pulo e finquei a minha espada na parte inferior direita de suas costas. Escalei mais um pouco ficando suas costas, como se eu estivesse escalando uma montanha. Como ele acabou ficando bem curvado, consegui ficar de pé. Em seguida corri pelas suas costas subindo até o pescoço. Nesse momento eu vi algo estranho. Eu vi algo brilhante na nuca daquele monstro gigante. Senti que ali era seu ponto fraco. Nesse momento, ele tinha recuperado de seu machucado e estava começando a se erguer. Ele ficou em pé e eu pulei em seu ombro se segurando. Me segurava com os dois braços em seu ombro, e ele começava a andar. Consegui me equilibrar e ficar agachado em cima de seu ombro. Ele notou minha presença e parou de se mover. Moveu sua cabeça para o lado e me olhou. Dei um sorriso.

- Sinta dor, filho da puta! - Falo e ergo minha espada fincando ela bem em sua nuca, perfurando até o cabo.

O gigante começou a urrar de dor. Ele soltou um grito e se remexeu. Seu corpo começou a se mover de um lado para outra de forma desesperada. Me agarrei em seu pescoço fortemente e retirei a minha espada. Ergui ela novamente e perfurei mais uma vez, fazendo uma outra rajada de sangue sair. Me segurei fortemente, pois ele estava se mexendo de forma mais violenta. Ele então se jogou para trás tentando me acertar, junto com seu corpo em um prédio. Observei a aquilo e pulei para seu ombro. Mesmo se eu permanecesse ali, eu seria atingindo. Segurei minha espada com as duas e pulei. Cravei a lâmina na parte frontal do pescoço do inimigo quando ele bateu as costas no prédio. Fiquei me segurando para não cair e olhei para baixo. Se eu caisse daquela altura... já era para mim. Torcia para aquela espada não se soltar. Quando o gigante se afastou do prédio, sentir ele agonizar também pelo corte que fiz em seu pescoço. Ele começou a se curvar e levar suas mãos ao pescoço para parar o sangramento que eu tinha provocado. Girei meu corpo retirando a espada e pulando para sua nuca. Como ele estava curvado, era mais fácil de eu executar um ataque certeiro. A criatura tinha levado as mãos ao pescoço. Ergui a espada.

- Morra, monstro! Você não pertence a este mundo! - Digo e usando as duas mãos, cravo com bastante força a lâmina em sua nuca.

O sangue jorrou fortemente, sujando mais ainda de sangue as roupas que eu estava. Nesse momento o monstro travou. Seus olhos pareceram que explodiram em sangue, e ele ficou alguns segundos paralisados. Seu corpo começou a tombar para frente lentamente. Me segurei para não cair daquela altura. O corpo do gigante caiu de joelhos, e logo em seguida o restante de sua coluna caiu com tudo no chão. Ele estava aparentemente morto e imóvel. Consegui ficar de pé e retirei a minha espada. Andei pelos restos mortais de seu corpo e desci até o chão. Olhei para a criatura que acabei de matar. A adrenalina ainda estava pecorrendo meu corpo, e ainda não sou capaz de acreditar que matei algo assim. O corpo da criatura começa a esfumaçar, como se estivesse se decompondo rapidamente e evaporando. Olho para o corpo mais atento, e vejo o mesmo se abrir. De lá sai o que aparenta ser um ser humano, andando cabaleando. Parecia estar fraco. Ele caminhava em minha direção.

- Seu... maldito... você vai perec- Ele não pode terminar de falar, porque eu parti com tudo contra ele, e atravessei seu peito com minha espada, fazendo o sangue dele jorrar. - O-o... q-que?

- Isso foi pela minha bicicleta, arrombado. - Digro friamente. - Volte para o inferno de onde veio. - Solto o cabo da espada, deixando a mesma no corpo daquele ser. Empurro o mesmo para longe de mim, e ele recua para trás.

- Mal... dito... - Diz ele sem muita voz e cambalendo de um lado para outro.

- Pode ficar com a espada de presente. - Digo batendo as mãos, como se estivesse tirando a poeira.

Ele cai no chão ficando de joelhos, deixando o sangue escorrer pela boca e peito. Ele fica imóvel, provavelmente indicando que morreu. Sinto o cansaço me atingir. Minhas pernas tremem e eu começo a ofegar. Eu quase apago, mas meu corpo insiste em cair. Eu cairia de cara no chão, se o Kakashi não tivesse me segurado.

- Naruto! - Diz ele aparentemente preocupado. - Você está bem?

- Se eu estivesse bem eu conseguiria ficar em pé. - Disse rindo ainda meio ofegante. - Mas se pergunta se eu tô morrendo por causa disso... eu sei lá...

- Aquilo foi incrível... - Disse Sasuke. Os demais tinua se reunido ao meu redor. - Como você...?

- Acho que vocês tem mais coisas a falar do que eu a vocês. Mas eu no momento quero saber só uma coisa... - Ofego. - Eu vou ganhar uma bicicleta nova?

TO BE CONTINUED


Notas Finais


Eita, que voz é essa? Quem são essa galera que lança poder? Esse inicio foi bem bugado, vamos combinar XD

Espero que tenham gostado :v porque vai ter mais (eu espero)

Até o próximo cap :D

Qualquer erro, podem me dizer que eu conserto, concerto... Ajeito, pronto. As vezes eu esqueço qual é qual


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