História The Life - Capítulo 76


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Cara Delevingne, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Cally, Camila, Camren, Camren G!p, Lauren, Lauren G!p, Norminah, Semi, Vercy
Visualizações 933
Palavras 2.862
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Adivinha que resolveu aparece?
Euzinha!

Capítulo 76 - Capítulo 05


Fanfic / Fanfiction The Life - Capítulo 76 - Capítulo 05

Pov Livia

As portas da ambulância foi aberta, um paramédico desceu, falou alguma coisa para as médicas que estavam do lado, e puxou a maca com Laura. Elas entraram para dentro do hospital e eu apenas seguia elas.

Desde que entrei dentro da ambulância comecei a agi no automático.  Minha mente só consegue pensa na Laura deitada naquela cama.

Médica:  Você não pode entra aqui!

Livia: Eu não vou deixa a Laura sozinha.

Médica: Ela não esta sozinha, a Dra Grey e eu cuidaremos dela. - falou e eu olhei seu nome em seu crachá, Dra Kepner. 

Livia:  Mas eu... - ela me cortou.

Dra Kepner: Prometo que assim que acabarmos de examina-lá, te chamo para fica com ela. - falou e suspirei.

 Livia: Cuida bem dela! - ela assentiu e passou pela porta.

Me encostei na parede ao lado da porta e me sentei no chão. Abracei minhas pernas, abaixei a cabeça e comecei a chora.

Se eu não tivesse me afastado dela isso nunca teria acontecido. 

Isso é tudo minha culpa!

Voz: Ei! - senti alguem coloca a mão no meu ombro e levantei cabeça para vê quem era. - Você esta bem? Esta sentindo alguma coisa? - a mulher, com roupa de medico, perguntou parecendo preocupada.

Livia: Eu estou bem! - falei passando a mão no rosto para seca as lágrimas.

Mulher: Não é o que parece! - disse sentado ao meu lado. - Quer me conta o que houve?

Livia: Você é psicóloga?   

 Mulher: Não, sou cardiologista, mas se você quiser desabafa eu estou aqui. - por mais confusa que minha cabeça esta, eu não vou desabafa com uma estranha. - Sou Calliope Torres, mas pode me chama de Callie, sou a melhor ortopedista que este mundo pode ter. - convencida ela, né? - Consegui tira um sorriso do seu rosto, isso é bom.

Lívia: Sou Livia! 

Callie: Certo Livia, agora que nós conhecemos, se você quiser desabafa estarei aqui para ouvi. 

Sera que eu devo desabafa com ela?

Foda-se!

Livia: Há quase um ano, eu descobri que sentia algo a mais pela minha melhor amiga, mas eu nunca disse nada a ela por medo dela não querer mais olha na minha cara. - comecei a fala e Callie parece esta prestando a atenção -  Ela começou a namorar um idiota do colégio, nós avisamos que ele não prestava, mas ela nunca acreditou, começou a agir como uma babaca e isso me machucou muito, então me afastei dela. -  senti meus olhos lacrimejarem - Hoje esse idiota abusou dela. - as lágrimas voltaram a cair - E eu estou me sentindo muito culpada, porque se eu não tivesse me afastado dela, eu teria protegido ela e ele não teria abusado dela. - Callie me abraçou e eu chorei mais.

Callie: Já volto! - falou alguns minutos depois e se levantou.

Abracei meus joelhos novamente e abaixei minha cabeça.

Callie: Aqui! - ouvi a voz dela e levantei a cabeça - Tome um pouco de água. - peguei o copo da mão dela e percebi que estou tremendo. - Esta mais calma? - perguntou depois de um tempo e eu assenti - Então eu quero que você preste muita atenção no que vou te dizer agora. - ela se sentou na minha frente - Você não teve culpa do que aconteceu! - disse segurando minhas mãos - Você não deve se culpa, pois tentou avisa-lá que esse "idiota" não prestava.  Você se afastou, porque não queria se machuca, mais do que estava se machucando, vendo quem você ama com outra pessoa. - tirei os olhos das nossas mãos e olhei para ela. - A culpa é do abusador, não sua. 

Ela tem razão!

EU NÃO SOU CULPADA!

EU NÃO SOU CULPADA!

EU NÃO SOU CULPADA!

A CULPA É DO RODRIGO!

A CULPA É DO RODRIGO!

A CULPA É DO RODRIGO!

Comecei a repetir isso para mim mesmo.

Callie: Me prometa que você vai parar de si culpa? - sai dos meus pensamentos com a voz dela. 

Livia: Eu prometo! - falei e ela sorriu. 

Callie: Você esta aqui sozinha? 

Livia: Estou, mas eu acho que as mães da Laura já devem ter sido avisadas sobre o que aconteceu. 

Callie: Laura é o nome da sua garota?

Livia: Ela não é minha garota! - falei e ela riu.

Callie: Posso te dá um conselho? - assenti - Não deixe o medo fala mais alto que seus sentimentos.

Lívia: Obrigada, por te me ouvido e pelos conselhos. - falei abraçando ela.

Ela ia fala alguma coisa mais o bip dela começou a tocar.

Callie: Estão me chamando, nós encontramos por aí. - ela me deu um beijo na cabeça e saiu.

Me sentei na cadeira e fiquei encarando a porta que entraram com Laura. Suspirei e me levantei, fui ate a recepção e pedi para usa o telefone.

 Liguei para minha mãe Demi, ela surtou quando eu disse que estou no hospital e disse que estava vindo para cá sem deixa eu termina de fala.

Pov Lana

Assim que a ambulância sai, a polícia chegou. Contei tudo o que houve e logo em seguida liguei para Lauren e pedi para ela me encontrar no colegio, mas segundo a propria ela já esta lá.

Como eu vou conta para ela que a filha foi abusada sexualmente?

Carly a delegada que esta cuidando caso, mandou um alerta para todos os aeroportos e rodoviárias, caso Rodrigo tente fugi ele não conseguirá. Ela também ficou com Filipe, ela disse que levaria ele ao hospital para fazer um curativo no rosto e logo em seguida levaria ele para a delegacia.

Bryan, policial, ficou por conta de fazer uma revistar o apartamento e depois ir ao hospital pega o depoimento da Livia e Laura.

Já Rebecca esta indo para o colégio comigo, para conta a Lauren o que houve.

Estacionei o carro na minha vaga no colégio e respirei fundo antes de sair do mesmo. Rebecca não disse nada, ela apenas me seguia.

Assim que entrei no colégio, vi Lauren e Camila conversando com Noah do lado de fora da enfermaria.

Lana: Bom dia! - falei chamando a atenção dos três. 

  Noah: Lana! Estava te procurando, você sabe da minha irmã? - assenti e ele ficou me encarando.

Lana: Ela esta no hospital! - falei e vi os olhos do garoto se arregalarem.

Noah: Co-como assim hospital?

Lana: Ela esta bem, Noah!

Noah: Se ela esta bem, o que ela esta fazendo no hospital? - perguntou e eu olhei para Camila e Lauren.

Lana: Será que posso conversa com vocês a sos? - elas assentiram. - Noah, vai ate sua sala e pegue os materiais da Lua e da Livia, por favor.

Noah: Mas eu quero sabe o que minha irmã esta fazendo no hospital.

Camila: Faz o que ela esta pedindo Noah. - ele bufou e saiu.

Fiquei olhando ele sumi no corredor.

Lauren: O que aconteceu com a Laura? Por que tem uma policial aqui? - olhei para ela assustada.

Como ela sabe que aconteceu alguma coisa com a Laura?

Como eu vou falar que ela foi abusada sexualmente? 

Olhei para a Rebecca, pedindo ajuda.

Rebecca: Olá! Eu sou Rebecca e estou cuidando da filha de vocês.

Camila: O que a Laura fez?

Rebecca: Ela não fez nada! Ela foi a vítima...

Camila: Vitima do quê?     

Rebecca: A filha de vocês foi abusada sexualmente. - falou e ninguém disse nada.

Camila abraçou Lauren e começou a chorar.

Lua: COMO É QUE É? - ela estava ali? - FOI AQUELE FILHO DA PUTA, NÃO FOI? EU VOU MATA ESSE DESGRAÇADO. - falou e saiu correndo em direção a saída.

Rebecca foi atras dela e eu olhei para Camila e Lauren.

Lauren: Como isso aconteceu? - perguntou meio em choque.

Lana: Parece que foi uma aposta. - falei e os olhos dela mudou de cor.

Noah: Pronto! - falou com as mochilas nas mãos. 

 Lauren: Vamos Noah! Tchau Lana!

Suspirei frustrada e fui para a minha sala, não posso sai do colégio agora.

Pov Lua

Ele abusou da minha irmã!

Eu vou arranca aquela merda que ele tem no meio da perna e depois vou acaba com a vida dele.

Peguei a chave do meu carro no bolso, desativei o alarme e entrei no carro. Me sentei no banco, coloquei a cabeça no voltante e comecei a chorar.

Por que a Laura não me ouviu?

Por que esse desgraçado fez isso com ela?

Sera que ela sentiu dor?

Sera que ele machucou ela? 

Eu deveria ter trazido ela para o colégio, mesmo ela não estando olhando na minha cara.

Eu deveria te protegido ela.

Ouvi alguém bate na janela do meu carro e levantei a cabeça, era a policial Rebecca. Ela fez um sinal para mim destranca  a porta. Assim que destranquei ela se sentou no banco do carona e ficou em silencio.

Lua: Você viu ela? Ela estava machucada? 

Rebecca: Quando cheguei no local, ela já tinha sido levada pela ambulância.

Lua: Ela esta sozinha?

Rebecca: Ela esta com uma garota chamada Lívia. 

Me tranquilizei ao sabe que ela esta com a Livia.

Lua: E o Rodrigo?

 Rebecca: Já estamos atrás dele!

Lua: Quando vocês pegarem ele, você me deixa ter cinco minutinhos a sos com ele? 

Rebecca: Isso você teria que pedi para Carly.

Lua: Quem é Carly?

Rebecca: Minha chefe!

Lua: Ela é gente boa?

Rebecca: As vezes!

Lua: Ela é casada? 

Rebecca: O que isso tem a vê?

Lua: Quando eu quero fazer alguma coisa e mama não deixa, eu peço papa para pedi com jeitinho e ela deixa. - falei e ela riu alto.

Rebecca: Isso não funcionária nunca com a Carly. 

Lua: Como sabe?

Rebecca: Conheço ela a 16 anos!

Lua: Vocês estão juntas a quanto tempo? 

Rebecca: 15 anos!

Eu vi minhas mães saindo do colégio junto com Noah. Ele veio na direção do meu carro e entregou minha mochila.

Noah: Estamos indo para o hospital. - avisou e foi para o carro da minha mãe.

Lua: Você esta de carro? - Rebecca negou - Você pode dirigi para mim? - ela assentiu e trocamos de lugar.

Eu não acho que seja uma boa ideia eu dirigi. Minhas pernas estão meio bambas e minhas mãos estão tremendo.

O caminho ate o hospital, eu fui tentando fazer Rebecca dá um jeito de mim fala com Rodrigo. Eu preciso olha nos olhos daquele filho da puta.

Chegamos no hospital e tinha vários paparazzi na entrada.

Lua: Isso só pode ser brincadeira. - falei pegando uma mochila no banco de trás. 

Peguei minha peruca loira e meu óculos escuro. Depois de me arruma, sai do carro, entrei no hospital junto com Rebecca e antes de chegar na sala de espera tirei a peruca.

Vi Livia abraçada com Noah e fui ate ela.

Selena e Demi estão conversando com minhas mães e Rebecca foi em direção a um policial.

Lua: Livia? - ela me olhou - Podemos conversa?

Nos afastamos um pouco do pessoal.

Lua: Você viu a Laura? Como ela estava?

Livia: Vou ser sincera com você, Lua. - disse se encostando na parede. -   Foi horrível! - senti um aperto no peito - Ela estava desacordada, nua, tinha sangue na sua intimidade, o corpo dela esta cheio de mordida... - a voz dela falhou.

Lua: Como você encontrou ela?

Livia: O Filipe sabia onde ele estava, por falar nisso tudo isso aconteceu, porque o Filipe desafiou o Rodrigo. 

Assim que ela terminou de fala ouvi a voz do Mark, eu conheço todos os médicos desse hospital, olhei para ele e ele esta falando com Filipe.

Não pensei duas vezes, caminhei ate ele e acertei um soco no rosto do Filipe.

Lua: Eu vou te ensinar a entende que mulher não é um objeto. - falei acertando outro soco dele. - Para você sai desafiando os outros. - desta vezes eu chutei a perna dele e ele caiu no chão, me sentei em cima dele e distribui uma sessão de tapas.

Senti meu corpo sendo levantado por alguem.

Lua: Me solta! - falei me debatendo.

Rebecca: Quando você se acalma, ele te solta. 

Lua: Eu não vou me acalma, Rebecca. - praticamente gritei - Minha irmã esta aqui por culpa desse merda. - falei tentando me solta mais uma vez, porem quem esta me segurando era bem forte.

Mark ajudou Filipe a se levanta e sumiu com ele.

Lua: Agora você pode me solta! - digo irritada.

Rebecca: Pode solta, Bryan!

Esse Bryan me soltou e eu sai dali sem olha para trás, passei pela saída do hospital sem me importar com os paparazzi e acertei um chute na primeira lata de lixo que vi.

Paparazzi 1: Lua o que esta acontecendo?

Paparazzi 2: É verdade que sua irmã esta internada? 

Lua: Sua mãe, que esta internada aqui, seu merda. - falei sem paciência. 

Paparazzi 3: Dá uma paradinha para a foto.

Lua: Eu vou para vai ser a mão na sua cara, filho da puta. - digo tentando sai do meio desses urubus - DÁ PARA SAI DA MINHA FRENTE?! - gritei e senti alguém puxa minha camiseta, estava pronta para acerta um soco, mas quando me virei era o Louis.

Louis: Vem! - nem tive tempo de responde e ele saiu me puxando.

Lua: Eu não quero volta lá para dentro. 

Louis:   Aqui fora brigando com paparazzi, você também não fica. - falou me puxando para o carro dele. - Vamos ficar aqui dentro ate você se acalma e depois entramos.

Lua: Ele abusou dela, Louis! - falei encostando minha cabeça no vidro - E-eu avisei ela, que ele não prestava, ela não acreditou em mim e ainda brigou comigo.

Louis: Eu sei, mama me contou tudo o que aconteceu.

Lua: Eu estou com tanta raiva, Lou!

Louis: Fica com raiva e briga com paparazzi, não vai resolve nada. - falou suspirando - O que você precisa fazer agora é se acalma, porque Laura vai precisa muito da gente.

Pov Carly

Quando eu era criança, presenciei meu pai agredindo minha mãe varias vezes. Eu nunca pude fazer nada, porque se não ele me agredia também. Minha mãe denunciou ele para a policia e ele sumiu do mapa. Quando eu tinha 15 anos,  ele ressurgiu das cinzas e apareceu lá em casa dizendo que minha mãe tinha acabado com a vida dele. Ele começou a bate nela e eu chamei a polícia, quando os policiais chegaram minha mãe estava desacordada e aquele covarde continuava batendo nela. Ele foi preso e minha mãe passou uma semana na UTI.

Desde então, eu prometi a mim mesma, que me formaria em alguma profissão que pudesse me ajuda a proteger as mulheres de qualquer violência.

Me tornei delegada e em 10 anos de profissão, ninguém saiu impune.

 Hoje recebi a denúncia de violência sexual contra uma adolescente. Assim que chegamos no local do ocorrido, a primeira coisa que fiz foi sabe o nome do abusador e informar dos os aeroportos e rodoviárias, pois tenho certeza que ele irá tenta fugi. Depois conversei com meus parceiros e nos separamos. 

Rebecca ficou por conta de acompanhar Lana para informa a familia do acontecido.

Bryan ficou por conta de revistar o apartamento.

E eu vou levar Filipe para o hospital e logo em seguida pega o depoimento dele na delegacia.

Chegamos no hospital e Filipe foi levado para fazer curativos no seu rosto. Enquanto esperava recebi um chamado da polícia federal, Rodrigo esta em um vôo para Cancun. Eles já avisaram a torre de comando e o avião fará um pouso de emergência no aeroporto mais próximo. Pedi Bryan para vim para o hospital, o mais rápido possível. Assim que ele chegou, avisei que estava indo para o aeroporto.

Cheguei no aeroporto e fui recebida por um policial federal. Ele me informou que o avião já tinha ousado e eles já estão trazendo Rodrigo de volta para Miami.

Pov Rodrigo

Cheguei no aeroporto e comprei a passagem para o primeiro vôo que vi. O destino era Cancun e as pessoal já estavam embarcando.

Rodrigo: Quero vê esse idiotas me encontrarem. - falei me sentando no meu lugar.

Coloquei meu fone de ouvido e fechei meus olhos.

Acordei com alguém cutucando meu braço. 

Ué! Já chegamos?

Abri os olhos e tinha dois policiais na minha frente.

Policial: Você pode nos acompanhar, por favor?

Rodrigo: Aconteceu alguma coisa?

Policial: Apenas nos acompanhe! - me levantei do meu lugar e segui eles. - Desculpem o incomodado e boa viagem a todos.

Que merda esta acontecendo?

Rodrigo: O que esta acontecendo? - perguntei vendo eles me levarem para um helicóptero da policial federal.

Policial: Acho melhor você fica em silêncio. 

Ele entrou no helicóptero comigo e o helicóptero levantou vôo.

O vôo foi silencioso! Quando começamos a sobrevoar Miami, engoli seco.

 Rodrigo: O que estamos fazendo aqui? - o policial nem na minha cara olhou.

O helicóptero pousou no heliporto do aeroporto e tinha alguns policiais do lado de fora.

Mulher: Rodrigo Hughes Wright?

Rodrigo: O que eu estou fazendo aqui?

Mulher: O que você esta fazendo aqui? - perguntou rindo-  Você não sabe?

Rodrigo: Se eu soubesse não teria perguntado. - falei e o sorriso dela sumiu. 

Mulher: Ok! Você esta preso!

Rodrigo: Estou preso, por que eu não fiz nada.

Mulher: Você não fez nada? - ela perguntou se aproximando de mim - Tem certeza? Vamos vê se você não se lembra de nada, ate a delegacia. - falou e o policial começou a me empurrar. 

Ele me colocou dentro do carro e se despediu da mulher que entrou dentro do carro.

Mulher: Você tem 10 minutos para se lembra do que você fez. - ela disse e ligou o carro.

Sera que ela descobriu o que eu fiz com a Laura?

Rodrigo: Eu quero meu advogado?

Mulher: Lembrou do que você fez?

Rodrigo: Só falo com meu advogado!

Mulher: Quando chegarmos na delegacia, você pode liga para quantos advogados você quiser.

Rodrigo: Eu preciso apenas de um advogado, ele é o melhor dos mundo.

Mulher: Eu não teria tanta certeza!

O que ela quer dizer com isso?




 






  





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