História The Little - Capítulo 15


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Escola, Escolar, Lemon, Life, Original, School, Yaoi
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Palavras 2.638
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Esporte, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Cross-dresser, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Inary_Uzumaki97
Eu sei que você pediu lemon do Erick e do Isaac, mas só fiz do Felipe e do Fernando...
Espero que goste

Capítulo 15 - Capítulo XV


Capítulo XV

 

_ Eu quero me apaixonar por alguém loucamente igual você já era apaixonado pelo Leandro. - Jackson e Christian estavam deitados na cama, abraçados e nus. Tinham feito sexo, esse era o propósito no começo de tudo.

_ Quem se apaixona só toma no cu - Jackson diz rindo, mas é verdade.

_ Não é todo mundo, Jackson - Christian complementa e puxa o outro para o seu colo - Seus olhos se iluminam tanto quando você fala sobre o Leandro.

_ São lágrimas que não caem. - Jackson o interrompe e sai do colo do mais novo - Se você não quer nada sério, não deveria ficar brincando desse jeito com os seus ficantes.

_ Eu só trato assim você. Você que fica me aconselhando e tudo o mais, sei que de longe você me segue com os olhos. Por que eu não posso fazer a mesma coisa?

_ Porque eu já sou bem odiado por vários motivos e ter você atrás de mim só vai aumentar isso. - o mais velho sai andando pelo quarto pegando suas roupas e vestindo.

Chris não tinha como contrariar Jackson, pois é verdade. Só que, se for de longe, não faz mal.nenhum certo?

_ Ah, Christian - Jackson levanta o olhar - Sabe aqueles grupos que você tanto menospreza? - o moreno se interessa pelo assunto - Eles vão acabar. Acho que não de uma vez, mas aos poucos. Já estava na hora mesmo.

_ Hmm…. Por que está dizendo isso para mim?

_ Porque tem uns grupos que não deixam ter contato com outras pessoas ou até mesmo com lobos igual você, se vão acabar com isso quer dizer que vai vir mais gente te procurando. Você é muito bom na cama.

Os dois se encaram e Chris ri antes de puxar Jackson para um beijo.

_ Ciúmes? - Diz entre o beijo apenas para provocar Jackson.

_ Um pouco - Jackson os afasta um pouco. - Eu tenho que comer algo, você quer ir também?

_ Não, já comi. - os dois saem do quarto e vão conversando até terem que separar para cada um rumar o seu caminho.

Na verdade, Christian queria acompanhar o mais velho, é claro, os dois eram ficantes, mas ainda sim eram amigos. Só que tem o fato que as pessoas odeiam Jackson por algo que ele aprontou e ainda está aprontando por aí, e ficar andando com Christian com a fama de “rodado” que ele tem, iria só aumentar rumores e rumores. Christian tem ciência disso, por isso evita andar muito com o mais velho.

_ Erick… - Isaac chama o mais velho manhoso. Erick olha para a direção do seu amado e suspira alto, vai em sua direção e senta do seu lado.

_ O que foi, Isaac? - o pequeno o puxa para um beijo, mas não o corresponde - Eu tô te dizendo faz um tempo já que não quero transar com você. Na verdade, eu quero, mas não quero te machucar ok? - Erick puxa o pequeno para o seu colo e o aperta com força em seus braços - Pare de brincar com o controle do seu namorado.

_ Está bem….

_ Você não tinha que estudar? - Isaac faz cara feia ao ser lembrado disso.

_ Tenho ainda.

_ Não faça essa cara, eu devo ter meus resumos do primeiro ano ainda, posso te emprestar.

Os olhinhos de Isaac se iluminam e da com que Erick sorria com essa atitude. São bobagens que fazem os dois se unirem mais, é a sensação de saber que um vai estar sempre do lado do outro para qualquer besteira ou coisa séria.

_ Obrigado! Por isso que te amo!

_ Que interesseiro você é, Isaac. - Erick diz com um sorriso sacana no rosto. - Você quer ir para o centro? Ou andar por aí?

_ Não muito, por que? - Isaac responde direto sem nem pensar direito.

_ Porque se não for, vamos ficar no quarto sem fazer nada nesse final de semana todo. Eu não quero isso. - Erick diz pausadamente, dando ênfase que não quer isso.

_ Então podemos sair e andar um pouco, almoçamos e depois vemos um filme ou algo assim. Que tal?

O veterano lembra que sobre a reunião que teve com as pessoas de cada grupo e que decidiram acabar com esse negócio de grupo, bando ou sei lá o que. Estamos no século XXI, eles não achavam certo ficarem se dividindo em grupos e tudo o mais, mesmo que fosse para manter a ordem. Entretanto, ninguém queria dizer em voz alta “cortem seus braceletes e façam o que quiserem”.

_ Melhor não. - Isaac fica confuso - De repente me deu um vk tarde de ficar no quarto agarrado com você, meu bebê.

Se tudo desse certo, os estupros que ocorrem no colégio iriam aumentar. Essa escola vai se tornar uma pura zona, não como se não fosse agora, é uma zona agora, mas pelo menos é organizada e tem algumas regras.

_ Por que? Você não queria sair?

_ Eu tive uma reunião com algumas pessoas e todos nós decidimos que vamos encerrar com isso. - Isaac encara meio confuso, até que conseguiu situar. - Mas ninguém quer anunciar isso em voz alta, por isso estamos cada um falando para quem conhece e aos poucos não vai mais ter grupo nenhum.

_ Hmmm… E qual é a relação de uma coisa com outra?

_ Que agora tá todo mundo livre e os caras sem noção vão querer sair pegando qualquer um. - Erick diz mais alto.

_ Tipo o Christian? Eu acho que posso lidar com alguns gemidos por aí, Erick. Eu não sou tão inocente assim. - o pequeno senta no chão e puxa uma coberta para o seu corpo.

_ Não. Tipo estupro, tipo sexo sem você consentir. - Erick senta no chão ao lado do seu pequeno e acaricia a bochecha dele - Só me promete que você vai tomar cuidado ok? Anda só com quem você confia.

_ Está bem, Erick. Eu entendi. Não fique bravo com isso. - Erick percebe que o seu tom de voz antes fez parecer que está bravo.

_ Desculpa, eu falei bruto né? É só que eu quero te proteger, mas não consigo.

_ Por que você acha que eu preciso de proteção? Eu sei muito bem me cuidar, sou frágil só de aparência. - Isaac diz sério, não gostava que os outros olhassem para ele e achassem que necessita protege-lo, ele é capaz de se proteger.

_ Você não precisa de proteção. Eu que quero proteger. Não é isso que fazemos com quem amamos? - Erick dá um sorriso encantador e Isaac se derrete e encosta o rosto no ombro de seu amado.

_ Sim. Eu também quero te proteger. Por isso, não ande com qualquer um ok? Nunca se sabe quem vai abusar de seu corpinho. - Isaac diz rindo e puxa a mão do mais velho, beijando as costas da mão. - Toma cuidado tá?

_ Tá…. - Erick fica sem reação.

Isaac pode até ser passivo e submisso a várias coisas, mas ainda sim ele é um cavalheiro que toda garota sonha em ter.

_ Desculpa. Fica aqui, Felipe - Fernando diz meio receoso, pois tem medo do seu irmão mais novo, medo de magoar ele mais do que já magoou bem agora que ele está dando mais uma chance.

_ Para que? - Felipe está um pouco cansado, só queria dormir até mais tarde, mas se o fizesse ia ficar sem café da manhã e ia acordar com fome e teria que esperar pelo almoço.

_ Não quero que fique sozinho, você é muito sentimental para ficar sozinho por tanto tempo. Se Isaac não te faz companhia, fica comigo, melhor que ficar sozinho certo? - Os dois se encaram por alguns minutos e Felipe sorri, deita na cama e puxa uma coberta fina para si.

_ Eu tô com sono - Fernando sorri com a resposta do mais novo e se aproxima dele devagar.

_ Quer que eu faça uma massagem em você? Você gosta né? - Fernando tira a coberta e a joga no chão, suas mãos passam pelo corpo do irmão mais novo que se arrepia com o toque.

_ Você não parece que está com intenção de quem vai fazer só massagem. - Felipe olha para o irmão sério, mas logo um sorriso malicioso se forma em seus lábios - Mas até que eu estou com saudade de você.

Felipe senta na cama e chama Fernando com a voz manhosa, arrastada e, claro, que Fernando vai, vai e beija a testa do mais novo descendo os beijos até a sua boca, onde demora um pouco mais, mas logo vai mais para baixo.

_ Você está muito carinhoso, para. - Felipe diz sem jeito, apesar de estar gostando, para si aquilo lhe dá uma sensação estranha.

_ Hoje eu estou de bom humor, aproveite e me deixe te mimar um pouco. - Fernando vai aos poucos levantando a camisa de Felipe que o encara com o rosto meio vermelho.

_ Sinto menos vergonha quando é só sexo. - Felipe admite em voz alta e Fernando ri, mas logo lhe dá um selinho rápido.

_ Acha que eu não? - só agora que Felipe observa que o seu irmão também está um pouco avermelhado, os dois sorriem.

Fernando estava se contendo, a verdade é que queria muito foder invés de fazer amor, mas queria que fosse diferente agora, tem que provar que vai ser diferente agora, para si e para Felipe.

Felipe leva uma de suas mãos para a barra da camisa e ergue aos poucos enquanto é beijado e mordido em seu ombro e clavícula, sente uma mão segurando o seu braço, então abre os olhos para entender o que estava acontecendo.

_ Deixa que, hoje, eu vou fazer tudo - Até que um Fernando mais carinhoso não é tão ruim assim.

Fernando deita o irmão mais novo na cama e vai para o cós da calça, abre o zíper e abaixa aos poucos revelando a pele branquinha de quem nunca viu o sol, até que em sua coxa encontra uma marca roxa, Fernando ergue o olhar e com uma cara séria pergunta:

_ O que é isso aqui? - Ergue um pouco a perna do outro mostrar, Felipe sorri sem jeito.

_ Acho que é um chupão ou uma mordida. - Fernando o encara frustrado, mas não podia impedir do seu irmão ter tido sexo depois que eles pararam de ficar, então apenas suspira e beija onde estava roxo, este ato fez com que Felipe ficasse mais vermelho de vergonha ainda.

Assim que Felipe está totalmente despido, Fernando se abaixa um pouco para chupar o membro já ereto do mais novo enquanto uma de suas mãos está brincando com um dos mamilos. Gemidos baixos são ouvidos pelo quarto. Fernando brinca com a língua na glande e lambe toda a extensão, mas logo abandona o membro e vai para o outro mamilo que ainda não tinha mexido, lembra do quanto o seu irmão é sensível aí por isso capricha nas chupadas e nas leves mordidas, fazendo com que os gemidos aumentem de frequência e volume.

_ Pa… para - Felipe diz com um pouco de dificuldade e o mais velho logo faz o que lhe é pedido - Me fode logo, Fernando! - Implora frustrado, não queria gozar enquanto o outro ainda não tirou nenhuma peça de roupa.

_ Hoje vamos fazer amor, Felipe… - Fernando sorri, gostava de ouvir os outros implorando por si, mas neste caso, não está sendo nada legal. - Temos o dia todo com isso ainda, para que a pressa?

Felipe morde o lábio inferior, levanta e faz com que Fernando sente na cama enquanto engatinha sobre o corpo do mais velho, senta no membro ainda coberto e rebola bem devagar.

_ Eu estou excitado, Fernando, e eu quero o seu pau dentro de mim… - a medida que o membro do mais velho vai ficando mais ereto Felipe rebola mais devagar.

_ Vamos fazer com muito amor hoje, eu sei que você vai gostar, estava gostando até agora - Fernando segura o membro do mais novo que estava bem na sua frente e começa a masturba lo no mesmo ritmo que o outro rebola.

_ Você está judiando de mim… Ah! - Felipe geme mais alto assim que o mais velho aperta com um pouco de força o seu membro - A- assim não!

_ Você precisa ser paciente, Felipe! - Fernando diz com um sorriso sacana no rosto.

_ Então… eu quero os seus dedos em outro lugar. - Felipe vira de costas e fica de quatro para o mais velho - Por favor, Fernando, eu quero alguma coisa dentro de mim - pediu manhoso.

Fernando começa a se lembrar de como Felipe não era desse jeito, não era de pedir as coisas daquele jeito e começa a se arrepender de não ter sido a pessoa que fez com que ele começasse a pedir as coisas assim ou que fez o corpo dele ficar tão lascivo.

_ Claro, meu amor. - Invés de colocar o dedos como foi pedido, Fernando começa a lamber e a ameaçar a pôr a língua na entrada do pequeno que estava mais larga que da última vez que se lembra.

Felipe aproveita a posição e abaixa um pouco a calça do irmão, chupa o membro por cima da cueca, deixando meio úmido, mas como gemia não estava ajudando muito.

_ Eu falei que eu iria fazer tudo hoje, Felipe. Como você não me escuta - Fernando diz malicioso e coloca um dedo com tudo na entrada do irmão mais novo que geme alto e olha para trás assustado - Vou judiar mesmo. - o dedo de Fernando começa a se mexer no interior de Felipe.

Felipe se afasta do irmão mais velho e em um movimento rápido tira a calça com a cueca boxer junto, revelando o membro ereto. Felipe se posiciona em cima do membro do seu irmão e vai abaixando devagar.

_ Idiota! Eu te preparei direito! - Fernando diz com certa dificuldade, mas estava preocupado com Felipe também.

_ Está tudo bem…. - Não, não estava tudo bem, Felipe estava sentindo muita dor, mas continuou abaixando. - Só me dê um segundo, já já te faço gozar. - Felipe estava tendo dificuldade para falar, mas pelo menos Fernando estava dentro de dele, com um sorriso malicioso encara o mais velho e começa a se mover devagar, não queria que o outro achasse que estava o machucando.

_ Felipee… - Fernando geme o seu nome e sem sair dele, o joga na cama e fica por cima de Felipe que fica sem reação. - Deixa que eu faço, ok?

Felipe não diz nada pois Fernando já estava se movendo, devagar no início, mas logo o vai e vem aumenta de ritmo. No quarto só se ouviam os gemidos dos dois.

_ Mais… mais… - Felipe implora já quase chegando em seu ápice, então Fernando segura o membro de Felipe e o masturba na mesma velocidade das estocadas, fazendo com que Felipe goze e ao contrair o seu interior, Fernando sente que vai gozar e até tenta não gozar dentro do seu amado, mas acaba que seu sêmen preenche o interior de Felipe.

_ Desculpa… - diz ofegante e tira o seu membro da entrada de Felipe que deixa um pouco do líquido branco escorrer.

Felipe vira o olhar para o mais velho, respira fundo várias vezes e tenta recuperar o fôlego, abraça Fernando com força.

_ Foi bom. - Fernando corresponde o abraço.

_ Eu prometo que vou ser o homem que você merece.


 

Continua…


Notas Finais


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