História The Little Candy And HeartBreaker: O b s e s s ã o. - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Mizeria_hannya
Visualizações 15
Palavras 1.106
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Terror e Horror, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


E aqui está mais uma história nova, tomara que gostem! ^^

Pretendo que ela tenha 2 continuações, cada uma postada separadamente.


~Hope U Enjoy...

Capítulo 1 - Sem Empatia. - O b s e s s ã o.


 

Xx|.:{ O b s e s s ã o }:.|xX

 

{Three-Shot}

 

Obsessão

Substantivo feminino

1. - Antigo suposta apresentação repetida do demônio ao espírito.

2. -  Apego exagerado a um sentimento ou a uma ideia desarrazoada.

 

 

 

Max se levantou da cama, com o mesmo pensamento de todos os outros dias de sua existência: Judith. Ele era louco e obsessivo pela garota que não se importava nem com ele, nem com ninguém, apenas com o prazer e divertimento próprio. O garoto nunca teve sentimentos, nunca foi uma pessoa normal, nem uma que "batesse bem da cabeça", por isso ele sempre foi levado em médicos e psiquiatras, visto pelos seus pais que seu comportamento era completamente frio, calculista, impiedoso e a maioria das vezes, cruel. Depois de tanta implicância, ele se cansou. Passou a fingir. Fingir tudo, fingir chorar, fingir sorrir, fingir se importar quando sua mãe bebia até desmaiar por ter um filho diagnosticado com psicopatia. Toda a vida dele era fingir que era uma pessoa normal, porém, nele, dentro dele, ele sabia que não sentia nada. Ele sabia que era um monstro. E ele gostava disso. 

- Bom dia, mamãe. - Ele disse ao chegar a cozinha, dando um beijo carinhoso na testa da mãe, uma senhora de idade que lia o jornal enquanto comia cerais em cima da mesa. Max tinha o passatempo desumano de matar e torturar animais para satisfazer sua fome de sangue, por isso seus animais de estimações sempre "fugiam" e depois eram encontrados mortos nas esquinas perto de sua casa. Ele não era popular, mas tinha uma boa reputação na escola, já que ele sabia manipular qualquer pessoa que queria. Porém, ela surgiu. Judith. A garota era conhecida pela fama de "um por noite", ela não se importava com os sentimentos da pessoa, apenas queria ter diversão e prazer. Uma daquelas garotas que você vê em filme e chama de vadia sem coração.

- Bom dia, Little Candy - Sua mãe lhe cumprimentou pelo apelido. Tamanha era sua manipulação que ganhou esse apelido fofo por ser considerado o garoto mais doce de todos, segundo sua mãe. Ela não fazia ideia que o filho era tão horrendo. Ela acreditava de que o filho já estivesse curado, principalmente depois de que o pai fora embora de uma vez por todas. - Fiz café, está em cima do fogão, querido. - Ela dá um sorriso meigo e o garoto anda até lá, colocando o café quente de coloração escura numa caneca.

- Obrigado, mãe – Ele dá um falso sorriso para a mãe. Ele devia manter as aparências até conseguir um emprego. – Eu já vou saindo, okay? Se cuida. – Ele diz enquanto deixa a caneca na mesa e corre pro quarto, em pouco menos de cinco minutos ele volta com o uniforme da escola que estudava. Num galope ele pegou a caneca de café da mesa e bebeu tudo rapidamente. Era cedo, porém ele planejava ir na casa de Judith antes, para seguir ela no caminho da escola. Ele precisava certificar que a SUA garota estaria sempre bem.

- Tudo bem, boa aula filho – Ela da um sorrisinho enquanto Little Candy, vulgo Max saia pela porta acenando para ela com um sorriso ainda mais doce que seu apelido.

Assim que ele atravessou a porta, sua feição mudou. Totalmente vazia, com um olhar frio e um semblante até mesmo assustador, ele caminhava rapidamente pela calçada, quase correndo. Só uma coisa passava pela cabeça dele. Judith e apenas Judith.

Atravessando a rua e seguindo duas esquinas, ele avistou a casa dela de longe. O dia iluminado e ensolarado permitiam que Max visse com clareza a casa de exterior branco, com duas janelas negras de cada lado da porta. Ele andou um pouco mais pra perto e se escondeu na esquina quando viu a garota de cabelos azuis e pretos saindo de casa.

- Ah, tá tá, vai pra puta que te pariu e me deixa em paz, velha escrota – Ela diz enquanto ajeitava a mochila de carteiro em seu ombro, marrom e aparentemente de couro. Ela direcionou a palavra para sua mãe, uma mulher de idade que não parava de beber por um segundo, dando o “melhor” exemplo para a filha.

- Você é uma vergonha! – Sua mãe grita da porta, com um cigarro na boca. Em resposta, sua filha lhe mostrou o dedo do meio enquanto andava a caminho pra escola. Após sua mãe fechar  a porta, ela ajeitou a saia do uniforme (Bem mais curta que o normal, mudanças feitas por ela mesma para parecer ainda mais rebelde e ainda sim poder entrar na escola). Max foi a seguindo conforme ela andava, esperava ela andar razoavelmente muito e logo depois seguia atrás dela, escondido nas esquinas e carros para não ser visto caso ela olhasse pra trás. As vezes ele chamava atenção, porém ninguém nunca tinha coragem pra perguntar a ele o que ele estava fazendo.

- Droga... – Ela resmungou ao sentir uma de suas meias pretas que iam até um pouco acima do joelho caindo em sua perna por estar muito folgada. Judith colocou o cigarro na boca e o prensou entre os lábios para o mesmo não cair de sua boca quando se abaixasse para ajeitar a meia.

- Tão... – Little Candy sussurra do outro lado da rua, vendo a pele pálida da garota rapidamente sendo coberta pela meia novamente.  Ele queria ver mais do corpo da garota, não reclamaria e até amaria ver a mesma nua, tocar-lhe, beijar o corpo pálido entre suas mãos. Seu desejo e sua fome obsessiva pela garota fez algo despertar entre suas pernas. Rapidamente ele afastou o pensamento de sua cabeça, mas não negava que adoraria.

Ele a seguiu no caminho da escola como sempre fazia, todo bendito dia. Na porta do colégio, ela parou um pouco para checar algo em sua bolsa e Max observou um homem se aproximar perigosamente dela.

- Eai, gatinha, o que acha de relembrarmos aquela noite? – O desprezível fala enquanto ajeita e ostenta sua jaqueta de couro. O típico marginal tinha tatuagens até no rosto, além de um cigarro provavelmente de maconha na boca.

- Me deixa, Barry – Ela empurra levemente o “Barry” e entra na escola. Max range os dentes de raiva, anotou mentalmente o nome e rosto do homem. Ele iria se encontrar com ele depois, assim como a mãe de sua amada e outras diversas pessoas que a xingavam.

 

Após aquilo, Little Candy entrou na escola e teve um dia entediante de aula enquanto HeartBreaker matava a ultima aula para transar com o nerd de sua sala em troca das respostas da prova para poder passar de ano.


Notas Finais


XOXO
M.H<3


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