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História The Lost Canvas: Primas Gêmeas - Capítulo 22


Escrita por:


Notas do Autor


Mais um capitulo aqui

Vocês já devem estar cansados(as) de tanta atualização, mas eu estou bem frenética com as fanfics aqui, então peço perdão

Espero que gostem!

Capítulo 22 - Volta Ao Santuário E Uma Garota Misteriosa


Após a noite inteira passar, Ariel chega ao Santuário perto do amanhecer. O local ainda estava bem quieto, então foi silenciosamente até a Casa do Grande Mestre, o qual apenas esperava, anunciar sua chegada:


Ariel: Bom dia, Grande Mestre e Atena – a mesma se curva – A minha missão foi cumprida e retorno bem.


Sage: Muito bem, Ariel de Fênix. Vejo que controlou bem o poder da Destruição e está bem mais forte. Bom trabalho.


Atena: Ariel, está tudo bem mesmo? Suas feridas… 


Ariel: Não se preocupe com isso, Atena. São machucados básicos – levanta o rosto com um sorriso no rosto – Não irão afetar em nada no combate. 


Mesmo preocupada, a Deusa sorri e assente, fazendo com que a morena se despeça e se retire dali; indo deixar suas coisas no alojamento, mas foi parada pelo belo nascer do Sol. A menina sorria confiante:


Manigold: Ora ora, a brutamontes cabeluda retorna ao Santuário! Até parece mais fortinha, olha só. – o azulado andava até a morena com seu tom sarcástico de sempre:


Ariel: Bom, pelo menos eu não tenho muitas metas a cumprir. E aí? Já bateu o recorde de almas para o inferno nesta manhã?


Manigold: Ó, alguém tá aprendendo a retrucar! Tô gostando de ver – ambos começam a descer as escadarias – Achei que não fosse voltar para eu te encher de porrada.


Ariel: Sabe como é, queria dar porrada em você e na Elisa quanto antes.


Manigold: Tô vendo! Parece até- Espera um pouco… 


O rapaz para na frente da menina, segura seu rosto e um vira um pouco para a diagonal, tirando um pouco de suas madeixas do local e vendo um bom machucado naquela região, ficando um pouco preocupado:


Manigold: Esqueceram de enfaixar isso aqui… 


Ariel: Mestre, isso não é um machucado… É um chupão – fala um pouco envergonhada:


Manigold: Aaaah, ora vejam só, um belo de um chupão! – solta uma gargalhada bem alta – Como uma boca pôde deixar essa pele branquíssima tão roxa?! Ariel gosta dos selvagens, não é?!


Ariel: Eu realmente vou fingir que não ouvi isso… – a menina tira as mãos de seu mestre rapidamente de si – Ninguém precisa saber disso.


Manigold: Ah, tá com vergonhazinha?! Coitada!


Ariel: Seu tom sarcástico é comovente – ela revira os olhos:


Manigold: Nossa, fiquei até comovido com seu comentário. Se tu tá indo pro seu dormitório, não vá. A sua amiguinha levou aquele palerma pra lá. – faz uma cara de raiva:


Ariel: Paler- Oh… Fala que foi ela que te contou e que não ficou sabendo por ai… 


Manigold: O QUE?! Eles dois tavam se comendo na biblioteca e eu ENCHI ele de porrada. Eu hein, ficar achando que minha aluna é qualquer uma – o azulado escuta a risada da mais nova – Posso saber qual é a graça, palhaça?


Ariel: Perdão – ela respira fundo – Mas eu achava que o Grande Manigold só se preocupava com os seus próprios problemas.


Manigold: Aah, sua sacaninha… Achando engraçado, huh? 


Elisa: Mestre, bo- ARIEL! – a loira se joga na mesma:


Ariel: Garota, tu vai acordar o santuário! – abraça a menina e a deixa no chão – Meu deus, o que o Dégel fez com seu pescoço?


Manigold: Se eu não fosse um cavaleiro, eu matava ele era agora… 


Elisa: Ai, Mestre, não precisa disso tudo… A gente só… Exagerou um pouquinho. Eu fiz pior com ele.


Dégel: Bom dia a todos. 


Manigold: Tu é muito corajoso pra aparecer na minha frente depois de ter feito minha discípula gemer a noite! Muita coragem… 


Elisa: Mestre! – dá um empurrãozinho no mesmo super envergonhada:


Dégel: Manigold, eu até discutiria com você, mas tenho coisas a fazer. Tchau, monamour – ele sela seus lábios em Elisa, se despede dos outros educadamente e vai a caminho de sua casa:


Elisa: Aiai… – a loira sorria feito idiota:


Ariel: Aiai, o amor jovem… – ajeita os cabelos de Elisa – Vamos treinar ou não?


Manigold: Claro que vamos, mas antes tenho uma novidade.


As duas: Qual?! Vai fala!


Manigold: Pa-Parem de falar juntas! Isso é assustador! Enfim… Finalmente, vocês duas farão suas Missões de Reconhecimento...


Ariel: E…?


Manigold: E vocês terão que ir com qualquer cavaleiro de ouro que for.


Elisa: Ué, por que? Se for assim, a gente vai mais que o normal.


Manigold: Ah, aí vem a parte que eu não pensei em falar agora… Bom, como vocês sabem, vocês são filhas dos Deuses Gêmeos. O velhote sabe que Hades tem uma boa afeição por vocês, certo?


As duas: Sim.


Manigold: Caralho… Enfim, por conta disso, eu não porque, vocês terão que ir em praticamente todas as missões de reconhecimento… O velhote quer saber se Hades vai mudar de opinião ou vai permanecer com a mesma. Sacaram?


Ariel: Saquei. Por mim tudo bem!


Elisa: Não sei não… Isso não vai ser um desgate muito grande pra nós?


Manigold: Relaxa, Elisa. Isso aí eu me resolvo com o velhote. Agora vamos treinar que tô afim de dar porrada.


Ariel: Eu também!


Elisa: Vamos logo.


E assim, os três foram treinar naquele mesmo local abandonado do Santuário que ele as levou pela primeira vez. Manigold estava maravilhado com a melhora de suas discípulas. Estavam mais atentas, mais rápidas e com uma força monstruosa. A loira acerta um chute em cheio no peitoral do mais velho, derrubando-o facilmente no chão:


Manigold: Ó, isso que eu chamo de chutão na fuça! Nada mal. – o rapaz se levanta rapidamente com um sorriso no rosto – Maravilha, agora aprenderam a cair e a dar porrada direitinho! 


Ariel: Você ainda não aprendeu a cair, Mestre Manigold. 


Manigold: É porque eu nunca caio, ô cabeluda! Agora falando sério… Vocês me deixam muito orgulhoso e ó: tô falando do coração. 


Elisa: Tudo graças a você, Mestre.


Ariel: Ah não, sem momento emocional hoj- É impressão minha ou vocês também sentem esse cosmo por perto?


Elisa: Eu sinto… Não é tão forte… Mas… Tem mais?!


Manigold: Venham, meninas. Vamos ver do que se trata.


Os três saem do local e vão em direção ao cosmos que sentiam. Ao chegarem no limite, observam alguns cavaleiros do Santuário retornando e, entre eles, Dohko de Libra que carregava uma menina gravemente ferida:


Elisa: O que aconteceu, Dohko?!


Dohko: Um vilarejo a mais foi atacado. Eu vi essa garota se defendendo com o cosmos, mas estava muito ferida. Eu a trouxe.


Elisa: Quer ajuda? Eu posso chamar o médico do vilarejo.


Dohko: Isso seria excelente. Obrigado.


A menina sorri e vai ao vilarejo buscar o médico enquanto Dohko a deixa em um alojamento perto e vai falar com o Grande Mestre. Ariel e Elisa, junto ao médico, ficam observando a menina que estava inconsciente e toda machucada:


Elisa: Caramba… Quanto machucado.


Ariel: Ela deve ter lutado com os espectros para defender alguém. Como ela está, médico?


Médico: Muito ferida, mas nada muito profundo. Ela vai sobreviver.


Elisa: Ai, que bom!


Dohko: Como ela está? – o rapaz anda até as meninas –


Ariel: Ela vai sobreviver.


Dohko: Ih, você voltou! Como foi?


Ariel: É, meu pai não pega leve… 


Elisa: Opa… "Pai"? Você finalmente voltou a chamá-lo assim?


Ariel: É, ué. Qual o problema? Posso fazer nada se ele é meu pai e também… Descobri coisas… 


Os dois olham preocupados para ela e, após estar tudo certo com a rapariga machucada, Ariel conta tudo: sobre a culpa que Thanatos sentia por tê-la abandonado até a morte de sua mãe por um espectro de Hades. Elisa estava alisando os cabelos de sua querida amiga:


Elisa: Eu sinto muito, Ariel… 


Dohko: Eu também… Bom, pelo menos você agora sabe que seu pai te ama, né? – dizia tentando amenizar a situação:


Ariel: É… Eu vou ficar bem. – sorri e acaricia a cabeça dos dois – Não precisam se preocupar.


Dohko: Tem certeza? Ainda parece meio abatida… 


Ariel: Tenho sim, Dohko… Talvez eu não bata em você o tempo todo, mas algumas vezes. Tipo agora. – ela da um tapa no pescoço de Dohko:


Dohko: Ai! Bom… Pelo menos é alguma coisa.


Elisa: Verdade. Bom, vamos indo? Manigold deve estar nos esperando.


Dohko: Vão aonde?


Ariel: Treinar, bobão. Ele tá se amarrando agora que estamos mais fortes – a morena sai do local se aquecendo:


Elisa: Ariel, me espera!


A loira sai as pressas e Dohko retorna aos seus aposentos com um sorriso no rosto, visto que gostava de passar um tempo com as meninas. Após horas de treinamento com Maingold, elas ficaram deitadas no chão do local observando o céu alaranjado do entardecer enquanto Manigold havia ido a uma missão:


Ariel: Por que ele não nos levou?!


Elisa: Ficaria com medo de ficar preocupado o tempo todo. Nós iremos na próxima! Aliás, gostou da coroa de flores?


Ariel: Eu amei! Onde pegou as rosas?


Elisa: No jardim de Albafica, por que?


Ariel: As Rosas Diabólicas? Quer me matar?!


Elisa: Sua boba! – da um tapa na mais velha – É claro que não! Eu faço Manipulação Elemental, lembra?! Tirei o veneno das flores.


Ariel: Caramba, isso não deu trabalho não?


Elisa: Deu, mas valeu a pena.


Ariel: Então, você e Dégel, huh? Pelo menos eu sei que fazem essas brincadeiras se é que me entende. 


Elisa: Sim sim… – fala um pouco animada:


Ariel: Nossa, que pouca animação.


Elisa: É que… Err… É só satisfatório.


Ariel: Ah, podia ser pior. – ajeita os cabelos da menina – Podia ser so satisfatório sem vocês se gostarem.


Elisa: É, você tem razão. A gente passa um bom momento juntos – sorri boba:


Médico: Ariel de Fênix e Elisa de Golfinho, a menina acordou. Querem vê-la?


As duas: Claro!


Ambas se levantam rapidamente para ir ao alojamento. Apenas uma pergunta elas faziam na cabeça.


QUEM É ESSA MISTERIOSA GAROTA?


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Até a próxima =D


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