História The Lost Empire. - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Atlantis: O Reino Perdido, Bangtan Boys (BTS), Lendas Urbanas, Seventeen
Personagens Chen, D.O, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Milo James Thatch, Personagens Originais, Rap Monster, Rei, Suga, V, Wen Junhui "JUN", Xiumin, Xu Ming Hao "THE8"
Tags Bts, Fluffy, Jeon, Jungkook, Kim, Kooktae, Kookv, Lemon, Long-fic, Taehyung, Taekook, Universe, Vkook, Yaoi
Visualizações 54
Palavras 1.354
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ponto de vista: Jungkook & Minghao.

Oi, voltei.
Mudei a capinha da fic e dos caps de novo por que sei lá kkkkkk

To vivo, por enquanto.
Boa leitura. ♥

Capítulo 30 - Seja Bem Vindo...


Fanfic / Fanfiction The Lost Empire. - Capítulo 30 - Seja Bem Vindo...

Seoul, alguns dias depois.

 

– Essa coisa de cidade é tão grande! – Taehyung passou pela porta surpreso, caminhamos para dentro casa do senhor Minho, Tae não parava de reclamar sobre como tudo era grande e barulhento; mal sabe ele que esse é o horário que menos faz barulho. – Ah caramba eu me sinto tão perdido.

– Imagina eu... – Minghao comentou, o garoto se sentou na mesa onde todos estavam se sentando, Yuju estava cuidando de Sowon mais ao fundo.

– Bem-vindos a Seoul meus amigos. – Suga disse ironicamente sem nem olhar para nós enquanto caminhava mais afrente.

 

Todos caminhamos e nos sentamos na grande mesa, Taehyung e eu nos despedimos brevemente de todos, até do nosso amado filho que agora iria voltar para Atlântida. Taehyung caminhava desatentamente pela calçada admirando os prédios, pessoas, e tudo mais que haviam em Seoul; isso graças ao fato de que o mesmo nunca tinha visitado uma cidade moderna antes.

– O que são essas coisas? – Ele perguntou enquanto apontava para os grandes telões emparedados em prédios maiores ainda. – ‘Pra que todas essas luzes, ainda nem é dia.

– Isso são outdoors digitais Tae... – Comentei enquanto fazíamos uma curva dentre as pessoas. – Eles servem para anunciar, expor, mostrar, divulgar, também servem para transmitir eventos ou shows... sabe, essas coisas.

Expliquei.

– Aaaaah.

Respondeu.

 Continuamos andado dentre as pessoas.

– O que são essas coisas?

O mais velho apontou para uma caixa de correio que eram postas nas ruas.

– Isso é um deposito para colocar cartas Tae, se chama correio. É como algumas pessoas se comunicam com parentes a longa distância.

Continuamos andando enquanto contava para ele sobre as novidades do mundo moderno; depois claro sobre a explicação do que eram cartas e para que os correios serviram.

 

Adentramos o pequeno prédio simples cumprimentando o senhor que recepcionava, já fazia um tempo que não vinha e algumas coisas estavam diferentes. Subimos até o quarto andar pelas escadas já que por alguma ironia aquele Elevador ainda insistia em não funcionar. Caminhamos pelo corredor largo e de cores escuras até finalmente chegar, pedi para Taehyung abrir a porta enquanto eu cuidava das sacolas de compras. O garoto abriu a porta devagar, desconfiado, entrou lentamente enquanto podíamos ouvir o barulho da madeira velha do chão ranger.

– Assustador... – Taehyung disse em um momento que ele parecia mais ter se estremecido todo.

– Assustador por que? – Ascendi as luzes clareando o lugar, coloquei o casado no balcão que separava a cozinha da sala, contornei aquele lugar que me trazia uma sensação de nostalgia. – Essa era minha casa antes de te conhecer...

– Sério? – Ele continuou andando pelo ambiente como se tivesse explorando o lugar, se sentou no sofá de canto tocou na madeira do piano. – O que é isso?

– Isso se chama piano... – Separei as coisas que iriamos usar para o jantar, deixei tudo encima da pia e voltei para Taehyung. – É assim, você senta aqui. – Bati com as mãos em sua coxa, puxei a madeira que protegia as preciosas teclas e abri a partitura. –  O intuído desse instrumento musical é produzir músicas, óbvio.

O garoto riu.

– Você põe as mãos aqui e conforme for tocando, sons diferentes saem.

A risada de Taehyung se intensificou e então suas mãos alcançaram meu rosto.

– Jeon... Eu sei o que é um piano, eu só estava me referindo a esse troço aqui que estava encima dele.

O garoto puxou um pedaço de vidro praticamente quebrado, que eu não fazia ideia de onde era, mas provavelmente tinha sido de quando Sowon entrou no meu apartamento. No entendo o que me deixou mais curioso era que Taehyung já sabia o que era um piano.

– Como você sabe o que é isso?

– Jeon... Eu tenho quase 8 mil anos, o que você acha que eu não sei ainda? – Sorriu travesso.

– O que são cartas, para o que servem os correios, como funcionam os outdoors, ‘pra um príncipe e agora rei você é bem burrinho até. – Fiz aspas com as mãos e ele riu.

– Olha... – Taehyung suspirou, e então colocou os dedos que antes acariciavam meu rosto no piano, sua expressão ficou quase que vazia e então ele começou gentilmente a tocar o instrumento, de início ele pareceu errar algumas coisas, mas a canção foi tomando forma e ritmo e Taehyung pareceu se distrair mais com ele mesmo do que com o som; ele estava tocando Für Elise que é uma das mais populares canções de Ludwig van Beethoven. Composta em 1810, só foi publicada em 1867; 40 anos após a morte do compositor, em 1827. A composição ficou desconhecida até que Ludwig Nohl a encontrou e entregou de volta ao mundo. – Meu pai me ensinou essa música durante uma viagem que ele fez, eu não me lembro quanto tempo, mas eu realmente demorei para aprender a tocar isso.  

– Taehyung você é demais. – Me sentei em seu colo assim que o mesmo parou de tocar o instrumento, ele ficou me olhando com aquela cara de orgulhoso de sí mesmo quando era elogiado, eu sorri.

– Tem mais coisas que eu sei fazer... – Ele disse entre um riso baixo.

– Ah é?

– Sim, quer saber o que é? – Respondeu entre outra pergunta já em um tom malicioso.

– Quero. – Abracei seu corpo por cima do seu colo, continuando com aquela troca de olhares.

 

Taehyung se ajeitou sob mim e então levou seus lábios até a parte exposta do meu pescoço onde deixou um singelo selar, gemi baixo pelo arrepio súbito que percorreu meu corpo. Seu olhar então se dirigiu mais uma vez a mim, aproximei meu rosto o suficiente para nossos lábios ficarem a menos de 10cm um do outro, ele sorriu e começou a mexer o rosto; fazendo aquele típico beijo de esquimó. Ficamos nisso por alguns minutos até então Taehyung ter vontade suficiente de me beijar, nossos lábios colaram-se numa dança não tão ritmada, afinal, quanto mais tempo teríamos que esperar para fazer isso de novo?

 

 

 

Atlantis, no mesmo momento.

 

 

– Oh Wow, quando seu tio disse que fugiu, eu não pude acreditar. – Seokjin, o ex rosado e agora moreno exclamou indignado enquanto descia as escadarias da sala do trono real. – Wow, Minghao; você parece exatamente o seu pai agora.

– Nem tanto, tio; nem tanto. – Disse enquanto ia de encontro com o rosado.

– No entendo as atitudes atuais parecem as mesmas. – Completou formalmente o loiro mais ao fundo.

– Não esqueça quem foi que te deixou viver, Namjoon. – Disse simplista sem me importar em ser rude, não que queira ter sido, mas apenas saiu.

– Uau, okay. – Respondeu dando de ombros.

– Não deixa que essas formalidades e hierarquias de Atlântida te derrubem pai. – Uma voz indiscutivelmente melódica surgiu mais ao fundo, olhei adianta até encontrar o rapaz dono da vóz. Seu sorriso era estranho, porem bonito. – Bem-vindo de volta!

– Pai?

– Você fica fora daqui por alguns dias e já nem me reconhece mais, uau. – Ele continuou lá parado sobre o batente da porta da sala real, uma outra risada vazou de seus lábios. – Você não mudou muito Minghao... ou deveria te chamar de the8 de novo?

– Jun? – Chamei-o surpreso, realmente tinha mudado bastante em alguns dias. Maldito gene de processo avançado, ele quase nem parecia mais o mesmo garotinho que corria comigo por aí; exceto talvez pelo sorriso estranho. – Realmente....

Ele riu novamente, terminei de subir todas aquelas escadas e agora mais de perto, o sorrido do mais velho já não parecia mais tão estranho assim. Ele deu alguns passos e então me abraçou.

– Eu senti sua falta. – Disse enquanto sentia meus ombros serem envolvidos pelos longos braços do outro.

– Eu sei que sentiu. – Ele confortavelmente enquanto eu entrelaçava meus braços por debaixo dos seus.

– Sem graça, e eu tentando ser fofo. – Enfiei meu rosto contra a camiseta do outro, tamanha a minha vergonha.

Junhui contraiu seu corpo de forma que sua cabeça pudesse alcançar meus ouvidos, ele mordiscou a parte superior antes de sussurrar.

– Eu também senti sua falta.

Ficamos um tempo abraçados até uma voz familiar cortar o silêncio.

 

– Jin, vem vamos deixar as crianças a sós. – Namjoon disse enquanto tentava puxar Seokjin pelo braço.

– Por que? Isso é fofo. – Disse o outro fazendo contrapeso em seu braço para ficar.

– Kim Seokjin vem agora! 


Notas Finais


Eu disse que iria atualizar outras fics e depois voltava aqui...
Aqui estou eu. ♥
Comentei ai qualquer coisa, conversem comigo. >.<
Eu amo vocês, obrigado pelos 150favs.


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