História The lost flame - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Adulto, Prisão, Romance, Superpoderes
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Palavras 832
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction The lost flame - Capítulo 1 - Capítulo 1

— ...no próximo mês. - Felipa dissera. -escutou-me senhorita?

Escutei. 

No próximo e felicíssimo mês, eu não estaria mais solteira. Estaria acorrentada a um velho rei para não afundar meu país. Mas a ideia, me nocauteou. 

Eu nunca poderia. Mas claro, a escolha não cabe a mim. E por esse mesmo motivo, a frase de Felipa não terminou como uma pergunta.

— Ah sim, Felipa. Muito obrigada pelo aviso. Devo presumir que todos estejam muitos ansiosos pelo evento - claro, todos menos eu. - poderia me deixar só por um instante?

A pergunta seguiu-se de um asseno e um fechar de portas. Assim, que Felipa desceu as escadas, as lágrimas começaram a surgir. 

Eu não quero. Eu não posso. Me recuso de todas as maneiras.

Eu odiava o majestoso  Titanius Phill segundo. Duas conversas já bastaram para descrever o sujeito. Além de ser um governador incoerente, estuprador e totalitário, não ouve ninguém mais a não ser, ele mesmo. Governa seu reino pelo poder do medo, pelo achar de ter  direito sobre a vida de cada um.

Um total babaca que me faria abrir as pernas por uma possível paz no meu país. "possível".Isso soa extremamente reconfortante. 

O pensamento de fugir ressoou pela minha cabeça. Por mais que eu queira, meu dever não é com os meus pais, mas com meu povo. E é por isso que ainda coloco uma máscara de baixo do meu rosto angustiado. A minha angústia não é nada em comparação às mortes que esse babaca está causando.

*Quebra de tempo- 30 dias depois*

O vestido era branco o suficiente para me fazer jogar todo o morango com chantilly da manhã. Porque é tão difícil de respirar?

Uma olhada no espelho me fez fazer uma jogada perigosa.

Corri para o quarto de minha mãe, onde encontrei um belo vestido preto, volumoso. Foi o vestido que usara no velório do duque  Withiner Reigan, e que agora, representaria o infeliz casamento entre Liz Thiky Gallion terceira e O Grande Babaca Thita-nada Phill. Ó, tenho certeza que ele amará o vestido.

Rasguei a costura do vestido branco rapidamente, o jogando pelas grandes janelas do quarto. Vesti o perolado negro no lugar e esperei baterem na porta 

Felipa como sempre, preocupada com os horários, acabou derrubando a caderneta quando me viu toda de preto.

— S- senhorita Liz, o que aconteceu com o vestido original?

— Está falando do branco? Ele acidentalmente caiu da janela. Mas creio que este serviu perfeitamente para a ocasião.

— Mas...mas...porque?

— Minha querida Felipa, eu estou indo no casamento não estou? - ela assentiu - Pois bem, vamos indo para não nos atrasar.

*Quebra de tempo -a cerimônia*

Lá estava ele, todo majestoso. Brincava com duas escravas a seu lado, sem vergonha alguma de estar em seu próprio casamento. Creio que na sétima vez, perde o efeito "mágico" da coisa.

Mas quando ele me viu, bom, tenho certeza de que não viu nada igual nos seus seis casamentos anteriores. Sua face distorcida de ódio foi o melhor sentimento que me veio desde a noticia do casamento.

O palácio foi enchido de murmúrios quando todos me viram. Mas eu mantive minha cabeça alta. Crusei o olhar com meu pai, furioso. Mas com minha mãe, foi diferente.

Ela gesticulou algo como "minha garota de chamas..."  e sorriu levemente de canto. O apelido de criança me surpreendeu de início, mas veio como um incentivo a continuar andando mesmo ouvindo comentários destrutivos.

Claro que vesti em confronto com a ideia de casamento com Phill, e foi claro a mensagem que quis passar: "mesmo aceitando seus termos, eu farei isso do meu jeito. No caso, de muito mau gosto". 

Mal cheguei no altar, e Phill me puxou pelo braço, cuspindo na minha orelha:

— Você tá louca, sua putinha? Quer que eu mate todo mundo aqui?

— Ha, vai voltar com sua palavra agora? Eu estou aqui, não estou? Então cumpra sua promessa de que não machucará meu povo.

— Eu posso fazer o que eu quiser. Não vai ser uma putinha como você para me dizer o que fazer ou não fazer da minha vida. E se você ainda tiver mais alguma dúvida, interprete isso como afirmativa ao que acabei de dizer.

— Isso o qu...

Minha frase foi interrompida pelo metal entrando pelos meus órgãos. Eu não conseguia mais ouvir nem sentir nada. Mais outra facada me atingiu na barriga e minha visão começou a ficar turva. 

Respirar tinha ficado de repente, muito difícil. Cai no chão dura, me sentindo tão fria a ponto de morrer. Era o que iria acontecer. Eu iria morrer. 

Meus 20 anos passaram rapidamente pela minha cabeça. Minhas lágrimas caiam lentamente sobre minhas bochechas. Eu não queria morrer por alguém que eu odiava. Tinha que dar o troco. Tinha que matá-lo.

Mas agora já é tarde demais. Eu deveria ter salvo meus pais, meus irmãos, meu povo.

Mas por tudo o que fiz, acabei não salvando nada, nem ninguém. Essa sensação repercutiu até meus olhos virarem e minha consciência partir.











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