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História The Lost Memories Of Marco Diaz - Capítulo 11


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Notas do Autor


Desculpa gente, eu realmente viajei nas ideias e foi graças a um leitor que veio me avisar que eu tava demorando a postar. Enfim, eu sinto muito. Aproveitem o capítulo.

Capítulo 11 - (BRINCANDO COM FOGO)


Fanfic / Fanfiction The Lost Memories Of Marco Diaz - Capítulo 11 - (BRINCANDO COM FOGO)


"Você fica tão legal quando fala desse jeito!", falei, impressionada com sua postura. Mesmo planejando algo ruim ele fica tão maneiro!

"Muito bem! Tem algumas garrafas de alvejante naquele canto que pra nossa sorte são inflamáveis. Façamos assim, pegue algumas e comece a espalhar em locais que não impeçam a passagem das pessoas. Comece do último andar e eu irei começar do primeiro, a gente se encontra no meio do prédio em alguns minutos. E lembre-se de deixar uma trilha com o produto, pra que possamos acender tudo de uma vez. ", falou Jason com uma voz animada e um brilho enorme nos olhos.

"Você é realmente um cara incrível, mesmo sendo um assassino profissional eu não consigo deixar de gostar cada vez mais de você.", falei sem pensar, e quando percebi o que havia dito senti minhas bochechas queimarem.

"Nossa... Isso é... Bem obrigado! Agora vamos, precisamos fugir.", falou ele meio sem graça.

Assim que ficamos prontos colocamos o plano em ação.
Espalhamos o produto por todo o prédio e nos esbarramos no meio, bem como ele disse.
Ele me deu um isqueiro que achou no bolso de um dos funcionários e pediu que eu o usasse para acender o fogo, enquanto ele iria ao terceiro andar acionar o alarme de incêndio.
Ele me instruiu a contar mentalmente até 100 em velocidade média, era tempo suficiente para ele chegar até o alarme, Jason pediu que quando o alarme começasse a tocar eu me escondesse no armário de vassouras e só sair quando as pessoas começarem a correr, precisavamos nos misturar a multidão, não poderíamos ser vistos juntos então após sairmos vamos nos encontrar no beco perto da escola que foi onde eu descobri a verdade sobre ele.

" Noventa e nove, cem! É agora! 20 segundos se passaram o fogo já deve estar chegando lá em cima.
Isso significa que o alarme vai tocar bem..."Agora!", o alarme havia começado a tocar já estou escondida só preciso esperar as pessoas começarem a correr....Agora!
Já me misturei, estou quase na saída!" 

"Sai! ", gritei aliviada me virando e encarando o prédio o qual eu mesma incendiei. Eu acabei de cometer um crime, mas tenho que admitir é uma vista realmente impressionante!

Certo agora preciso ir! 

Corri até o beco e por incrível que pareça ele chegou primeiro! 

"Como isso é possível? Eu tava mais perto da porta!", perguntei abismada. 

"Lerdinha.", falou ele debochando de mim, fiquei brava com isso e tentei empurrá-lo contra a parede, mas ele desviou como se não fosse nada, por pouco eu não dei de cara com o muro, ele ainda conseguiu me segurar por trás. 

"Ei não é pra desviar!", falei ainda mais brava. 

"Ah foi mal, é um costume.", falou Jason debochando de mim novamente.

"Você me irrita." falei cruzando os braços e o encarando. 

"Não me olha assim! Cara feia pra mim é fome! Agora vamos parar de brincadeira e sair logo daqui.", falou ele pegando em minha mão para me fazer andar. 

"Ta bom, ta bom! Mas pra onde vamos agora? Eu tô irritada, com fome e cansada. A gente precisa parar em algum lugar.", falei puxando minha mão de volta para mim. 

"Star olha... eu entendo, mas acima de tudo, eu não quero morrer! Então eu quero que você aguente firme. Só mais um pouco ok?" nessa hora a expressão em rosto era tão fofa! Não deu pra discutir com ele.

"Tudo bem... Mas só um pouco.", falei  virando o rosto em uma direção aleatória. Não conseguia mais encara-lo. Ele tava tão fofo! 

"A propósito, seu penteado está lindo!" falou Jason mudando de assunto completamente. 

"S-seu idiota não é hora pra me paquerar!", gritei escondendo meu rosto envergonhado. 

"Me fala, você tem algum grampo de cabelo ai?" , falou ele mudando de assunto novamente. 

"B-bem sim." respondi retirando meu grampo de cabelo e o colocando em sua mão. 

"Obrigado." respondeu ele sério indo em direção a um carro bem bonito que estava parado próximo ao beco. 

Ele foi até o carro e começou a mexer na tranca da porta usando o meu grampo. Em poucos segundos eu pude ouvir um estalo vindo do carro. 

"Não pode ser! Tá me zoando Jason? Eu não acredito que você também sabe roubar um carro!", gritei impressionada.
E em um rápido movimento Jason tampou minha boca. 

"Calada! Quer que sejamos pegos?!", sussurrou ele bravo. Enquanto eu acenava com a cabeça indicando que não. 

"Então controle seus impulsos e não grite!", brigou ele retirando a mão da minha boca.
"Agora entra no carro normalmente e faz silêncio.", completou Jason. 

E assim o fiz. Entrei no carro e logo em seguida ele destrancou a outra porta do carro e entrou também, inseriu o grampo na buraco da chave e conseguiu ligar o carro facilmente.
Esse cara faz tudo parecer tão fácil, que chega a ser chato.
Jason começou a dirigir e ficamos em silêncio por um tempo, o clima não estava muito bom, ele parecia um pouco irritado por eu ter gritado, e pelo jeito que ele me repreendeu eu posso ter certeza que sim. Preciso fazer alguma coisa. 

"Me desculpa." disse sem encará-lo. Ele respirou fundo e se acalmou antes de começar a falar. 

"Tudo bem." falou ele pegando em minha mão e me encarando com um leve sorriso em seu rosto.
"Star eu sei que você não escolheu se envolver nessa bagunça toda, mas agora não nos resta nenhuma opção além de ir até o fim, ambos somos considerados alvos a serem eliminados, porém a prioridade deles é a minha eliminação e não vão poupar recursos pra que isso aconteça. É chato ter que admitir, mas se você continuar incapaz de lutar eu não vou conseguir te proteger e ambos vamos acabar morrendo.", aquelas palavras foram o suficiente para gerar um aperto enorme no meu coração. Logo o Jason admitindo não poder fazer algo é de arrepiar , mas o que realmente me incomoda não é o fato de estarmos em perigo, e sim o fato de que se morrermos vai ter sido por minha culpa. 

"Eu me recuso a permitir que isso aconteça!", gritei deixando-o surpreso.
"Acha que eu não sei que comparada a você eu sou praticamente um peso? Eu sei disso muito bem! Mas ainda assim, eu não posso desistir de saber o que houve com o Marco, assim como você não pode desistir de descobrir sobre o seu passado!", completei deixando-o ainda mais surpreso. Ele fechou os olhos por um momento, deu uma leve risada, e disse :

"Caramba, você não tem jeito né? Espero que não se arrependa dessas palavras. Tem noção do que nós vamos enfrentar?" perguntou ele. Nesse momento eu senti uma chama acender em meu peito, estava decidido.

"Sim eu tenho, e é por isso que eu digo, vamos lutar e vamos vencer! No momento eu não sou de muita ajuda, e é por isso que eu quero que você me treine! Quero que seja meu mestre e que me ensine tudo o que sabe para que eu possa te auxiliar nas próximas batalhas!", gritei determinada.

"Caramba, falando desse jeito fica impossível retrucar. Tudo bem! Vou te tornar uma guerreira incrível!
Mas devo dizer. Que talvez seja a coisa mais difícil que você já fez."



Notas Finais


Vou postar o próximo em uma semana ou menos. Juro!


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