História The Lost Princess - BaekHyun - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Byun Baekhyun, Exo, Vampiros
Visualizações 157
Palavras 1.594
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AVISO: Capítulo contendo Hot...

Boa Leitura! ^^

Capítulo 25 - 24


Fanfic / Fanfiction The Lost Princess - BaekHyun - Capítulo 25 - 24

Baekhyun P.O.V’s

     -Vem senhora Byun. Te farei esquecer alguns problemas. –Puxei minha noiva pelas mãos.

     Quando chegamos ao banheiro, fechei a porta do cômodo, para nos dar ainda mais privacidade. Coloquei a mais nova sentada sobre a pia de mármore, enquanto coloquei a banheira para encher. Yujin parecia uma criança balançando as pernas, sentada sobre um lugar alto. Um olha completamente inocente, algo errado, muito errado para a ocasião. Mas sua inocência havia algo de diferente, era mais para o lado de preocupação, sua mente estava vagando sobre a cicatriz em meu abdômen, assim como seus olhos se fixaram no local.

     -Ei, Amor! Não se preocupe, hum... –Segurei firmemente em seu queixo. –Esquece isso, não é nada sério.

     -Mais é alguma coisa. –Seus dedos voltaram a vagar sobre a cicatriz. –Byun, eu não gosto di...

     -Shiii... Já passou. –Selei seus lábios de forma calma. –Vamos, esqueça isso.

     -Me faça esquecer. –Yujin caiu em meu jogo, me arrancando um pequeno sorriso.

     -Com todo prazer. –Puxei suas pernas, as passando por meus quadris.

     Yujin estava apenas de lingerie, já que sua blusa havia sido deixada no chão do quarto, e era a única peça que cobria seu corpo, fora o conjunto. Já eu, ainda estava com a calça social, mas já estava me incomodando, por causa da excitação que apertava dentro da mesma. Minha noiva resolveu provocar ainda mais, descendo suas mãos pela lateral de meu corpo, parando em minhas nádegas, me puxando para mais perto. Em seguida, seus dedos contornaram a barra de minha calça, e seguiram até a fivela do cinto.

     O objeto de couro foi arremessado longo de meus pés, suas mãos voltaram a correr pela barra da calça, até encontrar o único botão ali, depois de aberto, seus dedos desceram o zíper. A peça caiu aos meus pés, e fiz o trabalho de terminar de me livrar delas, ficando apenas de boxer a sua frente. Levei minhas mãos a sua cintura, apertando sua pele clara. Um pequeno som que escapou de seus lábios, encerrou nosso beijo, me deixando um sorriso de satisfação.

     -Já está assim? –Perguntei vendo o quão entregue a mais nova estava.

     -Não me julgue, olha isso marcado em sua boxer. –Uma de suas mãos apertou meu membro sob o tecido, deixando um som rouco escapar por minha garganta.

      -Golpe baixo, senhora Byun. Golpe muito baixo. –Abracei seu corpo, deixando alguns beijos na pele de seu pescoço, onde arrastei levemente minhas presas.

      Subi minhas mãos por suas costas, até o fecho da peça superior de seu conjunto. O tecido rendado atingiu o chão, assim como minha calça há minutos atrás, em seguida, desci apertando cada centímetro da sua pele, até retirar a última peça de tecido que cobria seu corpo. Arranquei minha boxer sem muitos problemas, logo em seguida pequeno a menor em meus braços, seguindo até a banheira. Me sentei dentro da água, trazendo seu corpo ainda junto ao meu.

     -Você está me enrolando, Senhor Byun. –Yujin disse próximo ao meu ouvido.

     Senti como se uma corrente elétrica estivesse percorrendo meu corpo, quando a mais nova começou a se mexer sobre meu membro. Ela estava claramente querendo assumir o controle, e deixei para ver até onde suas ações iriam. A sensação era completamente diferente das primeiras que tivemos, se tornou ainda mais intenso, como nossos corpos estivessem ainda mais interligados. Juntei meus lábios ao seu pescoço, deixando um pequeno chupão ali, o que em nossa espécie não tem graça, já que as marcas somem em questão de segundos.

     Desci minhas mãos até suas nádegas, deixando um aperto considerável no local. Beijei sua boa com vontade, puxando seu lábio inferior entre meus dentes. Ergui seu corpo, colocando sobre a borda da banheira, desci beijos por toda sua pele, dando uma singela atenção aos seios perfeitamente desenhados. Seus dedos vieram até meu cabelo, puxando levemente os fios, talvez para chamar minha atenção sobre meus efeitos naquela área. Continuei a trilha de beijos, parando diretamente em seu baixo ventre.

     Lhe lancei um pequeno sorriso suspeito, antes de invadi-la com dois de meus dedos, logo auxiliando o trabalho com meus lábios. Minhas ações arrancavam altos gemidos de sua garganta, a mais nova estava tão sensível, possivelmente também mais conectada a mim. Aumentei a velocidade de meus movimentos, sentindo um leve arranhão em meu pescoço, para em seguida, seu corpo tremer fazendo seu orgasmo ser atingido na mesma intensidade de seus gritos.

     A garota me empurrou rumo à parede, logo se ajoelhando ainda dentro da água, nem sabia de onde a mesma havia arrancado tanta força, até me lembrar que ela lançou o próprio irmão contra a parede do quarto. Neste instante, tudo o que não queria era irritá-la, pois havia algo muito preciso em suas mãos. Seus movimentos me faziam revirar os olhos de prazer, o que não demorou a acontecer, foi chegar ao meu clímax, ainda mais intenso que o da mais nova. 

     Desta vez, Yujin não me encarou com cara de nojo, simplesmente ergueu seu corpo, ficando de pé a minha frente, e atacando meus lábios. Puxei seu corpo para meu colo, carregando a mesma até a pia de mármore novamente, a colocando sentada sobre o balcão por alguns segundos. Não tive dificuldades para achar um preservativo, e revesti-lo em meu membro, enquanto a encarava profundamente.

     Yujin mordia os lábios em forma provocativa, encarando eu abdômen, nem se importando mais com a cicatriz que havia ali. Peguei novamente a menor em meu colo, seguindo até a área do chuveiro. Liguei a água, deixando a mesma descer por nossos corpos. Colei suas costas na parede, colando nossos lábios, enquanto a invadia sem aviso algum. Um gemido abafado foi largado entre nossas bocas, me dando ainda mais incentivo em minhas investidas.

     Logo troquei nossas posições, colocando a garota de pé, virada para a parede fria. Seu rosto juntou-se a cerâmica, enquanto sua coluna se curvava, e suas nádegas se empinavam em minha direção. A penetrei naquela posição, arrancando gemidos de ambas as gargantas. Várias investidas naquele ponto, suas unhas buscavam locais onde pudessem se afundar, mas só encontravam a superfície lisa dos azulejos. Seus gemidos se tornaram mais intensos.

     Uma de minhas mãos pousou em seu quadril, uma forma de mantê-la no lugar, enquanto a outra, puxava levemente seu cabelo para trás, dando liberdade para que pudesse beijar seu pescoço desnudo. Ouvi um som rouco passar por sua garganta, e em seguida, seu corpo relaxar contra a parede. Ela havia atingido o limite, continuei com algumas estocadas, até me sentir livre também, colando nossos corpos, e distribuindo beijos por suas costas.

     Separei nossos corpos segundo depois, seguindo até a lixeira, me livrando do preservativo. Quando voltei, Yujin ainda permanecia de costas, então a puxei em direção ao meu corpo, deixado pequenos selarem em seus ombros, antes de virá-la para mim.  Um sorriso satisfeito estava em seus lábios, ela não era a única a se sentir ainda mais diferente.

     -Gostaria de saber o que está acontecendo com nós dois. –Sua voz saiu como um fio. –Tudo fica mais intenso a cada dia.

     -Como eu disse, é o destino Baby. –Fui meio convencido, mas pelo menos lhe arranquei algumas gargalhadas. –Eu amo você.

     -E eu te amo, meu convencido. –Seus lábios vieram aos meus, em um beijo breve.

     Depois de um banho demorado, com direito a mais trocas de carícias e quase um segundo round, nos deitamos um ao lado do outro, apenas para apreciarmos melhor ambas as companhias. Yujin estava completamente vestida, enquanto a mim, trajava apenas uma boxer e uma calça de moletom. A mais nova se mantinha bem ocupada, passando os dedos sobre a cicatriz em meu abdômen, sabia que ele não esqueceria facilmente tudo aquilo.

     -Byun, me conte. Por favor. –A mais nova sussurrou. –Quem fez isso com você?

     -Seu irmão. –Decidi que não adiantava mais mentir, mas me arrependi assim que a vi se levantar, completamente irritada.

     -Por que ele machucou você. –Seu ódio era aparente, se Junhoe batesse na porta aquele instante, seria uma criatura destroçada.

     -Ei, se acalme. Estávamos treinando com espadas, eu ficarei bem. –Juntei seu rosto entre às mãos, fazendo a menor voltar para cama.

     -E por que não está curando? –As pontas de seus dedos, voltaram a pairar sobre o quase inexistente corte.

     -Isso acontece, quando não nos alimentamos de sangue humano, ou do outro de nossa espécie. –Sorri para a mesma. –A cicatrização demora mais.

     -Mas você tem sangue humano em estoque. Minseok anda buscando no hospital, e... –A mais nova se sentou para me encarar. –Você está dando o sangue para os feridos? Por isso está se alimentando de animais.

     -Sim, eles precisam mais que eu. –Abaixei a cabeça.

     Esperei que viesse uma bronca ou algo do tipo, mas apenas vi a menor erguer a manga da blusa, morder levemente seu pulso, e erguê-lo em minha direção. Não acreditei que Yujin estivesse fazendo aquilo, alguém da realeza oferecendo o próprio sangue, é algo a se admirar, com certeza ela será uma ótima governante para nosso reino.

     -Amor, não é necessário. –Falei afastando seu pulso.

     -Se alimente, se a questão é sangue, tome um pouco do meu. –Ouvi sua voz preocupada. –Me alimentou uma vez, não foi? Agora me deixe alimentá-lo.

      Devo confessar que foi maior que eu, e acabei tomando um pouco do sangue da mais nova. O liquido presente em suas veias, de fato era poderoso, me devolvendo às forças, e fazendo a ferida terminar de se fechar.

     -Oh, veja! –Seus dedos apontaram para onde antes estava o corte. –Cicatrizou novamente.

     -Obrigado, Amor! –Selei seus lábios, como forma de prolongar o agradecimento. 


Notas Finais


Beijos e até o próximo capítulo! <3


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