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História The Lost Princess. (Livro 1) - Capítulo 16


Escrita por:


Notas do Autor


"Ela cria a teoria dela"

*meme do garoto gordinho fazendo pose perto de uma arvore*

E é com esse meme que chegamos no segundo ato (ou segunda parte como preferirem!) Eu estava querendo postar isso só de noite, mas como a cabeçuda aqui estava se roendo para postar logo então porque não?

Ah, e não vai ser aqui que eu jogarei novas informações da história. Isso vai acontecer mais para frente mesmo. Como o título já disse, finalmente vai acontecer a primeira mordida! O foda é que só depois de 15 capítulos isso acontece imagina quando eu for fazer um hot! Kkk. Mas o hot nessa temporada não vai acontecer lógico pois o foco mais é na história e também não é o momento para isso! Além de ter umas cenas românticas com o Shulyn (Shhu x Evelyn) e o Subaralyn (Subaru e Evelyn) nos outros capítulos, sexo só na segunda temporada!

Ah o que vai ter na segunda temporada?

Bom, além de eu explorar mais sobre os lunares, vai ter um conflito com a Evelyn e uma certa pessoa. Vai ter uma tensão entre o Shuu e o Subaru que vão disputá-la, além de explorar a relação da Evelyn com os Sakamakis ou seja, as mães deles irão aparecer! E também vai ter algo a mais que vai envolver a Yuna e também o Ayato. O que será? Eu não direi! A Christa vai ser bem importante no último arco da história desenvolvendo ela com o Subaru e o Karlheinz também irá aparecer só no último arco.

É isso beijos de lua e vamos ao capítulo

P.S: Importante escutar a música tema de todo o segundo cour da história ;D

Capítulo 16 - Act.2 The Inevitable (As sweet as the taste of iron!)


Fanfic / Fanfiction The Lost Princess. (Livro 1) - Capítulo 16 - Act.2 The Inevitable (As sweet as the taste of iron!)


Me dê simpatia

Como se acariciasse um pequeno pássaro caído

Me dê sofrimento

Me leve às lágrimas

Olhe para mim

E diga que sou patético

Me chute com a ponta do sapato, se quiser

Pegue minha mão suja, como se quisesse dizer

Que não há problema em ser impuro


Vamos formar um círculo e dançar

Vamos devorar

Toda essa multidão desagradável

Eu preferiria um monte de temperos insuportáveis

Mentira, mentira, mentira, la la la


O pássaro assustado

Não conseguiu dizer adeus

Como se implorasse por amor, se afogou no silêncio

Pensando que isso fosse uma amostra de modéstia

Mentira, é uma mentira, não é mentira, é tão difícil

Ser machucado assim

Todos desejam por mundo mais gentil


Vamos nos fundir e tornar um

Vamos preencher nossas bocas com todo ódio e amor

Completamente misturados

Dentro deste caótico, e tão doce caldeirão

Mentira, mentira, mentira, la la la


Um sorriso tão ingênuo

Eu quero vê-lo novamente

Eu sei que você está aqui pra ficar comigo

Só quero ser amado


Mentira, mentira, mentira, é para você ficar comigo

Em lugar onde apenas floresce trovões

Essa miserável sensação celestial

Apenas preciso deste amor


A tristeza cai aqui, empilhando-se de modo sufocante

Cobrindo os desejos de arrependimentos

Até mesmo aquele laço que fizemos no dia de primavera

Irá desaparecer um dia?


Enquanto observo um sonho

Algum dia, a luz que desapareceu

Será capaz de te alcançar

É tão brilhante

Que minhas lágrimas não param

Ei, por favor, fique ao meu lado

Pegue minha mão suja

Não solte

Fique ao meu lado para sempre

Não solte

Logo vai escurecer, fique ao meu lado

Não solte, eu não consigo ver nada

Fique ao meu lado pra sempre

Não solte

Apenas amarei você

Para sempre




— I Beg You. Aimer







Evelyn Evergarden POV 

Diabolik Lovers 

Colégio 

19:50 P.M




Eu ainda tenho as minhas dúvidas… Digo mentalmente abaixando a minha cabeça ficando de bruços pensando em tudo o que tinha acabado de acontecer.






FLASHBACK 



— O que traz vocês até aqui…? — perguntei olhando para o chão pensativa atraindo olhares com dúvidas amistosas. — Digo, vocês são vampiros porque estariam aqui? Seria mais a procura de um banco de sangue pelo que eu estou certa… Mas… Não é só isso que os interessa… — após fazer aquela pergunta, demorou cerca de três minutos para eu conseguir uma resposta. Se eles mesmo nem sabem o que estão fazendo aqui, imagina eu que estou me envolvendo com algo que não tenho controle?


— Bitch-chan, essa pergunta melhor seria respondida por ninguém mais e ninguém menos que Shuu e o que nos movimentou a fazer tudo isso,  Subaru-kun! — ao dizer aquilo com um sorriso no rosto, com certeza a minha íris negra deveria ter desaparecido, pois dilatei enormemente minhas pupilas, virando-me para encarar o vampiro que permanecia sorrindo ao ver minha cara igual a uma pedra. N-Não pode ser verdade… O Subaru e o Shuu? Porque que eles não me contaram antes!? Esse é o motivo deles agirem tão estranho comigo!? 


— Tsc. Nós só estamos aqui por conta de algo inútil, só perdemos tempo indo de país para país a procura de algo que nem "existe!" — esbravejou Ayato com raiva se sentando à mesa colocando os pés ali.


— Como…. — digo ainda não desfazendo a minha cara de antes mas aumentando ainda mais a dilatação de minhas pupilas, fazendo com que perdesse o brilho nelas, incrédula no que eu acabei de ouvir. É muita coisa a se processar, e Laito não mentira... já que Ayato, não transpareceu indo na mentira do outro só estando com raiva do rumo que isso tudo está levando.


— Você não sabia Bitch-chan? E eu pensando que o Subaru-kun teria lhe dito... — cantarolou o chapeleiro se aproveitando da situação enquanto que eu permanecia imóvel e estática. 


Esse tempo todo querendo saber sobre ele…. E o que estaria acontecendo… Tudo isso que eu passei até a minha desistência só para no final eu voltar para o recomeço! E Shuu? Pensei que ele me contaria… Nem mesmo eu posso confiar nele… Se bem que, ele não me parecia agir diferente quanto a Subaru e não é tão "sensível" quando está perto de mim... Ayato olhava para Evelyn com uma certa "piedade", mas ele não queria falar logo de cara o que está acontecendo afinal nem ele e seus dois irmãos não sabem o status que a missão deles está, além de que, deixou de ser interesse dos trigêmeos. E com esse impasse, (Evelyn) respondeu-lhes todas essas dúvidas. 


— Que feio. — Laito quebrou  o silêncio e eu ainda permanecia no mesmo estado até sentir as suas mãos pesadas e gélidas por cima de meus ombros, mas… Minha mente o afastava focando mais em minhas descobertas. — Eu já imaginava de Shuu-san mas…. De Subaru-kun, é trágico! E pensar que vocês dois já tinham alguma relação não? — disse tentando não se aproveitar da situação fingindo ser um pouco complacente para que ela caísse em seus braços, mas é claro que ele só estava destruindo a garota ainda mais


— Laito já chega! — disse Ayato lançando-lhe um olhar fulminante, depois olhando para o estado péssimo da garota.


— Ora, porque está se importando com ela? — exclamou manhoso com um sorriso maldoso em seus lábios. — Eu só estou a ajudando em seu momento delicado. — brincou ele mas o mais velho puto, avança nele o empurrando enquanto que Evelyn se mantinha parada sem nem prestar atenção no que acontecia à sua volta em câmera lenta.


— Eu… Eu tenho que ir… — disse estando a não olhar para os três, a jovem então caminha até a porta. Fechando-a eu fiquei um bom tempo olhando para o chão, logo a sineta tocou iniciando o início da primeira aula e me pus a mover-me até a minha sala.







FLASHBACK OFF





Ao abrir meus olhos, pude ver que ainda tinha gente na sala. Não sei por quanto tempo que eu dormi só sei que isso me fez bem, além de eu não ter sonhando com aquelas lembranças sombrias agora eu arranjei mais uma coisa para colocar na minha lista de "coisas importantes que não tem cabimento e nem resposta". Minha cabeça já tá uma bagunça e com essa informação não sei se conseguirei ter uma resposta tão cedo... Um motivo deles terem vindo aqui foi até que bom, pelo menos entendi o porquê de mudarmos de turno mas só me trouxe outra pergunta de uma pergunta, o que dá a entender é que eles estariam procurando por alguém que não existe? O que deu a entender foi isso… Se eles nem sabem a real situação imagina eu. Bufei logo me levantando da posição que eu estava me espreguiçando logo permaneço ali de cabeça para cima encarando o teto, isso explica muito do comportamento de Subaru… Mas e quanto a Shuu? É estranho o modo como ele age perto de mim e ele é difícil de decifrar, ele nem demonstra ter os mesmos objetivos que o irmão… "E o que nos movimentou a fazer isso Subaru!" Engraçado, do tempo que eu tenho de convivência (e experiência) com o Subaru, não imaginava ele a fazer esse tipo de coisa. Ainda mais por os seus irmãos no meio disso, visto que nem eles mesmos parecem se darem tão bem assim… O que deu a entender pelo modo de como comportam.


Se o que o Laito disse é verdade então eu terei de confrontá-lo, que saco! Depois do que ocorreu no telhado da escola eu já tinha desistido! Agora eu tenho que correr atrás dele de novo! E pra fuder de vez comigo, eu preciso dele mais do que nunca! Eu sinto que se eu descobrir o que ele procura talvez eu possa ajudá-lo a encontrar… Assim eu posso aproveitar e pesquisar mais sobre esses sonhos e essas sensações que eu tenho com os dois! Porque que tudo tem que me levar a ele!? E se ele não me contar!? Eu já estou contando com esse impasse, e eu nunca vou saber a resposta! Pois eu sempre vou avançar para trás! Maldito emburrado! Por culpa sua que eu estou com esses problemas!


— Subaru Sakamaki? Subaru Sakamaki? — falou a professora fazendo a chamada em sua mesa, quando seus olhos pousam sobre a minha mesa vendo que estava faltando alguém, ela solta um suspiro decepcionada. — Terei que falar novamente com o seu irmão sobre sua ausência novamente… — olho para o lado, ainda pensando se eu devo ou não ir, se eu for o encontrar pode acabar se repetindo a mesma coisa de antes e também, se eu for falar para ele sobre o que eu sei ele vai durar ou querer me matar pois eu quebrei a promessa. Que saco! Ou eu descubro a verdade ou eu tento morrendo! 


Quando o sinal tocou, todo mundo saiu desesperado para fora de sala indicando ser o intervalo, eu continuei na sala olhando para o teto até alguém me interromper.


— Senhorita Evelyn. — abaixo a minha cabeça olhando para a professora. Suspiro pesadamente criando forças para me levantar e eu ando arrastada até sua mesa. — Você sabe o que está acontecendo com o Subaru? — fiquei calada sem responder nada o que imediatamente ela tinha entendido a situação. Em momento algum eu trombei mais com ele o que foi um alívio para mim mas o pior é que ele andou não vindo para as aulas, agora os professores me jogam essa responsabilidade pra cima de mim! Como se eu fosse babá desse sanguessuga! 


— Se ele continuar assim ele vai repetir de ano… — falou retirando os óculos. O que eu tenho haver com o desempenho dele!? Se ele que falta foda-se pra ele! — Evelyn eu soube pela diretora que vocês não tem lá um relacionamento bom. — seus grandes olhos róseos encara os meus arroxeados e eu continuo com um olhar imutável esperando para que ela vá para os finalmente. — Se você o encontrar, diga a ele sobre a sua situação. Eu não quero ter que avisar mais uma vez para seu irmão ou alertar a diretora… — Se bem que nem com isso ele toma jeito! O melhor seria desistir. — Não podemos desistir dele, eu não sei pelo o que ele está passando. Se é um problema que envolva ele ou algum de seus familiares não temos que desistir… Mesmo que em certas ocasiões queremos gritar e dar um basta nisso tudo. Alguns professores até desistiram de tentar e a outra metade vem lutando por algo que mesmo sendo difícil tem que valer a pena… Então Evelyn, se você for o encontrar, converse com ele, diga o que está acontecendo e tente encontrar alguma solução, assim o seu desempenho pode melhorar.


Ao dizer tudo aquilo me olhando com um ar sincero e um sorriso no rosto a mim eu só fiquei com uma cara de tacho e tive o meu tapete puxado com uma força bruta. Não imaginava que tinha professores que ainda não desistiram dele… Pensei que ele seria um problema tão grande que não tem mais solução, assim a ser deixado de lado… E quanto a mim? O que eu fiz? Desisti. E agora eu estou aqui levando um tapa na cara para a realidade depois disso… Eu desisti por eu não aguentava mais, queria dar um basta e de que adianta continuar mesmo que as coisas não vão dar fruto algum!? Os professores não desistem porque eles se importam com desempenho! E também com o bem estar de seus alunos.


Eles não sabem pelo o que Subaru está passando… E eu que não o conheço muito bem, só por fora não sei pelo o que ele passa… O que o deixou assim, o que o deixou com um comportamento alterado… Eu não sei o que há por dentro só por fora… De tanto lutar contra as ervas daninhas eu desisti não vale a pena tentar atravessar por algo em que você acaba se ferindo… Eu só fiz isso pelo meu bem… Mesmo com ele sofrendo e eu não estando a não fazer nada… 


Não gosto de estar imponente… Eu sempre ajudo as pessoas quando elas precisam, quando elas me pedem. Eu esperei e esperei para que ele me pedisse… Mas vi que ele nunca vai me pedir… Por isso dei um pé atrás e me afastei o deixando sozinho perturbado com seus problemas… Eu nem me reconheço mais, eu que sempre ajudei as pessoas quando elas precisam e quando eu não consigo ajudar uma eu desisti por que não valeu a pena. 


Eu sempre que corria atrás, tentava entender o outro ponto da pessoa só por causa de uma pessoa eu joguei tudo fora… Porque eu só penso em mim mesma, quando eu não consigo fazer algo que não está em meu alcance mesmo com a pessoa estando com seus problemas eu o deixei de lado… Eu sou uma cuzona! Me odeio pelo o que me tornei.


— Espero que você consiga Evelyn. — a voz da professora entrou em meus pensamentos como se fosse uma luz que tinha encontrado no fim da escuridão. Uma esperança. — Ele parece ser o único que irá te entender. Não desista, persista. — disse ela tirando as mãos de meus ombros deixando a sala de aula. Parece que ela sabia mesmo pelo o que eu estou passando e graças a essa resposta que era o que eu precisava no momento, me impus firme e forte andando com passos firmes para fora de sala, agora eu tenho que ir a procura dele! Sabe se lá onde ele possa estar… Mas antes de eu iniciar, meu estômago começa a roncar pedindo por comida. Estranho pois eu tinha acabado de entupir com doces… Um lanchinho não vai me fazer mal.








~////~





Depois de pegar só o que eu preciso comer não sendo especificamente muita coisa, acabo encontrando Yuna no mesmo lugar de sempre na mesa da cantina. A garota estava muito distraída digitando algo em seu celular que nem me viu ou prestou atenção em mim quando eu cheguei, desde aquela hora, ela não tira o rosto dali. Rindo e tirando fotos, era fácil saber que ela estaria conversando com o seu namorado, se bem que de todos os relacionamentos com quem ela teve dentro e fora da escola não duravam nem um mês, e esse está durando duas semanas já, o que é bom mas não sei se irá progredir por muito tempo. 


Yuna com um tempo, aprendeu a lidar com os términos de uma forma bem normal, ela disse que já tinha parado de chorar e a tomar sorvete no quarto passando a lidar como uma coisa já normal em sua vida, não que ela esteja fazendo isso só para preencher algo mais, chorar por isso é banal! Bom, na primeira vez é muito ruim mas a segunda e a terceira você já lida super bem, o problema é que já é o décimo quinto namorado que ela arranja e nenhum nunca é fixo!


— Ah, oi Evelyn! Nem tinha te visto! — disse a morena dando um sorriso de orelha a orelha para mim logo voltando para o seu celular 


— Assim eu vou acabar comendo o seu almoço. — brinco me sentando ao seu lado. — Vai passar o dia todo comendo só o celular? E a sua vida? E a escola!? — satiriso um pouco rindo.


Verdade…. Mas, eu estou tão feliz! Finalmente Eu desencalhei! — gritou ela levantando as mãos para a o alto


— De novo… Não vamos esquecer. — finjo uma tosse logo nós duas começamos a rir.


— Dessa vez eu sei que vai dar certo. Ele não é como os outros e não é um cuzão! 


You're an asshole! — digo rindo e Yuna também não deixa de rir das minhas sátiras. — Espero mesmo o que você esteja falando seja verdade. Mas, não cante vitória tão cedo.


— Eu sei, eu sei… Mas eu sinto que dessa vez vai dar certo. — dizia me olhando determinada. Mesmo eu estando neutra nessa situação eu tenho que dar apoio.


— Ok. Ok… Você sabe onde está a Chloe… — ao dizer aquilo, sinto um frio na barriga 


— Ah, ela disse que foi viajar com os pais, assunto de família. — falou tomando o suco. — Aconteceu algo entre vocês? A Chloe parecia bem séria e também um pouco triste. — Eu não respondi nada e também, eu perdi a vontade de continuar a comer… Péssimo momento que eu escolhi para ter aquela briga… Agora ela deve me odiar...


— Eu tenho que ir. — Yuna me olha preocupada. — Eu tô sim bem sua besta! Ah, é melhor você olhar o seu celular. — ao dizer aquilo, Yuna recebe mais uma mensagem do seu namorado e eu saio dali dando uma piscadela para a ruiva atravessando as portas do refeitório.


Agora eu tenho que fazer alguma coisa que eu sei que não vai dar certo mesmo se eu tentar… Mas eu não tenho que desistir! Eu sou assim mesmo! Respiro fundo confiante logo indo no primeiro lugar em mente que ele possa estar, subindo o último lance de escadas um pouco cansada atravesso os corredores escuros e cheios de poeira junto com as teias de aranha até chegar a porta, ao abri-la dou de cara com um nada. 


Bufo um pouco decepcionada, mas ainda tem mais lugares para o encontrar, eu só espero que ele não tenha ido embora cedo, fecho a porta e vou até o final do corredor o que pode parecer que não vai dar em lugar algum mais é aí que você se engana, como um jogo de perspectiva há um pequeno lance de escadas e uma porta bem ali que leva até o telhado e infelizmente o vampiro não estava. Eu tenho que o encontrar… Se eu soubesse qual outro lugar ele estaria… 





~///~



Depois de um longo tempo o procurando, eu não consegui o achar. Eu já perguntei para todos mais ninguém tinha visto ele e novamente, os professores estão ficando cada vez mais nervosos com essa situação sem saber o que fazer. Ninguém quer chamar a atenção da diretora e nem do seu irmão o tal de Reiji e quem vai ficar pagando mais caro sou eu, o pior é que estão depositando todas as suas esperanças numa colegial como eu. Como se eles soubessem a real situação! Eles só vêem o que está por fora, nunca o que está dentro! E eu também não… 


Sem perceber, eu acabei parando em um lugar da escola que eu desconhecia. Eu "amo" essa minha habilidade de me perder e acabar encontrando mais um lugar que eu desconheço, olhando em volta tinha um monte de jardim por fora e uma pequena estrada no meio que levava a uma pequena estufa. Um clube de jardinagem? Eu nem sabia que algo assim existia assim como que tem alguém dessa escola que participaria de um! Por ser um lugar não muito visto por todos os alunos até que ele está bem cuidado, deve ser só alguns que teriam vontade de entrar ou que conhecem que tem esse tipo de atividade na escola pois isso não chamaria atenção. 


Quem em escola de ricos doutrinados e mimados gostariam de fazer esse tipo de atividade que envolva se sujar e a carregar adubo? Eu gosto de jardinagem pois eu tenho um pequeno jardim em minha casa, mas nada se compara com esse vasto local cheios de flores de todos os tipos, fiquei tão hipnotizada que acabei esquecendo o que eu estava fazendo. Vamos lá, uma coisa de vez! 


— Não imaginava que eu também iria te encontrar por aqui também. — ao escutar sua voz grossa e cheia de ódio me viro num salto. Faz tempo que eu não o vejo e também faz tempo que não vejo toda essa raiva e ódio que ele tem em seu olhar sobre mim. Respirei fundo para falar algo a ele mas imediatamente fui interrompida. — Vai ficar por quanto tempo aqui?! — diz impaciente cerrando o punho. — Que merda! Por onde quer que eu vá, você sempre está aqui! Você está me perseguindo não? — disse ele ficando bem na minha frente


— Olha, não é uma coisa que eu também gosto mas eu tinha que o encontrar. — ao dizer aquilo ele me olha surpreso ainda desconfiado. — Bom, não sei se sabe, mas os professores estão na sua cola. — Ele respira fundo logo olhando para o céu e depois para mim.


— E eles acham mesmo que convencendo a você vir falar comigo adiantaria de muita coisa. — bufou ele com raiva indo em direção até a estufa e eu o acompanhei. Eu não queria estar sendo babá dele mas, eu preciso mais do que tudo dele.


— Olha, os professores meio que acham que a gente já se conhece por conta das fofocas espalhadas sobre a gente. — reviro meus olhos e logo respiro fundo. — Por isso encontraram uma solução fácil.


— Humph! O que eles sabem é só o que vêem! Por isso que você se dá o trabalho de querer vir aqui e se aproveita como uma desculpa para querer falar comigo. — ao dizer aquilo me olhando seriamente, bom é verdade, querendo ou não quero descobrir o que há por detrás dessa armadura. — É tão fácil saber o que você pensa. — diz ele pegando um regador e indo até as rosas. 


Espera, rosas? Um regador!? Que? Eu não estou vendo isso direito. Me belisquei forte em meu braço e dei um grunhido bem baixo, é eu não estou sonhando. Fico observando o Subaru a regar as plantas, ele estando tão calmo nem parece que ainda pouco estava com raiva de mim.


— Não sabia que você também tem noção de jardinagem. — digo me aproximando dele com o mesmo me fuzilando com o olhar. — Calma, não pense que eu estou usando isso como meio de me aproximar. — digo honestamente a ele encarando seus olhos vermelho-sangue. — Eu também entendo um pouco de jardinagem. — digo olhando para as rosas vermelhas. 


Lembro-me ser um dia que eu presenteei a minha mãe com um lindo buquê de rosas no dia das mães mas só que as rosas logo murcharão, elas não se adaptaram perto das rosas douradas o que me deixou bem triste pois eu sempre cuidava delas como sempre cuidava das douradas. 


— Elas são lindas… — digo apanhando uma. Seus respingos são tão pontiagudos que em uma triscada você logo se machuca por isso que você tem que tomar cuidado com as rosas vermelhas. 


Por serem as mais conhecidas de todos e por se tratarem mais ao amor quando você confessa os seus sentimentos a alguém que ama, logo sinto uma leve tontura e flashes de sangue e fumaça invadem a minha mente. O mesmo lugar destruído, as mesmas pessoas mortas… O vermelho, o doce e quente vermelho vivido daquela cena igual a essa rosa não sai de minha cabeça. Quando as lembranças vão embora, logo olho para o Subaru que permanecia parado ainda me encarando. Coro um pouco por ele estar um tanto próximo de mim e que a me encarar por mais tempo… Eu logo me levantei, limpando a minha saia para ir embora, mas eu logo sou puxada por ele assim me derrubando no chão com ele por cima. Eu imediatamente começo a corar forte e as minhas bochechas ficam tão quente parecendo que eu iria me incendiar toda, meu coração começa a bater forte e enquanto que Subaru permanecia o mesmo sem mudar de expressão, ele parecia adorar me ver nesse estado constrangedor. 

Tento me controlar, focando a minha atenção em seus olhos que estavam imutáveis a mim, eu não sei o que ele está sentindo ou pensando ao fazer aquilo e eu sei que ele não vai me fazer nada, me levantei pois ele não havia segurado em meus pulsos deixando nossos rostos colados muito próximos, eu podia sentir a sua respiração tão perto da minha. Se controle Evelyn! Não pense logo em merdas! E também estamos em uma escola, é bem provável que alguém nos veja, sendo que esse lugar não é de muito acesso aos alunos.


— Eh… S-Subaru… — tento chamar a sua atenção mais ele permanecia no mesmo estado. — O que você quer…? Quer me morder? — ao dizer aquilo ele imediatamente muda de expressão ficando um pouco zangado


— Não vou fazer isso! — disse ele logo se afastando de mim. Sério! O que ele tem contra em me morder!? Tá na cara que ele está com um certo desejo e fome! Será que ele está se contendo? Por mim? 


— E porque não? — digo me levantando. — Você não me engana Subaru, você está com fome sim. E não venha me dizer mentiras! Porque tanto evita em querer me morder!? — ao dizer aquilo, ele logo se entrega me olhando surpreso, eu sorrio em seguida, então o vampiro tentar achar algumas palavras para falar para mim e ele logo se aproxima de mim.


— Você quer mesmo que eu faça isso!? — disse com raiva segurando o meu braço o aproximando perto de seu rosto.


— Sim Subaru. — digo sincera olhando em suas grandes orbes vermelhas que estavam em um misto dúvida e confusão. Até eu estou surpresa em lhe pedir isso, esse lado corajoso e impulsivo se deve ao lado que puxei da minha mãe e não irei mais dá com o pé atrás!  — Eu faço qualquer coisa por você. Se eu quero te entender… Eu deixo você me provar. — falo com a maior sinceridade do mundo. 

Gente, eu estou me entregando a um vampiro! E ele vai mesmo querer me recusar!? Se fosse com o Shuu já teria sido bem rápido. Quero tanto entender o porque dele estar excitante perto de mim. Eu me lembro que já vi em filmes e livros que a mordida de um vampiro é igual a sexo. No início dói, mais depois se torna algo prazeroso então eu não tenho escolhas e isso vai da minha própria vontade.


Tch. Você tem mesmo um pensamento muito suicida! — ele logo se afasta ficando de costas para mim. — Você acha que com isso vai conseguir alguma coisa de mim!? Tem noção mesmo do que está propondo!? — perguntou ainda relutante


— Sim eu tenho. — digo suspirando profundamente — Mas parece que alguém está se acorvardando muito não? — ao falar de forma provocativa, o vampiro logo começa a corar de muita raiva avançando rapidamente agarrando meu pulso com força 


— Você acha mesmo que eu estou me acovardando!? — esbravejou ele com muita raiva apertando o meu pulso, mas não me deixei ter medo — Eu posso muito bem te destruir aqui e agora!


— E porque que você não faz!? — devolvo no mesmo tom. — Se você gosta tanto de me ameaçar então porque que na primeira oportunidade quando foi descoberto não me silenciou!? — digo com um ódio crescente dentro de mim. Subaru parecia querer ler a garota e encontrar alguma resposta para encerrar com essa conversa, mas tudo o que ele faz é soltá-la com força a jogando no chão e a berrar de ódio. 


— Você tem merda na cabeça ao pedir esse tipo de coisa!? 


— E você? Porque tem tanto medo de me morder? Sempre desviando da conversa! O que você tanto esconde?! — pergunta se levantando do chão 


— Eu não escondo nada! — disse nervoso — Se eu sou assim é porque que eu não quero ficar perto de você criatura imunda e ridícula! — Nós  dois já nos encontrávamos no limite da raiva, eu já não estava aguentando e minha paciência tem um limite a ser tolerável. Porque todo esse medo e confusão em querer me morder? É só uma mordida! Ele já faz isso com diversas garotas e a mim não!? Que ódio desse vampiro rabugento! 


— Ta! Já que não vai ser assim eu vou embora! Cansei de tentar te ajudar e a te entender. Você que se vire! — digo brava logo me retirando dali mas o vampiro se teletransporta até a porta a fechando com força na minha cara. — O que você está fazendo!? — assim eu vou acabar pegando uma tesoura de jardinagem assim cortando as partes de baixo desse vampiro! Mais que vampiro bipolar de merda! Que raiva! — Me deixa ir embora! Agora! — ordeno logo tentando por a mão na porta mas só deu uma brecha para ele virar o meu corpo me colocando contra a parede. — Mas que merda você está fazendo!? — digo me debatendo


— Você é muito irritante garota! — disse cerrando os dentes


— Legal! Eu sou! Agora me solta! — digo me debatendo nele mas logo desisto, respiro fundo encarando de novo esses orbes vermelho cor de sangue que agora me olhava com uma certa gula e um brilho fulminante


— Você está mesmo querendo se entregar a alguém como eu? — disse e eu o olho intrigada com a pergunta. O que me fez pensar que se essas atitudes que eu estou prestes a fazer irão me levar a algum lugar… E se eu falhar? Eu não quero que isso aconteça, há sim algo que está acontecendo com esses irmãos e eu não vou desistir até descobrir o que está acontecendo! Os meus sonhos devem ter algum significado e eles têm as respostas que eu quero, não sou de desistir tão fácil.


— Sim, eu estou mesmo me entregando a você não? — digo soltando uma risada falsa, logo o encarando novamente, dessa vez eu não sei o que ele está expressando em seu olhar, só sei que eu estou com um pouco de medo mas eu não vou voltar atrás na minha palavra e eu sei que não vou conseguir muita coisa além de saber que ele tem algo contra a mim ou o meu sangue?? Não sei. 


É a minha primeira mordida, eu sei como vai ser então eu preciso mostrar a ele que eu não me importo. E ele não me deixa de olhar com tanta surpresa, é lógico que ele deve estar pensando que eu sou uma idiota e eu sou mais para ele, eu faço qualquer coisa, isso é o que chamamos de laços não é? Acabamos criando sem perceber esse laço e eu quero aproveitar ao máximo, talvez ele até me conte o que estava acontecendo e eu posso tentar o ajudar mesmo que eu não vá saber muita coisa eu quero estar presente com ele. É uma sensação estranha, esse sentimento que eu estou começando a desenvolver a ele… Mesmo com ele me odiando… O que seria? 


São tão parecidas— murmurou ele passando as mãos em seu rosto agora olhando-a com uma certa tristeza. 


— O q… — A garota logo permanecia hipnotizada por seu olhar misterioso e sombrio. Sem perceber, o vampiro soltou seus pulsos e suas mãos logo desciam até meus ombros assim retirando o seu casaco que logo deslizava pelos seus braços logo caindo no chão, ele retirou o seu lado vermelho jogando-o por detrás de seus ombros e desabotoou a o seu colete, assim que a peça fora jogada no chão continuou a fazer com o seu casaco de cor preta logo mostrando uma parte de seus ombros e o colo do seu peito junto ao sutiã, o vampiro a olhava com uma certa luxúria o que a deixou bastante constrangida, seus braços logo passaram por todo o seu corpo, das coxas até a sua cintura e quando finalmente chegou em seus ombros para…



A jovem logo abafou o grito do jeito que podia. Prendendo a respiração. Como doida muito, como se mil agulhas de uma vez cravaram em minha pele, há uma dor infernal dentro de mim, sentia o meu sangue a ser sugado com ferocidade! Se é assim quando o seu sangue é sugado imagina no sexo. Nunca, em toda a minha vida senti uma dor insuportável como essa! Eu sei que vai passar, logo não vou sentir mais nada. Dizia isso mentalmente a mim mesma quando lágrimas logo começaram a se formar em meus olhos logo escorrendo pelas minhas bochechas, um ponto fixo, eu tento encontrar algo para olhar para esquecer essa dor e então levanto o meu olhar para o céu vendo a pequena lua minguante, agarro com força os braços dele tentando minimizar as dores rápido! 


— Seu sangue… — sussurrou em meu ouvido. — Ele é diferente de tudo que eu já provei em minhas vida… É doce, agridoce… Viciante… É no ponto perfeito… Igual a uma droga para mim… — dizia arfando. 


Eu não entendia nada do que ele me dizia, era só coisa atrás de coisa. Eu já estava começando a ficar tonta e não sentia mais as minhas pernas ali, então ele começa a me devorar-me com mais intensidade. Saciando assim sua fome, Subaru logo sente algo que nunca sentiu antes na vida, uma adrenalina a invadir seu corpo à medida que chupava o sangue da garota sem nenhuma piedade sentindo o líquido percorrer por todo o seu corpo o que o tornava mais "vivo", era a mesma coisa que ele havia sentindo nela. A mesma sensação de estar "vivo" ele também sentia em Evelyn o que para ele é uma loucura! Ela não é a garota que ele perdeu mais o seu sangue o permitiu se sentir ainda mais vivo. 


Ao parar de mordê-la, fios escorriam de sua boca assim deixando um rastro em suas bochechas, a garota estava no pior estado, fraca e com a respiração ofegante. Ele conseguia muito vê-la em Evelyn em diversos aspectos mas o vampiro afasta tais pensamentos assim trancando o seu passado obscuro. Ela não é igual a Evelyn e não é Evelyn que vai substituir a sua noiva falecida. Então ele a mordeu pela última vez no colo do seu peito.


Subaru… — gemia a menina aos suspiros que dava. Suas pernas não aguentavam mais estando agora em seu limite, até que finalmente tudo ficou embaçado para ela e sua última visão que ela vê é o rosto pálido do vampiro que falava algo que para ela era inaudível assim desmaiando





Notas Finais


Acabei de me lembrar que a forma que eu escrevi no dia em que a Evelyn descobriu que o Subaru é um vampiro e dentro da escola ficou uma merda! Pequenos erros que só são notados depois! Mas relevem isso ok?

Na minha cabeça parecia bem legal e eu não tinha pesando o quão idiota foi!

Enfim ele a mordeu a Evelyn vai lutar até conseguir o que ela quer!

Imaginem a história como um jogo de xadrez (que já foi representado no capítulo em que o Kirei aparece na primeira vez), os peões são os Sakamakis e a rainha a princesa mas tem uma nova peça que foi inclusa não inclusa mas que já existia e que ninguém da bola. O rei estando ou não involuntariamente ela faz parte disso tudo ele está conduzindo tudo de uma forma diferente!

É só essa pista que eu deixo. Aqui a música

https://youtu.be/SVP8te7nvOo


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