História The Loud Parable - Capítulo 6


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Categorias The Loud House
Personagens Lana Loud, Lola Loud, Ronnie Anne Santiago
Tags The Loud House
Visualizações 43
Palavras 8.448
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Esporte, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom! K estou eu com mais um capítulo.
Antes de começar eu quero lembrar que essa fanfic faz parte do mesmo universo da fanfic "Lincoln Loud - Um heroi em apuror", então por favor, leiam aquela fanfic antes de ler essa.

Capítulo 6 - O Toque invisível


Fanfic / Fanfiction The Loud Parable - Capítulo 6 - O Toque invisível

Chicago/Illinois – 14h00min

 

Retomando desde o episódio anterior, voltamos agora para o apartamento da Linka e da Ronnie. Levi, Loki, Lino, Lexx, Lane, Loni, Leif, e Leon estavam dormindo na sala enquanto os créditos de algum filme aleatório subiam na televisão.

Foi quando um portal se abriu... AH! Vocês já sabem disso. Luke, Linka e Lars entram e veem todo mundo dormindo.

 

Linka: Oowwnn! Olha só eles dormindo. – A menina fala olhando seus irmãos sonolentos na sala.

 

Luke: Foi pra isso que me chamaram? Pra dormir abraçado com homem? – O Punk reclama sarcasticamente com sua irmã enquanto via que os gêmeos Leif e Lexx dormiam abraçados um no outro.

 

Linka: Ta falando do que? Você é gay! – Retruca a garota – Aliás! Bissexual né? Desculpa! – Ela fala antes que ele retrucasse.

 

Depois de entrar no local e ver todos dormindo, Lars pega um saco de papel em uma estante no canto, ele enche o saco de papel de ar deixando ele cheio como um balão.

 

Lars: Tapem os ouvidos! – Luke e Linka elevam as mãos aos ouvidos; e então, Lars acerta o saco de papel cheio de ar com tal força que o mesmo explode, causando um barulho imenso que acorda todos os rapazes que dormiam na sala.

 

AAAAAAHHHHH! – Um grito em uníssono ecoou pelo apartamento milésimos de segundo depois do grande barulho.

 

Lars: ACORDA PRA CUSPIR NEGADA!

 

Leif e Lexx viram que estavam abraçados e se separaram subitamente.

 

Lino: Precisava de tanto escândalo só pra acordar a gente? – O esportista perguntou se levantando.

 

Lars: Não! Mas foi divertido – Respondeu o ilusionista.

 

Um silêncio súbito se fez quando todos perceberam que seu irmão punk estava presente; foi quando Lane decidiu falar alguma coisa.

 

Lane: E aí irmão? – Falou o palhaço se aproximando de seu antigo companheiro de quarto.

 

Luke: Oi – A resposta curta acompanhada da esquiva do rosto fez Lane perceber que Luke estava com certa vergonha de falar com seu irmão mais novo, o que era curioso, pois normalmente Luke se mostrava fortes com relação a seus sentimentos, como que de repente ele tinha medo de encarar o cara com quem ele conversava naturalmente durante tanto tempo?

Lane decidiu ignorar essa esquiva emocional e abraçou seu irmão de surpresa, e surpreendentemente ele correspondeu; ninguém falou nada, todos apenas observavam com certo constrangimento a empolgação do artista circense em rever seu irmão, ninguém conseguia entender o motivo de tanta alegria nas ações de Lane, mas ele simplesmente não ligava, Lane estava feliz em rever o homem que mais apoiou a sua decisão em seguir uma vida no circo; Lane realmente amava Luke, e Luke sentia o mesmo, porém seu orgulho o impedia de corresponder às ações de seu irmão a mesma altura.

Lane se afastou de seu irmão mais velho com um sorriso no rosto; o roqueiro olhava para seus outros irmãos e apenas recebia alguns sorrisos e sinais com as mãos, que ele correspondia sem falar absolutamente nada. O clima estava ficando sem graça, então Lars decidiu quebra-lo.

 

Lars: CAHAM! Bom, já que estamos todos aqui, acho que esta na hora de explicar o motivo de termos reunido a família tão de repente não é  ? – Ele fala olhando para Linka, e ela já sabia que essa era sua deixa.

 

Linka: Sim! É... É isso mesmo! – É o que a grisalha diz quando não sabe o que dizer – Bom!... – Todos os homens olhavam para Linka deixando ela ainda mais nervosa, e não permitindo que ela começasse a falar.

 

Um alívio acompanhado de surpresa veio para Linka quando eles ouvem alguém colocando uma chave na fechadura e abrindo a porta do apartamento.

Todos olharam para a porta esperando para ver quem entraria; foi quando a porta finalmente se abriu e a dona do apartamento entrou com seu uniforme do trabalho no escritório de psicologia. A moça de pele parda entrou ainda distraída verificando o celular, até que alguns passos a frente ela levantou o olhar e percebeu que seu apartamento normalmente vazio estava lotado, e não só isso, estava lotado de homens, coisa que ela nunca imaginou acontecer.

Ela ficou imóvel enquanto olhava ao redor, ato repetido por todos no recinto; esse silêncio permaneceu até Linka se mexer indicando que ia falar alguma coisa; mas antes que ela pudesse falar qualquer coisa, Ronnie Anne apenas indicou com sua mão que ela não deveria falar nada; a mulata então vai até a mesa de jantar e apenas pega suas chaves, e logo em seguida ela vai até a saída e fecha a porta de seu apartamento.

 

Lexx: Acho que alguém não tem mais onde morar – O garoto esnobe zoou a sua irmã, levando um soco no braço de seu irmão gêmeo.

 

Linka: Você não disse que o apartamento tava preso no tempo? – Linka sussurrou para Lars.

 

Lars: E estava! Eu devo ter me distraído e deixei o selo se romper! – Lars deu essa desculpa para sua irmã; ela ficou inconformada, mas teve que aceitar.

 

Loki: Ei! Linka! Eu não quero te alarmar, mas se não estamos mais presos no tempo, isso quer dizer que...

 

Linka: Sim! Eu sei o que significa – Linka interrompe seu irmão antes dele terminar de falar – Vamos acabar logo com isso! – Linka então fica atrás do sofá e chama a atenção de todo mundo – Tudo bem, olhem pra cá; prestem muita atenção porque eu só vou falar o plano uma vez.

 

QUEBRA DE TEMPO (UMA SEMANA DEPOIS)

 

Chicago / Illinois – 19h00min

 

Uma semana depois da reunião feita no apartamento, Linka e Ronnie Anne estavam no píer de Chicago olhando o mar enquanto conversavam; era uma noite fria, porém a lua cheia brilhava absoluta no céu, iluminando as duas moças que não aparentavam nem um pouco ter quase 30 anos; o parque de diversões estava funcionando, porém não estava muito cheio, havia poucas pessoas se divertindo e poucos funcionários em serviço, assim como a maioria das atrações não estavam ligadas.

 

Ronnie: Ah! Tá muito frio aqui Linka – Ronalda reclama com sua amiga assim como fez na apresentação de Lars – Cadê eles hein? Eu não aguento mais esperar.

 

Ronnie Anne fez essa pergunta, porém não recebeu resposta alguma; ela se surpreendeu com o silêncio de sua amiga, pois apesar de ser uma pergunta retórica, não era de Linka não responder uma pergunta que envolve seus irmãos.

 

Ronnie: Linka, ta tudo bem? – Ela pergunta para sua amiga que apenas olhava para imóvel o mar.

 

Linka: Anos e anos de estudo e sofrimento – Linka começa a falar – Essa é a minha oportunidade de finalmente sair da sombra dos meus irmãos; Ronnie, isso tem que dar certo; senão eu vou ser para sempre uma estagiária sem expectativa, sem moral, sem nada.

 

Ronnie apenas sorriu e passou o braço por trás do ombro de sua amiga.

 

Ronnie: Vai dar certo amiga! – Ela fala com carinho tirando um sorriso de Linka.

 

Linka: Eu espero – Ela fala ainda sorrindo para sua colega – Lembra de quando a gente estava voltando da balada, e s gente tinha bebido pra caramba, e aí te deu vontade de fazer xixi e...

 

Ronnie: Eu gostaria de esquecer, se você não se importa – Ela falha retirando o braço do ombro de Linka e mudando a expressão facial para um rosto mais “sério”.

 

Linka: Aahh! Deixa de ser fresca, a galera do cemitério...

 

Ronnie: NÃO FALA SOBRE O QUE ELES FIZERAM – A morena grita antes de terminar a frase de Linka, que se acabava de dar risada.

 

Linka: Ah! Você tem que admitir que foi engraçado – A Linka fala e a Ronnie Anne solta um sorriso enquanto volta a olhar para a água – Aí, posso fazer uma pergunta pessoal?

 

Ronnie: Pode! O que quer saber?

 

Linka: Como era o seu relacionamento com o Lincoln? – Ela pergunta com uma voz neutra, nem muito alta nem muito baixa; Ronnie Anne quebra o sorriso, da um suspiro e decide responder.

 

Ronnie: A gente, se gostava bastante! Depois que eu me mudei pra outro estado nós passamos a nos ver uma única vez por mês, mas quando a gente se via, era só alegria – A Ronnie vai falando enquanto vai ficando feliz – A gente passava a maior parte do tempo andando de skate, tomando sorvete, jogando videogame; e no final da tarde, a gente ia pro único parque da cidade, e víamos o por do sol sentados na grama.

 

Linka: Acabava em beijo? – Linka falou animada

 

Ronnie: Sim! Quase sempre! – Ela fala ainda mais feliz – Nós passamos dois anos assim – Ela fala, mas logo em seguida deforma o sorriso e começa a entristecer – Mas; isso acabou. Depois que o Clyde e os pais dele morreram em um acidente de carro, nosso namoro nunca mais foi o mesmo; o Lincoln nunca mais foi me ver e nunca mais entrou em contato, eu conversava com as irmãs dele, e elas me contaram que ele estava agindo de uma forma muito estranha; não falava mais com seus amigos, não ia mais a escola, ele só ficava trancado no quarto o dia inteiro fazendo sei lá o que; elas disseram que a situação dele estava cada vez pior, ele estava ficando gordo e doente.

 

Linka já sabia de tudo aquilo, afinal, era do seu primo que ela estava falando; porém, ela viu Ronnie estava extremamente sensível, então ela decidiu simplesmente ouvir e perguntar quando necessário.

 

Linka: Como vocês terminaram?

 

Ronnie derrama uma lágrima antes de responder

 

Ronnie: A Lynn me ligou e praticamente me implorou pra ir ver o Lincoln; ela chegou a me oferecer dinheiro pra isso, mas eu não precisava que ninguém me pagasse pra ir ver meu namorado; então eu consegui convencer o Bobby a me levar até Royalwoods; nessa época, ele e a Lori já não mais namoravam, mas eles respeitavam o nosso relacionamento; então, logo quando eu cheguei já fui recebida pelas meninas que me encheram de informações que não consegui captar, eu fui direto pro quarto do Lincoln – Ela vai falando e derramando algumas lágrimas – Logo que eu entrei já aconteceu um susto, tanto pra mim quanto pra ele. O quarto estava totalmente escuro, iluminado só pela luz do laptop, e o Lincoln estava usando só a camiseta laranja dele, com um fone de ouvido e com a mão direita no pau.

 

Linka: Credo! Homens nessa idade só pensam em sexo! – Exclamou Linka, abrindo o “conhecimento” que ela adquiriu morando com homens a vida toda.

 

Ronnie: Pois é! Ele tentou correr pra colocar a cueca; já eu: Fechei a porta e esperei ele colocar a roupa. – Ela fala soltando algumas risadas para compensar as lágrimas – Depois de uns 20 segundos, ele disse que eu poderia entrar; então eu abri a porta, entrei e fechei; eu fui logo perguntando o porquê de tudo aquilo, fui bombardeando ele de perguntas, ele não respondeu nem metade delas; fui falando um monte de coisas até perder o folego e ele finalmente ter uma chance de falar. Ele me disse tudo aquilo que eu já sabia, que desde a morte do seu amigo, ele parou de ler gibis, parou de ir à escola, só ficava no quarto dele batendo... fazendo coisas obscenas; ele me disse que não se sentia mais um homem, ele se sentia um nada.  Enfim! Isso foi a gota d’água pra mim; depois disso eu meti a boca nele, falei tudo de ruim que eu poderia falar, xinguei ele dos piores nomes possíveis, falei todos os palavrões que tinha direito; eu não cheguei a falar pra ele que o namoro acabou, mas eu acho que nem precisava. Quando eu já não tinha mais nada pra dizer a ele, eu simplesmente abri aporta do quarto e fui embora batendo o pé de raiva, quando eu estava perto da escada, eu só ouvi um início de algo que no futuro seria um choro barulhento. Eu apenas ignorei as meninas me perguntando coisas como: “O que aconteceu?”, “Ele está bem?”, “Vocês terminaram?”; eu apenas fui indo em direção a saída, onde o Bobby me esperava dentro do carro; quando eu estava já na porta de entrada da casa, eu apenas senti uma mão segurar firmemente meu ombro e me fazer virar; era uma mão muito forte, eu não conseguiria lutar contra; mas quando eu me virei, a única imagem que vi foi um punho em alta velocidade indo diretamente no meu olho esquerdo; era a Lynn, ela estava carregada de raiva e queria vingar a tristeza do irmão; o soco me fez cambalear e cair da escadinha que tem na frente da casa, logo depois ela se jogou em cima de mim e ficou desferindo vários socos na minha boca; eu até consegui acertar alguns golpes nela, mas no geral fui eu que apanhei mais; foi difícil separar a gente, precisou que o Bobby me segurasse, enquanto que a Luan, a Luna e a Leni segurassem a Lynn, tamanha era a raiva dela de mim; eu apenas me virei e disse: “Vamos embora Bobby!”, então nós entramos no carro dele e voltamos pra casa. – A essa altura Ronnie não estava mais chorando, mas a tristeza não havia diminuído nem um pouco. – Desde aquele dia, eu não entrei em contanto com mais ninguém daquela família, nem o Lincoln, nem as irmãs dele, o mais perto que chego deles e você e seus irmãos.

 

Linka: Você meio que exagerou um pouco – ela fala sem a intenção de defender ninguém

 

Ronnie: Eu sei – Ela fala com bastante tristeza – Eu era tão imatura, tão criança, hoje eu me arrependo disso, daria tudo pra poder voltar no tempo pra fazer diferente disso.

 

De repente, elas duas ouvem o barulho de faíscas, e ao olharem para trás elas veem um portal se abrindo.

 

Linka: Bem na hora – Ela fala olhando o seu relógio de pulso.

 

Ronnie: Ele bem que podia ter chegado mais cedo.

 

Linka: Você conhece ele.

 

O portal se abre completamente, e de dentro dele sai o Lars arrumando as mangas de sua camisa.

 

Lars: Boa noite Madames! – Diz o mago em cortesia com sua irmã e Ronnie Anne.

 

Linka: Corta essa de madames, tudo pronto? – Diz Linka para seu irmão trevoso

 

Lars: Bom! Eu não vejo nenhum dos nossos irmãos, então não está tudo pronto – Respondeu Lars sarcasticamente.

 

Linka: Há! Engraçadinho! – Exclamou a menina – Por falar nisso, será que todos eles vão vir mesmo?

 

Ronnie: É claro que eles vem. Tudo que um homem quer numa noite de sábado é se espremer com seus irmãos numa caminhonete e sair pelas ruas pra caçar criminosos invisíveis – Ronalda falou de forma claramente irônica e provocante, desanimando ainda mais Linka e fazendo abaixar a cara.

 

Lars: Não se preocupe irmã – falou Lars se aproximando de sua irmã e levantando sua face suavemente posicionando mão direita em seu queixo – Nós te amamos demais pra te deixar na mão, eu tenho certeza que eles vão aparecer – Lars fala com um sorriso no rosto, conseguindo arrancar um sorriso de sua irmã também – E além disso, o Loki votou a favor.

 

Linka: O que o Loki tem a ver com isso? – Perguntou a moça para seu irmão.

 

Lars: Você sabe como ele é convincente; ele vai nos dar uma mão caso alguém não queira vir. – Lars conseguiu arrancar uma pequena risada tímida de sua irmã.

 

Lars e Linka se olhavam nos olhos com os rostos bem próximos; depois da risadinha da Linka, eles ficaram se olhando sem falar nada, e até chegaram a aproximar os rostos lentamente; porém foram interrompidos por um som de tossida, feito pela Ronnie.

 

Ronnie: Vocês não iam se beijar né? – Ela pergunta com um ar de repulsa na voz e na expressão facial.

 

Linka: Foi mal, a gente deve ter se empolgado um pouco – Ela responde com uma voz baixa, indicando acanhamento.

 

 

Ronnie: Vão pra um motel. – A Ronnie Anne fala deixando os dois irmãos constrangidos.

 

QUEBRA DE TEMPO

 

Um tempo depois do Lars e da Linka quase se beijarem na frente da Ronnie Anne, um carro preto parou no estacionamento do píer ainda fora do parque, e de dentro dele saíram Loki, Loni, Lino e Leon; eles usavam casacos pesados.

 

Loki: Quanto eu te devo? – Perguntou o mais velho para o motorista do carro que na verdade era um Uber – Fique com o troco – Ele paga o motorista que vai embora.

 

Loni: Nossa! – Exclamou o loiro admirando o parque de diversões que ali se encontrava – É mais bonito do que eu pensava.

 

Lino: Pois é; imagina só quando a gente entrar! – Zombou o esportista de seu irmão mais velho.

 

Leon: Haha! Mandou bem – O caçula toca as mãos com Lino enquanto Loni apenas franzia a testa em sinal de reprovação ao ato de seus irmãos mais novos.

 

Loki: não liga pra eles Loni – Loki tentou consolar o irmão.

 

Os quatro adentraram ao parque e procuraram Linka durante alguns minutos, até que encontraram a sua irmã conversando com Ronnie e com Lars.

 

Linka: Finalmente! – Logo que Linka avistou seus irmãos, ela deixou Ronnie e Lars falando sozinhos e foi em direção a eles. Logo ao chegar perto deles, ela recebeu o Leon com um abraço; ela manteve esse abraço por longos segundos, o que deixou os outros irmãos meio constrangidos, principalmente o Lars que corou enormemente; ela demorou um pouco a perceber, até que ela finalmente soltou o Leon.

 

Linka: É... É bom te ver irmãozinho. – Falou a moça para seu irmão caçula.

 

Leon: Também é bom te ver mana – Ele falou ainda estranhando

 

Logo em seguida ela foi até o primogênito e lhe recebeu também com um abraço, seguindo para cumprimentar o atleta e o visse; enquanto isso, Lars apenas observava tudo com cara de poucos amigos enquanto se aproximava, atitude vista por Ronnie Anne que também observava tudo com desdém.

 

Linka: Bom! Bem-vindos a Chicago – Disse a moça ao terminar de cumprimentar seus irmãos.

 

Loni: Eu achei meio frio – Disse o loiro ajeitando seu casaco.

 

Lino: Eu não, eu adoro frio! – Falou o esportista brindo a sua jaqueta.

 

Loni: Que coisa absurda.

 

Leon: Aí! Sabem qual o melhor remédio para o frio? – Perguntou Leon para seus irmãos – O calor – Todos incluindo Ronnie e Lars que já haviam chegado perto, apenas ficaram olhando para o caçula em silêncio – Entenderam?

 

O silêncio continuou por mais tempo

 

Lars: Isso foi uma piada? – Lars perguntou quebrando o silêncio.

 

Loni: Cara, não faz mais isso, você não é o Lane. – Aconselhou o segundo mais velho para o mais novo.

 

Loki: E por falar em Lane, quando ele chega?

 

Lars: Não sei não, ele apenas disse que ia chegar com o Luke, o Leif e o Lexx – esclareceu o mágico.

 

Ronnie: Como você sabe disso? – Perguntou a colega de Linka.

 

Lars: Nós nos falamos por mensagem de texto para organizar tudo, já que essa é uma missão que exige muito tempo da gente; o Loki e o Loni conseguiram m dia de folga do quartel, o Luke não tem compromisso com nada, portanto não teria dificuldades pra vir, o Lane conseguiu convencer a noiva dele a tomar conta do circo enquanto ele estivesse fora, o Lino tirou um dia de folga com a comissão de esportes de inverno, eu adiei o meu show de mágica para a semana que vem, o Leif entrou em férias com a galera do programa, o Lexx já estava sem nenhum trabalho mesmo então ele apenas precisou de uma autorização para deixar a Grécia, e o Leon teve que convencer o chefe dele a adiar o prazo de entrega do desenho que ele precisava fazer.

 

Ronnie: UAU! Realmente são muitos detalhes! – Disse Ronnie estupefata – Mas e o Levi?

 

Lino: Bom! O Levi foi a parte mis difícil – Explicou Lino – Ele mora numa área restrita e vive vigiado por câmeras 24 horas; não sei como ele vai conseguir autorização para vir, ele apenas disse que conseguiria.

 

Linka: Espero que ele consiga mesmo, o cérebro dele vai ser essencial nessa missão.

Lars: Discordo! – Disse Lars – Os experimentos do Levi nunca dão certo, ele apenas usa a inteligência dele pra nos encher o saco com palavras difíceis e correções ortográficas.

 

De repente alguém atrás de Lars diz para ele: Por que motivo você não explana esses ultrajes na minha face? – Lars se vira e vê que era o Levi que estava atrás dele, e havia escutado tudo o que ele disse.

 

Lars: Como você veio parar aqui? – Perguntou Lars surpreso em ver Levi ali.

 

Levi: O domínio de alta tecnologia não é uma circunstância exclusiva sua, meu irmão – Respondeu Levi para Lars que apenas deu de ombros.

 

Linka: Ah! Não liga pra ele, é bom ter você aqui Levi – Falou Linka abraçando seu irmão nerd; Lars apenas vira o rosto com uma expressão de raiva.

 

QUEBRA DE TEMPO

 

Depois de mais uns 10 minutos, mais um carro preto parou na frente do parque e de dentro dele saíram Luke, Lane, Leif e Lexx; eles também estavam usando casacos.

 

Lane: Valeu pela carona! – Falou o dentuço enquanto pagava o motorista – Agora pode voltar pra UBERlândia! Hahahahaha! Entendeu?  

 

O motorista apenas franziu a testa e foi embora com seu carro; quando Lane se virou, viu seus irmãos olhando para ele.

 

Lane: Que foi? – Ele pergunta confuso

 

Leif: Bem que eu tava estranhando você ter passado o ultimo capítulo inteiro sem fazer nenhuma piada.

 

Lane: Pois é, esse é o primeiro de muitos. – Disse Lane enquanto ria muito

 

De repente, um rato saiu do bolso do casaco de Leif, ficou olhando para Lane com cara de tédio e fez um barulho de rato.

 

Leif: Não liga pra ele Jaws, pode voltar a se aquecer – Ele falou colocando o rato de volta no bolso.

 

 Luke: Vamos logo com isso – O roqueiro disse indo em direção à entrada do parque.

 

Alguns minutos depois os quatro encontraram os outros.

 

Loki: Finalmente! – Exclamou o mais velho

 

Linka: Ah Loki! Nem demorou tanto assim! – Disse a única irmã enquanto ia em direção aos irmãos recém-chegados.

 

Linka recebeu os gêmeos com um abraço caloroso que envolvia seus braços em volta dos ombros de cada um deles.

 

Linka: Eu sempre gostei de ver vocês dois juntos, desde pequenos – Ela fala abraçando Lexx e Leif.

 

Lexx: Não se acostuma não irmã – Disse o ator, fazendo questão de quebrar o clima.

 

Linka: Ah! Muito obrigada Lexx – Ela fala já indo na direção de Lane.

 

Leif: Deixa de ser otário cara – Ela fala em desprezo para seu irmão gêmeo que apenas deu de ombros.

 

Linka: E ai palhação! – Disse a moça já descontraída para seu irmão comediante – Então, como vai ficar o circo enquanto estiver fora?

 

Lane: Ele está em boas mãos, eu deixei a Becky no comando, e a Maggie vai ajudá-la.

 

ENQUANTO ISSO

 

Madrid/Espanha – 02h00min

 

Em Madrid, os artistas do circo colorato haviam feito grandes espetáculos durante todo o dia; mesmo com a ausência de seu aclamado líder Lane Loud, eles conseguiram arranjar motivação para fazer um belo espetáculo e manter a boa performance durante todo o dia, motivados, é claro, bela e talentosa Becky Gilmore, Noiva de Lane; todos os artistas estavam felizes, porém, nem todos comemoravam com a mesma intensidade.

Naquela madrugada, depois de desativar as luzes do circo e de recolher todos os artistas a seus trailers, a líder temporária estava sentada em uma cadeira do lado de fora de seu trailer fumando um cigarro enquanto ouvia música em seu celular; o que ela nem suspeitava, era que alguém a observava escondida, invejando-a, querendo ser ela; essa pessoa era Maggie.

A morena já havia tido algumas frustrações durante a sua adolescência, principalmente na vida amorosa; ela já tinha tido casos românticos com garotos e garotas, mas não deu certo com nenhum, o único caso que chegou perto de se concretizar foi o romance secreto que ela teve com Luan Loud, prima de seu atual chefe, porém as duas moças tiveram que abrir mão do seu relacionamento quando Luan engrenou na sua carreira de atriz e foi chamada para ir ao exterior; com fama e dinheiro, não demorou muito para Luan esquecer da existência de Maggie, e a morena não teve outra escolha se não entrar para o circo, pois a essa altura ela já havia tentado a oportunidade em várias faculdades mas não havia passado em nenhuma; por sorte, ela havia feito ginástica olímpica no colegial, então ela foi aceita no circo como trapezista.

Estava tudo correndo bem na vida de Maggie, até seu coração coloca-la em outra armadilha; ela acabou se apaixonando pelo seu patrão, o próprio Lane Loud; isso não seria um problema tão grande, se ele já não estivesse prometido para outra mulher, a mulher que Maggie observava na surdina enquanto desejava ter a sua vida, não só por Becky ser a noiva de seu amado, mas também por esse compromisso fazia com que a moça tivesse autoridade por quase todos no circo, atrás apenas de Lane, óbvio.

Será esse o destino de Maggie? Viver para sempre na sombra de alguém?

 

Chicago/Illinois

 

Lane: Eu tenho certeza de que tá tudo certo – Falou o palhaço na mais pura inocência, sem nem imaginar o que se passa com as garotas no outro lado do atlântico.

 

Linka então sorri e se vira para Luke, apenas para ver que o roqueiro virava o rosto, evitando olhar para ela; e ao vê-lo, Linka também desvia o olhar, mesmo estando com o tronco completamente virado para ele.

 

Linka: O-oi Luke – Falou a menina em meio a gagueira e de uma forma curta e seca.

 

Luke: Oi! – Respondeu o musico de uma forma ainda mais seca.

 

Ficou um clima pesado no ar, aumentado pelo silêncio.

 

Lexx: Nossa! O ar tá tão pesado que que dá pra cortar com uma faca. – Disse Lexx com a intensão de constranger.

 

Lane: Lexx! – Lane reprimiu a atitude do irmão mais novo, que logo em seguida recebeu uma cotovelada na cintura de Leif.

 

Ronnie: Tudo bem! – Ronnie Anne Decidiu quebrar o silêncio que já estava ficando chato – Eu não sei o que ta rolando, mas ta um frio do caramba aqui; então, se vocês não se importam, eu gostaria de fazer seja la o que for que vocês estão planejando, e voltar logo pra minha cama quentinha.

 

Lars: A Halle Berry tem razão – falou o mago se envolvendo no meio

 

Ronie: Halle Berry? Vai se lasca – Retrucou ela

 

Lars: A gente já perdeu tempo demais aqui, vamos acabar logo com isso.

 

QUEBRA DE TEMPO

 

Algum tempo depois, todos estavam dentro de uma vã preta, andando pelo subúrbio da cidade; quem dirigia era a Ronnie, Linka e Lars estavam no banco do passageiro, Lars no meio e Linka na janela; e o resto estava atrás, fazendo o que eles costumam fazer: Luke apenas escutava musica com seus fones de ouvido, ele não estava gritando alto assim como ele fazia quando era criança, porém ele ainda escutava a música em um volume ensurdecedor; Lane contava piadas ruins como sempre, porém suas piadas levavam um tom muito mais pesado e polêmico do que as piadas inocentes da adolescência; Lexx ficava ao lado de Lane escutando as suas piadas, sentindo uma vontade imensa de quebrar aqueles dentes enormes; Leif estava quieto, apenas olhando pela janela da Vã enquanto fazia carinho na cabeça do seu ratinho de bolso; Loki mexia no celular, pois mesmo depois de tantos anos ele ainda não havia perdido o vício; Levi lia um livro de matemática enquanto Leon dormia ao seu lado; Loni estava pensativo, ou pelo menos ele tentava pensar em alguma coisa; Lino jogava uma bola de tênis para cima, pois ele é o único doido o suficiente para se entreter com algo tão simples.

 

Lars: Aqui! Vira aqui – Lars ia guiando Ronnie Anne pela cidade, dizendo as ruas em que ela deveria entrar.

 

Eles começaram a entrar em uma parte perigosa da cidade de Chicago, inclusive os irmãos começaram a falar bem mais baixo.

 

Lars: Direita! – Falou ele apontando para a direita.

 

Linka: Lars! Tem certeza do que está fazendo? – ela perguntou a seu irmão, meio preocupada.

 

Lars: Tenho certeza – Ele responde frio como sempre

 

Ronnie: Mas nós estamos entrando na parte mais perigosa da cidade – Ela fala sem olhar para Lars, mas com a testa franzina indicando irritação.

 

Lars: Confia em mim, só continua!

 

Ronnie continuou adentrando cada vez mais na cidade, indo a bairros cada vez mais sombrios e medonhos. De repente eles entram em uma rua sem saída escura e completamente vazia, não havia um único feixe de luz, muito menos uma alma viva na rua; mesmo que não houvesse movimente algum, a rua era assustadora, e fez-se um completo silêncio enquanto eles se aproximavam de uma fábrica abandonada que ficava no final dela; galpão tinha uma enorme porta que estava trancada.

 

Lars: É aqui! – Disse ele um pouco antes da Ronnie Anne parar o carro.

 

Ronnie: Tem certeza? – A motorista perguntou incrédula

 

Linka: Lars! Não tem nada aqui!

 

Leif: Por que paramos – Ele perguntou do banco de trás.

 

Linka: Bom! Segundo o Lars, nós chegamos!

 

Loni: Chegamos?

 

Lexx: Mas aqui não tem nada além de um breu que cega até os pensamentos e uma sensação sufocante de sexta feira 13.

 

Lino: É capaz de eu sair do carro e me afogar numa poça de vómito de mendigo.

 

Levi: Nós estamos no lugar errado! – Levi se revolta – O sua mediunidade estava errada; como sempre!

 

Os irmãos começam uma leve discussão, até que Lars se revoltou.

 

Lars: ESCUTA! – Ele fala se virando para trás – Vocês saíram de casa e vieram até aqui por que vocês quiseram sair de casa e vir até aqui; então vocês podem ir lá fora e encarar o que quer que seja que está lá dentro, ou ficar aqui e esperar que alguém saia do meio do nada e usar a pele de vocês como tapete – Todos eles ficam em silêncio e olhando para ele com olhos arregalados – E aí? O que vai ser?

 

10 SEGUNDOS DEPOIS

 

Todos estavam do lado de fora da vã, em frente ao imenso portão branco da fábrica escura.

 

Lexx: Na boa, eu to me sentindo dentro da boca da Faith Hill; apertado, úmido e frio.

 

Leif: Você disse apertado? – Ele pergunta indignado.

 

Lexx: Eu passei os últimos oito anos morando sozinho, ficar junto de vocês me faz sentir, sufocado – Ele fala demonstrando toda a sua arrogância com relação a família

 

Lino é o primeiro a chegar ao portão e ver as correntes pesadas que trancavam o portão com o auxilio de um cadeado.

 

Lino: Trancado! – Ele fala com as mãos na corrente – alguma objeção destemido líder? – Ele pergunta dirigindo o olhar ao Loki.

 

Loki: Eu? Ah! Sei lá, o plano é do Lars – O primogênito de esquiva.

 

Luke: Ele tem razão, já passou da hora de sabermos o que a gente veio buscar aqui – Todos concordam com Luke.

 

Lars: Ah! Ta bom – Ele fala tomando as rédeas e chamando a atenção de todos para si – Eu dei uma olhada nos jornais do futuro, e esta noite vai ocorrer um crime no centro da cidade; um grupo de criminosos irão roubar o museu da tecnologia.

 

Luke: Então por que não nos levou até o centro? – Ele perguntou já pensando na quantidade de sangue que ele teria derramado se ele estivesse presente na hora do assalto.

 

Lars: Porque esse é o esconderijo da gangue que vai realizar esse assalto daqui exatamente... – Ele olha no relógio – 35 minutos.

 

Loni: Então, ao invés de pegar eles em flagrante, nós atacamos eles antes mesmo que façam alguma coisa.

 

Linka: Não Loni! O que nós vamos fazer é retirar provas do esconderijo deles e levar a polícia para que eles façam o trabalho deles

 

Luke: Por mim a gente entrava lá e descia o ferro e todo mundo – Ele diz com apatia, o que colocou uma expressão de raiva no rosto do Loki – E qual é o nome dessa gangue afinal? – Ele pergunta meio em dúvida.

 

Lars: Eles ainda não têm um nome popular, mas eles se de auto intitulam de... “Los Catrachos”.

 

Fez-se silêncio por um tempo, até alguém fazer um questionamento.

 

Lino: Por que o nome é em espanhol?

 

Lars pensa um pouco antes de responder

 

Lars: Esse é um bairro latino, eles devem querer entrar no clima ora bolas.

 

De repente alguém decide botar pra fora uma questão que estava travada na garganta dele

 

Levi: Ah; Um momento! Vós da razão, eu gostaria de me apresentar – Todos prestam atenção em Levi – Já estávamos com medo antes, e agora que descobrimos que essa porra está cheia de criminosos vocês ficam felizes?

 

Loki: Ele tem razão, não podemos simplesmente entrar lá assim, nós vamos ser massacrados, precisamos de uma estratégia.

 

Lexx: Bom! O capitão Nascimento aqui é você. E ai, qual é a estratégia?

 

Luke: A estratégia é entrar lá e passar a faca em todo mundo – Ele fala antes mesmo que Loki pudesse falar algo.

 

Loki: Não! Não vamos matar ninguém! – Ele aponta o dedo na cara de Luke – Se vamos impedir um crime que seja dentro da lei.

 

Levi: Mas que lei? Fazer justiça com as próprias mãos é ilegal, se vamos enfrentar uma gangue inteira nós com certeza vamos terminar atrás de grades, isso senão terminarmos no cemitério.

 

Loki: Deixem que eu e o Loni cuidamos das autoridades.

 

Loni: Nós cuidamos?

 

Loki: - Pisa no pé de Loni – Sim! Nós cuidamos

 

Linka passa a mão direita nos olhos

 

Linka: Loki! Você garante que não vamos arruma problemas com a lei? – Ela pergunta olhando nos olhos do irmão mais velho

 

Loki: Sim! Não precisam se preocupar. – Ele fala num tom bem desconfiante, porem ela acaba aceitando.

 

Linka: Tudo bem; qual é o plano?

 

Loki: Olha! Vamos precisar de uma fuga rápida então a Ronnie vai ter que ficar esperando a gente na vã.

 

Ronnie: Ficar aqui sozinha? Nem por um cara... – Antes que ela terminasse a frase, Loki a interrompe.

 

Loki: Você não vai ficar sozinha, o Leon fica com você!

 

Leon: É o que?

 

Linka: Você escutou! Vai ficar aqui onde é seguro – Ela fala firmemente para o seu irmão caçula.

 

Leon: Ah claro! Ficar atolado numa piscina de caligem onde corremos o constante risco de levar uma bala na testa é bem seguro. – Ele fala num tom bem irônico.

 

Loki: Aí maninho, vem cá – Leon se aproxima do seu irmão mais velho – Não precisa ficar com medo “até porque, eu escondi uma arma em baixo do banco”.

 

Leon: É uma pistola? – Ele pergunta sussurrando.

 

Loki- Fuzil semiautomático Mané – Ele responde sussurrando também

 

Leon: Mandou bem – Os dois tocam as mãos.

 

Ronnie e Leon voltam para a vã.

 

Lane: Aí! Eu acho que vou ficar aqui também – Lane fala demonstrando seu medo.

 

Loki: Não! O resto de nós vai entrar lá dentro e fazer o que deve ser feito.

 

Leif: Mas o que deve ser feito afinal? – Ele fala indignado.

 

Lars: Nós viemos aqui pra salvar a carreira da Linka

 

Lexx: E Como nós vamos fazer isso?

 

Lars: ... – Ele enrola um pouco – Como é que vai ser Linka?

 

Linka da uma Facepalm

 

Linka: Nós só precisamos de algumas provas que provem que foi realmente essa gangue que cometeu os assassinatos.

 

Leif: Que tipo de provas?

 

Linka: Fotos, vídeos, gravações de áudio; vocês sabem, procurem algo que mostre o envolvimento dos Catrachos nos assassinatos do ultimo mês.

 

Lane: Ah! Mas e se os criminosos nos encontrarem?  - Ele pergunta ainda com muito medo.

 

Luke se vira para Lane para responder a pergunta

 

Luke: Se te encontrarem você pega o objeto cilíndrico mais próximo, E ENFIA NO...

 

Linka: OLHO! – A Linka grita, interrompendo Luke; ela fala com uma expressão de nervosa. – Ele ia dizer Olho gente.

 

Leif: Ahn! Por que tá censurando os palavrões Linka? – Ele pergunta de uma forma irônica.

 

Linka: O que?

 

Lexx: É; não precisa censurar o palavrão, não tem crianças aqui.

 

Linka: Ah ta! E acha que as crianças que leem essa fanfic vão gostar disso?

 

Levi: Tecnicamente! Nós fazemos parte de uma narrativa ficcional baseada no cotidiano da nossa família há 18 anos no passado; e o dono de tal história disse para o público que esta é uma história para maiores de idade, ou seja; se caso uma criança estiver lendo essa história, ela estará lendo por sua própria conta e risco, pois o site no qual esta fanfic será postada não se responsabiliza caso alguma criança veja palavras de baixo calão; popularmente conhecida como “palavrão”.

 

Fez-se um silêncio por um tempo

 

Linka: Ta beleza! Vamos esquecer que isso aconteceu.

 

Loki: Tem razão, já perdemos tempo demais, vamos entrar.

 

QUEBRA DE TEMPO

 

Todos já haviam entrado na fábrica, e eles falavam muito baixo.

 

Linka: Ta bom! Vamos ter que nos separar

 

Lane: Eu não vou ficar sozinho! – Ele fala se escondendo atrás de Luke

 

Linka faz outra Facepalm

 

Linka: Ninguém vai ficar sozinho, nós vamos ficar em grupos.

 

Lane: Ah! Ta beleza! Vamos detonar esses caras – ele fala saindo de trás do Luke e pagando de machão, deixando todo mundo com cara de “Que viado”.

 

Loki: Okay! Os grupos serão o seguinte: Linka lidera Lexx, Leif e Loni pelo sul; Vocês serão a equipe alfa. Lars lidera Lino e Levi pelo norte; vocês serão a equipe ômega. E eu lidero Luke e Lane pelo oeste; nós seremos a equipe delta.

 

Luke: Por que você tem que liderar o grupo? – Ele fala enfrentando seu irmão militar.

 

Loki: Porque eu sou o único que tem uma medalha de estratégia em campo de batalha – Ele responde sem nem olhar para seu irmão roqueiro

 

Luke: Mas isso não é um campo de batalha, é uma fortaleza tomada por criminosos; a única estratégia útil e entrar, passar a lâmina em geral, e sair sem ser detectado.

 

Loki então se revolta e olha no fundo dos olhos de Luke enquanto segura seu pescoço.

 

Loki: Se você matar alguém, eu juro que te ponho na cadeia de San Salvador. – Ao terminar de falar ele solta o pescoço de Luke.

 

Todos ficam admirados com a atitude de Loki, inclusive Luke.

 

Loki: Já perdemos tempo demais, vamos logo com isso. – Loki da um Walktalk para Linka e para Lars – Se encontrar alguma coisa é só chamar

 

Sem dizer nada, os grupos se dividiram; Linka, Lexx, Leif e Loni foram por uma escada; Lars, Lino e Levi foram por uma porta; Loki, Luke e Lane foram por uma passagem que dava em um laboratório.

 

QUEBRA DE TEMPO

 

Equipe delta

 

Loki ia na frente com uma lanterna em uma mão e um Walktalk na outra; Lane ia atrás de Loki, observando tudo em volta e morrendo de medo; e Luke ia atrás de Lane, olhando para Loki com muita raiva. Eles estavam Observando um laboratório abandonado, com prateleiras cheias de caixas e potes de vidro que por sua vez estavam cheios de líquidos estranhos e alguns possuíam insetos, répteis e pequenos roedores mortos; as mesas estavam todas sujas e com equipamentos de laboratório (Seringas, microscópios, Mapas, etc.); havia um esqueleto humano em um canto, porém era muito real, tinha a altura de uma pessoa e estava cheio de manchas de sangue, era como se alguém tivesse esfolado uma pessoa viva até sobrar apenas os ossos.

 

Lane: Gente! Vocês não tão com medo? – Ele pergunta tremendo de medo.

 

Loki: Eu não, agora. Ssssshhhhh! – Ele faz um som de “fique quieto”

 

Lane: É, nem eu – Mentira.

 

Luke se aproxima lentamente de Lane, e quando chega bem perto dele toca em seu e grita “MACUMBA”. Lane toma um puta susto enquanto Luke cai na risada.

 

Lane: Isso não é engraçado – Ele fala se irritando com Luke

 

Luke: Não! É engraçado sim – Ele fala ainda rindo muito

 

Loki: Aaaaaaahhh! Parem de graça, nós já perdemos tempo demais.

 

Eles voltam a explorar o laboratório, até que Loki ilumina uma região da mesa onde ele vê vários mapas e fotos de vários pontos do mundo, como Stonehenge no Reino Unido, O triangulo de Molebka na Rússia, Polo sul na antártica, Amazônia no Brasil, Triângulo das bermudas no caribe, Área 51 em Nevada, as Catacumbas de Paris na França, a Bahia de Hudson no Canadá, Chernobyl na Ucrânia, a esfinge de Giza no Egito e a muralha da China.

 

Loki: Seja lá quem for que utilizava esse laboratório, ele ou ela tinha uma certa fixação por lugares misteriosos.

 

Luke: Vai ver ele queria viajar ao redor do mundo – Luke fala enquanto olhava as prateleiras

 

Loki: É; talvez!

 

Equipe ômega

 

Lars ia liderando o grupo com Lino e Levi logo atrás, eles entraram em uma biblioteca antiga e empoeirada, várias estantes cheias de livros e várias mesas com livros abertos e fechados; havia um balcão extremamente empoeirado e sujo.

 

Lars: Certo! Procurem qualquer pista que incrimine os Catrachos

 

Lino: Deixa comigo – Ele diz animado

 

Levi: não prometo nada – Ele diz desanimado.

 

Os três então começam a procurar coisas nas folhas rasgadas de cima das mesas, nos livros das prateleiras, etc. Até que de repente Lars decide olhar atrás do balcão, onde ele encontrou um baú.

 

Lars: Aí gente, eu encontrei alguma coisa. – Ele coloca o baú em cima do balcão – Aposto que aqui dentro tem algo muito valioso.

 

Levi: Mas nós não vamos nem saber o que é – Ele mostra que o baú estava trancado com um cadeado.

 

Lars: Nós vamos ter que procurar a chave.

 

Lino: Não precisa, deixa com o papai aqui.

 

Lino então agarra o cadeado com as duas mãos e arranca o gancho do corpo do cadeado sem nenhuma dificuldade. Isso deixou Lars de boca aberta, e Levi apenas disfarçou fingindo que não sabia de nada.

 

Lino: Por que ta olhando pra mim, abre logo esse negócio aí, vamos ver o que tem aí dentro.

 

Lars: Ta legal! – Lars então deixa de lado a distração e se volta ao baú; ele abre o baú e encontra vários livros – Olha! Quem diria, mais livros.

 

Levi pega um dos livros que estava la dentro.

 

Levi: Não são simples livros, são livros de teorias científicas antigas, principalmente teorias sobre o subterrâneo. – Levi começa a folhear um dos livros e se senta em uma mesa.

 

Lars também pega um dos livros

 

Lars: Sim! Esse aqui fala sobre a cidade perdida de Agartha.

 

Levi: Agartha não é uma cidade perdida – Ele toma o livro da mão de Lars –É uma cidade fictícia criada por budistas e reforçada por cientistas e sociedades secretas no século 19.

 

Lino: Então tudo que tem nesses livros é mentira? - Lino pergunta curioso

 

Levi: Completamente falso! – Ele responde sem nem pensar

 

Lino: Mas então, por que alguém guardaria um monte de livros mentirosos em um baú com cadeado.

 

Lars: Há! Agora ele te pegou – Ele diz para Levi.

 

Lino então pega o Walktalk de Lars e fala:

 

Lino (Walktalk): Aí galera, nós encontramos uma coisa aqui na biblioteca.

 

Loki (Walktalk): Boa Lino; nós também achamos algo aqui no laboratório.

 

Linka (Walktalk): Nós ainda não achamos nada, mas isso vai mudar.

 

Equipe alfa

 

Linka, Lexx, Lino e Loni estavam andando por um corredor enquanto uma música de bombo tocava ao fundo.

 

Linka: Ssshhh! Façam silêncio – Ela fala para os outros do grupo.

 

Quando eles chegam a um corredor escuro onde só uma sala no final desse corredor emanava uma luz laranja, eles foram até essa sala; Linka então olhou disfarçadamente pelo canto da porta para ver o que estava ocorrendo lá dentro, e ela se deparou com uma cena estranha; no centro da sala havia um pentagrama desenhado em algo que parecia ser sangue; haviam velas nas 5 pontas da estrela, em volta dele haviam 8 pessoas ajoelhadas e 8 pessoas de pé, todas estavam segurando velas nas mãos e utilizando mantos marrons; no centro do pentagrama um homem usando um manto branco segurava um livro aberto que Linka não conseguiu identificar do que se tratava.

De repente outro homem usando um manto marrom se aproximou do homem de branco com as mãos vazias. O homem de marrom abaixou o capuz, revelando ser uma pessoa já conhecida pelos Louds; ele era Chandler Donovan, o mesmo que quando garoto dava festas na estação de tratamento de esgoto e se aproveitava disso para explorar seus colegas de turma; mas como ele se tornou um líder de quadrilha? Como que ele se envolveu com magia negra?

Chandler então deixou cair o manto, ficando seminu, coberto apenas por um pano na sua área genital. O homem de branco começou a ler algo do livro em uma língua desconhecida, ao mesmo tempo em que passava óleo na cabeça de Chandler, que por sua vez se ajoelhava na frente do homem de branco.

Todos os quatro estavam observando pelo canto da porta, até que sem querer o Loni acaba escorregando e caindo no chão, o que chamou a atenção de todos os que estavam participando do culto.

 

Linka: DROGA LONI – Os quatro saem correndo em direção à saída, e quando estavam chegando na saída, Chandler aparece do nada na frente deles vestido normalmente, mais especificamente na frente de Linka.

 

Chandler: Ora ora, carambola! Veja quem está aqui; se não é a prima do Larry – Ele fala passando os dedos na face de Linka, enquanto todos os seus capangas aparecem cercando os quatro

 

Linka: O nome dele é Lincoln seu burro – Ela da um tapa na mão de Chandler.

 

Chandler: Você não deveria tratar assim alguém que pode te matar Linka, porque eu posso te matar.

 

Lino: O que você vai fazer com a gente – Loni pergunta com medo.

 

Chandler: Nada! – Chandler vai falando e andando em volta deles – Eu odiaria matar a garota que recusou um encontro comigo e seus irmãos manés; mas como vocês viram o meu ritual de limpeza do frio então, vocês acabaram me deixando sem escolha!

 

Leif: Você vai nos matar só por que nós vimos um cara de capuz mijando na sua cabeça?

 

De repente, o sacerdote de manto marrom aparece no galpão onde eles estavam.

 

Sacerdote: Não era urina, era óleo cerimonial.

 

Lexx: Mijo também é usado em cerimônias, hahahaha!

 

Chandler: Já chega disso! Quer saber? Eu vou matar eles com as minhas mãos.

 

Chandler tira um facão do cú, e vai correndo em direção a Linka para mata-la; porém, antes que ele chega até ela, Um tijolo acerta a cabeça de Chandler, ele larga o facão e eleva as mãos na cabeça; os capangas olham para onde o tijolo veio, e veem Lino no canto.

 

Lino: Beleza! Acertei! – Ele comemora.

 

Chandler volta a si

 

Chandler: Matem ele – Todos os capangas apontam as armas para Lino, até que de repente Lars aparece de trás do Lino; e ele faz um movimento com as mãos que invoca um vento muito forte que joga todos os capangas na parede, inclusive o Chandler, deixando em pé a Linka, o Lexx, o Leif e o Loni.

 

Lars: Vocês estão bem? – ele fala se aproximando de seus irmãos

 

Linka: Sim! Estamos bem – Eles vão para perto de Lars.

 

Chandler se levanta ainda meio zonzo, quando ele olha para o lado e vê que Luke havia metido uma faca no pescoço de um de seus capangas.

 

Loki: PORRA! EU FALEI QUE NÃO ERA PRA MATAR NINGUÉM! – Loki chega revoltado no galpão, seguido de Lane.

 

Luke: Você prefere que eles nos matem?

 

Mesmo que Loki fosse contra matar, ele pegou um fuzil de um dos criminosos e começou a apontar para os outros capangas; Luke, Lino e Leif fazem o mesmo.

 

Loki: NINGUÉM SE MECHE! NINGUÉM SAI DO CHÃO SE NÃO EU VOU METER BALA.

 

Leif: Uau! Gostei de ver!

 

Luke: Já tá entrando no clima.

 

O que nenhum deles viu, foi que o tal sacerdote havia conseguido se levantar, e estava preparando um golpe poderoso, e o único que percebeu isso foi Lars.

 

Lars: CUIDADO! – Lars tentou avisar, mas não deu tempo, o sacerdote deu um tapa no chão que arremessou todos para longe.

 

O sacerdote juntamente com Chandler se levantou

 

Chandler: Falou babacas, a gente se vê; peraí, não vemos não! Hahahahaha!

 

Eles estavam indo embora, mas Lars faz um movimento com as mãos que faz com que o chão comesse a virar e a gravidade foi para a parede do fundo do galpão.

Todos são jogados para a parede, porém Lars continua no chão/Parede equilibrado por um disco de magia.

Todos estavam confusos com o que estava acontecendo alí, menos o sacerdote, que também sabia desse tipo de feitiço, então ele fez o mesmo que o Lars para se equilibrar na parede/chão; Lars então invocou duas espadas de energia laranja, e o sacerdote evocou apenas uma; o sacerdote correu até o Lars enquanto ele ficava parado; ao chegar, eles começaram uma luta de espadas frenética, deixando todos abismados, inclusive o Chandler.

 

Leif: Vai Lars, acaba com ele – Leif vai torcendo por seu irmão na luta.

 

A luta estava correndo freneticamente, e Lars estava no domínio, até que o sacerdote consegue acertar as pernas de Lars e derruba-lo no chão; o sacerdote aproveita isso para voltar o chão ao normal junto com a gravidade.

Chandler aproveita a oportunidade e sai correndo em direção ao sacerdote; os dois vão embora, deixando os Louds sozinhos com os capangas desmaiados.

 

Loki: temos que ir atrás deles

 

Logo que Loki diz essa frase, eles ouvem o barulho das sirenes de polícia.

 

Levi: Ou não!

 

Todos então começam a procurar uma saída que não desse de cara com a polícia; eles então vão correndo até a vã, e ao chegarem eles encontram a Ronnie e o Leon encolhidos.

Todos entram na vã, e se escondem até a polícia passar.

 

Linka: vai pro volante – Ela fala para Ronnie que vai até o volante e começa a dirigir devagar para não chamar atenção da polícia.

 

Ronnie: Pra onde nós vamos? – Ela pergunta para trás.

 

Loki: Nós podemos ir pra casa do Lincoln, ele vai nos acolher lá.

 

Levi: Isso não é uma boa idéia – Todos voltam as atenções para Levi – Sério? Ninguém reparou nas câmeras de segurança? Elas provavelmente pegaram nossos rostos, nós estamos fudidos.

 

Lexx: Ah Ótimo! Não podemos mais ser vistos em público, a minha vida acabou; já era, tô fora do mercado.

 

Loki: Se liga Lexx, nós só temos que ir para um lugar distante até que tudo isso se resolva.

 

Lexx: E pra onde nós vamos, gênio?

 

Ronnie então pensa na pergunta de Lexx e começa a pensar num lugar para leva-los.

 

QUEBRA DE TEMPO

 

Mudando para uma fazenda, quando já estava amanhecendo, nós vemos um fazendeiro ajudando outro homem a carregar um caminhão de limão. Logo que eles terminaram, eles fecharam a porta trazeira do caminhão.

 

Caminhoneiro: Valeu Bobby! Você me ajudou muito!

 

Bobby: Sem problema Clark, boa sorte na estrada.

 

O caminhoneiro então entra na cabine do caminhão e começa a dirigir. Logo que o caminhão se foi, Bobby viu que atrás dele estava a vã da Ronnie Anne; a Ronnie e todos os Louds estavam fora da vã olhando para ele com um sorriso no rosto.

 

Bobby: Aahh! Deu merda né? – Ele fala em suspiros

 

CONTINUA...


Notas Finais


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