História The louvre - Capítulo 7


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Categorias Boyfriend
Personagens Donghyun, Jeongmin, Kwangmin, Minwoo
Tags boyfriend jeongkwang
Visualizações 7
Palavras 576
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olar,boa leitura;*

Capítulo 7 - Know you wont remember in the morning when i speak my mind.


-Quando ele disse que era pra gente se sentir a vontade, ele não queria dizer pra sair pegando as coisas sem pedir..-dizia Minwoo encostado ao balcão da cozinha enquanto Donghyun enchia mais um copo de champanhe.

-Ah fala sério,você quer? 

-Não. 
-Então,alguém já disse que você está muito bonito hoje?-dizia Donghyun rindo e se aproximando de Minwoo o que o fez se sentir desconfortável,mas virar seu rosto em desaprovação.

-Claro, o espelho,o meu sub consciente,e a minha auto-estima. Eu sou um homem confiante.-dizia Minwoo num tom arrogante.

-Gosto do seu senso de humor.-dizia Donghyun rindo enquanto via minwoo se afastar e virar de costas para si, como se procurasse algo para se distrair naquela pia.

Tolo. Donghyun em um ato inteligente se aproximava ao outro,e se permitia acariciar seus cabelos,o que deixava o outro arrepiado e a revirar seus olhos por alguns instantes. Achava que era o efeito do champanhe mas só havia bebido um taça,enquanto Donghyun meia taça havia bebido. 

Minwoo podia sentir os breves beijos acalorados em seu pescoço, mas honestamente não achava correto que isso acontece na casa de outro alguém.

-O que você está fazendo?-dizia Minwoo com a voz embargada e a liberar alguns suspiros.

-Você não gosta?

-Não aqui...

-Ah fala sério,o que você acha que os outros dois estão fazendo..-dizia Donghyun rindo.

-Eu duvido que estejam tendo qualquer tipo de preliminares,isso não se trata só do Jeongmin...e eu nem o conheço direito..-dizia Minwoo rindo.-Por favor, vamos resolver isso em outro momento.

-Está bem,nem um beijinho?-dizia Donghyun olhando para o chão e olhando para Minwoo como uma criança mimada.

-Ah, eu não sei...acho que está tudo bem.-dizia Minwoo rindo e puxando o outro para perto de si novamente, o dando um beijo voraz e intenso,esquecendo por alguns minutos que ali não era o lugar mais correto para "se pegarem" e aquela cozinha podia ser destruída...

...

-Você nunca me disse que tinha uma piscina enorme...e esses arbustos...-dizia Kwangmin caminhando pelos fundos da casa de Jeongmin junto ao mesmo.

-É...meio tolo,quer dizer..é obvio que teria uma piscina,meus pais investiram muito nessa casa..

-Eu imagino...Ah..-dizia Kwangmin até ser interrompido por uma tontura breve que sentia em sua cabeça,provavelmente seria o efeito do álcool que havia tomado exageradamente após o drama que Jeongmin havia feito.

-Você está bem? -dizia Jeongmin confuso e com um olhar dramaticamente falso.

-Acho que eu vou...-dizia Kwangmin até sentir seu corpo estremecer e sua visão escurecer,o fazendo se apagar por completo.

Jeongmin o segurava,parecia sério como se esperava por aquilo,não tinha outra opção além de subir até seu quarto sorrateiramente com o outro em seu colo sem que fosse visto por Donghyun ou Minwoo.

Seu trabalho não havia sido tão difícil, Minwoo e Donghyun estavam ocupados demais "se resolvendo" naquela cozinha,e isso os distraía de tudo em sua volta.

Jeongmin o colocava em sua cama,e o observava quieto e a sorrir. Tocava seu rosto como se ele fizesse parte de todos os seus planos. Quando o via,seu coração doía como pedra que não se quebra, o tornava como uma preciosidade sem fim, mas ao mesmo tempo sabia que isso era errado, estava tão longe e tão perto,  mas o que tinha de errado em amar assim?

Seu sub-consciente o forçava a beija-lo á dormir, como uma cena de livros de romance infantil, se afastava e se via sentado ali o observando,se perguntando o que estava fazendo e se um dia isso seria compreendido como amor ou talvez como possessividade...


Notas Finais


xx;


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