História The Love Agreement - Capítulo 13


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo pra vocês!! Espero que gostem!! Comentem e favoritem, pois isso é muito importante para o desenvolvimento da história!! E, além de me deixar feliz e incentivada, ainda me ajuda a ter uma noção do que vocês estão achando!! Beijos com nutella e uma boa leitura!!

Capítulo 13 - Desejo de tocá-lo


Fanfic / Fanfiction The Love Agreement - Capítulo 13 - Desejo de tocá-lo

                          (Ian POV)

Essa é uma das piores noites da minha vida! 

Estou trabalhando na bancada da cozinha, super frustrado à medida que leio cada linha da redação que Nina havia corrigido hoje mais cedo. Ela saiu da minha casa com inúmeras ordens de que eu precisava refazer o meu texto, mas fazer essa merda é difícil pra cacete. A resposta é simples, merda! Vamos lá, se alguém te manda assassinar milhões de pessoas, o que você diz “Não, obrigado. Eu vou deixar passar” Só que, pelos critérios estabelecidos nessa merda de teoria, há prós e contras em ambos os lados, e eu não consigo dar conta disso. Acabo de me dar conta que talvez eu seja péssimo em me colocar no lugar de outra pessoa, e isso é um tanto quanto desanimador. 

- Uma pergunta - Digo enquanto Nathaniel caminha até a cozinha.

- Resposta - Responde ele na mesma hora.

- Eu não fiz a pergunta ainda idiota! - Digo e Nathaniel sorri. Enquanto pega seu avental rosa choque e o amarra na cintura. A aberração cheia de babados foi um presente de aniversário que Michael, Joseph e eu demos a ele de brincadeira, dizendo que se ele fosse a mãe da casa, deveria se vestir no papel. Nathaniel rebateu insistindo que ele é macho o suficiente para dar conta de qualquer peça de roupa que colocarmos na frente dele, e agora, o mesmo usa o maldito avental como se fosse uma espécie de distintivo de honra masculina.

- Tudo bem, eu vou responder - Ele diz a caminho da geladeira - Qual é a pergunta? - Ele diz e eu suspiro.

- Certo, vamos supor que você é um nazista...- Começo mas ele me interrompe.

- Nazista é o caralho! - Nathaniel exclama irritado.

- Deixa eu terminar! Tá legal? - Pergunto e ele acena em confirmação - Você é um nazista, e Hitler acabou de te mandar fazer uma coisa que vai contra tudo o que acredita. E então o que você diz “Está legal, chefe. Eu vou matar todas essas pessoas para você” ou “Vai se foder”? Correndo o risco de morrer? - Pergunto e Nathaniel se vira para mim.

- Eu mando ele se foder - Nathaniel diz e faz uma pausa pensativo - Não, na verdade eu não faria isso. Eu dou um tiro na cara dele e problema resolvido - Ele diz e eu resmungo em insatisfação.

- Exatamente! Não é? Mas esse idiota aqui...- Digo apontando para o livro na bancada - Acredita que o governo existe por uma razão, e que os cidadãos precisam confiar em seu líder e obedecer às suas ordens para o bem da merda da sociedade. Portanto, em teoria, existe um argumento a favor da porra do genocídio - Digo observando Nathaniel tirar uma bandeja de coxas de frango do congelador.

- Besteira - Ele reponde simplesmente e eu suspiro.

- Eu não estou dizendo que concordo com essa linha de raciocínio, mas eu tenho que argumentar segundo o ponto de vista desse cara - Digo passando as mãos pelo meu rosto.

- E a segunda chamada é sexta-feira, não é? - Nathaniel pergunta enquanto desembrulha a bandeja e a coloca no microondas.

- Sim...- Respondo com tristeza. Vejo meu amigo hesitar, mas dá de ombros e suspira pesadamente.
 
- Você vai jogar contra o Eastwood? - Ele pergunta e eu me deixo alegrar por um instante, por que recebi a confirmação oficial do treinador de que eu definitivamente estarei no rinque na sexta-feira. E, aparentemente, as notas só serão computadas na próxima segunda-feira, por isso, no momento, minha média é ainda o que precisa ser. Mas, caso na segunda-feira minha nota média em ética seja cinco ou menos, eu vou ter de ficar no banco até contornar as coisas. No banco! Puta merda! Só de pensar nessa possibilidade eu fico enjoado. Tudo o que eu realmente quero é ganhar do Frozen Four para o meu time de novo, e virar profissional. Melhor, eu quero estourar como profissional. Quero provar para todos que eu consegui chegar lá por mérito meu, e não porque por acaso sou filho de um jogador de hóquei famoso. Isso é tudo o que eu sempre quis, e fico doente só de pensar que os meus objetivos, para os quais eu me dediquei tanto, estão em perigo por conta da merda de uma matéria idiota.

- O treinador disse que sim - Digo e Nathaniel comemora batendo na palma da minha mão com tanta força que chega a doer.

- É assim que eu gosto! - Ele exclama e olha feio para Michael que entra na cozinha com um cigarro apagado por entre seus dedos - Melhor você não fumar aqui dentro - Nathaniel diz o advertindo- Caso contrário Linda vai acabar com a sua raça - Ele diz e eu concordo com um aceno.

- Já estou indo lá para os fundos - Michael promete, por que sabe que é melhor não arrumar confusão com a proprietária da casa - Eu só queria avisar vocês que, hoje à noite, tipo daqui a pouco, Birdie e os caras vão vir aqui em casa para assistir ao jogo do Bruins - Ele diz e eu estreito meus olhos.

- Que caras? - Pergunto entre dentes e Michael pisca em inocência.

- Você sabe, o Birdie, Pierre, Hollis, Niko. E se pararem de frescura e saírem daquele alojamento...Hmm...Rogers e Gordon. Connor. Ah! E o Kanny também, e...- Não deixo que ele termine de falar.

-Ou seja, o time inteiro, você quis dizer - Digo o interrompendo secamente, antes que ele liste todos os outros jogadores.

- E também as namoradas, dos que têm - Ele diz olhando para Nathaniel e em seguida para mim - Está tudo bem, né? Nós não vamos virar a noite e nem nada assim - Ele diz se explicando.

- Contando que cada um traga a sua própria bebida, por mim tudo bem - Nathaniel diz dando de ombros - E se o Gordon vier, é melhor trancar o armário de bebida - Nathaniel diz e eu concordo com a cabeça.

- A gente pode colocar tudo no quarto do Somerhalder - Michael diz soltando seu típico riso de escárnio - Aposto que ele não vai beber nem sequer uma mísera gota - O idiota diz irônico e Nathaniel me olha com um sorriso debochado no rosto.

- Tadinho. Quando é que você vai aprender a beber que nem homem? - Nathaniel pergunta e eu lhe lanço um sorriso entediante.

- Hey! Eu sei beber muito bem, está bem? O problema mesmo, é o dia seguinte - Digo e sorrio para os meus colegas de time - Além do mais, eu sou o capitão. Alguém tem de ficar sóbrio para manter esse bando de idiotas na linha. Tenho de manter a responsabilidade - Digo voltando a ler o texto de Nina.

- Valeu mamãe - Michael diz e então faz uma pausa e balança a cabeça negativamente - Na verdade, não. Você é a mãe - Ele diz para Nathaniel enquanto sorria para o seu avental rosa, e então, ele se volta para mim com um sorriso debochado - Acho que isso faz de você o nosso pai. Vocês dois são bem família mesmo, hein? - Ambos mostramos o dedo do meio para ele, Michael coloca a mão sobre o peito e faz uma expressão chorosa - Ah não! Mamãe e papais estão bravos comigo? - Ele pergunta e suspira fingido - Vocês vão se separar? - Ele pergunta fingindo estar limpando as inexistentes lágrimas.

- Vai se foder - Nathaniel diz por entre risos. O microondas apita e ele tira o frango descongelado e começa a preparar o nosso jantar, enquanto Michael se senta à minha frente para me ajudara a entender o meu dever de casa, enquanto eu faço mais e mais anotações em meu caderno sobre a bancada. Joseph entra na cozinha e começa a ajudar Nathaniel lavando a louça do dia anterior. Sorrio de lado.

E não é que a cena toda é família pra caramba?                  


                      (Nina POV)

- Eu já te falei que tenho aulas com o Somerhalder às nove Candice - Digo sussurrado para minha amiga e torcendo para que o professor não nos pegasse conversando em meio à sua aula. Candice havia combinado com Tracy de nós três passarmos a noite de amanhã  assistindo a uma maratona de filmes do Ryan Gosling.

- Mas a Tracy vai fazer sangria - Ela insiste. Tenho de admitir, eu não preciso de muito encorajamento. Faz um bom tempo que eu não participo de algo que as meninas façam, ou que eu beba uma gota de álcool. Eu posso até mesmo não beber em festas (E por um motivo bem óbvio) mas eu não deixo de beber alguma coisa de vez em quando.

- Eu posso ligar para o Ian de noite, e ver se ele pode adiantar as aulas para mais cedo amanhã - Digo e ela arqueia uma de suas sobrancelhas.

- Então quer dizer que você e Ian são melhores amigos agora? - Ela pergunta confusa e eu suspiro.

- Que nada, é só uma relação de professora e aluno - Digo suspirando ao ver que o professor escrevia no quadro, que passaria um novo trabalho.

- Que mentira - Ela diz em seu tom brincalhão - Vocês dois já se tornaram melhores amigos. Trocam mensagens e tudo - Ela diz provocando e eu reviro meus olhos.

- Okay! Somos amigos - Admito a contragosto e ela sorri de lado.

(...)

Disco o números Ian e o telefone toca até cansar. Até que enfim, ele finamente atende, com o seu “alô” ríspido e música alta encobrindo no fundo.

- Hey! É a Nina - Digo me identificando.

- Eu sei, tenho identificador de chamadas, bobinha - Ele diz soltando uma risada.

- Eu queria ver se podemos mudar o nosso horário de aula amanhã - Digo me afastando um pouco do telefone, por conta do hip-hop ensurdecedor que preenche meu ouvido.

- O quê? Não estou conseguindo te ouvir! - Ele diz alto e eu suspiro.

- Podemos nos encontrar mais cedo amanhã? Vou estar ocupada às nove, então eu queria marcar às sete. Tudo bem? - Pergunto elevando meu tom de voz para que ele pudesse me escutar. Tento escutar sua resposta, porém, é encoberta pela batida ensurdecedora de Jay-Z - Onde é que você está? - Neste momento eu já estou praticamente gritando.

- Em casa! - Sua resposta sai abafada - Nós convidamos algumas pessoas para assistir ao jogo! - Ele diz com sua voz saindo gritada. Algumas pessoas? Parece que ele está no meio da Times Square - Então você vem às nove? - Ele pergunta e eu bufo.

- Não! - Digo tentando conter minha irritação - Às sete! Tudo bem? - Pergunto mas ele não me responde.

- Cristina! Cadê a minha cerveja? - Uma outra voz invade a ligação. E, ao julgar pelo sotaque texano, creio que seja Nathaniel.

- Espera aí! Um segundo, Dobrev - Ouço um barulho do outro lado e em seguida uma risada, e logo Ian está de volta - Okay! Amanhã às nove, então - Ele diz e eu bato meu pé com força no chão.

- Às sete! -Grito de volta sentindo uma irritação imensa por ele não me escutar.

- Certo, às sete! Desculpa, eu não estou escutando direito. Até amanhã - Ele diz e encerra a chamada.

Idiota!

(...)

Na noite do dia seguinte, eu apareço na casa de Ian às sete em ponto, e como de costume, eu entro sem bater. Mas, antes de subir, dou uma chegada na sala para dizer um “Oi” para a Joseph e os outros. Nathaniel não está hoje, mas Joseph e Michael estão, e, assim que percebem minha presença, os dois me olham completamente confusos.

- Olá Nina - Joseph me cumprimenta e eu sorrio - O que é que você está fazendo aqui? - Ele pergunta e eu arqueio uma sobrancelha.

- Vim dar uma aula para o seu capitão, o que mais eu viria fazer aqui? - Pergunto completamente confusa e revirando meus olhos; eu saio dali e vou andando em direção à escada.

- Se eu fosse você, eu não subiria lá em cima, linda - Michael me avisa e eu franzo minha testa.

- Por que não? - Pergunto parando onde estou e encarando o mesmo, seus olhos escuros brilham de divertimento.

- Hmm...Talvez ele tenha esquecido da aula de hoje - Ele diz prendendo o riso e eu estreito meus olhos.

- É para o seu bem...- Complementa Joseph apreensivo e eu dou de ombros.

- Bom, então eu vou subir até lá e lembrá-lo - Digo dando de ombros e subindo mesmo assim, parando frente à sua porta - Hey! Ian, vamos acabar logo com isso que eu...- Paro no meio da frase, incrédula com a visão que tenho quando abri a porta. Completamente arrependida ter subido até aqui. O constrangimento me invade por completo quando me dou conta do que estou vendo. Ian está deitado na cama, sem blusa, mostrando seu tórax e abdômen nu em toda sua glória...Com uma menina nua sentada sobre si. Isso mesmo, a srta. Gostosona está do jeito que veio ao mundo, e, ao som da minha voz, ela se vira em minha direção com sua nuvem de cabelos loiros. Ian me olha com suas orbes azuis arregaladas, mas não tenho tempo nem racionar direito, pois a voz estridente e irritante da garota corta o ar.

- Mas que porra é essa? - Ela grita e eu engulo em seco.

- Merda! Mil desculpas - Deixo escapar. Então, bato a porta e desço as escadas correndo, que nem um tiro de volta para o primeiro andar. Como se eu estivesse sendo perseguida por um psicopata. Quando apareço na sala sou recebida por dois rostos sorridentes.

- Nós avisamos que era melhor você não ir lá em cima - Joseph diz prendendo o riso.

- Como foi o show? Não dá pra ouvir muito daqui, mas eu tenho a sensação que ela é daquele tipo que grita descontrolada - Michael diz com seu sorriso se alargando em sua boca. Estou tão envergonhada com a situação, que eu posso sentir as minhas bochechas queimando de dentro para fora.

- Vocês podem avisar ao amigo de vocês para me ligar quando terminar? Não! Ou melhor! Digam que ele está sem sorte, meu tempo é precioso demais. Não vou dar mais aula particular nenhuma - Digo e os dois arregalam seus olhos - Ele obviamente não respeita o meu horário, então, ele que se foda - Digo com raiva e saio da casa pisando duro no chão. Minhas emoções se alternam entre a raiva e a vergonha.

Inacreditável! Como é que ele pode conseguir chegar a pensar que pegar uma garota é mais importante do que passar na porra da prova? E que tipo de idiota faria aquilo, sabendo que eu já estava chegando? Pois é! Ian Somerhalder!

Ridículo!

Agrh! Que raiva!

Ele realmente me trocou por uma loira de farmácia? 

Quero dizer, o nosso horário...

Estou meio caminho do carro de Tracy quando a porta da frente se abre e Ian vem correndo até mim. Pelo menos ele teve a decência de colocar uma calça jeans, mas ainda sim está sem camisa. E sem sapato, aliás. Ele corre em minha direção com a expressão em um misto de vergonha e irritação.

- Mas que merda foi aquela? - Ele pergunta irritado e eu franzo minha testa.

- Você está brincando com a minha cara? - Pergunto retrucando - Quem tinha de fazer essa pergunta sou eu! Você sabia que eu vinha hoje! - Exclamo irritada e ele franze a testa.

- Mas você marcou às nove! - Ele diz e eu cruzo meus braços.

- Eu mudei para às sete, e você sabe disso! - Digo fazendo uma cara feia - Talvez da próxima vez você devesse prestar mais atenção no que eu digo! - Digo o acusando e ele fica quieto, suspiro e descruzo meus braços. Vejo Ian pentear os seus cabelos com as mãos, e seus bíceps enrijecem com o movimento. O ar frio da noite causam arrepios em sua pele pálida, e meu olhar é inconscientemente atraído para a linha fina de pelos que aponta em direção ao botão aberto de sua calça. Ao notar isso, engulo em seco e mordo meu lábio inferior, ao sentir uma estranha onda de calor correr dos meus seios para dentro de mim. Meu corpo de repente parece apertado e dolorido, os dedos formigando de desejo pra poder tocá-lo.

Ah! Pelo amor de Deus! Não! E dai se o cara é gostoso? Isso não significa que eu talvez queira cavalgá-lo como uma amazona. Afinal, ele já tem alguém que faça isso para ele.

- Me desculpa, está legal? - Ian resmunga se desculpando - Eu estraguei tudo - Ele diz baixo.

- Não! Não está nada legal! Até porque, um: você obviamente não respeita o meu horário. E dois: você obviamente não quer passar nessa matéria, caso contrário, sua calça estaria abotoada e o livro aberto na porra da sua mão! - Exclamo e ele trava o maxilar e me olha irritadiço.

- Ah, é mesmo? - Ataca ele - Então, você espera que eu acredite que você estuda o tempo inteiro e nunca fica com ninguém? - Ele diz e o desconforto faz o meu estômago revirar, e, como eu não respondo, a suspeita inunda os seus olhos - Você fica com outras pessoas, não fica? - Ele pergunta e um suspiro irritado me escapa pelos lábios.

- Claro que eu fico! - Rebato e ele arqueia uma sobrancelha - É só que...Já faz um certo tempo - Digo mordendo meu lábio inferior e ele me olha curioso.

- Quanto tempo? - Ele pergunta e eu baixo meu olhar para minhas mãos.

- Um ano. Mas não que isso seja da sua conta - Digo fechando a cara e abrindo a porta do motorista - Pode voltar para a sua periguete, Ian. Eu estou indo embora - Digo com raiva.

- Periguete? - Repete ele incrédulo - Isso é uma baita suposição grosseira de sua parte, você não acha? Até onde você sabe, ela pode muito bem ser uma bolsista integral - Ele diz e eu arqueio uma sobrancelha.

- E ela é? - Pergunto e ele faz uma careta.

- Bom, ela não é - Ele admite eu sorrio internamente - Mas Tiffany...- Não deixo que ele termine de falar. Solto um bufo irritado. Tiffany, claro que esse é o nome dela! Eu não acredito que ele trocou nossa aula por uma garota chamada Tiffany - Ela é uma menina muito inteligente - Ele termina com a expressão séria.

- Aham...Eu tenho certeza de que é sim. Volta lá para a srta.Inteligente então! Estou caindo fora - Digo abrindo a porta do motorista.

- Nós podemos remarcar para amanhã? - Ele pergunta e eu lhe mostro o dedo do meio.

- Não! - Respondo grosseira.

- Então vai ser assim? - Ele pergunta segurando a porta do carro, o que faz sua calça deslizar um pouco pelos seus quadris, deixando amostra um pouco mais do que não devia, sinto minhas mãos suarem e a atmosfera ficar mais quente. Suspiro pesadamente e balanço a cabeça em negação. Afastando esses pensamentos da cabeça - Então eu suponho que o nosso encontro de sábado também não está mais de pé, estou certo? - Ian pergunta e eu o encaro, ele me encara de volta. Mas nós dois sabemos que não vai ser ele quem irá ceder. De repente, eu repasso a conversa que tive com Crhis no outro dia. Minhas bochechas ardem de novo, mas, desta vez, não tem nada haver com o fato de que acabei de flagrar Ian com as calças na mão. Literalmente. Chris finalmente havia dado conta da minha existência, e não ir a festa é a deixar passar a oportunidade de falar com ele fora da universidade. Não costumamos circular nos mesmos ambientes, então, a menos que eu queira me limitar a uma interação semanal na aula de ética, preciso ser proativa e procurá-lo fora da sala de aula.

- Tudo bem - Murmuro para Ian, me sentindo completamente derrotada - Eu vejo você amanhã, às sete - Digo firme e vejo um sorriso de satisfação se fazer presente em seus lábios.

- Foi o que eu pensei - Ele diz sorrindo e fechando a porta do carro - Até amanhã, Dobrev - Ele diz sorrindo completamente satisfeito.

Filho da mãe!

Continua?


Notas Finais


Capítulo não revisado, então me desculpem qualquer erro ortográfico.


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