História The Love Agreement - Capítulo 14


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Palavras 2.764
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo pra vocês!! Espero que vocês gostem!! Comentem e favoritem, pois isso além de ser importante para o desenvolvimento da história, ainda me deixa feliz e incentivada, e ainda me dá uma ideia sobre o que vocês estão achando da história!! Beijos com nutella e uma boa leitura!!

Capítulo 14 - Então prove...


Fanfic / Fanfiction The Love Agreement - Capítulo 14 - Então prove...

                       (Ian POV) 

Dia seguinte...

Hoje à noite, tomo todo o cuidado necessário para que eu estivesse em casa e sozinho, quando Nina chegasse. Eu não queria que acontecesse o mesmo incidente de ontem. Porém, eu estou mais alegre do que envergonhado por Nina ter me flagrado com Tiffany ontem, e, bom, pelo menos não foi na hora do finalmente. Tenho certeza de que o rosto de Nina teria ficado cem vezes mais vermelho se ela tivesse escutado os gritos de Tiffany. Para falar a verdade, uma parte de mim se pergunta se Tiff estava fingindo aqueles gritos de atriz pornô. Eu não tenho a pretensão de ser um garanhão na cama, mas sou muito atencioso e nunca recebi nenhuma reclamação. Na noite passada, no entanto, foi a primeira vez que senti como se a garota estivesse atuando. Tinha algo de incrivelmente...Insatisfatório na coisa toda. Eu não sei se ela estava fingindo ou apenas exagerando, mas, de qualquer forma, eu não estou nada ansioso para repetir a cena.

Ouço Nina bater em minha porta, desta forma, me tirando de meus devaneios. Ela não bate apenas uma vez na porta do quarto, mas pelo menos dez vezes. E mais duas, mesmo depois de eu dizer que ela poderia entrar. A porta se abre e Nina tropeça para dentro do quarto, cobrindo bem os seus olhos com as palmas das mãos. 

- Eu posso olhar? - Ela pergunta em voz alta e eu sorrio. Com os olhos ainda fechados, ela estica os braços para frente, como uma cega tateando o caminho em meio à escuridão.

- Você é uma verdadeira piadista, hein? - Digo suspirando e revirando meus olhos. Nina abre cada uma suas pálpebras, uma de cada vez. De olhos abertos, ela me encara e me lança um olhar ríspido.

- Eu só estou sendo cuidadosa - Ela responde em um tom arrogante - Eu não tenho a menor intenção de interromper mais uma de suas festinhas - Ela diz e eu reviro os meus olhos.

- Não se preocupe, anjo. Nós ainda não tínhamos chegado na parte do sexo. Se você tiver interesse, ainda estávamos nos preliminares. Segunda e terceira base, para ser mais exato - Digo com um sorriso de lado e ela faz uma careta.

- Urgh! Informação demais - Ela diz balançando os seus ombros, como se um inseto escamoso estivesse andando em suas costas.

- Você quem perguntou - Digo e ela me olha indignada.

- Eu não perguntei nada! - Ela exclama e então se senta na cama de pernas cruzadas e pega o fichário de sua bolsa - Certo, chega de jogar conversa fora. Vamos reler a sua redação corrigida e esboçar mais algumas, pra praticar - Ela diz e eu lhe entrego o meu texto corrigido. Me reclino contra os travesseiros, ansioso, esperando Nina terminar de ler. Ao terminar, ela olha pra mim e eu me atrevo a dizer que ela está impressionada.

- Está muito bom - Ela admite e eu sorrio de lado. E não é que eu experimento de uma explosão de orgulho? Eu realmente trabalhei pesado nessa redação sobre o nazismo, e o elogio de Nina não só me agrada, como também confirma que eu estou ficando melhor nesse negócio de me colocar no lugar da outra pessoa - Na verdade, está muito bom, mesmo - Nina acrescenta enquanto lê a conclusão novamente.

- Nossa! Isso foi um elogio? - Pergunto soltando um arquejo fingido.

- Não, eu retiro o que disse. Está uma merda - Ela diz sorrindo.

- Tarde demais, anjo - Digo abanando meu dedo em negação - Admita, você me acha inteligente - Digo e Nina solta um suspiro pesado.

- Você é inteligente, quando se aplica - Ela começa e então faz uma pausa - Está bem, eu acho que isso é uma coisa horrível de se dizer, mas, eu sempre achei que a faculdade fosse mais fácil para os atletas. Academicamente, eu quero dizer. Você sabe, eles distribuem notas dez só porque de certa forma vocês são mais importantes - Ela diz envergonhada diante de sua confissão e eu faço que não com a cabeça.

- Quem me dera. Alguns professores da Eastwood nem leem os trabalhos de alguns caras que eu conheço, só dão nota dez e entregam o trabalho de volta. Mas os da Briar nos fazem correr atrás e se esforçar ao máximo. Um bando de idiotas - Digo me lembrando da Clarke.

- Mas então, como é que você está se saindo nas outras matérias? - Nina pergunta curiosa.

- Dez em praticamente tudo, só um seis safado em física, mas isso vai mudar quando eu entregar o trabalho final - Digo e sorrio abertamente - Acho que eu não sou o atleta burrão que você achou que eu fosse, hein? - Pergunto sarcástico e Nina pressiona os lábios.

- Eu nunca achei que você fosse burrão - Ela diz e fecha seus olhos quando me mostra a língua - Eu achei que você fosse um babaca - Ela diz cruzando os braços e eu sorrio.

- Então quer dizer que você “Achou”? - Digo atacando o seu uso do pretérito - Então, isso significa que você admite que errou em seu julgamento ao meu respeito? - Pergunto mexendo minhas sobrancelhas pra cima e pra baixo.

- Não, você ainda é um babaca - Ela diz sorrindo - Mas, pelo menos é inteligente - Ela diz e eu coloco a mão sobre o peito dramaticamente.

- Muito obrigado, anjo - Digo e ela solta uma risada fraca - Mas a questão é, eu sou inteligente o bastante para gabaritar a segunda chamada? - Pergunto, sentindo minha animação se esvair ao terminar a pergunta. A segunda chamada é amanhã, e novamente, eu estou ficando desesperado de tão preocupado. Não tenho certeza de que eu estou realmente pronto. Mas, a confiança de Nina alivia um pouco a minha dúvida.

- Com certeza - Ela diz me assegurando - Contanto que você mantenha o seu preconceito de fora e se atenha ao que os filósofos fariam, acho que você vai se sair bem - Ela diz me lançando um sorrio reconfortante. 

- É bom mesmo. Eu preciso muito dessa nota, Dobrev - Digo melancólico.

- O time é tão importante assim para você? - Ela pergunta, sua voz se suaviza.

- É a minha vida - Digo simplesmente.

- Sua vida? Uau! Você está colocando muita pressão em si mesmo, Ian - Ela diz e eu solto um suspiro.

- Você quer falar de pressão? - Digo com a amargura invadido meu tom de voz - Pressão é se ter sete anos de idade  e ser obrigado à seguir uma dieta rica em proteína para promover meu crescimento. Pressão é ser acordado no meio da madrugada, seis dias por semana, para andar de patins e treinar no meio do frio, enquanto seu pai apita a merda de um apito na sua cara por duas horas seguida. Pressão é ter de ir para a enfermaria da escola pra conseguir dormir, por causa que passou a madrugada treinando. Pressão é ouvir que, se você falhar, nunca vai ser um homem de verdade - Digo sentindo meus olhos queimarem por lágrimas não derramadas. O rosto de Nina se congela em uma expressão de espanto.

- Eu não sei o que dizer...- Ela diz baixo e eu suspiro - Mas, caramba - Ela diz e eu abaixo minha cabeça.

- É, isso resume bem - Digo baixo. Enquanto tento empurrar as memórias para longe, como eu sempre faço, mas, ainda assim, elas continuam piscando em minha mente, apertando minha garganta e me sufocando - Vai por mim, anjo. A pressão que eu me imponho hoje, não é nada comparada à pressão que eu tive de lidar quando eu era criança - Digo levantando meu olhar para Nina. Ela estreita os olhos e me olha.

- E você me disse que ama o hóquei - Ela diz confusa e eu afirmo com um aceno.

- E eu amo, de verdade - Digo, minha voz sai rouca -Pois, quando eu estou no gelo, é o único momento que eu me sinto vivo...Eu acho. E, acredite em mim, eu vou fazer o que for preciso para chegar onde eu quero. Eu...Merda! Eu realmente não posso falhar! - Digo respirando fundo e pensando em tudo o que eu perderia.

- Mas, e se acontecer? - Nina pondera - Qual é o seu plano B? - Ela pergunta e eu suspiro.

- Eu não tenho - Digo franzindo minha testa.

- Todo mundo precisa de um plano B - Nina diz insistindo - E se, você se machucar e não puder mais jogar? - Ela pergunta e eu faço uma careta.

- Eu não sei. Acho que eu seria treinador. Ou talvez, um comentarista esportivo - Digo dando de ombros.

- Está vendo? Então você tem um plano - Ela diz com um sorriso esboçado nos lábios.

- É, eu acho que sim - Digo e fito-a com curiosidade - E você? Qual é o seu plano B? Se não der certo como cantora? - Pergunto e ela suspira.

- Para falar a verdade, às vezes eu nem sei se quero mesmo ser cantora. Eu adoro o que faço, de verdade, mas cantar profissionalmente é outra história. A ideia de todas as minhas coisas caberem numa mala ou de passar o tempo inteiro em um ônibus de turnê, essa ideia não me atraí tanto assim. E, sim, eu gosto de cantar para a plateia, mas não tenho certeza de que eu quero estar em um palco, frente à milhares de pessoas todas as noites - Ela diz e dá de ombros, parecendo estar pensativa - Às vezes, eu acho que preferiria ser compositora. Eu gosto de escrever músicas, então, eu não me importaria de trabalhar nos bastidores e deixar que outra pessoa fizesse o papel de estrela. E se não der certo, eu posso dar aulas - Nina diz e abre um sorriso autodepreciativo - E se isso falhar, posso ver como é que eu me saio como stripper - Ela diz e eu corro meus olhos pelo seu corpo, de cima à baixo, exagerando bem a forma como umedeço os meus lábios.

- Bom, você definitivamente tem os seios necessários para a carreira - Digo mordendo meu lábio inferior e enquanto Nina revirava seus olhos.

- Depravado! - Ela diz e eu levanto meus braços em rendição.

- Hey! Eu estou apenas afirmando um fato - Digo simplesmente - Seus seios são lindos. Não sei por que você não os exibe mais um pouco. Você poderia usar umas camisetas mais decotadas de vez em quando - Digo e um rubor atinge suas bochechas de cor-de-rosa. Eu simplesmente amo a forma com que ela vai de séria e atrevida a tímida e inocente - Aliás, você não pode fazer isso no sábado - Digo lhe avisando.

- O quê? Dar uma de stripper? - Ela pergunta com ironia.

- Não - Digo soltando uma risada fraca - Estou falando sobre o fato que de você ficar vermelha que nem um tomate toda vez que eu faço um comentário atrevido - Digo e Nina arqueia uma sobrancelha.

- E quantos comentários atrevidos você pretende fazer? - Ela pergunta e eu sorrio.

- Dependo do quanto eu irei beber - Digo e ela deixa um suspiro exasperado escapar. Uma mecha de seu cabelo escuro se solta do rabo de cavalo e cai sobre sua testa. Sem pensar, eu estico meu braço e ajeito a mecha atrás da sua orelha. A tensão instantânea em seus ombros me faz franzir os lábios - Você também não pode fazer isso - Digo e ela me olha confusa - Ficar toda tensa quando eu toco em você - Digo lhe explicando.Vejo o pânico brilhar em seus olhos.

- Por que é que você iria tocar em mim? - Ela pergunta e eu a olho como se fosse óbvio.

- Por que nós iremos estar em um encontro? Você não me conhece? Eu sou cheio de mãos - Digo sorrindo brincalhão.

- Bom, você pode guardar suas mãos para si mesmo no sábado - Ela afirma depressa e convicta.

- Que merda de plano. Assim o seu gato vai achar que nós dois somos apenas amigos. Ou inimigos, dependendo da forma que você reagir com seu nervosismo - Digo e ela morde o lábio inferior, sua agitação transparente só me faz querer provocá-la ainda mais - Ah! E talvez eu beije você também - Digo com um sorriso de lado e Nina quase me queima com seu olhar fulminante.

- De jeito nenhum - Ela diz de olhos arregalados.

- Você quer que o Wood pense que você está afim de mim ou não? Por que se você quiser, precisará pelo menos agir como tal - Digo e ela revira os olhos e me lança um sorriso desdenhoso.

- Isso sim vai ser algo difícil - Ela diz mantendo o sorriso de desdém.

- Besteira! Você me adora - Digo e ela bufa - Eu adoro essas bufadas que você dá - Confesso com franqueza - Não deixa de ser sexy - Digo e suas bochechas novamente coram.

- Será que dá pra você parar? - Nina pergunta resmungando - Ele não está aqui agora. Pode guardar os seus flertes para sábado - Ela diz respirando fundo.

- Eu só estou tentando me acostumar com a ideia - Digo e então faço uma pausa, como se eu estivesse pensando em alguma coisa, mas é que eu estou me divertindo horrores em deixar Nina sem graça e desconfortável - Na verdade, quanto mais eu penso no assunto, mais eu me pergunto se não deveríamos fazer um aquecimento - Digo com algo em mente e Nina me olha confusa.

- Aquecimento? Como assim? - Ela pergunta e eu deito minha cabeça de lado.

- O que é que você acha que eu faço antes de um jogo, Dobrev? Você acha que é só chegar no rinque e colocar os patins? Claro que não. Eu pratico seis dias por semana para enfim estar pronto. Divido meu tempo entre o gelo e a sala de musculação, assisto a gravações de jogos, participo das minhas reuniões de estratégias. Pense em toda a preparação de antecedência que isso tudo envolve - Digo e ela balança a cabeça em negação.

- Mas isso aqui não é um jogo - Ela afirma irritada - É um encontro falso! - Ela diz exasperada.

- Mas ainda precisa parecer real para o seu gato - Digo e ela faz uma careta.

- Será que em alguma hora você irá parar de chamá-lo assim? - Ela pergunta suspirando.

Não, eu não tenho planos de parar. Eu gosto de como ela fica nervosa. Na verdade, eu gosto de irritá-la e ponto.Toda vez que Nina fica com raiva, seus olhos castanhos se acendem e suas bochechas se tingem do tom mais bonito de rosa.

- Pois então - Digo com um aceno de cabeça - Se eu vou tocar e beijar você no sábado, eu acho imperativo ensaiarmos - Digo e umedeço meus lábios de novo. “Minuciosamente”.

- Eu não sei dizer se você está brincando comigo agora - Nina diz e solta um suspiro irritado - De qualquer forma, eu não vou deixar você me beijar ou me tocar, por isso, vá afastando essas ideias sujas de sua cabeça. Se você está precisando gastar um pouco de energia, liga para a Tiffany - Ela diz com rancor e eu seguro minha vontade de rir.

- Ah tá! Até parece - Digo revirando meu olhos.

- Por que não? Você parecia bem na dela ontem! - Nina diz e eu posso sentir sua pitada de sarcasmo.

- Foi coisa de uma noite só. E, não adianta você vir mudar de assunto, não! - Digo e então sorrio - Por que você não quer me beijar? - Pergunto estreitando os olhos - Prometo que não tenho bafo - Digo e ela não aguenta, acaba soltando uma risada fraca - Ah! Já sei! Só tem uma explicação - Começo e então faço uma pausa - Você beija mal - Digo por fim e o queixo de Nina cai de tanta indignação.

- Não senhor! - Ela rebate, eu sorrio ainda mais.

- Ah é? - Pergunto e ela afirma convicta - Então prove - Digo reduzindo minha voz para um tom rouco e sedutor, mas ainda sim, a desafiando. Sei que ela não resiste a um desafio.

Continua?


Notas Finais


Capítulo não revisado, então me desculpem qualquer erro ortográfico.


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