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História The Love Between Opposing Worlds - Capítulo 46


Escrita por:


Notas do Autor


Olá meus queridos e queridas!!! Um bom dia pa vcs! Ahhhh eu logo cedo trazendo um cap lindo dessa fanfic linda né kkkkk, peço que não se acostumem XD
Enfim, vou deixar o blá blá blá para as notas finais ;)


BOA LEITURA!!!

Capítulo 46 - As Dúvidas de um Coração


 

 

 

 

“ É obrigação sentir dor
              Seja ela qual for
              Mesmo quanto o passado retorna 
              Para mudar o curso da história
              Preencher os vazios das lembranças
              E Mostrar que há esperança
              Que meus braços será a fortaleza de alguém
              Alguém que sempre desejarei o bem 
              Verei a força de um rei e a sabedoria de uma rainha
              E as lágrimas que agora banha minha face
              É por saber que ainda existirá um futuro na qual faço parte” 


 

                        Alpha Romanoff







 

O sol havia deixado o céu já a algum tempo, fazendo o mesmo ficar em tons alaranjados e escuro. As ruas já não estavam tão movimentadas como na manhã daquele dia. Tochas já eram acesas, para iluminar a cidade. A troca de guardas estava próxima. 

Na carruagem que andava pelas ruas, fazendo barulho com suas rodas de madeiras e os dois cavalos a puxar, sob o comando do soldado que guia as rédeas, a jovem lady Haruno estava acomodada no banco confortável dentro da locomoção. 

Não havia nenhuma expressão em seu rosto, seu olhar estava distante, assim como sua mente, que flutuava nas palavras que ouviu de sua amiga. De cada revelação que chocou seu interior e a fez travar, não conseguir raciocinar… Somente agora pode parar e pensar direito. Colocar sua cabeça no lugar. 

          "Sua mãe nunca foi estéril, Sakura…" 

Aquela frase, com certeza a que mais a abalou, a fez franziu suas sobrancelhas levemente. Como isso tudo pode ter acontecido?... Tudo foi, de fato, obra dos deuses?

Seu pai… Quando era jovem, naquele tempo onde as coisas eram mais fáceis, quando pensava que seu destino era se tornar uma sacerdotisa, havia ouvido, mais de uma vez, histórias sobre o rei de Ravenna. Piedoso e justo, muitos diziam que ele era um homem bom, já outros, poucos na verdade, que ousaram falar aquilo que pensavam em sussurros pelas paredes do templo, dizia que sua alma era negra e sua bondade era como as maquiagens dos artistas do teatro.  

Será que foi por isso que era infértil?... Será que ele sabia que ela não carregava seu sangue?

As sobrancelhas da jovem Sakura franziu-se ainda mais, já com a resposta que veio logo a mente. Não! Seria impossível. Se não ele não teria se revoltado contra os bárbaros, não teria declarado guerra, não teria feito tudo para salvá-la do Sul e daquele povo… Ele não teria morrido se soubesse.

Os deuses lhe disseram através de Hinata que ele não era seu pai, que seu sangue não é dele, que nada em si é dele, mas ela pensava diferente. Ele fez tudo que um pai faria, ele honrou seu nome e por sua pureza, por sua liberdade, ele deu sua vida no campo de batalha. 

Um longo suspiro foi dado pela jovem, que encostou-se na porta da carruagem e, pela pequena janela ali, ela olhou para o lado de fora, vendo quase ninguém andando pelas ruas, vendo as mesma iluminadas e o céu estrelado, começando a aparecer, com mais nitidez. 

Desejava dizer que aquilo não importava, que devia olhar para frente, que, como sua amiga disse, "o futuro é belo". Devo segui-lo, sorrir para meu caminho, para a coroa que será colocada em minha cabeça, para o homem que amo e que irei me casar por amor. Para os filhos que iram vir, para o florescer daquela terra que tantos acham que é escura como o Norte… Mas não podia… Não quando um sacrifício foi feito. Não quando o sangue clama na terra, não quando os gritos vem do pântano… 

— Parem a carruagem! - disse Sakura em alto som, ao ver algo do lado de fora 

Imediatamente sentido a carruagem parar com certa violência, ouvindo os resmungos dos soldados, acompanhado do reclamar dos cavalos. 

Não se importando com isso, Sakura abriu a porta da carruagem e saiu da mesma, entreabrindo sua boca ao ficar de pé para aquele lugar… Só podia ser um sinal. 

— Um templo - sua voz saiu em um sussurro, ouvida apenas por ela

No momento em que negou-se a acreditar em seu passado, nos meios que levaram seu pai a morrer, no momento em que pensava o que poderia fazer… Aquele templo surgiu em sua vista. Entre um comércio o outro, no meio de tabernas e de um povo, que a anos atrás julgava como um povo sem deuses e incrédulos… 

— Milady? - um dos soldados saltou do lado da frente da carruagem e andou até a jovem 

— E-eu… Por favor, esperem aqui - disse ela ao encarar o soldado — Preciso falar com os deuses 

— Já é tarde, Milady. O escuro está no céu, a senhora deve ir para o castelo - disse o soldado 

— Por favor, prometo que serei breve - disse —… Entre comigo então, se acha necessário 

— Não é sobre a proteção de Milady que estou preocupado, mas sim em seguir as ordens de meu rei 

— Garanto que ele não ficará irado e não irá contra ti 

Ela trincou os seus dentes com certa força, sentindo a tensão em seu corpo, vendo o soldado bufar levemente e olhar para a carruagem logo atrás. Parecia pensativo. 

— Encostem a carruagem - disse ele ao outro soldado, que assentiu, tornando a olhar para a jovem —… Esperarei aqui. Peço que seja breve 

— Obrigada - um suspiro de alívio foi solto por ela, que sorriu para o soldado, vendo ele curvar sua cabeça levemente 

Seus olhos voltaram para aquele tempo. Seu tamanho não se compara ao do deus Dís que viveu toda sua infância, mas era do tamanho de templos típicos de cidades. 

Deu passos lentos para frente, aproximando-se da porta, sentindo cada batida de seu coração. "Há quando tempo não visitava um templo?" … Ficou surpresa com tal pergunta que surgiu em sua mente. Em Ravenna havia templos, mas nunca os visitou, sempre preferiu fazer suas oferendas nas pequenas "salas sagradas", como era chamado, no castelo. Logo ela que cresceu em um templo. 

Suas mãos foram até a porta e as abriu, entrando em seguida. "Há sim" aquele aroma, aquela sensação… Quanto tempo fazia?... Cinco anos? 

A sua frente estava a divisão típica de um templo. Um corredor longo, com várias portas em sua extensão, onde , cada uma, continha um dos deuses. E sabia exatamente onde ela ficava. 

Seus passos agora foram mais rápidos, passando por todas as outras salas, pelos deuses Mamoti, Tifru, Nakazi, Hamura, Otsutsuki, Hashira, Sengo, Fungi, Ridari, Tsuna, Ravenna, Makaia… Seus pés pararam, assim como sua respiração, que travou em sua garganta. A última sala. 

O lugar era bem iluminado, uma abertura podia ser vista no teto, onde a luz da lua entrava e descia bem no centro, onde o altar ficava… Onde a estátua de Dís e Kaguya estão. 

Seus pés voltaram a funcionar e ela se aproximou lentamente do altar, sem tirar seus olhos das estátua da deusa Kaguya, bem ao lado de Dís. 

Sua respiração também voltou, juntamente com o coração acelerado, ela parou diante deles, sentindo seus olhos umedeceram. 

— Meus deuses, peço perdão por não ter vindo ao templo durante todo esse tempo - disse Sakura, curvando sua cabeça — Confesso que outras coisas estavam em minha mente e, achei que rezar em casa era o bastante… Mas, assim que me coloquei aqui dentro, vejo o quanto estava enganada 

Lentamente, Sakura ergueu seu rosto e olhou para a estátua da deusa Kaguya, deixando suas lágrimas descerem por seu rosto com liberdade. Seria inútil impedi-las. 

— Minha deusa, sei que sabe o que passa, sei que já sabe o que aconteceu e, talvez, saiba o que me trouxe aqui - disse ela — Apesar de tudo que Hinata me disse hoje, de todo o espanto e dúvidas eu… Eu aceito de bom grado, e não desejo ter ciúmes… Eu sou a rainha da profecia, então… Não importa os meios ou quem foi chamada primeiro 

Ousou, ela, a dar um passo a frente, não deixando de olhar para a estátua da deusa em nenhum momento.

— Mas, não foi isso que me trouxe aqui - Sakura continuou —… Meu pai… Sei que ele não era isso, que eu não tenho seu sangue mas… Não é o que eu sinto… Mas também sei que ele lutou contra o escolhido, desrespeitando as suas ordens, as ordens dos deuses… Sei que foi a desobediência que o levou ao pântano, a se tornar um Takari, mas eu sinto meu coração incomodado… Ele fez tanto por mim, mesmo eu não sendo sua filha, ele me teve como uma. Me amou como uma… Aquele que ama o escolhido, é amado por quem o escolheu.  

Mais um passo foi dado pela Haruno. 

— Eu não sei tudo o que aconteceu - disse — Desconheço o interior de meu pai e tão pouco falei com ele… Tudo que sei é o que ouvi dos outro e de Hinata, mas… Ainda sim eu peço, imploro se for preciso… Retire tal desonra dele, p-por favor… Seu coração não era negro, disso eu tenho certeza pois, ele morreu por mim… Quem tem o coração negro não se sacrifica, não coloca tudo em jogo por alguém… Muito menos alguém que ele nem conhece, mas amou mesmo assim… Se é errado pensar assim, deseja isso, então me diga, agora ou por alguém… Mas não me deixe desta forma, por favor 

Mordendo seu lábio inferior, na tentativa de conter seus soluços, Sakura curvou sua cabeça, sentindo suas lágrimas banharem, cada vez mais seu rosto, enquanto era envolvida pelo silêncio daquela sala. 

Nada fora mais dito ou ouvido, apenas as lágrimas da rainha escolhida caía no chão da sala aquela templo, enquanto seu corpo tremia e seu coração, cheio de dor por alguém já morto, batia em seu peito. 

E ali, mais uma vez, o futuro foi mudado… 




 

(...) 







 

O rápido cavalgar dos cavalos cortava as ruas de Heinz. O som de suas patas indo fortemente contra o chão de pedras da cidade, ecoando em volta. 

Logo as rédeas dos animais foram puxadas, fazendo-os parar diante do castelo. Agilmente, o rei desceu de seu cavalo e, entregando as rédeas ao servo, ele andou até a porta de seu castelo, adentrando o mesmo. 

— Bem-vindo de volta, meu filho - Mikoto o recebeu, curvando sua cabeça levemente para ele — Como foi em Truvi? 

— Entediante - respondeu — Sakura retornou? 

— Sim, ela repousa no aposento agora - respondeu a rainha mãe — Chegou à pouco tempo 

— O que? Mas ela saiu pela manhã - disse Sasuke, franzindo o seu cenho 

— Ela pediu desculpas e disse que seu assunto com Hinata foi… Extenso 

Sem dizer mais nada, Sasuke voltou a andar, deixando sua mãe para trás, ele seguiu para a escada, subindo-a rapidamente, fazendo o caminho que leva ao aposento de sua rainha.

Enquanto andava, um certo conflito surgiu em sua mente. Deseja encontrá-la ainda acordada, assim poderia ouvir sua voz antes de dormir, estar em sua presença, já que só a teve pela manhã, mas… Também deseja encontrá-la já dormindo, assim significaria que sua recente insônia havia lhe deixado e seu corpo se acostumou com o novo ambiente e não a incomodaria mais… O que pedir aos deuses agora? Que ela estivesse desperta ou não? 

Sentiu um leve aperto no peito ao ver a porta do aposento de sua rainha bem a frente. Ele suspirou profundamente e se aproximou com passos mais calmos, com uma expressão mais leve e conflito em sua mente. 

Sua mão alcançou a maçaneta da porta e, com sua outra mão, deu duas batidas, e esperou alguma resposta, mas não obteve. 

Soltando todo o ar quem nem sequer havia percebido que tinha o prendido, ele abriu a porta levemente, para não causar tanto barulho, vendo a claridade do corredor entrar no aposento. Seu olhos procuraram sua rainha e a encontrou sobre a cama, deitada com as costas viradas para si. Mas logo a viu se remexer na cama e olhar para ele por sobre os ombros. 

— Desculpe, não quis acordá-la - disse Sasuke ao ver aqueles olhos verdes e brilhantes direcionados para si 

— Você não acordou - disse Sakura com um leve sorriso no rosto, sentando-se sobre a cama 

— Não está conseguindo dormir? - a preocupação estava nítida em sua voz. 

O rei adentrou o aposento de sua amada, fechando a porta atrás de si. Ele se aproximou da cama e sentou-se na beira da mesma, sem desviar seu olhar daquele brilho verde. 

— O motivo é outro agora - respondeu a jovem lady 

— Tem haver com o assunto que tratou com Hinata? 

Ela desviou seu olhar brevemente, pensando, mais uma vez, nas palavras de sua amiga, mas não fora isso que lhe tirou o sono, mas sim as coisas que disse no templo, aquela sensação no peito que pareceu diminuir um pouco ao sair da presença da deusa Kaguya e do deus Dís. 

— Você lembra do dia em que contei minha história? - Sakura tornou a olhar para o Uchiha 

— Como eu poderia me esquecer - respondeu ele com um singelo sorriso no rosto. Recordando-se que fora aquele dia em que a reencontrou , em que a beijou, de verdade, pela primeira vez 

—… Não era minha mãe a infértil, mas sim meu pai - disse 

— O que? - o cenho do rei voltou a franzir-se — Isso é bem incomum 

— Hinata me contou… Por isso minha mãe não conseguia engravidar, por isso ela foi humilhada, por isso ela recorreu aos deuses - Sakura desviou seu olhar mais uma vez —… Pela doença do outro 

— Foi isso que tirou seu sono ontem? 

Mais uma vez, Sakura voltou a olhar para o rei… Sasuke. Sua expressão estava séria, mas seus olhos mostravam a curiosidade. E por um pequeno momento teve medo. Medo de contar para ele que, mesmo por um pequeno instante, pensou que fosse estéril como seu pai… Mesmo já sabendo de tudo, mesmo, agora, conhecendo seu futuro, sabendo de seus filhos, que carregaria a coroa… Mesmo assim, teve medo do que ele poderia pensar… Ou fazer. 

—… Infertilidade é hereditário - Sakura o respondeu, decidindo-se que não esconderia dele ou mentiria. Não desejava que essa fosse a base de seu relacionamento… O amor estava entre eles e ela sabia que ambos sentem.

— O que? - sua voz saiu mais baixa e séria 

— Quando você falou de filhos ontem, eu me dei conta disso… E eu me desesperei - disse Sakura, com a voz levemente embargada — Fiquei em pânico, minha mente ficou cheia e meu sono foi embora. Estava perturbada, foi quando pensei em Hinata… Só ela podia me dizer o que eu poderia fazer… Foi então que ela me disse que minha mãe nunca foi estéril… E que o rei Haruno não era meu pai 

Sakura viu o olhar do rei ficar mais confuso, e sua expressão suavizar. 

—… Então… Ela me contou de nossos filhos - o sorriso voltou ao rosto da Haruno, assim como as lágrimas, que surgiram em seus olhos — Me contou que serão fortes e como nós… E assim, meu coração se aliviou 

Um longo suspiro de alívio foi solto pela rei de repente, que segurou uma das mãos de sua amada e sacudiu sua cabeça levemente. 

— Ah, que bom… Que bom - disse ele, nitidamente aliviado 

— Sei o que está sentindo… Senti o mesmo — disse ela — É tão… Bom, saber que posso lhe dar filhos… Se eu não pudesse 

— Do que está falando? - Sasuke a olhou, voltando a franzir o seu cenho 

— Sasuke… Se eu não pudesse conceber, então… E-então você teria que ter uma segunda esposa - Sakura desviou seu olhar novamente 

O silêncio tomou conta do aposento naquele momento. Nada podia ser ouvido, até mesmo o vento, que soprava do lado de fora se calou. 

Encolhido a seco, Sakura , mais uma vez, voltou a olhar para seu rei, encontrando sua expressão tão séria, como nunca havia visto antes. 

—… Você ficou louca? - mais uma vez sua voz saiu baixa mas grossa e tensa, o que assustou a jovem Haruno — Ficou?... Naruto te deu alguma coisa que a deixou fora de si? 

— O q…? 

— Acha que eu recorreria a uma segunda esposa? Acha que eu iria querer ter um filho com outra mulher? - disse o rei mantendo seu tom sério — Você não sabe quantas oportunidade tive nesses cincos anos, mas eu não me deitei com mulher alguma… Não fodi nenhuma porque eu queria o amor com você 

Os olhos de Sakura se arregalaram com as palavras de seu rei. 

— Eu fiquei aliviado porque eu não iria precisar brigar com os deuses, porque se você fosse estéril, então eles teriam que resolver essa merda - disse Sasuke entredentes  

Ele sentou-se mais próximo dela e levou suas mãos ao rosto de sua rainha, fazendo-a olhar em seus olhos.

—… Eu só direi isso uma vez, porque prefiro demonstrar do que dizer, porque acho que fazer é melhor do que falar, mas falarei isso apenas para que saiba de uma vez - disse —… Eu amo você, Sakura. Não há espaço em meu coração para nenhuma outra mulher, porque você é meu coração. Você é minha luz, a mulher que me fez acreditar na bondade, que me fez querer ser melhor, de querer me redimir… Você é a mulher que me casarei, que reinará ao meu lado, que terá tudo que tenho, que dará luz aos nossos filhos… É você, Sakura, e mais ninguém  

Uma lágrima desceu por seu rosto, enquanto um lindo sorriso surgiu em sua rosto. Ouvir aquelas palavras com certeza acalmaram tudo dentro de si de uma vez. Ver aqueles olhos negros… Aquele brilho, aquele homem… Não precisava mais temer, o futuro não era mais incerto. 

Vencendo o pequeno espaço que havia entre eles, Sakura roubou os lábios do seu rei, do seu Sasuke, em um beijo carinhoso e urgente, que foi prontamente correspondido por ele, que com sua língua, adentrou sua boca, tornando o beijo profunda. O gosto se misturava, a pele se tocava, e o amor se espalhava por aquele aposento. 

— Agora durma, minha rainha - falou Sasuke ao encerrar o beijo, sorrindo para ela ao se afastar 

— E como dormir depois de tudo isso? - ainda com seu sorriso em seu rosto, Sakura secou suas lágrimas 

Tendo uma ideia em mente, o rei deu um sorriso de canto e sentou-se melhor na beira da cama. Levou suas mãos aos nós dos cadarços de suas botas, soltando-as, tirando as botas em seguida. 

— O que está fazendo? - perguntou a Haruno, erguendo uma de suas sobrancelhas ao vê-lo se pôr de pé

Viu ele tirar o cinto, onde a bainha, com sua espada, estava. Tirou a grossa capa que o cobria, e em seguida, sentiu seu rosto esquentar ao vê-lo tirar a camisa que vestia. 

Virou seu rosto imediatamente quando viu os primeiros nôs ser desatado. O som da veste sendo jogada ao chão, em um canto qualquer, denunciava que ele estava nu, da cintura para cima. 

— S-S-Sasu

— Shhh, olhe para mim, minha rainha - Sasuke levou sua mão ao queixo dela, trazendo seu rosto para sua direção, contendo o riso ao ver sua expressão — Não é nada disso que está pensando

Em seguida, ele se deitou ao lado dela, acomodando-se no confortável colchão.

— Minha mãe me disse uma vez, há muito tempo, que o melhor remédio para insônia, é os braços de seu amado - disse Sasuke, abrindo os braços para ela, fazendo um pedido mudo de que ela se deitasse em seu peito — Eu sou seu amado, não? Então venha 

As palavras sumiram de sua boca, de sua mente. Não conseguiu pensar em nada, apenas olhar para ele. Para seu peito ,largo e desnudo, onde os músculos esculpia de forma perfeita. Os pelos negros, desciam pelo peito dele, fazendo um caminho, tentador. Pode ver algumas cicatrizes, o que lhe causou uma leve fumigação em suas mãos, com o desejo de tocar. 

Sakura suspirou profundamente, e lentamente, deitou-se sobre o peito dele, não querendo mais ficar a olhá-lo, pensou que isso apenas causaria algo que poderia se arrepender. 

A pele quente dele teve o poder de lhe acalmar instantaneamente, a fazendo fechar os olhos, sentindo os braços dele a envolver e a puxar mais para ele. 

— Boa noite, minha rainha

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


O que acharam??? Hmmmm, será que um certo alguém vai perder o título de Takari? kkkkkkk Mas sei muito bem que não é isso que mais chamou a atenção de vc XD . Ai como eu amo escrever esse Sasuke, esse casal ficou tão bonito de se escrever. É por isso que desenvolvimento é importante minha gente, agora podemos ver que valeu a pena, não? :)
Estou postando esse cap de manha pq eu terminei de escrever ele ontem de tarde, coisa que raramente acontece, geralmente termino de escrever no sábado msm, e logo posto. Por isso sempre sai de noite kkkkk. Mas por força divino eu terminei ele ontem e ele foi totalmente escrito no celular '-' ... Eu não escrevi no meu caderno esse cap O.O , e isso é uma coisa impressionante, pq eu sempre escrevo no meu caderno primeiro e depois digito, eu até fiz isso mas achei ruim o começo, não gostei nem um pouco, ai pensei '' Ah vou digitar aqui pelo celular msm e lá eu vou mudando, vendo como fica melhor e tals''... Ai eu começo a mudar MUITO kkkkkk, tiro coisas, até tirar tudo e reescrever. Até que me pego escrevendo tudo pelo celular KKKKKK. Pode parecer coisa simples para vcs, mas meu povo... Isso nunca aconteceu! kkkkkkk ai senhor. Então eu me seguirei e resolvi postar de manhã logo :)
Espero que tenham gostado :D @AlphaRomanoff, quem já conhece essa guria? Quem ai já sabe que ela é uma guria incrível e talentosa? Não sabem? Então eu digo, OH "MUNHER" TALENTOSA!! kkkkkkkkkk
Agradeço a cada comentário, muito obrigada msm, fico muito feliz que minha fanfic esta agradando vcs :D . Agradeço aos favoritos, e nos vemos no sábado que vem
Bjs^^


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