História The Love is a Surprise : Begin - Imagine Jungkook - Capítulo 7


Escrita por: e Jeon_HoMizuS2

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Cute, Fluffy, Imagine Jungkook, Jeon Jungkook, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Romance, Saga, Shoujo, Yoongi
Visualizações 82
Palavras 2.924
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieeee baby's😘
Me desculpem pelo atraso. Hoje/Ontem, foi um dia muito cheio, e eu tive até uns bloqueios. Mas, sinto que pude desenvolver um bom capítulo. Porque, na minha sincera opinião esse capítulo é bem importante... Espero ter um feedback positivo ^^.


Sem mais delongas... Let's go guys !!

Capítulo 7 - Memories: Past and Intimacy


Fanfic / Fanfiction The Love is a Surprise : Begin - Imagine Jungkook - Capítulo 7 - Memories: Past and Intimacy

 

" Me desculpe (S/N). Eu realmente não queria assusta-lá... Mas, sou completamente refém dos seus encantos..." 
 

 


 

                ...***...***...***...

 

Três meses se passaram desde aquele  dia... Eu e (S/N) estávamos mais próximos. Eu me desculpei pelo ocorrido, por ter medo dela se afastar totalmente. Já que via, ela parecer oclusa quando eu estava presente. Mas, após minhas desculpas, podemos conviver melhor.

Ela se mostrou uma pessoa fechada, mais na dela. Eu via que constantemente, ela gostava de tomar café encostada na da grande vidraça, que havia entre a sala de funcionários e a sala de maquiagem. Sempre com uma feição, carreganda por um olhar indecifrável, em direção as montanhas que moldavam de forma exuberante o horizonte, como um belo quadro composto por uma pintura realista. Fazendo-me questionar, se ela sentia saudades de casa ou estava passando por algum momento difícil.
Ela era bem misteriosa. Não conseguia saber se ela precisava de algo – se não perguntasse –, ou se estava tudo "Okay" com ela.
Admito, que não sei se seria diferente comigo, caso alguém tentasse se aproximar assim. Mas, não podia evitar, gostaria de ser mais útil para ela... Gostaria, que ela me contasse mais sobre sua vida, seus problema... Ser como um "ombro amigo" em momentos difíceis, eu sentia a necessidade de protegê-la. Eu não sei quando isso começou... Entretanto, eu estava preso a ela de alguma forma, na qual eu sinceramente não sabia explicar.
 

                       .........
 

 

Nesse momento, estávamos de partida, para a Turnê que iríamos iniciar. Começando por aqui, em Seul, com alvo principal ao exterior.
Estávamos todos no ônibus da equipe de staff e dancers – já que a nossa van estava passando por avaliações para ser levada na tur. A maioria eram staff's veteranas e alguns novatos que foram escalados.
Entrei no ônibus, um pouco distraído com a música que tocava em meus fones de ouvidos, parando o olhar em um ponto fixo. Deixei um pequeno sorriso moldar meus lábios ao ver (S/N), sentada ao fundo com o olhar perdido na janela olhando o céu, me apressando em ir até ela. Parando ao lado da fileira na qual sua poltrona estava. 

— Oi, posso me sentar aqui? – Perguntei apontando para a poltrona de sua amiga.

— Pode, ela está sozinha! – Disse a Raquel, enquanto lançava um olhar cheio de significados, para a garota, que correspondeu instantaneamente com uma expressão atônita em direção a amiga, após ouvir sua fala. Me arrancando um riso baixo.

— Mas... – (S/N) tentou falar, ainda sem entender o que sua amiga propunha.

— Pode sim, eu já ia sair mesmo, prefiro me sentar mais na frente. Você sabe (S/A) [N/T = Seu apelido], eu prefiro ficar escutando músicas altas, no fone de ouvidos. – Raquel a interrompeu, já se levantando e saindo, antes que qualquer um de nós podesse proferir mais alguma palavra, apenas sendo acompanhada pelo olhar da amiga, que por um minuto poderia dizer que se assemelhava a uma expressão de súplica.

— Então... Eu posso? – perguntei novamente, dessa vez direcionando para (S/N). Que apenas balançou a cabeça timidamente em sinal positivo. — Obrigado. – Disse me acomodando no acento.

O silêncio, um pouco constrangedor, se fez presente entre nós. Digamos, que ainda estávamos criando intimidade. Eu lutava para quebrar o clima tenso que se fazia algumas vezes, só para tentar conversar com ela de forma que fluisse naturalmente, fazendo ela se sentir a vontade para falar de qualquer assunto, sendo do mais sério ao mais bobo. Poise eu vi o quanto ela parecia ser tímida. Porém, o fator mais complicado era: iniciar a conversa.

— Então... seu apelido é (S/A)? – Iniciei, tentando quebrar aquela atmosfera desconfortável.

— Bem... as meninas me chamam assim. – Respondeu simples, parecendo pensar por um momento, voltando a falar. — Na verade sim. Em meu país muitos me conhecem assim. – Disse sorrindo, com o olhar distante parecendo  lembrar de algo.

— Ah! Você não me contou antes como é lá, em seu país, aonde você morava. – Tentei aproveitar a oportunidade que ela me deu para ampliar o assunto.

— O bairro aonde cresci era um lugar simples, onde é tudo calmo e sem muitas novidades. –  Dizia ela, agora olhando para a frente, como se formasse um cenário imaginário em sua mente. — Era um pouco distante de tudo. Como: escola, trabalho, banco, essas coisas. Mas, tinha seus encantos, eu poderia ver frequentemente, paisagens que muitos só podem admirar por pinturas artísticas. Enquanto eu apenas precisava fazer uma caminhada, não muito longa. 

— Wow! Isso parece incrível. – Disse sentindo a intensidade do seu olhar. Imaginando o quão lindo deveria ser. Pois, nas poucas vezes que viajamos ao Brasil, descobrimos ser um lugar realmente lindo, com paisagens paradisíacas. Aposto, que poderia capturar imagens incríveis, como eu amava fazer, com minhas câmeras em mãos. — Mas, como conheceu suas amigas? – Eu realmente estava determinado ouvir mais dela. Estava feliz por finalmente ter essa oportunidade,  já que a viajem seria um  pouco longa. Pelo fato, de que todos que iriam participar da Turnê, tanto staff's como nós, estávamos fazendo alguns check-ups, para podermos nos previnir de qualquer imprevisto, durante o tempo que passarmos fora. Iniciativas de segurança para proporcionar a todos uma viagem sem riscos. Já que de agora em diante, não iríamos mais ter tempo para isso. A cidade ficava a umas 2 ou 3 horas de Seul, e estava realmente feliz, só de pensar que iria poder passar esse tempo ao lado dela. Eu faria ela contar quantas histórias fosse preciso, apenas, para ouvir sua voz, que era como uma doce melodia viciante, para meus ouvidos.

— Eu e a Beka nos conhecemos no colegial, por termos gostos em comum, como a cultura asiática. Digamos que, eu tenha apresentando para ela o mundo Hallyu, o gênero Kpop, para ser mais específica. – Disse a mais nova, empolgada enquanto encolhia os ombros com um sorriso infantil. Me arrancando um sorriso bobo sem que eu podesse controlar. Então ela é fãs de Kpop?!
— Eu na verdade acho que sou a anfitrião do Hallyu entre elas. —Disse divertida. — Minha prima Milena, também ama kpop, só que ela morava em outro estado. Porém, mantinhamos contato frequente pelas redes sociais todos os dias, e em ligações de longa duração. Quando eu viajava para casa de meus avós, eu passava mais tempo na casa dela, assistíamos vários K-Dramas e animes juntas, era sempre muito revigorante. – Contava animada, enquanto esboçava um sorriso realmente sincero por lembrar desses momentos, me fazendo ter o caração aquecido, por vê-la conversar de forma tão natural e sincera sobre seu passado, me mostrando que estávamos alcancando um nível de intimidade maior. E me fazendo acreditar que acertei na escolha do assunto. — Bom, a Raquel conheci ela na escola também, como a Beka. Porém, ela não estudava lá. A irmã dela que tinha a mesma idade que a minha, era minha colega de classe. Em um dia, quando ela foi visitar sua irmã... Na verdade, entregar algo que ela havia esquecido em casa. Descobrimos gostos em comuns e ficamos horas conversando. Eu sempre ouvia a irmã dela dizer "(S/N) minha irmã é tão estranha quanto você?!! Acho que se dariam bem, ela também ama esses Kpops e Doramas coreanos que você tanta fala". – Disse ela imitando a voz da dongsaeg de sua amiga, soltando uma gargalhada gostosa em seguida, me fazendo acompanhá-la, pois era muito engraçado a voz que ela fazia. Me lembrando fazendo lembrar de quando eu imitava alguém. 
Ela se recompôs limpando as pequenas gotículas formadas pelo riso exagerado. Se ajeitando  em seguida, devidamente em sua poltrona, com a intensão de concluir sua história. — Depois disso, viramos super amigas, e assim como as outras, começamos a compartilhar sonhos juntas, nos tornamos uma família, formando laços que vão além do físico.

— Nossa, isso é realmente legal. Me lembra minha história e dos hyungs. Eu acho que você já saiba. Eles praticamente me criaram. Nós unimos pela conquista de nossos sonhos também. Antes eramos apenas 7 garotos desconhecidos, que sonhávamos em entrarmos na indústria musical e nos apresentarmos em palcos. Nós colocando para morar juntos. No começo, aconteceram alguns desentendimento, normal, quando se convive com pessoas diferentes de você, nas quis você não tem intimidade. Entretanto, hoje em dia, somos como uma família, como você mesmo disse, "formando laços que vão além do físico". – Agora eu dizia, a vendo apenas concordar feliz. Como uma criança que ouve atentamente seu livro favorito ser lido.

— Então, vocês moram aqui sem a familiares próximos. Sempre são vocês quatro para tudo? Tipo uma família? – Me veio essas dúvidas como um soco em meus pensamentos, ao me tocar do quão longe era seu país.

— Nós somos uma família, uma protege a outra, se precisarmos, até brigamos. Nós deixamos tudo para trás em nosso país, tudo pelos nossos sonhos. Então, prometemos nós apoiar e ser o porto seguro, umas das outras sempre que precisasse, para suportamos todas as dificuldades que passamos ou tivermos que passar, a cima de tudo, juntas. – Dizia ela quase chegando a estado emotivo, eu não sabia o que sentir. Era como se de repente, eu podesse sentir pelo o que ela teve que passar, ou passava nesse momento.Ou talvez... viessem lembrança em minha mente de meus momentos como treinee... Eu a compreendia completamente.

— Eu te entendo... Mas! Me fale de você mesma. Vamos deixar o passado para trás. Se anime, okay?! – Disse colocando minha mão em seu ombro com um carinho delicado como forma de conforto, tentando animá-la. Mundando para um assunto que agora me interessava mais. — Quero saber, seu grupo favorito no Kpop? já que você citou que isso era uma coisa na qual vocês tem em comum. Tenho certeza, de que tem um favorito. – Minha pergunta a fez arregalar os olhos, deixando ela um pouco tensa e sem jeito. Enquanto eu olhava a mais nova atento. Estava curioso por sua resposta – e admito, que talvez esperançoso.

— Sério mesmo? – (S/N) fez uma feição fofa de súplica, logo se dando por vencida, soltando o ar de seus pulmões, que eu nem imaginava que ela segurava. Me fezem rir divertido, e eu apenas confirmei com a cabeça, incentivando para que ela prosseguisse. — Hmmm... Eu não tenho muito o que falar sobre mim... Okay, hã... Me chamou (S/N), minha idade coreana é 20 anos de idade, sou atualmente trabalho como auxiliar de maquiagem na Bighit Entreteniment. Estou prestes a concluir meu cursos superior de Maquiagem e estética, daqui há poucos meses. Minhas cores favoritas são vermelho e verde, amo animais, ler, animes, dramas asiáticos, e não tem nada mais que eu ame. Porque eu amo mesmo, mais que tudo, que é COMIDA – Fez  seu breve resumo, fezendo uma cara de satisfação e empolgação enorme, enquanto abria os braços ao falar a última palavra. Me arrancando gargalhadas altas. Acho que me identifiquei. — É sério! comida é vida! – Me olhava séria afirmando com a cabeça.( Eu em?! Mas é claro que é). 

— E quem disse que eu discordo? Realmente, comida é vida. – Falava sério, porém com tom brincalhão, encarando-a. Nós fazendo rir em seguida, talvez pelas nossas expressões. Meu Deus! Essa garota me divertia muito, quando estava ao seu lado eu me sentia tão bem... Parecia que nada poderia estragar aquele momento. 

— Ah! Ainda não me disse seu grupo favorito? – Cessei o riso, me lembrando, da pergunta que ainda estava a espera de sua resposta.

— Ah... Não acho que isso seja tão importante... – Dizia ela se fazendo de desentendida, porém, continuei com meu olhar firme em sua direção, aguardando sua resposta. — Sério mesmo?! você ainda quer que eu responda? – Se deu por vencida novamente ficando corada, formando um pequeno bico em seus lábios. Aah! Que fofa! cuidado que eu posso seguestra-la ainda, e colocá-la em um pontinho, só para ficar admirando-a. Por culpa dessa fofura extrema e os efeitos dela em mim. (Tá! Admito... Isso foi bem gay. Stob it Jungkook!)
— Então... Eu sou Army. Mas, gosto de vários outros grupos e solos também. – Respondeu sem graça porém firme, me arrancando um sorriso satisfeito. (Okay! Fandom confere ✅. Agora, vamos ver seu preferido é...) — Todavia, não irei dizer meu favorito. – Olhou para mim séria, parecendo firme em sua decisão. Me deixando um tanto indignado, por esperar uma resposta clara. — E nem adianta me olhar assim. – falou rindo da minha expressão evidente de decepção. Eu apenas me sentei olhando para frente novamente, desacreditado em como fui enganado. Ou, esperançoso...

— Entretanto, sei que uma hora você irá falar. – Respondi olhando-a pelo canto dos olhos, com um sorriso sugestivo, provocando-a. Arrancando dela um sorriso anasalado, enquanto negava com a cabeça. 

— Pensando bem, eu me lembro de você. – (S/N) me surpreendeu, quebrado o silêncio feito após sua última fala. Me fazendo virar-me um pouco atônito, na direção da mais baixa. Eu não sabia o que havia me deixado mais surpreso, o fato dela finalmente está iniciando o assunto ou dela se lembrar de mim aquele dia. — Quando eu esbarrei em você, sem perceber naquele semáforo... – Ditava relembrando aquele dia, me jogando um olhar indecifrável. — Eu fiquei sem reação ao ver que você tinha ido até minha universidade aquele dia, apenas para etregar minha bolsa. Fiquei tão feliz por tê-la de volta. E, ao me lembrando que estava atrasada. Que acabei me esquecendo de agradecer. Muito obrigada. – Concluiu sua sentença se curvando levemente em forma de agradecimento. Eu apenas fiquei por alguns segundos em entrado de choque. Pera? Então ela sabia que era eu?!!

— Espera... Você viu que era eu? – Disse mais como pensamentos altos. Eu não imaginava que ela estava ciente da minha identidade. Como?! Ela mal olhou em meu rosto. — Mas, você nem olhou para mim...

— Apenas digamos... Que eu seja uma pessoa observadora, percebo detalhes facilmente. – Ela respondeu simples dando de ombros.

— Se você me viu... e é ARMY... Como teve uma reação tão indiferente. Porque... geralmente, ouço gritos e/ou sou recebido com grande euforia. – Disse a procura de entender sua lógica, eu realmente não estava acostumado com isso. Qualquer um em Seul, e em vários lugares por aí. Se nós vessem, seria motivo de reações exageradas, digamos que... Fora do comum, mas ela... realmente era diferente. Sei que não é certo, mas acho que já havia me adaptado a esse tipo de situação. 

— Eu estava atrasada. Só pensava nas situações desagradáveis que teria que enfrentar. Quase fiquei do lado de fora, por pouco não perdi meu horário de aulas, ao entrar em sala levei longos minutos, que mais pareciam horas de sermão do professor ali presente, e ainda me fez caminhar até o polo da universidade, para assinar uma advertência pelo atraso, fui punida tendo que ficar  por último, para limpar a sala. Eu tinha muita coisa na cabeça. – (S/N) disse de forma cansada se deitando sobre o encosto de sua poltrona.  Inclinando a cabeça para voltar a me olhar. — Sem falar que independente de você ser famoso ou não. Ao meu ver, é um simples ser humano, vocês possuem a vida pessoal de vocês, afinal de contas. – Ela realmente estava dizendo tais palavras?!. Como ela pode... Ser tão... Incrível, eu jamais havita ouvido isso de uma pessoa que tivesse conhecido nesses últimos tempos, ela se fazia diferente em tantas situações. Será que valia apena, esses sentimentos que eu ainda não sabia dizer suas real denominação ou intensidade... — Você são pessoas normais, assim como eu. Eu acho que vocês, tem todo o direito de respirar em paz, aproveitarem a vida como todos os outros seres mortais. Sem precisarem que ninguém tire isso de vocês. E, pelo o que presumo naquele dia, você parecia está passeando em um tempo livre. Não deveria ter "dores de cabeça" . – Eu encarava-a tão intensamente, ela estava tão bonita hoje. E falando assim... Com tanta certeza e firmeza, me fazendo apenas poder reparar em cada detalhe seu, agora que estávamos tão próximos... Ela me encarava firmemente e eu devolvia seu olhar com intensidade mergulhando na imensidão negras de suas obres escuras. Eu já nem prestava mais atenção no que ela falava. Seu detalhes... Sua boca se mexendo enquanto falava, soltando pequenos sorrisos pelo canto da boca, seus olhos brilhantes e tão cheios de vida. Eu me sentia indo a seu encontro, sem controle sobre meu corpo. Tão perto... Eu via seus lábios rosados se tornando mais nítidos, me pareciam tão convidativos... Logo, sendo perceptível sua respiração ficar tão descontrolada, acompanhada da minha. Porém, dessa vês ela não parecia recuar. Parecia tão recíproco o nosso desejo...

— Opa! Desculpa atrapalhar o beijo do casal,  mas chegamos. Todos já estão lá fora, vamos? - Jimin-hyung apareceu de repente entre nós, inclinado sobre a poltrona da frente. Nós fazendo separar rapidamente pelo susto que o mais velho nos deu. Ela apenas levantou de sua poltrona, pegou sua bolsa, se curvou para nós, saindo com a mão no rosto, aparentemente tomada pela situação embaraçosa.  Enquanto apenas nos limitamos a acompanhá-la com os olhos, descer do ônibus, sumindo de nossa área de percepção. Eu cai deitando sobre o encosto da poltrona chateado. Apenas recebendo um olhar malicioso de meu Hyung, que parecia  brilhar em letras de néon as palavras "Eu Sabia!".

— JIMAN-SSII! – Esbravejei bravo entre dentes.

— Ah! Que vacilo hyung! Você poderia ao  menos colaborar. Fingindo que não nos viu aqui e descer sozinho! Ah... Eu tentei chegar nesse momento a tantos meses. Como assim hyung?! Você chega e estraga tudo... Mancada cara! – Eu apenas ditava bravo, não me importando com seus futuros comentários, realmente fiquei irritado. Ele apenas parecia se divertir com a minha situação enquanto dizia. " Você sabe que não vou perdoar, né?" "Olha só o coelhinho apaixonado!!. Rindo exageradamente da minha cara,  enquanto desciamos do automóvel. Mereço... 










 

AH! JIMIN-HYUNG!! VOCÊ ME PAGAA!! Isso definitivamente não vai ficar assim... NÃO MESMO!!


Notas Finais


Ah não Jimin!!! COMO ASSIM??!! NÃO ATRAPALHA O OTP KRA!! Vem cá mochi, vai pro cantinho do castigo agora, não pode ficar atrapalhando os coleguinhas! >_<
Pobre Jungkook ... Vem cá bb da um abraço :')

Espero que tenham gostado do capítulo, porque eu realmente me diverti muito escrevendo.
Eu imaginei o Jungkook chamando o Jimin igual (nos 0:6 ~ 0:9) dessa compilation e faltei morrer de rir 😂😂😂 👇
https://youtu.be/3cTdyP_wp14
Comentem e vamos interagir nos comentários.



Então é issooo meus amorekos😘😘💕 Kissus de luz 💋✨


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