História The Madness of Love - JungKook - - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Jungkook, The Madness Of Love
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Palavras 2.208
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Faz um tempinho né... Desculpa, eu estava tentando dar atenção ao meu namorado, e aos meus amigos, acabou não dando muito tempo, aí meses depois eu termino o namoro e começa a aparecer problema em casa... Eu tava muito mal nos últimos meses. Mas agora eu voltei!

Tenham uma boa leitura!
Me desculpem qualquer erro!

Capítulo 2 - Chapter Tow


Fanfic / Fanfiction The Madness of Love - JungKook - - Capítulo 2 - Chapter Tow

 Eu me sinto melhor ouvindo essas músicas, sentia falta das batidas legais dos raps, dos tons felizes das músicas internacionais que tem uma letra triste, como Stressed Out, ou Attention.

As vezes me pego cantando ou dançando no lugar, chega a ser engraçado, faz tempo que não fico assim.

E por um momento esqueci que tinha que tomar cuidado para não pegarem o aparelho. Só me lembrei quando uma enfermeira entrou no quarto e já foi gritando comigo. Eu lutei pelo MP3, mas ela conseguiu tirar de mim.

- Olha só... - ela faz uma pausa enquanto recupera o fôlego. - Eu vou confiscar isso, e como castigo vc vai limpar o refeitório amanhã, depois do jantar! - ela sai do quarto, batendo a porta ao sair.

Olho para o criado mudo que fica ao lado da minha cama, a enfermeira tinha deixado a minha comida ali, mas não consegui comer, fiquei pensando em como sou idiota, e descuidada. Mal fiquei com o aparelho, e já levaram ele de mim. Eu sou tão inútil!

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Acordei mais um dia, novamente com uma enfermeira abrindo a maldita janela.

- Levanta garota! Sua tia quer falar com você.

- Ela está aqui? - perguntei animada.

- Não, é no telefone. Vamos logo! - eu me levanto, tomo um banho, e faço minhas outras higienes pessoais. Depois de tudo, vou até o celular que fica perto da entrada da clínica.

- Oi tia.

_Oi s/n,como você está?

Minha tia foi a única que não desistiu de mim, quando ela viu que eu estava me envolvendo com as pessoas erradas, que eu estava fazendo a escolha errada na minha vida, ela me ajudou, ou pelo menos tentou, de uma forma torturante, mas ela tentou, e continua tentando ajudar. Ela é a única da minha família que se importa comigo dês de então.

Eu sempre culpo a minha mãe por tudo isso, eu sei que eu deveria carregar esse fardo sozinha, que eu tive escolha, mas minha mãe não é um exemplo de pessoa; ela fuma; ela bebe; ela injeta; ela vende; ela compra; ela rouba; ela está todo dia chapada, ela está presa.

Meu pai tinha desistido dela, assim que eu nasci. Mas a lei insistia que eu ficasse um tempo com minha mãe, quando criança, eu via minha mãe feliz, mesmo se drogando; reclamando; se prostituindo. Ela abusava, dos órgãos e das diversas drogas. E como ela ainda estava feliz, eu queria ser feliz igual a ela. Eu dei; eu me droguei; eu comprei mais, eu tomei no cu!

Meu irmão tem problemas de saúde, simplesmente pq quando ela estava grávida dele, ela começou com tudo isso. Quando ficou grávida de mim, manteram ela sóbria.

Eu, meu pai e meu irmão tínhamos uma ótima relação, até eu começar a seguir os passos de minha mãe...

Meu pai ficou depressivo, meu irmão me odiava, mas minha tia tentou me ajudar. E, eu vou conseguir minha família de volta graças a ela, assim espero.

- Eu estou bem tia. Por que não veio me ver? - falei meio triste.

_Desculpa linda, eu tive que fazer uma viagem de última hora. Outro dia?! - ela sempre teve uma lábia boa sobre mim.

- Tudo bem. Outro dia então...

_Como é o novo psiquiatra? Esta fazendo progresso? - odeio admitir, mas realmente estava,por enquanto.

- Sim, ele... Faz um bom trabalho. - disse meio vaga.

Logo me lembrei do MP3, eu tinha que pega-lo de volta.

_Espero que ele consiga fazer um bom trabalho. Eu quero minha sobrinha de volta! - por mais que seja fofo, odeio quando ela fala isso. Fico em silêncio. - S/n, vou entrar no avião agora, quando eu chegar no meu destino te ligo! Tchau linda.

- Tchau tia... Sinto sua falta. - desligo a chamada, e vou andando devagar para meu quarto.

- Pode ir dando meia volta e indo para o refeitório mocinha, você precisa comer seu café da manhã. Tá muito magra S/n! - era Karen, hoje ela aparentava estar mas arrumada.

- Tá esperando alguém, justamente neste lugar? - debocho.

- Não entendi.

- O reboco na cara, a roupa mais justa. Sem ofensa, mas tá' bem aparente. - sopro uma risada curta e sem graça.

- Oh... Não é nada, eu só acordei mais feliz. - ela ri meiga e envolve seu braço no meu. - vamos? - e eu vou junto contra gosto.

Ela me leva ao refeitório e me serve o café da manhã. Como sempre nada de mais, apenas um misto quente, suco de laranja, água, e uma melancia. Uma das coisas que sinto falta é das diversas comidas gordurosas e gostosas que eu comia quando estava livre, como lasanha; strogonoff; frango; almôndegas; as saladas com azeite, e café, mas nem todos aqui podem comer essas coisas, e os médicos e enfermeiras tendem a nos manter saudáveis, então nosso alimento aqui é limitado.

Karen se senta na minha frente, e me olha com uma cara como se estivesse muito interessada. - Como está indo suas consultas com o novo psiquiatra? Ele é mau como os outros também? - olho para ela com cara de psicopata, na esperança que ela entenda que eu não quero conversar, mas ela continua olhando para mim e sorrindo esperando uma resposta.

- Ele está fazendo o trabalho dele se é mesmo isso que quer saber. É só mais um psiquiatra dos vários que tem aqui. - julgando pela cara que ela fez, deve ter entendido que eu não lhe daria mais nenhuma informação.

- Bem, de qualquer jeito vai ter que se arrumar, ele estará aqui em alguns minutos. - disse já se levantando e andando para longe.

- Desculpa se ofendeu. - falo auto o suficiente para que ela escute.

Me levanto da cadeira rindo e ando em direção ao meu quarto. Talvez eu realmente esteja ansiosa para vê-lo ele pode me ajudar a recuperar o mp3, e ele é bem legal, as vezes... Não vou muito com a cara dele, não vou com a cara de muita gente! Eu espero que ele me tire deste lugar, esse é o motivo dele estar aqui, né?

Chegando em meu humilde e ridículo lugar de descanso, pego algumas roupas e vou para o banheiro feminino, prendo meu cabelo em um coque, não vejo uma ocasião importante para lava-lo ainda. Tomo banho, escovo os dentes, me concentro em fazer xixi, para não ter uma infeção urinária. Isso é um grave efeito disso tudo, você perde a vontade de levantar para fazer qualquer coisa, inclusive as necessidades, não tem muita exceção. Só não sei bem qual das doenças psicológicas que eu tenho, causam isso. Volto para meu quarto já pronta, e espero até que o meu profissional psiquiátrico chegue.

- S/n, pode se dirigir a sala de atendimento, seu psiquiatra irá demorar um pouco. - fala a enfermeira com cabelos loiros curtos, com um corpo gordinho, porém muito sexy. Ela deve ser nova aqui, gostei dela.

- É nova aqui?

- A-ah... Sim, meu nome é Millena, prazer. É... É por isso que eu não te levei até a sala, eu não sei onde fica, espero que você saiba. - ela me encara com um sorriso fofo.

- De boas, eu sei sim, obrigada. - me levanto da cama e ando em direção a sala onde vou me encontrar com Jeon. Antes de ir me viro para traz chamando a atenção da loira. - E o prazer foi todo meu! - pisco para ela e saio andando.

Já dentro da sala, sentada na cadeira, com tédio absoluto, esperando o capitão Jeon Jungkook desembarcar e não me fazer perder tempo, depois de exatos dez minutos o meu "super herói" chega. Mais sarcástica impossível.

- Desculpe o atraso S/n, eu estava na faculdade terminando uma prova fodidamente' difícil de física. Como foi seu dia de ontem e como passa o dia hoje? - ele passa por mim usando uma roupa normal, tipo, uma camiseta branca, uma calça preta e um tênis preto da adidas, com uma mochila da grifinória vermelha com detalhes amarelos no ombro.

- Bem, digamos que ontem, eu meio que... Sei lá né, acontece... Meio que aconteceu de eu ter me descuidado um pouquinho, e por consequência as enfermeiras levar o MP3... Mas hoje meu dia provavelmente vai ser melhor porque você pode pegar o MP3, né? - _Por favor, fala que sim!._ Ele me olha com a boca meio aberta um pouco sorrindo.

- Olha desculpa, mas agora eu não posso fazer nada! - ele ri.

- Mas é claro que você pode! Você é meu "médico", pode ir lá e dizer que eu preciso! - me exaltei um pouco.

- Olha, não é assim que as coisas funcionam para mim, pode confiar, se eu pudesse faria, juro! - ele disse isso tudo com um sorriso, ignorando o fato de eu estar um pouco brava.

- Aaah... Que porre! - me escorrego na cadeira.

- Então vamos começar. S/n, eu quero te tirar deste lugar, mas eu preciso conhecer você melhor, entende?. Para isso quero te informar algumas coisas. - ele dá uma pausa, mas continua sorrindo. - Seu caso, é um dos mais fáceis de cuidar daqui, você só não saiu ainda porquê, 1º, você tem histórico de abuso de drogas, 2º, sua tia se preocupa MUITO com você, 3º, você é teimosa.

- Ainda quer saber mais alguma coisa sobre mim? -cruzo os braços e ele ri. - Por que está tão feliz? Não para de rir. - por impulso começo a rir também.

- Tenho vários motivos para isso. - ri novamente. - um é porque isso contagia as pessoas, e as faz rir também, o outro é porque eu trouxe algumas coisas para te entreter, quero te manter ocupada o suficiente para que perceba que quando sair daqui, terá uma nova chance, um novo mundo para conhecer. - ele tira alguns livros da mochila. - Mas para isso, você terá que tomar conta dessas coisas, não posso recupera-las pra você, para conseguirmos te tirar daqui, teremos que grardar bem esse segredo. - ele me entrega três livros, "Quando ela acordou"¹, "Rose Madder"², e "Eva"³. - Vou te trazer atividades, e algumas coisas todos os dias! Mas vai ter que prometer que vai cuidar delas direito agora! Promete? - ele estende o dedinho para mim, e eu envolvo meu dedinho no dele, selando a promessa.

- Prometo. - sorrio, e ele ri de volta.

- Você tem exatamente cinco dias, para ler esses três livros, esse é meu desafio para você! - fala empolgado.

- Cinco dias? Cinco dias não dá! Cê tá louco! São três livros, e eu não leio um livro faz o que? Sei lá! Meses! - mesmo pasma por ter apenas cinco dias, fiquei bem animada com o desafio.

- Ok, ok... Talvez seja mesmo um pouquinho impossível, então, um livro em cinco dias, consegue? - ele ri, esse seu sorriso é realmente contagiante.

- Acho que sim! - sorrio. - O que vou ganhar se eu conseguir? - ele continua rindo... Isso me deixa, sei lá, desconfortável e alegre. Faz "cócegas" na barriga.

- Que tal... - ele coloca a mão no rosto e olha para cima, pensando. - Um celular para falar comigo? - me animei ainda mais com a ideia.

- Fechado!

- Mas! - por um momento me esqueci do "mas". - Se vc não conseguir, vai ter que me escrever um poema!

- Fechado, fechado, fechado! Não é tão ruim. - ri e ele me devolveu o sorriso, ele parece estar muito feliz.

- Enfim, vamos voltar um pouquinho no assunto, ok? - respiro fundo, tentando conter a animação.

- Ok. - falo me ajeitando na cadeira.

- Eu quero confiar em você, e quero que você confie em mim! O seu principal problema são as drogas, não te deram remédios fortes o suficiente para te "curar", por causa do seu vício, e além disso, você se recusava tomar até mesmo os mais fracos. - por algum motivo, me sinto envergonhada pela primeira vez na frente dele, e direciono no meu olhar para baixo. - Ei! Olhe para mim por favor. - obedeço... Contra gosto, mas obedeço. - Eu quero mesmo ajudar você, e você vai ter que me ajudar também. Hoje você terá que tomar um remédio forte, eu vou ter que confiar em você, que não vai se sentir "presa" a isso de novo, compreende? - confirmo com a cabeça, mordendo meus lábios, não sei explicar o porquê direito. - Não vai ser só por mim S/n. - ele dá a volta na mesa, e se ajoelha a minha frente, segurando firme em minhas mãos. - Vai ser pela sua tia, pela sua família, que sim, te espera lá fora.

Eu fico assentindo com a cabeça freneticamente, tentando esconder as lágrimas que já escorriam pelo meu rosto, molhando minhas bochechas, que já se encontravam vermelhas, não sei se de vergonha, ou por eu ter prendido a respiração para tentar não passar por isso. Jeon Jungkook segura meu rosto com as duas mãos, e me encara com um rosto de preocupação, então me abraça, e me acolhe naquele momento que para mim é constrangedor.

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Notas Finais


1• Escrito por Hillary Jordan, Quando ela acordou é um livro onde temos uma América teocrática, de um futuro próximo, onde os criminosos não são mais presos para cumprirem suas penas. No livro tem todo um sistema de cores para identificar esses criminosos e eles são sentenciados a ficar 30 dias numa cela e depois serem cremados ao vivo em um reality show, se eu não me engano. Dentre essas cores a pior é a vermelha, que é para identificar os assassinos. E a protagonista do livro é a Hannah Payne, que acorda como uma vermelha, sendo acusada de ter matado um não nascido, que é seu filho que foi abortado por ser fruto de um relacionamento com um líder importante religioso que é casado, e por algum motivo ela é apaixonada nele. (Tem mais coisas que não vão colocar aqui para não ficar muito grande)

2• Escrito por Stephen King, Rose Madder conta a história de Rosie, que para encurtar um pouco, é uma mulher que sofre abuso do marido que é policial, e já no início da história, ela está sofrendo um aborto porque ela apanhou do marido, e em decorrer dessa história ela tenta fugir, mas como marido é policial, provavelmente ele colocou alguns parças dele para ir atrás dela.

3• escrito por Anna Carey, Eva é uma trilogia mas aqui vamos falar só do primeiro livro, bem depois de um vírus ter aniquilado metade da raça humana, é construído um novo país sobre a carcaça do anterior, chamado nova América que é governado por um rei, que determinou a segregação total de homens e mulheres, onde os homens vão para um local onde vão fazer trabalho de campo forçado, e as meninas vão para escola estudar para ter uma profissão. Nessa escola está Eva aluna mais aplicada e várias outras coisas boas, e provavelmente odiada por várias outras meninas. Mais umas das amigas da Eva, antes delas irem para outra etapa e escolherem a profissão, fala para ela abrir os olhos, que elas não vão estudar e sim ser parideiras, o que eu achei muito machista, por que será? enfim a Eva decide fugir também e acaba acontecendo várias outras coisas, só para encurtar mesmo.

Leiam esses livros ↑ são bem legais! E falam um pouco de feminismo!

Esse final foi bem fofo né? Kkkkk Eu gostei desse capítulo.

Twitter:(@Loyfix_): https://twitter.com/Loyfix_?s=09 (fique sabendo o que acontece comigo, porque as vezes eu passo por umas situações que... Meu Deus...)

Até logo!


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